A Verdade de cada um Pirandello
Silêncio clama pela verdade.
O silêncio clama por justiça.
O silêncio tem lágrimas escorrem palavras.
Somos olhares navegantes ilusões.
Nos calamos pelo engodo...
Provenientes das mentiras que tentam te fazer calar.
Mais o silêncio grita grita mais ninguém ouve as lamurias vindas de quem sofre.
Suas experiências te dizem que verdade nao pode ser calada !
A algo maior dentro de cada um que sabe que verdade esta contaminada por mentiras.
E ainda temos que engolir essas mentiras.
Nem sempre quem está perto de nós está junto de verdade, às vezes mesmo tendo muitos a nossa volta continuamos sozinhos!
Poemas para meus primos
Como a vida e efêmera.
O Tesouro que Fica
Da vida, na verdade,
Bem material se esvai
Não há nada que fique
Quando o último dia cai.
Carros, ouro e prédios,
Roupas e todo saber,
São leves como a neblina
Que o sol faz desaparecer.
Mas há um tesouro escondido,
Que a traça não pode roer,
Que o tempo apenas aprimora
E nos faz florescer:
O Amor, chama acesa,
O abraço que nos guia,
A força que nos sustenta
Em cada novo dia.
O Perdão, bálsamo leve,
Que a alma pode curar,
Liberta quem o oferece
E quem pode aceitar.
A Compaixão, olhar amigo,
Que o sofrimento vê,
Estender a mão ao próximo
É o maior dos prazeres.
E a União, laço sagrado,
Que tece a nossa história,
Juntos somos mais fortes
Na tristeza e na vitória.
Que levemos, então, conosco,
O que a eternidade acolhe:
O rastro de carinho e luz
Que o nosso coração espalha e colhe.
Paz e amor!!!
Autor desconhecido
Deus na condição humana é o modo mais prático de tonar verdade aquilo que se deseja ter como verdade, esse Deus é uma forma transtornada do pensamento cognitivo uma histeria que de forma coletiva possa ser tratada como igreja.
Muitas pessoas se autodefinem como “intensas”, mas o que chamam de intensidade, na verdade, é uma mistura de insegurança, imaturidade e arrogância. A intensidade verdadeira é entrega, profundidade e conexão; não é metralhar palavras de ódio nem usar ofensas como escudo. O que vemos, muitas vezes, é um ego frágil disfarçado de força, uma incapacidade de lidar com frustrações transformada em ataques verbais. É curioso como alguns acreditam que ferir o outro é uma forma de se proteger, quando na realidade apenas revelam suas próprias deficiências emocionais.
Essa confusão cria um ciclo vicioso: a insegurança gera medo, o medo provoca agressividade, a agressividade afasta quem está por perto, e o afastamento aumenta ainda mais a insegurança. O resultado é uma solidão construída pela própria pessoa, que insiste em chamar de intensidade aquilo que nada mais é do que imaturidade. É polêmico dizer isso, porque muitos preferem romantizar o termo “intenso”, como se fosse uma virtude, quando na prática é apenas uma desculpa para não assumir responsabilidade sobre a própria falta de maturidade emocional.
O problema é que essa postura destrói vínculos e mina qualquer possibilidade de relação saudável. Quem confunde intensidade com arrogância não percebe que está sabotando a si mesmo. A intensidade genuína não precisa de ataques, não precisa de defesas inflamadas, não precisa humilhar o outro para se sentir forte. Ela se manifesta em vulnerabilidade, em coragem de se expor sem medo de ser inferiorizado. Mas para chegar a esse ponto é preciso autoconhecimento, é preciso reconhecer fragilidades, é preciso aceitar que maturidade não nasce do grito, mas da escuta.
Talvez o maior desafio seja admitir que não é o mundo que nos inferioriza, mas nós mesmos que nos recusamos a enxergar nossas limitações. Enquanto isso não acontece, a arrogância continuará sendo vendida como intensidade, e a imaturidade continuará afastando pessoas que poderiam ser fonte de crescimento e afeto. A verdadeira intensidade não é barulho, é profundidade. E quem não entende isso, continuará confundindo ego inflado com força, quando na verdade está apenas revelando sua própria fragilidade.
