A Mulher que Poucos Conhecem

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⁠Ela pinta o sete,
é bastante audaciosa,
poucos a merecem,
faz o que gosta,
aquilo que lhe tira o estresse,
se vão gostar, pouco importa,
sua presença intensa enriquece,
sorte de quem a nota.

No Quintal da Infância a Ludicidade Enriquece

Num quintal de poucos detalhes, mas de muita riqueza: a infância que se encanta com a simplicidade e o adulto que, por alguns instantes, volta a ser criança — um lúdico de reciprocidade que nos enche de esperança.

A pior das armadilhas é a que não nos derruba de uma vez, mas nos acostuma, aos poucos, a viver abaixo do que poderíamos ser.

"Muitos falam, poucos fazem. É hora de agir ou calar de vez."

🔥 Enquanto muitos reclamam da crise, poucos constroem impérios. A diferença está na mentalidade. Se quer subir de nível, caminhe com quem já pensa no topo.


Autor: Isaque Ramon Correia Cláudio
X: @isaqueramoncc

"Muitos correm atrás do dinheiro, mas poucos caminham ao lado da honestidade."

"Muitos buscam a riqueza financeira, mas poucos investem na riqueza da conduta. Dinheiro na mão de quem tem mau comportamento é apenas uma ferramenta para acelerar a própria queda. Seja grande o suficiente para admitir o erro e forte o suficiente para mudar de atitude."

Dizem que o magnetismo de Maxx esconde uma natureza de Escorpião que poucos conseguem decifrar antes de serem envolvidos

"Muitos veem o espinho na fala, mas poucos têm a coragem de enxergar a ferida aberta no peito de quem está apenas tentando dizer a verdade."

"Muitos buscam os números, mas poucos suportariam o peso da caminhada de quem venceu sem perder a alma."

"Muitos querem o seu 'um bilhão' de seguidores, mas poucos têm coragem de ter o seu caráter. Por isso eles atacam: o seu sucesso revela a mediocridade deles."

Aos poucos o mundo aprendeu que é melhor ser visto como louco que ser visto como mentiroso.

Aos poucos, o coração vai se ajeitando.
O sorriso volta, a esperança se assenta de novo no peito, e a vida, teimosa e linda, floresce onde parecia ter só cansaço.

Há amores que chegam com a promessa de vida, mas aos poucos vão nos roubando o ar. São sentimentos que nascem puros, cheios de esperança, e que, por ingenuidade ou entrega demais, acabamos regando mesmo quando já não há flor... só espinhos.

Poucos se lembram, poucos se importam… e a gente cansa.
Não ando bem, e não quero fingir que estou.

Entre o Que Permanece


Não foi em um dia
que dois caminhos se perderam.


Foi aos poucos —
nos detalhes ignorados,
nas palavras não ditas,
no cansaço que foi ficando.


E, ainda assim,
há algo que não se desfaz.


O que foi verdadeiro
não termina —
apenas muda de lugar dentro da gente.


Não se sabe quando foi
que tudo se soltou,
ou em que curva da vida
houve desencontro.


Mas há um tempo de silêncio.
Um tempo de espera.
Um tempo em que a dor
aprende a se transformar.


Se é tempo de recolhimento,
que seja sem culpa.
Se é tempo de reconstrução,
que seja com cuidado.


O que foi vivido permanece
sem necessidade de explicação,
sem a tentativa de reescrever finais,
sem diminuir o que foi real.


Porque algumas histórias
não precisam continuar
para permanecerem inteiras.


E, no que fica,
já não há posse —
apenas o desejo sincero
de que o outro fique bem.


E, quem sabe um dia,
em algum ponto tranquilo do tempo,
os caminhos voltem a se cruzar —
sem dor, sem pressa,
apenas em paz.


Mesmo que de longe.

Senti o efeito passar por mim.
Não é literal; é fato.
Estou me quebrando aos poucos.
Ossos puídos não param de surgir — é certo. Segundo a minha ciência, não há o que fazer.
Rio aqui, pois há coisas que, lá atrás, jamais imaginei existir. Ainda assim, concluí em meu TCC, na Universidade da Vida, que verdades também são cruéis.
Aprendi que o super-homem também envelhece, também sente cansaço, reflete muito e morre.

