A Medida que o Tempo Passa

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A grandeza de Deus pode ser medida no tamanho do universo e cobre todas as áreas marcadas pelos sinais da Sua sabedoria, Sua graça e Seu domínio universal.

À medida que a jornada se desenrola e os passos se tornam mais lentos, a certeza se cristaliza: a esperança é o investimento mais valioso que fizemos, pois é ela que ilumina os caminhos incertos e nos inspira a semear o bem, mesmo quando a colheita parece distante. Que possamos cultivar essa chama luminosa em nossos corações e compartilhá-la com o mundo.

"A verdadeira amizade não é medida pela presença nos banquetes, mas pela permanência nos naufrágios; saber discernir quem segura sua mão quando o navio afunda é o que separa aliados de meros figurantes."


-Dr. Diogo Sena

"A sua espiritualidade também é medida pela forma como você trata aqueles que não podem te oferecer nada em troca."


-Dr. Diogo Sena

A Incompetência de uma pessoa pode ser medida pelo grau de importância que ela dá aos erros dos outros. Quanto maior a incompetência, maior a necessidade de evidenciar os erros dos outros.

Eficiência cresce à medida que a dependência de humanos diminui.

À medida que você se torna mais esclarecido, mais os tolos se afastarão de você e mais desconforto sua presença provocará neles.

A longevidade de nossas vidas não é medida pela quantidade de pores do sol , mas pela energia que eles nos transmitem cada vez que os apreciamos.

Chuva e sol!
que não seja mal,
nem bem...
que seja chuva e sol,
no tempero certo,
na medida certa.

A riqueza deveria ser medida NÃO pelo dinheiro que temos, mas pelos sorrisos que compartilhamos.

⁠Lucius tinha uma gaiola e, dentro dela, criava uma espécie rara de coruja dourada. À medida em que nutria esse pássaro, a coruja ia crescendo e se robustecendo. Já se encontrava num bom tamanho. Porém, não tão suficiente quanto Lucius e a Natureza desejavam.
Esse pássaro, ficaria cada vez maior.
A gaiola era sua mente. E a coruja era a sabedoria.

✨🦉✨

Às 19h28 in 29.10.2023

É o anjo da minha vida , foi feito na minha medida (...)

A medida do Amor
O Amor não tem medida,
não tem rima, não tem cor
Amor é a própria vida,
que se imortaliza,
no perfume e no sabor.

Eterno e vitorioso
vence em qualquer dimensão,
flutua em qualquer tempo
multiplica-se na emoção.

Amor é sentimento
que brota como vapor
tem um toque de saudade,
a beleza de uma flor

Tem o brilho de uma estrela.
livre a todos encanta,
sempre a entoar
a cantiga infinita
vinda do universo Amar.

