A Vida nos Ensina
"Driblamos o destino no automático da vida, sem ver que o universo, em silêncio, já recalculou a rota."
Umbigo
A ambiguidade não chega,
ela nasce conosco.
Mora no centro do corpo,
onde a vida começou
e nunca se desfez.
Entre o que somos
e o que mostramos,
há esse ponto silencioso
que tudo sente.
Ser humano
é viver assim:
ligado, rasgado
e inteiro ao mesmo tempo.
"Perder o sentido das coisas é um alerta de que devemos alterar o ritmo da vida, para que a existência recupere sua coerência e propósito"
"No fim, você entenderá que até mesmo o sofrimento teve um propósito. A vida é construída em meio a batalhas e sustentada pela força silenciosa do amor."
"Jogue o jogo da vida com lealdade.
Mesmo quando outros quebram as regras, quem honra seus valores nunca é apenas arquibancada."
"Façamos a diferença na vida do outro, revelando suas potencialidades. Não sejamos mais um a lançar pedras."
"Ser fênix é aceitar as cinzas; levantar-se delas e, sempre que a vida exigir, reacender a própria chama."
"A vida boa é a que nasce em nós.
Não se perca na ilusão da aparência alheia.
A realidade que sustenta é aquela que você vive, não a que o outro ostenta."
Aprenda a guardar sua vida para você.
Nem tudo precisa ser contado.
Existem segredos, planos e sonhos que devem ser protegidos.
A língua pode ser uma bênção, mas também pode trazer problemas.
Muitas dores nascem de palavras ditas na hora errada, para a pessoa errada.
Confiança não se entrega fácil.
Ela leva tempo para ser construída e pode ser destruída em segundos.
Por isso, são poucos os que realmente merecem conhecer seus bastidores.
Silêncio também é sabedoria.
Quem aprende a fechar a boca, protege a própria paz, os próprios sonhos e o próprio futuro.
Paulo, como deverá ser a vida no céu?
É impossível imaginar.
Assim como uma criança no ventre não consegue conceber o mundo exterior, nós também somos incapazes disso.
Paulo Sérgio.
"Eu a vejo como o "umami poético", ou seja, é como o sabor escondido da vida: não é doce como a alegria, nem amargo como a dor, mas o fio invisível que dá corpo às experiências. É o gosto que transforma o simples em inesquecível, como a memória que se prolonga no paladar da alma!"
©JoaoCarreiraPoeta.
Aprendendo regular dopamina
Menina nascida na cidade do barulho, já com a vida cercada de muros.
Recebida não com colo, mas com sentença.
Chamaram-na excesso antes de ser presença.
Aprendeu cedo que amor, em certas casas, é moeda rara e grito frequente.
Cresceu calibrando o próprio pulso pelo humor de quem deveria cuidar e dar o exemplo,
lendo o clima como quem estuda tempestades para sobreviver.
Hiperalerta.
Hiperativa.
Hiperconsciente.
O sistema nervoso virou quartel.
O coração, radar.
Enquanto era chamada de vários nomes que podem ferir,
ela decifrava o mundo pela tela azul da madrugada,
internet discada como portal secreto,
ICQ piscando como farol de outro continente,
músicas baixadas em silêncio,
fitas gravadas como quem arquiva provas de que existe beleza.
Trancada, mas não pequena.
Sozinha, mas não vazia.
Ela estudava pessoas como quem estuda maré.
Observava. Comparava. Não engolia narrativas prontas.
Sua mente nunca coube em moldura doméstica.
Quando o portão abria,
virava oceano.
Skate no asfalto,
corrida na areia,
prancha rasgando a água,
dopamina como milagre bioquímico,
liberdade como direito ancestral.
O mar não gritava com ela.
O mar respondia.
Ali descobriu irmandade feminina,
descobriu biologia como idioma do planeta,
descobriu que justiça não é conceito e sim
instinto.
Desde criança defendia quem nem gostava,
porque desigualdade lhe doía na carne.
Onça quando preciso.
Silêncio quando estratégico.
Memória absoluta quando traída.
Ela não guarda ódio.
Ela arquiva.
Inteligente o bastante para liderar,
sensível o bastante para sentir antes de acontecer.
Sonhos lúcidos, pressentimentos,
um tipo de percepção que não cabe em manual clínico
nem em catecismo.
Chamaram-na intensa.
Era apenas desperta.
Confiou demais,
porque quem ama com verdade não imagina cálculo alheio.
Teve ideias roubadas,
amizades rasgadas,
lealdades quebradas.
E mesmo assim continuou oferecendo água num mundo que vende sede.
Há nela uma dualidade quase mitológica:
a menina que sobreviveu à casa em guerra
e a mulher que escolheu proteger águas e florestas.
Trauma e missão dividindo o mesmo corpo.
Ela se trata.
Regula a dopamina.
Aprende a dialogar com o próprio sistema nervoso como quem domestica um cavalo ferido sem quebrar sua força.
Não precisa mais viver em modo incêndio.
Pode viver em modo construção.
Às vezes o passado aciona alarmes invisíveis
e a tristeza senta ao lado.
Mas agora ela sabe nomear o que sente
e nomear é poder.
Há quem diga que ela carrega memórias de outras eras,
que já andou por sombras antigas
e retorna vida após vida tentando equilibrar a balança.
Talvez mito.
Talvez metáfora.
Talvez apenas a forma poética de explicar
por que alguém tão jovem carrega tanta responsabilidade.
Ela é virgem na análise,
áries no impulso,
escorpião na emoção,
tigre na defesa,
oceano na profundidade.
É abrigo para segredos.
É ombro firme.
É aquela que chega quando todos vão embora.
E, paradoxalmente,
ainda se pergunta por que foi rejeitada no início.
A resposta não está nela.
Nunca esteve.
Ela nasceu inteira demais
para caber em lugares rasos e pequenos.
Agora caminha com o aperto no peito de quem enxerga o mundo ruir, a
geopolítica em combustão,
a natureza saqueada,
os heróis sociais e ambientais tombando pela missão,
e mesmo assim escolhe plantar.
Porque há pessoas que vieram para consumir.
E há as que vieram para criar e cuidar.
Ela não é ingênua.
Ela é deliberadamente boa.
E isso exige mais coragem
do que qualquer guerra.
Senhor...não deixa que me falte o ar abençoado que chega em meus pulmões e que me faz sentir a vida...
Não deixa a minha vida se evadir da minha alma,não me tira desse gosto de poder viver em mim...
Senhor... agradeço por esse fôlego divino que embriaga a minha alma da paz de poder respirar...
Me protege Senhor das impurezas do ar que respiro,contaminados pelas imudicies causadas pelo ser humano...
Perdoa-nos Senhor...sinto tanta vergonha pela falta de civilização e educação da humanidade,nos destes um mundo tão belo e limpo e muitos não se importam em cuidar por não se importar,ou por pura ignorância ...
Ilumina a humanidade Senhor para que daqui por diante cuidem do nosso mundo e saibam o quanto é importante a dádiva de poder viver e respirar.
Obrigado Senhor !!!
Ivânia D.Farias
Ela já foi tanta coisa na minha vida: ficante, namorada, esposa, mulher… mas tem um papel que nunca vai acabar: mãe dos meus filhos, ontem, hoje e sempre. Por esse laço que nada nem ninguém pode desfazer, ela merece respeito, proteção e carinho para o resto da vida.
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