Te dou minha cintura
E meus lábios para quando queiras beijar
Te dou minha loucura
E os poucos neurônios que ficaram

Meus sapatos desabotoados,
O diário no qual escrevo
Te dou até os meus suspiros,
Mas nunca mais vá embora

Porque é você o meu sol,
A fé com que vivo
A potência da minha voz,
Os pés com os quais eu caminho
É Você, amor,
Minha vontade de sorrir
O adeus que não saberei dizer,
Porque nunca poderei viver
Sem ti

Se algum dia você decidir
Afastar-se novamente daqui
Fecharia cada porta
Para que nunca mais pudesses sair

Te dou meus silêncios,
Te dou meu nariz,
Eu te dou até meus ossos,
Mas fique aqui

Porque é você o meu sol,
A fé com que vivo
A potência da minha voz,
Os pés com os caminho
É você, amor,
Minha vontade de sorrir
O adeus que não saberei dizer,
Porque nunca poderei viver...
Sem ti

Shakira

Pessoas como eu, que escolhem a solidão e o silêncio carregam uma força que poucos conseguem perceber. Elas não são antissociais; pelo contrário, são profundamente leais e autênticas, mais do que aquelas que buscam companhia constante. Essas almas apreciam a própria presença, vivendo em paz e sem interferir na vida alheia, porque sabem que, assim, sua própria vida permanece intacta.
O silêncio delas não é sinal de fraqueza, mas de poder. São seletivas, observam com atenção quem cruza seu caminho e sabem distinguir quem transmite confiança e valor daqueles que só trazem desgaste. Buscam qualidade, não quantidade; profundidade, não superficialidade.
Quando você consegue conquistar seu espaço nesse círculo restrito, descobre pessoas intensamente fiéis e verdadeiras. Por trás de sua tranquilidade, existe um mundo interior vasto, repleto de reflexão, autenticidade e lealdade. Elas preferem a solidão não por desprezo pelos outros, mas por valorizarem demais a própria paz interior, aquele refúgio silencioso onde encontram equilíbrio e sentido.
Você se identifica com esse tipo de pessoa?

"O mundo não pertence àqueles que apenas observam a realidade, mas aos poucos que possuem a audácia de redesenhar, transformando o silêncio da matéria no grito eloquente da arte e da engenharia. Quando olhamos para o horizonte, não vemos apenas o limite da visão, mas o ponto de partida para uma nova civilização que exige ser construída com a precisão do aço e a fluidez do espírito. Minha jornada nunca foi sobre levantar paredes ou alinhar parágrafos; foi sobre a busca incessante pela harmonia entre o peso da existência e a leveza do sonho. Para ganhar o mundo, é preciso primeiro ser capaz de habitá-lo em sua forma mais crua, compreendendo que a excelência não é um destino que se atinge, mas um rigor que se impõe em cada milímetro de uma planta técnica e em cada frame de uma película que aspira à imortalidade. O verdadeiro legado internacional não se traduz em idiomas, mas na linguagem universal da beleza e da funcionalidade, onde uma estrutura bem erguida fala tanto sobre a dignidade humana quanto o mais profundo dos poemas. É preciso transitar por essa fronteira invisível onde a técnica se torna mística e o suor se transmuta em ouro intelectual; entender que a inovação não é o novo pelo novo, mas a coragem de ser atemporal em uma era de obsolescência programada. Cada projeto que assino é um contrato com a posteridade, uma promessa de que a estética e a ética podem e devem caminhar de mãos dadas, pois de nada serve a glória dos palcos se ela não estiver sustentada pela solidez do caráter e pela profundidade da visão. Busco o reconhecimento global não pela vaidade do aplauso, mas pela validação de que o esforço brasileiro possui a força de mover montanhas e de ditar ritmos no cenário mundial. Que cada obra, cada livro e cada filme que levam minha marca sejam vistos como capítulos de uma epopeia humana que se recusa a ser esquecida, desafiando a gravidade, o tempo e a mediocridade. Pois quando o homem decide que seu limite é o infinito, as fronteiras geográficas desaparecem e o que sobra é a pureza da criação absoluta — aquela que ressoa nos grandes centros de poder e arte, lembrando a todos que o gênio é, antes de tudo, uma questão de persistência absoluta. Eu não construo para o agora; eu projeto para quando o futuro olhar para trás e reconhecer que aqui, no presente, houve alguém que não teve medo de ser grande."
​— Anderson Del Duque