A Verdade de cada um Pirandello
Oh! Eis a bela história; De belas vidas.
Escondida em cantos que ninguem se preocupa em procurar. Esses mesmos cantos, dos quais querem se afastar, dos quais querem se diferenciar, esses seres. Uhm!
Sorriso meu, ou talvez; tristeza a minha. Será?
Tal como as minhas palavras ou frases, coisas de um desconhecido, que logo passará se possível, tal como agora, que escrevo de um lugar aleatorio; escolhido pelo acaso.
A primeira escolha é algo entre o mais ou menos certo e errado para almas que assim acreditam. Risadas dou, ou devo eu dizer, sorrisos demonstro para monstros que, de algum jeito acreditam.
Tedioso, não? quem sabe, nada disso, uhmfph! Suspiros.
De um aleatório, de lugar algum ou de lugar nenhum, porque é-me deconhecido; um lugar desconhecido para um…
…desconhecido.
Palavras de um Desconhecido
Desistência de um Amor
Fui embora porque tentei tudo, nada deu certo,
Cansei de regar um jardim sempre deserto.
Te dei meus dias, meus sonhos, meu chão,
Mas teu silêncio gritou mais que minha paixão.
Hoje sou ausência no lugar do afeto,
Um adeus calado num coração aberto.
SimoneCruvinel
MANIAS DOS ESCRITORES
O escritor Wolfgang Von Goethe escrevia em pé. Ele mantinha em sua casa uma escrivaninha alta.
O escritor Pedro Nava parafusava os móveis de sua casa a fim que ninguém o tirasse do lugar.
Gilberto Freyre nunca manuseou aparelhos eletrônicos. Não sabia ligar sequer uma televisão. Todas as obras foram escritas a bico-de-pena, como o mais extenso de seus livros, Ordem e Progresso, de 703 páginas.
Euclides da Cunha, Superintendente de Obras Públicas de São Paulo, foi engenheiro responsável pela construção de uma ponte em São José do Rio Pardo (SP). A obra demorou três anos para ficar pronta e, alguns meses depois de inaugurada, a ponte simplesmente ruiu. Ele não se deu por vencido e a reconstruiu. Mas, por via das dúvidas, abandonou a carreira de engenheiro.
Machado de Assis, nosso grande escritor, ultrapassou tanto as barreiras sociais bem como físicas. Machado teve uma infância sofrida pela pobreza e ainda era míope, gago e sofria de epilepsia. Enquanto escrevia Memórias Póstumas de Brás Cubas, Machado foi acometido por uma de suas piores crises intestinais, com complicações para sua frágil visão. Os médicos recomendaram três meses de descanso em Petrópolis. Sem poder ler nem redigir, ditou grande parte do romance
para a esposa, Carolina.
Graciliano Ramos era ateu convicto, mas tinha uma Bíblia na cabeceira só para apreciar os ensinamentos e os elementos de retórica. Por insistência da sogra, casou na igreja com Maria Augusta, católica fervorosa, mas exigiu que a cerimônia ficasse restrita aos pais do casal. No segundo casamento, com Heloísa, evitou transtornos: casou logo no religioso.
Aluísio de Azevedo tinha o hábito de, antes de escrever seus romances, desenhar e pintar, sobre papelão, as personagens principais mantendo-as em sua mesa de trabalho, enquanto escrevia.
José Lins do Rego era fanático por futebol. Foi diretor do Flamengo, do Rio, e chegou a chefiar a delegação brasileira no Campeonato Sul-Americano, em 1953.
Aos dezessete anos, Carlos Drummond de Andrade foi expulso do Colégio Anchieta, em Nova Friburgo (RJ), depois de um desentendimento com o professor de português. Imitava com perfeição a assinatura dos outros. Falsificou a do chefe durante anos para lhe poupar trabalho. Ninguém notou. Tinha a mania de picotar papel e tecidos. "Se não fizer isso, saio matando gente pela rua". Estraçalhou uma camisa nova em folha do neto. "Experimentei, ficou apertada, achei que tinha comprado o número errado. Mas não se impressione, amanhã lhe dou outra igualzinha."
