A Melhor carta de Amor
A Malica do Amor
Sentado aqui, perdido em pensamentos sobre tudo o que vivemos — as horas que nos pertenceram, os textões infinitos trocados, as brigas nascidas das minhas grosserias e das minhas queixas contra seus questionamentos insaciáveis e manipulações silenciosas — percebo que volto sempre à mesma pergunta: o que realmente importa? A minha vontade ou a sua? O seu capricho ou o meu? Será que é só isso o que importa?
As pessoas vêm, partem, algumas permanecem para sempre. E não falo da presença física, mas da companhia invisível, filosófica, imaterial e inesquecível. Sei que habitarei em você, assim como você habitará em mim, por toda a existência dos nossos seres. Enquanto nossas essências resistirem ao tempo, seremos eternamente parte um do outro.
Perdoe-me por ser o seu demônio mais cruel. Eu também te perdoo por, às vezes, querer cortar as minhas asas. Cresci em você, e você em mim, e nossas raízes se fundiram nesse universo malicioso e, ainda assim, divino do amor.
Mauricio Macedo
Foi Amor a primeira estrofe, sem toque,sem contato.
Eram apenas palavras, em versos e prosas. Éramos próximos sem nunca termos nos encontrados. Ela sempre foi faltosa neste sentido. Falávamos madrugada a dentro,confissões, emoções, sentimentos sentidos e declamados, éramos dois desconhecidos falando de Amor.
Faby....(*."
Poesia: De Barretos ao Texas: Amor sem Fronteiras
Do Barretos ao Texas, um laço nasceu,
Na dança da vida, o destino teceu.
Entre arenas, violas e sonhos de chão,
Floresceu um amor sem limite ou nação.
Nas noites de estrela, no brilho do luar,
Dois corações fortes se puseram a amar.
Nem mares, nem ventos puderam deter,
A força infinita do querer viver.
Cavalos corriam, ao vento sem fim,
Mas nada corria mais veloz que o sim.
Do sertão caipira ao country distante,
Dois mundos distintos tornaram-se amantes.
Seja em Barretos, seja em Dallas também,
O amor verdadeiro não conhece além.
Pois quando é sincero, não sabe fronteira,
É chama que arde, eterna e inteira.
E assim segue a vida, destino a cantar,
Do Brasil ao Texas, só resta sonhar.
No peito guardado, jamais se desfaz,
Um amor sem fronteiras, eterno, em paz.
Amor de vidro
Amor de vidro é aquele
Que se cuida com carinho,
Que se trata por todo caminho,
Que se usa bem mansinho
Para não se quebrar.
O amor de vidro
Se realiza com sonhos,
Se macula com desejos,
Se inventa sem pensar.
Amor de vidro
É auge, esteio,
Êxtase e frenesí,
Só se vive uma vez
E depois mantém,
Por toda vida com validez.
Um amor não vivido ou quem sabe mal vivido
Um amor não vivido ou quem sabe mal vivido... Enfim o que mudaria?...
Não sei se isso importa pra alguém, nem mesmo sei se importa pra mim mesmo. Só sei que não é bom o sentimento de saber que sua vida, suas atitudes, seus sonhos e realidade pode interferir em varias outras vidas, seja pra bom ou ruim, enfim você se ver com uma vida linda e cheia de graça...
E ao invés de vive-la você percebe que pra vive-la necessita realizar escolhas e escolhas das mais simples as mais complexas... sempre terão resultados negativos ou positivos...
Por exemplo: Um garoto olha pra uma garota e ela o olha de volta em fração de segundos, no dia seguinte eles ficam juntos, por coincidência a sua amiga que a acompanhava fica com um amigo meu pra não ficar sozinha...
De repente paro de ficar com a garota e meu amigo continua com a garota que o foi apresentada.
Resultado: Os dois se casam, geram 3 filhos, são felizes, eu escolhi recuar.
Conclusão: Um simples olhar e ação pode gerar grandes coisas, positivas ou negativas, mas o fato é que escolhas sempre serão escolhas e jamais poderão apenas realizar...
Hoje escrevo sem rumo, sem pé nem cabeça, apenas escrevo o que me passa pela cabeça, mas uma coisa é certa, minha mente se encontra em um estado de transição entre o querer e o fazer, pensar e agir, amar e ser amado, ferir e ser ferido, aceitar ou não aceitar...
Hoje escrevo como quem se pergunta, e se eu morrer hoje ?
A resposta é óbvia: Alguns escolherão lembrar, porque eu fui importante, outros “esses são” as incontáveis variáveis incontroláveis que nunca saberão o que é o amor.
Strimani, nome em meu peito gravado,
Um amor que a cada dia é renovado.
Em teu olhar, encontro a paz que anseio,
Em teu sorriso, o mais puro devaneio.
