A sua Ausencia Mim Deixa muito Triste
Quem fala de mim
Boa ou má coisa projeta
Não podemos ser assim
Pessoa que maldade arquiteta
Quem anda a falar mal
Prepare-se para sofrer
Pois quem anda com o bem afinal
Tem o seu Pai para lhe proteger
Deus mostra o caminho
É quem nos dá nosso valor
Obedecendo e seguindo direitinho
A estrada do amor
A estrada do amor
Dentro do meu coração
De Jesus com fervor
Alcançando a salvação!
Poeminha da Despedida
"Quando passam as horas, os dias, as semanas, os anos...
Ficam encarnados em nós os acontecimentos bons... Os ruins são lições para nos testar até onde vai a nossa fé.
Muitas pessoas vão marcar nossa existência, algumas com amor, outras vão nos fazer sangrar, para que saibamos que estamos vivos e também sabermos em quem verdadeiramente podemos confiar.
No íntimo já sabemos quem realmente nos ama, quem se importa conosco.
Não se pode esperar para sempre, pois, como se diz por aí: "Posso até te amar, mas eu me amo mais"."
A vida me contou uma historia
Eu não quis ouvir
Meus sentimentos investi em vão
Cadê minha dignidade
De ter gostado assim
De quem está nem aí pra mim
A vida me contou uma história
Que enfim eu aprendi
Agora aprendi a cuidar melhor de mim
Parte de mim quer ir, mas parte de mim quer ficar. Então farei o seguinte, deixarei parte de mim com você e amanhã voltarei para pegar.
Não entendo o motivo que você diz que "eu me acho tanto", se na verdade fico e perdido em seu olhar, não entendo motivo de você dizer que "eu me garanto" se na verdade a única garantia que tenho é que não me encontrarei se continuar olhando em seus olhos.
O que seria de mim !
O que seria de mim,
se não fosse Jesus,
o que seria de mim,
sem o homem da cruz.
Seria um miserável,
um pobre pecador.
O que seria de mim,
se não fosse o Senhor.
"Refém de Mim"
É madrugada e o silêncio grita,
me aperta, sufoca, me limita.
A cama parece um campo de guerra,
onde o travesseiro é refém da minha tristeza.
Me perco nos olhos que não estão,
no amor que finge que foi ilusão.
Mas eu sei... no fundo eu sei,
que amar não é erro, mesmo se eu calei.
O telefone não toca, ninguém vem,
o peito pesa, ninguém me mantém.
Meu avô luta, minha vó se perdeu,
minha mãe se apoia no que restou... eu.
E o emprego, e a vida, e as contas, e o mundo...
Tudo pesa num segundo.
Queria sumir, ser fumaça, desaparecer,
mas, mesmo querendo, não sei nem como fazer.
Tem dias que penso em ferir minha pele,
como se ela pudesse gritar o que minha alma não consegue.
Mas no fundo, lá no mais fundo,
eu só queria um abraço, um colo, um refúgio seguro desse mundo.
Se poesia é pra curar, que ela me cure,
se é pra salvar, que ela segure.
Que cada palavra seja um sopro de vida,
que me lembre que apesar da dor...
eu ainda respiro. Eu ainda existo.
E talvez... só talvez... isso já seja um sinal de que ainda há caminho,
de que não acabou, e que eu não tô sozinho.
No pecado mim joguei !
Andei por todos os lugares,
no pecado mim joguei.
Ninguém, sabia por onde andava
e nem onde me encontrar.
Todos ficavam preocupados,
e eu, nem aí para o azar.
Mas, quando cheguei ao
fundo poço, a Cristo eu chamei,
ele veio ao meu encontro.
Sem nem mesmo eu merecer,
transformou a minha vida,
e mudou o meu viver.
Hoje sou uma nova criatura,
então posso lhe dizer:
Abra o seu coração,
pra que Cristo possa entrar,
e verás na mesma hora,
a sua vida transformar.
Estais bem perto de mim !
Estais bem perto de mim,
e tu não vem me visitar.
Quando souber que eu morri,
por favor fique onde estar.
Ao descer a capa fria, de ninguém
levo lembrança, nem a Deus eu
louvo mais, terminou minha esperança.
Tudo que conquistei em vida,
aproveitei para gastar, não deixo herança,
pra ninguém, pra não terem: que se matar.
Detalhes
Seus cabelos aloirados,
Ao sol, sempre dourados…
Lembram o trigo em seco prado,
Perfumado eagitado
Pelo vento em meu jardim!
Como o cheiro do amor
Que novamente se eternizou
Aqui, dentro de mim!
Dos amores e desamores que me visitaram
O primeiro — não foi bem-amado, mas necessário.
No segundo, tropecei às escuras, e ali me perdi.
O terceiro? Fagulha e incêndio. Do prazer ao desprazer, uma dança entre brasas.
O quarto, suor e paredes. Instinto sem enredo.
O quinto, breve ilusão com perfume de engano.
Do sexto, um pacto: conveniência, desejo e sedução mascarada.
O sétimo... ah, o sétimo. Teus olhos, a chave. Teus cabelos ao vento, tuas mãos — santo ofício do infinito.
O oitavo, desértico. Sem sal, sem açúcar. Um barco à deriva, explorado sem destino.
No nono, alquimia e êxtase. Fórmulas soltas no ar, afagos que me dissolviam no teu luminar astral. Ali, fui inteira.
O décimo, a queda. A conquista amarga, tua alma em desalinho — própria ao caos, imprópria à divindade.
Então veio ele — o que nunca se fez número, mas foi tempestade. Breve e explosivo, intempestivo e tempestivo. Nunca me esqueceste, pois era o que procuravas: tua chave do bem e do mal, tua colheita. O indígena dos teus olhos foi a única coisa que me fascinava. E mesmo não sendo eterno, foste ritual.
O décimo primeiro, aventuras secas. Mas vieram as águas. Yemanjá, tua onda me trouxe até aqui.
O décimo segundo? Distante, mas pontual — como um cometa.
E o décimo terceiro... será que virá? Teus olhos azuis e pequeninos me encantam. Mas há loucura nisso. E sei — és proibido para mim.
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