A Vida nos Ensina
Quando somos privilegiados em conseguir brindar a vida com mais de 70 anos,
a convivência diária com os jovens exige cuidado e uma profunda aceitaçao da realidade.
Dizem muitos, que idosos acumulam sabedoria! Sem dúvida, quase sempre esta é uma verdade. Mas será este o real sentimentos da maioria da juventude ao encarar um idoso?
Não acredito nesta verdade!
Talvez até por uma questão de educação ou exigência do momento, os jovens expressem
respeito e até carinho, para com um idoso em determinado encontro ou pequeno espaço de tempo .
Mas a verdade chega a ser cruel para aqueles que já experimentam o viver dos 70 ou 80!
Jovens não gostam de conviver com velhos! E, se por algum motivo, precisam fazê-lo, procuram uma maneira de, sutilmente, sair da incômoda situação, com a maior rapidez possível! Isto independente do status social ou grau de conhecimento que venha a ter o idoso.
Esta é a verdade crua que pode doer apesar de tantos belos discursos enaltecendo a terceira idade.
Portanto, o melhor é procurar amenizar os problemas da terceira idade, juntando-se a amigos desta mesma faixa etária.
Se tua vida não está boa, mude de vida e pare de reclamar. Se algumas pessoas insistem em querer lhe derrubar, fique de pé só para irritá-las. Se não tem o que quer, saia em busca dos teus objetivos.
Filho
Pedaço doado de mim
Parte do meu ser
Amor explicado, rasgado, puro
Por ti dou minha vida
Por ti corrijo, amo, esbravejo, abraço e beijo
Por ti sou feliz e choro
Tudo sinto e aprendo e desaprendo
Me faz melhorar, ser pai
Me doi sua dor, me alegra sua alegria
Me dói as dores que sei terá que passar para ser um ser independente
Mas choro escondido para não te desanimar
Olho e vejo cada dia um filho, homem que vai crescendo
Se tornando homem
Meu melhor feito, meu maior amor
Estou sempre contigo, ligação eterna
Estou sempre aqui para você
Não sou perfeito, mas minha imperfeição é em busca de acertar
E se na imperfeição de seu pai perceberes que tu também não precisa ser perfeito, eu já fico grato
Grato pelo maravilhoso acontecimento que tive o privilégio de vivenciar
Ser seu pai
Pai de você, ser especial, meu filho.
Te amo
Seu Pai
o abandono de um pai é uma consequência que levamos para a vida toda,
por não receber um amor paterno achamos que o tratamento mais básico de um homem é aquele que nos faz sentir "a mulher mais sortuda do mundo"
e até a gente saber de verdade oque é ser a mulher mais sortuda do mundo,levamos muita porrada da vida,por culpa do amor paterno que jamais foi nos dado.
O mundo continuará seu curso, mas somos nós que estamos de passagem - um lembrete de que a vida é breve e cada momento é uma oportunidade para fazer diferença.
Sempre faça o que te dá vida, autenticidade e prazer. Não ligue para o que os outros vão pensar.
Você prefere fazer o que ama, mesmo sem apoio… ou viver algo forçado por validação externa e, no final, se sentir vazio e sem alma?
Chega um momento na vida em que começamos a cansar, como pode né? E que tudo parece já não ter mais o mesmo sentido de antes.
“O amor abre caminhos que o perfeccionismo fecha, e a vida começa a fluir quando o coração decide parar de se cobrar e começar a se acolher.”
Aproveitar a vida
Am G
A vida é agora
Am G
Não deixe o tempo ir embora
Am G
Olhe La fora
Fm
O sol já se pois
G
O sol já se pois
C G
O que eu quero, é aproveitar a vida
Am
Realizar meus desejos
Fm
Antes da despedida
C G
O que eu quero, é aproveitar a vida
Am
curtir minhas conquistas
Fm
Antes que fechem as cortinas
Am G
Todo dia um roteiro
Am G
Nossa vida é arte
Am G
Cada um com sua parte
Fm
E vão levando assim
G
E vão levando assim
C G
O que eu quero, é aproveitar a vida
Am
Realizar meus desejos
Fm
Antes da despedida
C G
O que eu quero, é aproveitar a vida
Am
curtir minhas conquistas
Fm
Antes que fechem as cortinas
Am G
Não perca um só instante
Am G
Do que é relevante
Am G
O tempo é constante
Fm
Quando vê já se foi
G
Quando vê já se foi
C G
O que eu quero, é aproveitar a vida
Am
Realizar meus desejos
Fm
Antes da despedida
C G
O que eu quero, é aproveitar a vida
Am
curtir minhas conquistas
Fm
Antes que fechem as cortinas
Am G
Já chega de holofotes
Am G
Não quero essas curtidas
Am G
Quero viver a vida
Fm
e ser o melhor de mim
G
o melhor de mim
C G
O que eu quero, é aproveitar a vida
Am
Realizar meus desejos
Fm
Antes da despedida
C G
O que eu quero, é aproveitar a vida
Am
curtir minhas conquistas
Fm
Antes que fechem as cortinas
Minha maior força é estar onde a vida pede urgência: na defesa e proteção de crianças, adolescentes e mulheres. Já colaborei com o TMJ UNICEF, faço parte da Rede Mulheres do Brasil e atuo no Mapa do Acolhimento, oferecendo escuta, acolhimento e orientação a mulheres em situação de violência. É nessa missão que encontro meu verdadeiro lugar.