És a musa que inspira cada verso,
Um universo de encantos, tão diverso.
Tua força e tua doçura me guiam,
Em teus braços, todas as dores se aliviam.
Admiro tua alma, teu jeito de ser,
O amor que transborda, que faz florescer
Os mais belos jardins em meu coração,
Minha amada Strimani, minha paixão.
Que nosso amor seja eterno e sem fim,
Em cada amanhecer, em cada por do sol, assim.
Para ti, Strimani, meu mais puro afeto,
Meu amor sincero, meu eterno projeto.
Amor e ódio caminham lado a lado, como dois extremos de uma mesma emoção que não pede licença. Um dia, o coração se aquece com lembranças doces, sorrisos que parecem eternos e promessas silenciosas que só ele entende. No outro, a mesma memória corta como lâmina, deixando raiva e decepção queimando na pele.
É estranho como alguém pode ser capaz de provocar tanto afeto e tanta dor ao mesmo tempo. O amor nos dá asas, mas o ódio nos ancora; o amor nos ilumina, mas o ódio nos cega. E, no meio disso, aprendemos que a linha que separa os dois sentimentos é tênue, quase imperceptível. Talvez por isso, aqueles que amamos profundamente também sejam capazes de nos ferir com a mesma intensidade.
No fim, amor e ódio são faces da mesma moeda: paixão que não se mede, que nos transforma, que nos lembra que viver é sentir, mesmo que doa.
Glaucia Araújo
Sinfonia do amor desmedido de verão
Ó paixão, incêndio vasto, desatino!
Tremor da alma, furor do coração,
Ibaiti celeste, azul divino,
polo do mundo, trono da emoção.
Em ti, luz nua, pura, incorpórea,
traço do eterno, mão do arquiteto,
ó sol radioso, lira ilusória,
inebriando o meu ser inquieto.
Este amor — desmedido, infinito,
ergue-se além do tempo e da razão;
ao vento entrega-se, feito mito,
transforma rascunho em oração.
Cada verso meu, destino selado,
procura-te, sombra em claridade;
em tua ausência, o peito dilacerado,
em tua presença, nasce eternidade.
Folia que invade, poesia que inflama,
saudade que é bênção, dor que consola;
melhor que a solidão fria, sem chama,
é ser refém da estrela que me acolha.
Tu, sorriso que carrega o verão,
quente alvorada de melodia;
teu rosto é flor, perfume, oração,
na natureza, és pura harmonia.
Eis que pergunto: existe o amor?
Ou é quimera, sopro, relâmpago vão?
Mas no teu lume, ó doce esplendor,
reconheci da vida a perfeição.
Porém, faltou-nos coragem sincera:
eu temi o abismo, tu o mundo;
justiça não houve, só a espera
deste silêncio profundo, profundo.
te quero
Quero derramar este amor em mim.
Quero ser mel em tua boca.
Quero te amar embaixo das estrelas.
Você é como um pedaço meu.
Te quero em tudo e em todos os momentos.
Sabe lá quando comecei até amar, só sei que te amo.
Uma noite nossa e não me aguento.
Amo demais o fato está sentindo um frescor na alma.
Eu te tenho como alimento que alimenta minhas fantasias.
Te desejo, te sonho, te bebo e te celebro.
Posias de paixão ardente
Se o amor não existisse, o silêncio bastaria.
Se o amor não fosse real, nenhuma palavra faria sentido.
O sol nasce ao leste, como sempre,
e a bússola cumpre seu papel sem enigma.
Mas há algo além das leis do mundo,
um sinal simples e ao mesmo tempo infinito:
o amor —
que não se explica, não se mede,
apenas se reconhece.
E nele, em meio às certezas da vida,
existe sempre uma exceção.
Amor estranho amor
Se souberes o que é o amor, me digas, pois não sei o que é amar. Talvez já amo, porém é difícil verbalizar.
O amor é um estranho sentimento que nos faz tão bem ao ponto de querer fugir de nós mesmo, nos trás medo por ser tão bom senti-lo.
Depois temos que desfazê-lo de dentro de nós.
E o amor cristão se faz presente mais uma vez.
Os bonzinhos seguidores do deus de amor que despedaça crianças, parte mulheres grávidas ao meio, mata primogênitos, pede o sacrifício de um filho pra saber sobre o amor de um pai por esse mesmo deus "bondoso" (já que o onisciente não sabia, não é mesmo?), manda quem não o segue ou quem não segue suas regras ao inferno pra queimar e sofrer pela eternidade e manda duas ursas despedaçarem 42 crianças vivas até a morte, deixaram uma mulher morrer sangrando porque acharam que ela tivesse feito um aborto. Leiam novamente.
