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A Mulher que Poucos Conhecem

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"As vezes, o poço nem é tão fundo assim, só é difícil de sair sozinho, porém, poucos te jogam a corda, enquanto a maioria te jogam terra."

Ego é algo que todos nós temos, mas que poucos de nós reconhecemos.

Poucos sabem quem você é, mas muitos sabem quem você aparenta ser.

É tanta gente desdenhando da
mídia tradicional, mas são poucos
que realmente prestam atenção no jornal.

Cada um decide a própria vida, mas poucos dão sorte na vida

Muitos ouvem o que é novo, poucos sentem o que é eterno. Se as músicas de hoje não me tocam, é porque meu coração só aceita o que é autêntico.

⁠As paixões assemelham-se às amizades: muitos lances, poucos sentimentos de amor verdadeiro.

O egoismo é como uma erva daninha, aos poucos ceifa qual quer que seja o sentimento.

O Pescador era antes de tudo, um homem de família, embora tivesse poucos amigos além daqueles que estavam sempre com ele no barco, ele não era um solitário como se dizia na Vila, apenas mantinha a relação social um pouco restrita para fugir daquela velha dita de que todo pescador gosta de contar mentiras que ninguém acredita.
Ele também não cuidava muito da aparência que era judiada truculenta, afinal era de estar no rio debaixo do sol que ele mais gostava e os peixes e as águas barrentas do rio que ele navegava nunca se importaram com essas coisas de presença.
Sua mente era assim que funcionava, ora calma ora brava, como as ondas esverdeadas que as ventanias do tempo fomavam. Mas o Pescador ligeiro assim como água a toda situação se amoldava, às vezes perdia a calma mas rapidinho a encontrava escondida atrás da serenidade e nunca se desesperava nem quando o tempo fechava e o leme se quebrava naquelas tardes de fortes chuvas, relâmpagos e trovoadas.
Nenhuma tempestade por mais forte que se apresentava desviar seu curso ele deixava. Pois sabia onde o cardume estava e era para lá que ele navegava, e ainda que o rio estivesse revolto os seus pensamentos eram livres, confiantes e soltos do medo que não afeta de forma alguma quem conhece o rio e o condutor do barco que por ele navega.

Os pés e joelhos doendo,
O cansaço já vai batendo.
Vou aos poucos percebendo
A idade, lenta, navegando,
E o fim se aproximando.
O corpo já não é tão forte,
Carece de apoio, de suporte,
E, às vezes, até de sorte.

Aos poucos, tudo vai chegando ao fim, inclusive você.

A leitura é um investimento silencioso: enquanto poucos percebem, ela constrói dentro de você uma riqueza que nem o tempo, nem as perdas, nem o mundo conseguem tirar.

Você precisa entender que a vida é sim feita de poucos momentos bons, e sim tem mais momentos ruins, mas é nesses momentos ruins que aprendemos mais que os bons.

⁠Em tua companhia eu fui morrendo aos poucos, me apagando, virando sombra, deixando nas tuas mãos a decisão da minha vida. Não vivi, apenas existia imersa no medo de falar ou na covardia de me levantar e ir embora, tomar as rédeas da minha vida, viver, viver, viver!

Poucos vão entender esse sentido...
Quando alguém morre, eu não fico triste, eu fico alegre, pois a morte está me mostrando que estou vivo, que eu não morro.

A vida não desmorona de uma vez. Ela se desgasta aos poucos.


No “depois eu resolvo”.
No “mais pra frente eu decido”.


É assim que o tempo perde o prazo.


E cada coisa que você empurra
para amanhã vai cobrar um preço depois.


A vida não muda com grandes discursos, ela muda no “agora eu faço”.

"Aos meus poucos e verdadeiros amigos: quando eu partir, não tragam lágrimas ou flores que murcham. Tragam vinho, cerveja e histórias. Que a minha despedida não seja um luto, mas o último brinde à vida que vivemos intensamente."

— Ginho Peralta

Uma dor que corrói por dentro, que destrói silenciosamente, que dilacera a alma e mata aos poucos, arrancando toda alegria, toda esperança, toda vontade de continuar, é uma dor que não grita, mas sufoca; não sangra por fora, mas sangra por dentro, consumindo cada pedaço de quem a carrega, uma dor silenciosa que se esconde à vista de todos, camuflada em sorrisos forçados e respostas automáticas de que “está tudo bem”, um vazio onde tudo parece falso e mentiroso, onde o amor já não consegue atravessar as muralhas erguidas como defesa depois de tantas quedas, tantas trocas, tantas humilhações, tantos abandonos, é o peso de ter sido deixado de lado, de ter se sentido insuficiente, descartável, invisível, é um cansaço emocional que ninguém vê, mas que esmaga o peito todos os dias, esse é o peso que poucos compreendem, porque só entende de verdade quem já sentiu a própria alma se partir em silêncio.

Todos tem uma resposta para justificar sua desistência, mas poucos encontram motivos para continuar quando tudo parece estar perdido.

Poucos humanos conheceram o fundo do oceano, mas muitas vezes o utilizam como símbolo de dor, mesmo que em suas profundas águas silenciosas e turvas representem também o início da vida, do amor, toda injustiça e do horror.


Estaria uma hierarquia existêncial em forma evoluída sublimando seu vazio e infinito através de uma carne perecível?


O tempo ajuda quem, com coragem, se afasta do que o reduz. A coisa mais mágica que existe no mundo é existir através do sentir, o resto provavelmente é uma mentira teatral, muitas vezes de mal gosto. E todo homem que não respeita a lei do homem busca o que o beneficia, não o bem comum.


O tempo que se perde sofrendo pode ser utilizado para se preparar para a sublimação extraordinária em paz.


Somos aquilo que fazemos, não o que copiamos ou morremos sonhando.


Parecer real não preenche vazio.


O que é original não pode ser copiado.


Quem é de verdade sabe quem é de mentira.


Destruir a luz não resolve a falta de paz.