Absurdo
“Camus percebeu o absurdo da existência; mas talvez o maior absurdo humano seja passar pela vida procurando sentido em tudo aquilo que nos afasta de nós mesmos.”
O absurdo é o divórcio silencioso entre a mente que implora por sentido e o universo que responde com um eco vasto, frio e perfeitamente indiferente aos nossos dramas. Diante desse vácuo, a única saída digna é a persistência heroica de quem decide criar a sua própria música em um auditório onde o maestro jamais apareceu para a sinfonia.
- Tiago Scheimann
Eu sou fruto de um absurdo,
Do que é mais valioso no mundo,
Talvez você não entenda,
mas sofra por não ter.
Pensar se torna um ato de sobrevivência. Questionar, uma forma de não aceitar o absurdo como normal.
Não se acostumar com o errado. Não silenciar diante do que fere.
Porque “não pirar” não é ignorar —
é entender, sentir, refletir… e ainda assim escolher não se perder.
Helaine machado
Jeito de boneca, lábios carnudos, pele rosada... A sua beleza é um absurdo!
Acho eu, que posso me apaixonar
Sou facinho de conquistar
Vai depender de quão cheio está o seu coração
Para que eu possa me candidatar;
Eu não te prometo nada, além do meu amor
Do quero entrar em seu coração... Me dá licença, por favor?
Quando a política vira religião, o absurdo é sagrado. Não há dados, fatos ou investigações que quebrem essa barreira psicológica. Se o líder mandar marchar, o seguidor marcha; se o simbolismo do momento exigir reverência ao inexplicável — seja a um quartel ou a um pneu à beira da estrada —, o fanático o fará, pois ali o "pneu" vira o seu deus.
Não há o que se faça ou diga em contrário que convença quem escolheu a alienação intelectual como estilo de vida. O extremismo opera na base da fé cega. Para o restante da sociedade, que assiste ao espetáculo com indignação, resta o duro papel de resistir à correnteza de mentiras, mantendo a sanidade enquanto a realidade prática e o tempo não cobram o preço inevitável desse delírio coletivo.
Na esperança o caos reina ate que ansiedade seja um percentual absurdo da mente vazia...
A esperança é o fado da tristeza.
No final apenas olhares sejam o abismo...
Tantos problemas se tornam instante insanos pois nada tem importância...
A falta de perspectiva o horizonte é tão profundo.
Marcas das almas dilacerada por tantas pessoas e situações negativas que tudo está bem ate que tudo seja apenas um ponto na escuridão.
A clareza do absurdo pois pode ignora a extenso dos lavadores de mente...
O absurdo clama pela verdade mais todos estão ligados a seus próprios conceitos de alienação.
Tudo é manipulação para que escolha cada caminho não manipulação?
Dois caminhos e uma escolha.
Somos servos objetivos. Tão ocupados e críticos mais sem limitações apenas olhares livre árbitro.
Pobre sao condenados por suas escolhas ""erradas ao escolher errado""
O rico terá outras chances pois é simplicidade meu filho...
A ironia se faz parte do caminho do paradoxo.
Cala se não tem direito de falar.
Os dias se passam numa democracia que demonstra o imperialismo.
O abismo comença!
O absurdo um ser tornar o controle da vida das pessoas tornando se supremo ser...
Sera que época do imperialismo voltou?
Aonde caminhamos pela imersão dos valores éticos e morais...
Morreram todos direitos da consciência.
O positivismo é um ato do ego...?
Ate quando os desmandos da existência da mais valia sera obstáculo para democracia?
A guerra sao apenas detalhes da riqueza do outro país...
A gaiola torna se evidência dos fatos históricos.
Seria
impossível Brincar com as Palavras temendo o Absurdo, temendo o Indizível.
As palavras nunca foram apenas instrumentos de comunicação.
Elas são também pontes, labirintos, espelhos e abismos.
Brincar com elas não é um ato de leviandade, mas de liberdade.
É permitir que a linguagem ultrapasse os limites do previsível e alcance aquilo que a lógica, sozinha, jamais tocaria.
O absurdo, tantas vezes rejeitado, pode ser justamente o lugar onde as certezas se desfazem e novas possibilidades surgem.
É no aparente contrassenso que descobrimos perguntas que jamais faríamos seguindo apenas o caminho da razão.
O indizível, por sua vez, não representa um fracasso da linguagem, mas um convite permanente à imaginação.
Há sentimentos, memórias e silêncios que nenhuma palavra consegue conter por inteiro, mas é justamente essa insuficiência que mantém viva a necessidade de continuar falando, escrevendo e criando.
Quem teme o absurdo acaba prisioneiro do óbvio.
Quem teme o indizível contenta-se apenas com aquilo que pode ser explicado.
E uma vida reduzida ao explicável perde o encanto do mistério, da poesia e da descoberta.
Talvez o verdadeiro sentido das palavras não esteja apenas naquilo que elas afirmam, mas também naquilo que insinuam.
Nos vazios entre uma frase e outra.
Nas metáforas que desafiam a lógica.
Nos paradoxos que revelam verdades incômodas.
Afinal, nem tudo o que faz sentido parece razoável, e nem todo absurdo está vazio de significado.