“A tua vida só progride quando tu paras de fugir da verdade e começas a encarar aquilo que tens evitado há anos.”
A tua vida só começa de verdade quando assumes responsabilidade brutal por quem te tornas - e paras de culpar o mundo pelo que ainda não conquistaste.
Há momentos em que o mundo parece ruir, mas, na verdade, apenas rearranja as paredes internas para que a alma possa caminhar em novas direções. Nada desaba por acaso: cada rachadura é uma frase que o inconsciente escreve para obrigar o ser a mudar de andar. E quem compreende esse idioma secreto deixa de temer o colapso — passa a tratá-lo como arquitetura do renascimento.
"Quem ama de verdade vai embora?"
Essa pergunta fica na minha mente enquanto tento entender as reviravoltas dos meus sentimentos. Amar de verdade significa ficar, enfrentar os desafios, perseverar juntos, certo? Ou será que, às vezes, amar de verdade implica deixar ir, afastar-se para permitir que ambos cresçam e se encontrem de novo, ou talvez para sempre?
Eu me pergunto se aqueles que realmente amam podem partir, não por falta de amor, mas por excesso dele. Pode ser que o amor verdadeiro seja capaz de perceber quando a presença contínua causa mais dor do que alegria. Pode ser que amar de verdade envolva ter a coragem de reconhecer que a distância, embora dolorosa, é necessária.
Penso nas histórias que conheço, nas pessoas que amaram intensamente, mas que, em algum momento, sentiram que era preciso partir. Seria falta de amor ou uma expressão profunda dele? Amar alguém significa, antes de tudo, querer o bem dessa pessoa. E se o bem dela não incluir a minha presença constante? E se minha ausência abrir espaço para algo melhor, mais saudável?
Às vezes, acho que insistimos em ficar porque temos medo da solidão, do desconhecido, de enfrentar a vida sem a pessoa que amamos. Mas o amor verdadeiro não deveria ser altruísta, colocando as necessidades do outro à frente das nossas próprias inseguranças? Talvez partir seja um ato de amor tanto quanto ficar, quando ficar significa sufocar o crescimento, a felicidade e a liberdade do outro.
Essa dúvida persiste e me faz refletir sobre a natureza do amor. Será que aprendi que o amor verdadeiro é sinônimo de permanência porque é mais reconfortante acreditar nisso? Porque é mais simples pensar que o amor é uma força que supera tudo, sem exceção? No entanto, a realidade é complexa, cheia de nuances que desafiam as definições rígidas.
Concluo que, talvez, amar de verdade seja aceitar que não há uma resposta única ou simples. Cada relação, cada circunstância é única. Às vezes, amar de verdade pode significar ir embora para permitir que a vida siga seu curso natural, para que ambos possam encontrar a paz, a felicidade e o crescimento que merecem.
E assim, me encontro em meio a essa reflexão contínua, sem respostas definitivas, mas com uma compreensão mais profunda de que o amor verdadeiro pode, sim, implicar em deixar ir. Amar é um ato corajoso, seja na permanência ou na partida. Amar é, acima de tudo, sacrificar.
Alguém disse: Deus não prometeu dias sem dor, risos sem sofrimento, sol sem chuva... é verdade, Ele nunca nos prometeu nada... ELE NOS DEU! Força para vencermos dia apos dia e superar nossas dificuldades, fé para acreditar no impossivel, paciencia para esperar e compreender que nem tudo acontece no nosso tempo, mas no d' Ele, perseverança para percorrermos a estrada sinuosa, esperança de que dias ruins existem para os bons valerem a pena, otimismo para as horas em que tudo parecer escuro e o principal: um coração generoso, disposto a obedecer e a regenerar-se diante das aflições e angústias da vida.
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