A Verdade de cada um Pirandello
Como fugimos da rota original?
Os caminhos acabam com um muro de tijolos e eu não me sinto o lobo mau.
Os porquinhos moram comigo.
O toque do amor e a força da vida
Que o amor abrace, envolva e se faça sentir como um toque físico, concreto, quase palpável.
Que a vida toque profundamente e revele, em cada instante, a sua força vital pulsando, atravessando o corpo e sustentando cada passo.
Deus pode ser percebido no vento: na força que se manifesta de maneira avassaladora e, ao mesmo tempo, na suavidade da brisa que toca como a carícia de um pai sobre um filho.
Há também o desejo de sentir o amor não apenas como uma ideia, mas como presença viva; de perceber a força da vida bombeando nas veias, pulsando no coração e mantendo o ser humano de pé.
No trovão, manifesta-se o poder estrondoso de Deus; na brisa, o toque suave. Na voz que ecoa com força, há majestade; no sopro suave, há amor — como uma presença que se comunica através de gemidos inexprimíveis.
Entre a força e a suavidade, entre o estrondo e o silêncio, encontra-se aquilo que sustenta a existência: o poder de Deus, o amor que envolve e a força vital que impulsiona a vida.
É essa presença que mantém de pé, que renova as forças e que conduz cada passo. Que ajuda a
seguir sempre em frente.
Sempre seguir em frente
Domingos JS Souza.
O Cinema, a Sorveteria e o Banana Split
...e eu nem tive tempo de agradecer. Quem sabe um dia...
Em frente à pracinha havia um cinema: o Cine Rios.
Nos intervalos das “engraxadas” — eu era engraxate, ainda iniciante — ficava na porta do cinema, viajando naqueles painéis de fotografias de “mocinhos e bandidos”.
Eu gostava de ficar olhando para aquelas imagens e imaginando as histórias. Depois, ficava esperando a matinê de domingo, quando, então, aconteciam aquelas batalhas do bem contra o mal.
O mocinho bom sempre vencia.
No fim do filme, vinha a continuação dos seriados intermináveis, que sempre terminavam com algum suspense. Acho que era para a gente voltar no domingo seguinte.
Perto do cinema havia uma sorveteria.
A mais linda do mundo.
Pelo menos era a única que eu conhecia.
Nas paredes, ficavam expostos grandes desenhos dos sabores dos sorvetes. Eu passava um tempo enorme olhando para aqueles painéis e viajando naquelas imagens.
O meu preferido era o banana split.
Eu nem conhecia o sabor.
Gostava da imagem.
O dono da sorveteria classificava os meninos que podiam ou não entrar no recinto. Lógico, pela aparência.
Como eu era um dos que não podiam entrar, o negócio era ficar do lado de fora, olhando pelo vidro e imaginando.
E foi ali, naquela sorveteria, que um dia aconteceu uma coisa que nunca esqueci.
Um homem bom, usando botas e chapéu de boiadeiro, entrou.
Ele mandou que o homem ruim servisse o melhor sorvete — justamente aquele da fotografia que eu tanto admirava: o banana split — para aquele menino que não podia entrar na sorveteria.
E assim foi feito.
Sem relutar.
Talvez aquele homem nunca tenha imaginado o que fez.
Talvez nem tenha percebido.
Mas, naquele dia, alguém abriu uma porta para mim.
Uma porta que, até então, eu só conseguia olhar de fora.
E eu nem tive tempo de agradecer.
Quem sabe um dia...
Do outro lado da pracinha havia um bar que vendia umas balas com figurinhas de jogadores de futebol.
Havia também a promessa de ganhar uma bicicleta, desde que você conseguisse preencher um álbum imenso.
Ganhar aquela bicicleta era quase impossível.
Mas sonho de criança não entende de impossibilidade.
Foi assim que, um dia, aos oito anos, eu comprei o salário inteiro do meu pai em figurinhas.
Eu nem tinha um álbum de figurinhas.
E, claro, também não ganhei a bicicleta.
Mas acho que, naquele dia, eu comprei alguma coisa que não cabia em álbum nenhum.
Comprei um sonho.
E, para um menino de oito anos, talvez isso já fosse uma espécie de riqueza.
A sociedade atual está se transformando em um verdadeiro zoológico! Alguns representam bodes expiatórios, outros vacas de presépio, ovelhas desgarradas, jumentos mancos etc., mas o mais intrigante é um rebanho peculiar, pastoreado por um falso mito, em que cada seguidor apresenta todas essas características animais ao mesmo tempo!
Flávio Rachadinha afirma que seu pai necessita de um médico em tempo integral! Seria mais eficaz a presença de um padre! Para exorcizá-lo ou dar-lhe a extrema unção! Mas não pode ser o Kelmon!
Bolsonarismo é um vírus fatal para os portadores! Porque a cura é o conhecimento e os infectados tem orgulho da própria ignorância!
O jornalismo da Globo tem que melhorar muito para, quem sabe, um dia, evoluir para jornaleiros! É muita informação tendenciosa!
E a terceira via do PSD é um extremista/ditador, Caiado, com várias demãos de conservadorismo?
Mais um "anistiador”!
Em vez de fazer um minuto de silêncio em homenagem a alguém, reze, faça uma oração a Deus em seu nome, e essa sim será a melhor homenagem que a pessoa poderá receber.
A Faixa de Gaza se tornou um cemitério e restou aos sobreviventes faixas e gazes! Agora o Líbano é a nova vítima dos tiranos!
Israel está destruindo o Líbano! Não bastou acabar com a Faixa de Gaza! Um dia Netanyahu será coberto de faixas e gazes!
PENSO, LOGO EXISTO!
Diz um bolsonarista! Essa afirmação rende um debate por séculos entre pensadores e filósofos! Paradoxal...
Os que veem os Bandeirantes como desbravadores deveriam estudar um pouco de história! Extermínio e pilhagem foram suas marcas!
O bolsonarismo é um vírus? Uma bactéria? Um parasita? É a união de todas essas características. Infectam e parasitam o hospedeiro.
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