A Semelhança de um Filho com a Mãe
Na voz do pequeno filho
que ainda nem tem
vocabulário para falar,
E assim sou a voz
dos que não
podem ter voz,
mas justamente
todos estes me têm;
Eis me aqui a reivindicar
junto a sua consciência
para que coloque toda
essa história no lugar,
Inclusive, sou contra o feroz
bloqueio que não deveria
nem ter começado,...
Cadê a liberdade
do General
que nem deveria
seguir aprisionado?
Enfim, superam cinco
centenas de discordantes
pelos cárceres,
os militares em mesma
situação há confronto
de cinco dados,
mas superam
a duas centenas;
Não dá para esperar
para trabalhar
por um país reconciliado.
Recordei de um
filho de Caxias
que era #pianista,
se sentia culpado
por aquilo
que jamais fez;
Na tristeza ele
vivia afogado,
Testemunhei
este triste fato.
Lembrei de uma
jovem #clarinetista
que já deveria
ter sido libertada,
E não sabemos
mais de nada;
Nada mais se
sabe dos presos
#DESAPARECIDOS,
E do General
que está em
#GREVEDEFOME,
Pois a omissão
nos consome.
O silêncio ferino
de quem faltou
com justiça,
e está faltando
com socorro
é a declaração
de quem não
pode se queixar
quando for
referenciado
pelo mundo
afora como tirania,
Não queria dessa
maneira falar,
Mas de silêncio
em silêncio sinto-me
obrigada a transbordar.
A Dança do Barreado
que eu prefiro é
a que faço com ele no meu prato,
O Barreado é filho
do Entrudo e o quê
ele me deu e ainda
me dá quando é preparado
mantém o meu coração completamente apaixonado,
Não vai demorar muito
tempo para servir um bem
saboroso para colocar
no meu e no seu prato.
Se os “justos juízes” de plantão, fossem pessoas desprovidas de pecados, como acreditam, o Filho do Homem já teria voltado.
Os que se precipitam no abismo das panelinhas não percebem que o Filho do Homem é especialista em vasos.
Que o Filho do Homem te favoreça com a Graça de poder ir sempre além, mas jamais além do alcance das mãos Dele.
No abismo das panelinhas só se precipitam os que ignoram que o Filho do Homem é Especialista em vasos.
Filho das encostas orientais
de três serras que dá vida
à nossa terra assim tem sido
o Rio Cubatão do Sul.
Sob o Sol, a Lua e as estrelas
do Hemisfério Sul não pode
mais sentir o quê tem faltado,
ele precisa ser acarinhado.
Como rio tudo de si tem dado,
e para que dure ser retribuído,
porque da nossa parte é o mínimo.
Haverá vida, riso e paraíso
enquanto deixarmos o rio
cumprir o curso do seu destino.
Sob o Hemisfério Austral
é filho da Serra Queimada
nos contrafortes da amada
Serra do Mar da minh'alma.
Das intensidades levo tudo
o quê o Rio Cubatão do Norte
ensina e a tudo sobrevive,
porém até ele tem limite.
A memória se reforça
no curso das correntes dele
e votos refaço fervorosa.
Para que ele se refaça,
sobreviva e continue a missão
para que a vida prossiga.
Me chamo Murromoliua.
Filho empobrecido com o colono português.
Não trago luxo na bagagem, mas trago verdade.
Carrego histórias do chão, do dia a dia, da vida que me ensinou mais do que qualquer livro.
Gosto de aconselhar não porque sei tudo, mas porque já vivi o bastante pra saber o que dói, o que passa… e o que fica.
Cada conselho meu vem de uma cicatriz. Cada palavra minha vem de um lugar sincero.
A disciplina de Deus é uma demonstração de Seu amor, assim como um pai que ensina seu filho para o seu próprio bem. Por isso, em vez de rejeitar ou nos ressentir da correção divina, devemos entender que ela é essencial para nosso crescimento e amadurecimento.
Se Deus nos amou tanto a ponto de entregar Seu Filho Jesus, podemos ter a certeza de que também nos dará tudo o que precisamos. Essa compreensão revela a profundidade do amor incondicional de Deus, uma garantia firme de que Ele sempre cuidará de nós.
Conhecer a verdade em Cristo é ser libertado do pecado; somente o Filho oferece a liberdade plena que transforma o coração e a vida.
