A primeira vez que te Vi Amizade
A vida é assim:
Tem vez que vai...
Tem vez que não vai...
Tem vez que quase vai...
E, fica nesse vai... não vai...
Mesmo assim é uma beleza!
☆Haredita Angel
"Tem coisas que eu entendo,
mas não compreendo (...)"
-Uma vez, uma parenta me falou,
que não queria 'qualquer um'.
-Hoje, a vejo mal amada e de braços dados com 'um qualquer'.
- Ó língua, és tu a grande detentora
dos troféus da vida!
Haredita Angel
18.09.2016
A estrelinha que caiu de amores pelo mar...
Era uma vez uma estrelinha, que das nuvens a brincar viu a imensidão do mar
e apaixonou-se.
O mar garboso feito boto, também avistou a estrelinha, e lampeiro passou
a flertá-la e a exibir-se em altas ondas...
A estrelinha sorria para o mar, e piscava,
e escondia-se entre as nuvens...
E assim foi por várias noites...
Até que a mamãe lua descobriu,
e avisou que todas as estrelas do céu piscavam para o seu amado, e que ele envolvia a todas em suas ondas...
E a estrelinha ao ver que a mamãe Lua tinha razão, ficou tão triste, tão infeliz...
e sumiu!
-Dizem que ela foi encontrada no mar por pescadores...
A mamãe lua até hoje se vira em quatro em busca da sua estrelinha...
Aquela que caiu de amores pelo mar...
Haredita Angel
23.08.21
"Pessoas só me faltam com o respeito uma vez, pois a segunda vez eu não deixo. Não pelejo com espíritos
tribais, perturbadores, verdadeiros epiléticos morais.
Minha missão cá na terra é outra."
Haredita Angel
27.03.16
'De vez em quando o passado vem ao meu encontro, me lança um olhar compriiiido... e me traz momentos, cheiros, pessoas, coisas de uma vida
que às vezes só ele e eu sabemos!"
Haredita Angel
12.07.23
'Se é pra falar de saudade, que fale das boas saudades e assim você será feliz mais uma vez."
Haredita
19.08.12
Me ofereça PAZ e eu aceitarei a PAZ- Me ofereça GUERRA e tentarei a PAZ mais uma vez - Insista na GUERRA então terá sua desejada GUERRA.
Quando chegar a vez do seu irmão, fique feliz, aplauda, alegre-se, pois seu Pai que está no céu decidiu que era a hora dele, lembre-se o Criador nunca erra.
Uma certa vez um pastor disse "Cuidado, quando a torneira é muito apertada é sinal que tem vazamento".
Isso não é sobre torneiras.
Era dezembro, lá vinha ele, mas uma vez sua data preferida, velho, com barbas brancas como a neve, sobre os ombros um saco, era sim um bom velhinho, mas devido ao frio o velho Xico morreu em uma calçada de uma rua qualquer, era apenas um velho em situação de rua.
A mulher e como uma luz na vida do homem, cada vez que ela se manifesta
Nos torna uma pessoa coerente e nos faz ser um ser humano brilhante.
A PIPA E A FLOR
Era uma vez uma pipa.
O menino que a fez estava alegre e imaginou que a pipa também estaria. Por isso fez nela uma cara risonha, colando tiras de papel de seda vermelho: dois olhos, um nariz, uma boca...
Ô pipa boa: levinha, travessa, subia alto...
Gostava de brincar com o perigo, vivia zombando dos fios e dos galhos das árvores.
- “Vocês não me pegam, vocês não me pegam...”
E enquanto ria sacudia o rabo em desafio.
Chegou até a rasgar o papel, num galho que foi mais rápido, mas o menino consertou, colando um remendo da mesma cor.
Mas aconteceu que num dia, ela estava começando a subir, correndo de um lado para o outro no vento, olhou para baixo e viu, lá num quintal, uma flor. Ela já havia visto muitas flores. Só que desta vez os seus olhos e os olhos da flor se encontraram, e ela sentiu uma coisa estranha. Não, não era a beleza da flor. Já vira outras, mais belas. Eram os olhos...
Quem não entende pensa que todos os olhos são parecidos, só diferentes na cor. Mas não é assim. Há olhos que agradam, acariciam a gente como se fossem mãos. Outros dão medo, ameaçam, acusam, quando a gente se percebe encarados por eles, dá um arrepio ruim elo corpo. Tem também os olhos que colam, hipnotizam, enfeitiçam...