A falta que sentimos do que ainda não vivemos…
Em muitos momentos da vida, acreditamos estar sentindo falta de alguém.
Mas, se formos honestos e silenciosos o suficiente para observar, perceberemos que não é exatamente da pessoa que sentimos falta.
Sentimos falta da história que começamos a escrever com ela.
Não é ausência.
É interrupção.
A mente humana tem uma capacidade extraordinária de projetar futuros. Antes mesmo que algo exista de fato, o cérebro já ensaiou diálogos, construiu rotinas, imaginou casas, viagens, pertencimento. Criou uma narrativa inteira — sem que nada disso tenha acontecido no mundo real.
A neurociência chama isso de simulação prospectiva.
O cérebro antecipa experiências para se preparar para elas.
Mas, emocionalmente, ele não diferencia tão bem o que foi vivido do que foi apenas imaginado com intensidade.
Por isso, quando algo não se concretiza, não sofremos apenas pela perda de alguém.
Sofremos pela perda de um caminho inteiro que já havia sido aceito internamente como destino.
É o luto do que não aconteceu.
E esse luto é silencioso, porque não há memórias suficientes para justificar a dor.
Há apenas expectativas que não encontraram lugar na realidade.
Mas existe uma segunda camada, ainda mais sutil.
Quando aquilo que imaginamos não se realiza — principalmente quando depende do outro — o cérebro muda de estado. Ele sai do campo do vínculo e entra no campo da conquista.
O que antes era afeto passa a ser desafio.
Isso acontece porque o sistema de recompensa do cérebro, regulado principalmente pela dopamina, não responde apenas ao prazer de ter algo. Ele responde, sobretudo, à possibilidade de obter algo que ainda não foi alcançado.
A ciência chama isso de erro de previsão de recompensa.
Nós nos tornamos mais motivados quando:
• quase conseguimos,
• quando há incerteza,
• quando não está garantido.
O desejo cresce na ausência.
Não porque aquilo seja mais valioso, mas porque ainda não foi resolvido.
Assim, o que parecia amor, às vezes era ativação.
Não era a pessoa que nos prendia.
Era o estado interno de busca.
Quando conquistamos, o cérebro reduz esse impulso — porque aquilo já não exige esforço, já não representa novidade, já não carrega tensão.
E então confundimos estabilidade com perda de interesse.
Na verdade, são sistemas diferentes operando:
O da conquista busca intensidade.
O do vínculo busca continuidade.
Um produz excitação.
O outro produz construção.
Se não soubermos distinguir, passamos a vida tentando reviver o primeiro, incapazes de permanecer no segundo.
Por isso, muitas vezes, queremos mais aquilo que não temos do que aquilo que já está presente.
Não porque seja melhor.
Mas porque o cérebro foi desenhado para perseguir, não para repousar.
E é aqui que mora o equívoco.
Relacionamentos não são metas a serem atingidas.
São realidades a serem habitadas.
Metas terminam quando são alcançadas.
Vínculos começam exatamente aí.
Quando entendemos isso, algo muda.
Percebemos que não estamos tentando esquecer alguém.
Estamos apenas ensinando o cérebro a encerrar uma simulação que continuava rodando sozinha.
Não precisamos lutar contra o sentimento.
Precisamos retirar a energia da projeção.
O que não aconteceu não precisa ser resolvido.
Precisa apenas deixar de ser continuado dentro de nós.
E, pouco a pouco, o desejo deixa de ser urgência.
A ausência deixa de ser falta.
E a mente, que antes insistia em terminar uma história imaginada, aprende a voltar para aquilo que está vivo — agora, concreto, imperfeito, mas real.
Porque maturidade emocional talvez seja exatamente isso:
Parar de confundir intensidade com verdade.
E escolher, conscientemente, aquilo que cresce com o tempo — não aquilo que apenas nos acende por um instante.
Todas as transformações pelo qual um indivíduo passa ao longo da vida, leva-o de certa forma à uma única conquista: Autoconhecimento.
Flávia Abib
Não tem jeito, não tem saída, nem outra opção.
Chega um momento na vida que você tem que costurar os rasgos, cortar os desfiados, e continuar em frente."
Flávia Abib
"Guarde o seu coração, pois dele depende toda a sua vida. Cuide do seu interior para não tropeçar no exterior."
inspirado em Provérbios 4:19-23
"Da vida, levamos o que sentimos — e deixamos no mundo o que foi fácil mostrar, guardando o que mais doeu calar."
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