Numa das viagens a Portugal, Cecília Meireles marcou um encontro com o poeta Fernando Pessoa no café A Brasileira, em Lisboa. Sentou-se ao meio-dia e esperou em vão até as duas horas da tarde. Decepcionada, voltou para o hotel, onde recebeu um livro autografado pelo autor lusitano. Junto com o exemplar, a explicação para o "furo": Fernando Pessoa tinha lido seu horóscopo pela manhã e concluído que não era um bom dia para o encontro.
Érico Veríssimo era quase tão taciturno quanto o filho Luís Fernando, também escritor. Numa viagem de trem a Cruz Alta, Érico fez uma pergunta que o filho respondeu quatro horas depois, quando chegavam à estação final.
Clarice Lispector era solitária e tinha crises de insônia. Ligava para os amigos e dizia coisas perturbadoras. Imprevisível, era comum ser convidada para jantar e ir embora antes de a comida ser servida.
Monteiro Lobato adorava café com farinha de milho, rapadura e içá torrado (a bolinha traseira da formiga tanajura), além de Biotônico Fontoura. "Para ele, era licor", diverte-se Joyce, a neta do escritor. Também tinha mania de consertar tudo. "Mas para arrumar uma coisa, sempre quebrava outra."
Manuel Bandeira sempre se gabou de um encontro com Machado de Assis, aos dez anos, numa viagem de trem. Puxou conversa: "O senhor gosta de Camões?" Bandeira recitou uma oitava de Os Lusíadas que o mestre não lembrava. Na velhice, confessou: era mentira. Tinha inventado a história para impressionar os amigos. Foi escoteiro dos nove aos treze anos. Nadador do Minas Tênis Clube, ganhou o título de campeão mineiro em 1939, no estilo costas.
Guimarães Rosa, médico recém-formado, trabalhou em lugarejos que não constavam no mapa. Cavalgava a noite inteira para atender a pacientes que viviam em longínquas fazendas. As consultas eram pagas com bolo, pudim, galinha e ovos. Sentia-se culpado quando os pacientes morriam. Acabou abandonando a profissão. "Não tinha vocação. Quase desmaiava ao ver sangue", conta Agnes, a filha mais nova.
Mário de Andrade provocava ciúmes no antropólogo Lévi-Strauss porque era muito amigo da mulher dele, Dina. Só depois da morte de Mário, o francês descobriu que se preocupava em vão. O escritor era homossexual.
Vinicius de Moraes, casado com Lila Bosco, no início dos anos 50, morava num minúsculo apartamento em Copacabana. Não tinha geladeira. Para agüentar o calor, chupava uma bala de hortelã e, em seguida, bebia um copo de água para ter sensação refrescante na boca.
José Lins do Rego foi o primeiro a quebrar as regras na ABL, em 1955. Em vez de elogiar o antecessor, como de costume, disse que Ataulfo de Paiva não poderia ter ocupado a cadeira por faltar-lhe vocação.
Jorge Amado para autorizar a adaptação de Gabriela para a tevê, impôs que o papel principal fosse dado a Sônia Braga. "Por quê?", perguntavam os jornalistas, Jorge respondeu: "O motivo é simples: nós somos amantes." Ficou todo mundo de boca aberta. O clima ficou mais pesado quando Sônia apareceu. Mas ele se levantou e, muito formal disse: "Muito prazer, encantado." Era piada. Os dois nem se conheciam até então.
O poeta Pablo Neruda colecionava de quase tudo: conchas, navios em miniatura, garrafas e bebidas, máscaras, cachimbos, insetos, quase tudo que lhe dava na cabeça.
Vladimir Maiakóvski tinha o que atualmente chamamos de Transtorno Obsessivo-compulsivo (TOC). O poeta russo tinha mania de limpeza e costumava lavar as mãos diversas vezes ao dia, numa espécie de ritual repetitivo e obsessivo.
A preocupação excessiva com doenças fazia com que o escritor de origem tcheca Franz Kafka usasse roupas leves e só dormisse de janelas abertas – para que o ar circulasse -, mesmo no rigoroso inverno de Praga.
