A Verdade de cada um Pirandello
A oração contemplativa aprofunda em nós o conhecimento de que já somos livres, que já encontramos um lugar para habitar, ainda que tudo e todos ao nosso redor digam o contrário (NOUWEN, Henri. O Perfil do Líder Cristão do Século XXI. São Paulo: Atos, 2000, p.32).
Às vezes, carrego um medo silencioso dentro de mim — o medo de não ser o “John” que Deus sonhou quando soprou vida em mim. Não é um medo que grita, mas um que sussurra quando a casa está quieta, quando as luzes se apagam, quando encaro o espelho e vejo não apenas meu rosto, mas minhas dúvidas.
Pergunto-me: “E se eu estiver falhando? E se eu estiver ficando aquém do propósito? E se Deus espera mais de mim do que eu sou capaz de oferecer?”
E, nesse turbilhão de pensamentos, minha alma se aperta, como se estivesse tentando se esconder do próprio chamado.
Mas, quando silencio a ansiedade e deixo a verdade se aproximar, percebo algo essencial: Deus não me chamou para ser perfeito, mas para ser real. Ele não espera que eu seja um personagem idealizado, mas sim alguém que caminha, mesmo com passos trêmulos, em direção à luz.
Ser o “John” que Deus quer não é sobre nunca errar.
É sobre permitir que Ele me encontre até nos meus erros.
Não é sobre ter todas as respostas.
É sobre não desistir de buscá-las.
Não é sobre a força que eu tenho, mas sobre a força que Ele oferece quando a minha falta.
Às vezes, tentar corresponder ao que imagino ser o plano divino me paralisa. Mas a verdade é que Deus me conhece profundamente — mais profundamente do que eu jamais me conhecerei. Ele conhece minhas quedas antes que aconteçam, minhas lutas antes que eu as nomeie, meus medos antes que eu os confesse. E, mesmo assim, Ele não desiste de mim.
Talvez ser o “John” que Deus quer seja menos sobre atingir uma expectativa e mais sobre permitir que Ele molde, cure e conduza.
Talvez seja sobre aprender a confiar mais do que temer.
Talvez seja sobre aceitar que Deus vê potencial onde eu vejo falha.
E, aos poucos, esse medo começa a perder força.
Porque percebo que Deus não quer que eu seja alguém inalcançável — Ele quer que eu seja eu, mas eu nas mãos dEle.
E assim, mesmo com medo, dou mais um passo.
Porque, no fundo, acredito que o John que Deus quer que eu seja…
já está sendo formado, dia após dia, enquanto eu caminho.
O amor é uma razão de ser. Um motivo para fazer melhor, fazer o certo. Ser corajoso.
Todas as vezes em que um dispositivo legal, regra ou procedimento oficial nos obriga a lançar mão de estratagemas ou expedientes para contorná-lo para que se possa praticar ações lícitas e necessárias, é sinal claro de que tal norma está totalmente equivocada e absolutamente incoerente com a realidade a que se aplica, obrigando quem trabalha direito a burlá-la para fazer de conta que não se está desrespeitando algo que nos obriga a mentir para fazer o que tem que ser feito.
A omissão é um dos crimes mais graves, porque todas as atrocidades são cometidas por conta dela sem que ninguém se sinta culpado.
Quem espalha espinhos ao longo do caminho negligencia um retorno não previsto após perder os sapatos, quando irá descobrir como pode ser doloroso provar do que infringiu aos outros.
A vida é como um ioiô: às vezes estamos em cima, às vezes estamos em baixo, e em outras estamos enrolados entre ambos!
De que adianta um discurso florido, mas embolorado?
De que adianta tanta inovação discursiva e as velhas e empoeiradas ações?
A mudança não se faz ao falar, mas ao agir!
(sobre a educação brasileira)
Gurias que ficam em casa sábado a noite, tomando mate e ouvindo um vanerão ou uma milonga conforme o coração. Acreditem: São pra casar!
O dinheiro é uma necessidade, um combustível em nossas mãos, precisamos dele como suplica de nossas experiências. Mas quando o dinheiro se torna um deus em sua vida seguido de vícios, desejos e ostentação, imediatamente ele corre entre os dedos revelando que em muitas coisas não pode te ajudar e te deixa sempre na mão.
Não há como saber onde está na vida de alguém. Uma semana, um dia, uma hora ou nunca fez parte. O melhor é observar os detalhes.
Pode-se cancelar e esquecer tudo o que ouvi como compreensão ou desastre de nós.
Você foi um sonho de magia extravagante, um encanto devasso que devastou minha bondade ardente.
Não encontrei segurança na tua nobreza e, hoje, percebo: fui refém do meu próprio orgulho por não reconhecer a vaidade.
'TENTAMOS...'
Tentamos inesperadamente um significado para a vida, para a desesperança e tragédias constantes. Desperdiçamos tanto tempo. Engraçado que não pensamos o oposto! E se encontrássemos essa agulha tão desejada que buscamos por anos com afinco? Lembro-me de alguém [..] relatando que a felicidade estava na 'busca incessante'. Outro [...] dizia que a felicidade não estava no início, tampouco no fim, mas no 'meio'. Acho que eles têm certa razão. Eu sempre digo que a felicidade está ao lado. Sempre. Somos nós que não a enxergamos. Essa força constante de nos aproximarmos do que está tão próximo, do que já temos em mãos, trás essa recusa. A felicidade está ao teu lado. Tente olhar nos olhos de alguém por alguns segundos. Abrace uma criança. Fale que ame seus irmãos. Pai. Mãe. Desconhecidos... por quê não? A felicidade está em tantos lugares e formas... Nós que não a percebemos.
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