- Marcela Lobato sobre o caso do hospital que deixou uma mulher com endometriose falecer ao invés de ajudá-la por terem achado que a mesma teria cometido um aborto, o que não seria motivo para tratá-la dessa maneira.
Ninguém ama ninguém incondicionalmente.
O que chamamos de amor é a atualização de um padrão afetivo moldado pelo passado e condicionado pela presença viva do outro.
O amor verdadeiro, portanto, não é aquele que ignora as condições — é o que as reconhece e, mesmo assim, escolhe permanecer.
Amor
Amor é um sabor,
Amor é igual a paixão
Se você nunca amou
Nunca vai saber a sensação.
Amor é um sonho,
Um sonho bem bonito
Quem nunca amou,
Nunca irá longe, pro infinito.
Amar, amarei,
Gostar, gostarei
Quem sabe amar,
Saberá a emoção que sentirei.
Amor é bom,
Amor é emoção
Se quiseres amar,
Ame do fundo do seu coração!
Sim, já Amei! Senti um amor discreto para uma só pessoa…O mais perfeito foi o encontro. Sim, eu já Amei e senti aquela coisa boa, um pensamento. Sim, já Amei uma única vez, eu me recordo disso, assim, vivi esse sabor, o cheiro, a falta, tenho certeza que nunca pensei tanto em alguém... Sim , já Amei, mas o relacionamento acabou e hoje o mundo se resume, onde não enxergo, mas me sinto. As paixões, já nem lembro, são respostas que não me servem, ...
Porque, sim eu já Amei!
Minha alma descansa Sozinha.
Vida de Solteiro,
Alexandre Sefardi
CATÁLOGO DE UM AMOR EXTINTO
Juvenil Gonçalves
Encontrei teus ossos no baú do tempo,
fósseis de um verão que o outono esqueceu
cada osso, um verso; cada verso, um tempo
em que éramos mais que o amor que se deu.
Teu fêmur ainda trazia as marcas
dos meus dedos, tão leves, tão sem perdão...
E o teu crânio, qual taça de arcas,
guardava o vinho amargo da solidão.
As costelas, outrora meu abrigo,
agora são grades de um museu vazio.
Catalogarei cada fragmento teu
na prateleira dos amores falidos:
— úmero que me sustentou como véu,
— fíbula de nossos passos unidos.
E o que dizer da coluna, outrora erguida,
templo de carne, altar de nosso enleio?
Hoje é apenas ruína esquecida,
poema sem sujeito, verso sem meio.
Mas ah! Entre as relíquias desfeitas,
encontro teus dedos — frios, sem vida
e lembro que, um dia, nestas mesmas digitais,
eu li o futuro... e não soube ver a despedida.
Agora resta-me o catálogo frio:
um osso por amor, um verso por ossada.
E assim, entre rimas e pó, eu crio
um museu para nós, na página arruinada
Juvenil Gonçalves
Entrega não realizada.
O amor não é correio expresso.
Se eu tivesse que rastrear, o meu já deve ter morrido na triagem.
Ele me apareceu do nada, miando na minha porta, fingindo que sempre morou aqui.
Eu ofereci um pouco de leite, ele aceitou, e de brinde levou meu sofá, minha paz e o controle da minha TV!
Mas tudo bem... Eu sempre quis companhia para reclamar da vida.
A grandiosidade da alma
A alma doce e pequena
É sempre forte, mas serena.
Alma de amor,
Alma de dor,
Alma de horror,
Alma de calor.
Uma vida,
Um respiro,
Um sofoco,
Um respiro.
Contos e bagagens,
Horas e viagens,
Acalmando o eu,
Caminho que sofreu.
Contos e ferrolhos,
Choro e escolhas,
Alma sofrida,
Alma querida.
"Amor"
Vejo amor como um monstro,
e eu sou apenas um soldado,
vice-versa a gente se encontra,
e nem sempre ele quer papo.
Lembro, que na nossa primeira luta,
sai derrotado.
Por ter sido desnorteado,
pensei que havia perdido.
Mas sempre que me recordava dessa batalha,
retia um sentimento contínuo.
Por mas que me sentisse indigno,
sabia que aquele final era incerto.
Voltei me encontrar com ele,
e dessa vez fiz certo,
apanhei feito bastardo.
Porém conquistei
o que tanto havia almejado.
A vida nos testa de formas que parecem insuportáveis,
mas o amor e o carinho acendem a luz do coração,
lembrando que mesmo nas sombras há calor e cuidado.
A fé nos sustenta quando tudo parece desmoronar,
e a resiliência emocional transforma cada queda em impulso,
cada desafio em aprendizado, cada dor em força silenciosa.
Caminhar assim é perceber que crescer não é evitar a tempestade,
mas aprender a dançar na chuva, com coragem e gratidão.”**