Brincar com as palavras é, no fundo, brincar com a própria realidade.
É reconhecer que o pensamento cresce quando se permite duvidar de si mesmo e que a liberdade de imaginar é uma das formas mais profundas de compreender o mundo.
O Medo do Absurdo empobrece a linguagem; a Coragem de enfrentá-lo transforma Palavras em Possibilidades e Silêncios em Reflexão.
Talvez não haja Absurdo Maior do que Mulheres precisarem de leis para protegê-las de quem deveria Respeitá-las.
É um daqueles paradoxos que expõem, sem rodeios, as falhas mais profundas e medonhas da sociedade.
Leis deveriam existir como garantia de justiça, não como escudo contra aquilo que, em essência, nunca deveria acontecer.
Quando o respeito precisa ser legislado, algo essencial já se perdeu no meio do caminho — e não foi por falta de aviso, mas por excesso de negligência.
A existência dessas leis é, ao mesmo tempo, necessária e constrangedora.
Necessária porque a realidade insiste em violentar o que deveria ser inviolável.
Constrangedora porque revela que, para muitos, o básico ainda precisa ser imposto, vigiado e punido.
Como se a Dignidade Feminina fosse um conceito opcional, condicionado a regras externas, e não um Princípio Inegociável.
Há uma pavorosa Ferida Coletiva nisso tudo.
Uma cultura que, por séculos, relativizou o respeito, naturalizou o desrespeito e, em muitos casos, silenciou quem ousava denunciar.
E o mais inquietante é perceber que, mesmo diante de leis, campanhas e discursos, ainda há quem questione o óbvio, como se o problema fosse exagero e não repetição.
Talvez o verdadeiro avanço não esteja apenas em criar mais leis — ou Criminalizar algo que nem deveria existir — mas em tornar essas leis obsoletas — não por desuso jurídico, mas por Superação Moral.
Um mundo em que o Respeito não precise ser exigido, porque já esteja enraizado.
Em que a Proteção não seja uma necessidade constante, mas uma lembrança de um passado que não se repete.
Até lá, cada Lei é um remendo em uma estrutura que ainda precisa ser reconstruída.
E cada reflexão, por mais incômoda que seja ou pareça, é um convite para que essa reconstrução comece dentro de cada um de nós.
Por mais absurdo que possa parecer, a mídia também dá palco aos que não confirmam nossos vieses — sobretudo àqueles que a demonizam.
Precisamos entender que ela se alimenta de ruídos.
E talvez seja justamente aí que reside o desconforto mais profundo: na constatação de que o barulho não é um acidente, mas um combustível.
Aquilo que nos irrita, que contraria nossas certezas ou que parece flagrantemente equivocado não apenas ocupa espaço — muitas vezes é alçado ao centro do palco.
Não necessariamente por compromisso com a verdade, mas pela força gravitacional do conflito.
Há, nesse jogo, uma espécie de pacto silencioso entre emissor e receptor.
De um lado, a mídia que amplifica vozes dissonantes, polêmicas e até contraditórias.
Do outro lado, nós, que reagimos — com indignação, aplauso ou desprezo — mas, ainda assim, conscientes ou não, reagimos.
E cada reação, por mais crítica que seja, retroalimenta o ciclo.
O ruído se transforma em relevância, e a relevância em permanência.
Isso não significa, porém, que estejamos diante de uma conspiração unidirecional.
É muito mais incômodo do que isso: trata-se de um ecossistema onde interesses comerciais, algoritmos e comportamentos humanos se entrelaçam.
A mídia expõe, mas também responde.
Ela não apenas molda o debate — ela o segue, o mede e o reproduz conforme sua capacidade de engajamento.
O verdadeiro risco talvez não esteja em dar voz ao contraditório, mas em reduzir o contraditório a espetáculo.
Quando ideias deixam de ser confrontadas com profundidade e passam a ser apenas exibidas como faíscas de atrito, perde-se o sentido do diálogo.
O ruído substitui o argumento, e o impacto substitui a reflexão.
Diante disso, a responsabilidade não pode ser terceirizada.
Consumir informação exige muito mais do que concordar ou discordar — exige discernir.
Nem todo palco é um endosso, mas toda audiência é uma escolha.
E, no fim, talvez a pergunta mais honesta não seja por que a mídia amplifica o ruído, mas por que nós insistimos em escutá-lo como se fosse melódico.
A vida insiste em se mostrar absurda, mas é nesse absurdo que a consciência encontra seu território; e só quem encara o caos sem ilusões descobre a textura nua da existência.
0289 "Aquilo de dizer que traz a pessoa amada em 24 horas é só um absurdo. Outro absurdo é humano que acredita nisso!"
0339 "Absurdo e Ousadia dessa gente: Desconfio quando alguém se diz importante, inteligente e esperto e nega ter ouvido falar de mim, Hum!"
0396 Ainda isso de que 'Todo mundo gostou'? Caramba! No meu caso esse absurdo é argumento que não se aplica, não me convence e muito menos me intimida!"
Eu tenho um medo absurdo de te perder para o meu próprio ego ou para as minhas falhas. Você vale muito mais do que qualquer erro bobo meu.