Filho da casualidade,
Nasceu soneto,
Sobre os mares,
Sonhando, desbravando,
- e cantando
E a sua rota traçando,
Flutua a caravela,
Procurando aportar
Em terra firme;
O amor não tem limite.
Prosseguindo a embarcação,
Desenhando espumas,
E tatuando o coração,
- a saudade
Nem o vento a tomba,
As brumas não a amedronta.
Herdeiro da verdade,
Eu te escuto,
No tilintar das estrelas,
No beijar dos cometas,
No dobrar das forças,
Eu te pertenço,
E para sempre irei ser tua
Por toda a eternidade...
Tenho no Filho a minha certeza
De sempre e tanto
Todo o meu maior amor
E todo encanto
Repleto de serenidade, e entrega.
Crendo sempre na caridade
Orante e expansiva,
Ela nos perfuma e nos dá liberdade,
É missão até na clausura,
Verdade que se perpetua,
E dá o tom de plena felicidade,
E nos coloca nos degraus de santidade.
Tenho no Pai a minha direção
Atemporal e atenta
Ao apelo desse amor
Que me chama
Ao serviço de realizar
Uma passagem serena.
O recolhimento é paradoxal
Diante do olhar
Dos que o chamam de descontentamento;
Ele é contentamento espiritual,
É chamamento a experiência
- anônima -
De oração e sentimento.
Tenho no Espírito Santo, sempre
A minha inspiração
- todo o meu canto -
Secretíssimo,
Sacratíssimo,
E verdadeiro;
Por todos os amores
Pelos espinhos e dores
Estou solicita a te servir eternamente.
Começou o Carnaval
O samba é coisa boa
Filho do Carnaval
Até debaixo da garoa
O choro que chora
Não chora só a dor
Ele é feito de amor
Que também perdoa
Na ponta da sandália
Da bela mulata
Com o corpo pintado
Com tinta cor-de-prata
Na cadência de cada passo
Ela vai iluminando
O Rio segue sambando
O Brasil inteiro empolgando
Mulata que faz o homem penar
E as mulheres invejar
Faz o coração do povo sambar
É samba-mulher a encantar
Mulata Carnaval
É enredo
Mulata tão linda
Que chega a colocar medo
Mulata me empresta
Um pouco do teu perfume
Só para provocar
E ver se o meu amor sente ciúme
Mulata me ensina o seu rebolado
Só para enfeitiçar
E endoidecer o meu namorado
Para deixar ele apaixonado
O Brasil gosta de samba
Esqueceu o samba perdido
Um tipo de samba esquecido
Chamado samba de partido
Mulata que é pagode
Mulata que é samba
Mulata que é choro
Mulata que é samba de partido
Mulata você é um perigo
Mulata você é o Carnaval inteiro
Mulata que é samba enredo
Mulata me ensina o seu segredo...
FILHO DA OUTRA!...
(Nicola Vital)
Eu pintei o meu Deus
E marquei para mim.
Não me deram azul,
Nem dourado!
E a cor foi carmim.
Não me deram bolas,
Não me viram à hora
Que malhei toda cola
Não pintaram, enfim.
Não brindaram-me a escola,
Onde rola a bola
E a bola rola
Só na cor de cetim.
Eu fiquei de fora,
facultaram-me a esmola
Meu padrão é morim
E o Deus de nanquim.
02Set2015.
A TOLICE DA VELHICE:
Dizem os mais bobos meu filho, que a velhice
É uma riqueza real. Ora (direi), se assim o fosse!
Pois que não querem os tais, envelhecer é fato.
E buscam com afinco regar dia dia a "plebeia jovialidade"
A velhice, meu filho, é uma grandíssima tolice!
Está sim, nos serve de impercilhos... Se eu assim pudesse
Não ouviria dos mais moços a fantasia de querer crescer...
Não vês?
Eu não queria tê-la ao me olhar ao espelho!
Não percebes, filho meu, que deveria eu castra-la
Quando embaça-me os olhos a não ver tua cútis?
Diminuindo-me o som de tua voz
E deixando o som das canções parecer fraco
Não entendes dileto filho, Depois de velhos
Tornamo-nos invisíveis ante o olha da juventude?
Em sua hipocrisia de amar a terceira idade.
Destarte, veja, porém meu filho!
Tudo isso me faz lembrar-te. Aproveita em tempo tua mocidade.
Após, são tempos nebulosos e sombrios.
Aonde os mais fortes dos homens se curvam
Diante da velhice a segregar suas forças.
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