Ah! Você não sabe o que é enfeitiçar?!
Enfeitiçar é virar a gente pelo avesso: as coisas boas ficam escondidas, não têm permissão para aparecer; e as coisas ruins começam a sair. Todo mundo é uma mistura de coisas boas e ruins; às vezes a gente está sorrindo, às vezes a gente está de cara feia. Mas o enfeitiçado fica sendo uma coisa só...
Pois é, o enfeitiçado não pode mais fazer o que ele quer, fica esquecido de quem ele era...
A pipa ficou enfeitiçada. Não mais queria ser pipa. Só queria ser uma coisa: fazer o que a florzinha quisesse. Ah! Ela era tão maravilhosa! Que felicidade se pudesse ficar de mãos dadas com ela, pelo resto dos seus dias...
E assim, resolver mudar de dono. Aproveitando-se de um vento forte, deu um puxão repentino na linha, ela arrebentou e a pipa foi cair, devagarzinho, ao lado da flor.
E deu a sua linha para ela segurar. Ela segurou forte.
Agora, sua linha nas mãos da flor, a pipa pensou que voar seria muito mais gostoso. Lá de cima conversaria com ela, e ao voltar lhe contaria estórias para que ela dormisse. E ela pediu:
- “Florzinha, me solta...” E a florzinha soltou.
A pipa subiu bem alto e seu coração bateu feliz. Quando se está lá no alto é bom saber que há alguém esperando, lá embaixo.
Mas a flor, aqui de baixo, percebeu que estava ficando triste. Não, não é que estivesse triste. Estava ficando com raiva. Que injustiça que a pipa pudesse voar tão alto, e ela tivesse de ficar plantada no não. E teve inveja da pipa.
Tinha raiva ao ver a felicidade da pipa, longe dela... Tinha raiva quando via as pipas lá em cima, tagarelando entre si. E ela flor, sozinha, deixada de fora.
- “Se a pipa me amasse de verdade não poderia estar feliz lá em cima, longe de mim. Ficaria o tempo todo aqui comigo...”
E à inveja juntou-se o ciúme.
Inveja é ficar infeliz vendo as coisas bonitas e boas que os outros têm, e nós não. Ciúme é a dor que dá quando a gente imagina a felicidade do outro, sem que a gente esteja com ele.
E a flor começou a ficar malvada. Ficava emburrada quando a pipa chegava. Exigia explicações de tudo. E a pipa começou a ter medo de ficar feliz, pois sabia que isto faria a flor sofrer.
E a flor aos poucos foi encurtando a linha. A pipa não podia mais voar.
Via ali do baixinho, de sobre o quintal (esta essa toda a distância que a flor lhe permitia voar) as pipas lá em cima... E sua boca foi ficando triste. E percebeu que já não gostava tanto da flor, como no início...
Essa história não terminou. Está acontecendo bem agora, em algum lugar... E há três jeitos de escrever o seu fim. Você é que vai escolher.
Primeiro: A pipa ficou tão triste que resolveu nunca mais voar.
- “Não vou te incomodar com os meus risos, Flor, mas também não vou te dar a alegria do meu sorriso”.
E assim ficou amarrada junto à flor, mas mais longe dela do que nunca, porque o seu coração estava em sonhos de vôos e nos risos de outros tempos.
Segundo: A flor, na verdade, era uma borboleta que uma bruxa má havia enfeitiçado e condenado a ficar fincada no chão. O feitiço só se quebraria no dia em que ela fosse capaz de dizer não à sua inveja e ao seu ciúme, e se sentisse feliz com a felicidade dos outros. E aconteceu que um dia, vendo a pipa voar, ela se esqueceu de si mesma por um instante e ficou feliz ao ver a felicidade da pipa. Quando isso aconteceu, o feitiço se quebrou, e ela voou, agora como borboleta, para o alto, e os dois, pipa e borboleta, puderam brincar juntos...
Terceiro: a pipa percebeu que havia mais alegria na liberdade de antigamente que nos abraços da flor. Porque aqueles eram abraços que amarravam. E assim, num dia de grande ventania, e se valendo de uma distração da flor, arrebentou a linha, e foi em busca de uma outra mão que ficasse feliz vendo-a voar nas alturas.
É errado fazer o que é certo.
O mundo está cada vez mais,
sem lugar para quem deseja seguir,
o caminho estreito.
Encare o porvir sob tétrico olhar. Uma vez vivendo-o, perceberá que os fantasmas não assombram tanto assim.
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