O escritor norte-americano Ernest Hemingway passou boa parte de sua vida tratando de problemas de depressão. Apesar da ajuda especializada, o escritor foi vencido pela tristeza e amargura crônicas. Hemingway deu fim à própria vida com um tiro na cabeça.
O poeta português Fernando Pessoa tinha o hábito de escrever sob diversos pseudonimos, cada um com um estilo e uma biografia próprios. Ente os pseudonimos adotado estão Ricardo Reis, Alberto Caieiro e Álvaro de Campos.
Eu pensei que seria simples explicar tais situações tão distintas, mas nada é tão igual a esses dois sentimentos que constrói e consome.
Só aprendi que pedra cortava os pés quando comecei a andar descalço, e assim fui seguindo até encaliçar o solado dos meus pés.
Olha que eu acertei beijar na boca de primeira, só não entendia o porquê da língua ser tão ligeira e não ter aquele sabor de framboesa como dizia os poemas que eu lia durante as madrugadas.
_ Se tu andas por aqui, é por que foges de teu mundo!
_ Se tu olhas para mim com essa cara de bode perdido, é porque não sabes aonde vai!
_ E se tu ficares aí, apenas parado, logo criará raízes e pronto. Não serei eu que te cortará!
Eu tive muitos sonhos, mas pude realizar poucos, eu tive muitos amigos, mas pude contar apenas com um, eu tive muitas paixões, mas amei só um, eu tive muito dinheiro, mas não consegui comprar a felicidade.
Hoje sou apenas um pobre homem infeliz olhando para o horizonte e lembrando de todas as oportunidades e chances que desperdicei.
É tão bom te vê
E rever o seu sorriso
Nada se compara com isso
Tão incrível ouvir sua voz
É tão engraçado quando você tenta falar tão veloz
Percebo coisas tão mínimas em você
Que se um dia eu fica com você acabo entrando nessa sua harmônica
Quando você olha pra mim
Parece que quer fala algo mais não diz,
Segue em frente
Eu não tento o que você
Que entrou na minha vida tão de repente
Tenho medo que seja tarde de mais fala que "Gosto Muito de Você"
Não consigo nem fazer sinais que mostre o quanto eu te amo
O meu jeito pode acaba te mostrando que não ligo
Mas eu sinto muito
Eu nem sei como te explicar
O que passa nesse meu mundo de loucuras
Só gostaria que você fizesse parte da minha história e da minha vida
Só que vc não percebe nada
Talvez não goste de mim como eu imaginava
Talvez eu sonhei, imaginei algo
Que você nem sinta por mim
Isso me machuca só de imagina
De te falar.
As vezes, nem sempre o que desejamos, é o que teremos, quando muita coisa queremos, nada temos, a vida nunca é facil, ainda sim, ela continua, e não é que sabemos disso, que essa vida, nós nunca aproveitaremos
Resolvi escrever porque ainda não posso voar. Sigo leve, talvez tanto quanto o ar. Mas o propósito de ir contra a correnteza, é a minha liberdade de criar.
O amor verdadeiro (...) existe mesmo. (...) Pode não ser tão comum, mas quando aparecer, você reconhecerá. É quando alguém te ama por você ser exatamente quem é, e você também deseja o melhor para essa pessoa, mesmo que não seja ao seu lado.
cuidado;
não está no país das maravilhas.
ouvi a loucura estranha crescendo à tempos em sua alma.
mas você está feliz em sua ignorância.
em seu isolamento;
quem sofreu,
descobre onde o amor se esconde.
então de;
compartilhe;
perca;
se não,
morreremos sem desabrocharmos.
-versos de um crime.
“Mesmo depois de anos ainda lembro de você, e ainda sorrio ao escutar seu nome, se isso não é amor, por que diabos não consigo te esquecer?”
[...] O ser humano que não conhece a arte tem uma experiência de aprendizagem limitada, escapa-lhe a dimensão do sonho, da força comunicativa, dos objetos à sua volta, da sonoridade instigante, da poesia, das criações musicais, das cores e formas, dos gestos e luzes que buscam o sentido da vida.
Os livros podem ser um tesouro. Dê ao autor 2 horas para te fisgar, se não, largue e ache outro autor.
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