Até onde o ser humano vai…
Não na medida do que possui, nem na velocidade com que corre, mas na profundidade de suas escolhas — porque cada decisão, por menor que pareça, deixa marcas em sua vida e na sociedade inteira. Cada gesto ecoa; cada silêncio influencia. Cada olhar, cada omissão constrói ou corrói, muitas vezes sem que sequer percebamos.
Dentro de cada pessoa existe um universo silencioso: memórias que moldam reações, dores que ensinam resistência, silêncios que guardam verdades e sonhos que insistem em sobreviver. Nenhum comportamento nasce do nada. Nenhuma ação é isolada. E é nessa complexidade que repousa nossa responsabilidade — mesmo o mais discreto dos atos reverbera, tocando vidas que nunca conheceremos, influenciando caminhos que nunca veremos.
A história nos confronta com extremos que desafiam a compreensão. O Holocausto revela até onde a indiferença coletiva pode levar, transformando pessoas comuns em agentes da desumanização. Mas, ao mesmo tempo, trajetórias como a de Nelson Mandela mostram que dignidade, perdão e reconciliação podem florescer mesmo após as maiores feridas. Não há aqui juízo. Há alerta, há reflexão: cada escolha tem consequências.
A psicologia nos oferece lentes para compreender essas decisões. Viktor Frankl lembrava que, mesmo em meio à dor extrema, ainda existe a liberdade de escolher nossa própria atitude. Essa liberdade é silenciosa, íntima, quase imperceptível — mas suficiente para transformar vidas e, aos poucos, influenciar sociedades.
A psicanálise nos revela que dentro de cada pessoa há uma tensão constante: impulsos, desejos, medos, consciência. Sigmund Freud nos ensina que reconhecer essas forças não é fraqueza; é maturidade. Ignorá-las ou projetá-las no mundo gera sofrimento; integrá-las gera humanidade.
E a biologia nos lembra que não somos apenas decisões conscientes. Nossos neurônios, hormônios e circuitos cerebrais moldam emoções, empatia, medo e compaixão. Somos seres sociais desde a base, e nossa própria biologia nos conecta aos outros, mostrando que o cuidado pelo próximo é tanto instinto quanto escolha consciente.
O que nos torna humanos é justamente essa interseção entre corpo, mente e inconsciente: o corpo que sente, a mente que percebe, o inconsciente que lembra. Quando conseguimos perceber esses três aspectos, nossas escolhas de agir com empatia e responsabilidade deixam de ser apenas éticas — tornam-se inevitáveis, naturais, silenciosamente poderosas.
O ser humano se expande quando olha o outro com empatia.
Se retrai quando ignora o impacto de suas ações.
Avança quando enfrenta suas próprias sombras.
Transcende quando escolhe compreender em vez de endurecer.
Há grandeza em preservar a sensibilidade em meio à dureza do mundo.
Há força em escutar antes de reagir.
Há maturidade em admitir falhas sem perder a dignidade.
Refletir sobre até onde o ser humano vai é um chamado à lucidez, à empatia e à atenção plena. Cada decisão, cada gesto, cada silêncio constrói não apenas a vida de quem age, mas a sociedade que compartilhamos, invisível e tangível ao mesmo tempo.
E talvez seja nesse equilíbrio — entre consciência e instinto, sombra e luz, corpo e mente, individualidade e coletivo — que repousa o verdadeiro limite do ser humano.
Um limite silencioso, profundo e definitivo, que não muda nem se negocia: o ponto mais alto da humanidade não se mede pelo quanto domina, mas pelo quanto escolhe amar, compreender e respeitar. É nessa escolha constante que reside a grandeza que ninguém pode tirar, nem o tempo, nem o mundo, nem nós mesmos.

A maturidade
de um gestor
é medida pela altura
da sua visão.

O Ontem: A Identidade Sob Medida.


​No passado, a identidade feminina era um figurino desenhado por mãos alheias.


O conceito de família era, muitas vezes, uma estrutura de posse e não de afeto compartilhado.


A sabedoria daquela época era a da sobrevivência e da resiliência silenciosa.


O preconceito não era uma opinião, era a lei; a violência não era um crime, era um método de controle aceito pelo tecido social.

⁠⁠⁠⁠levem pra vida:

1. Seja bom, mas na medida certa;

2. Amor próprio nunca é demais;

3. Arrisque-se se for preciso;

4. Paciência modo on;

5 . Não dê brecha para o mal.

Caí tantas vezes, errei sem medida,
fui a lugares que me machucaram,
busquei mãos que só me feriram,
mas hoje vejo além da mentira vestida.


Máscaras de maldade, falsos sorrisos,
hipocrisia tentou me engolir,
mas resisti, Senhor, e aprendi
a ouvir Tua voz nos meus abismos.


Chorei calada, sem eco ou luz,
mas um anjo sussurrou em mim,
e mesmo quando o mundo caiu,
Tua presença me fez crescer na cruz.


Se a vida grita que é o fim,
lembro do sangue que escorreu,
e mesmo cansada, eu sigo em Ti,
porque em Tua força eu renasci.


A chama da fé não se apagou,
Jesus me abraça, sinto o calor,
lembro os momentos que me ergueu,
e hoje sei: quem crê não caiu.


Minha esperança não acabou,
em Tuas mãos eu vou vencer,
mesmo que o vento sopre dor,
quem está em Ti permanece de pé.

À medida que envelhecemos mais sábios ficamos, percebemos lentamente que usar um relógio de R$ 3.000,00 ou R$300,00 - ambos marcarão a mesma hora
Quer dirijamos um carro de R$150.000 ou um carro de R$30.000, a estrada e a distância são as mesmas e chegamos ao mesmo destino.
Se a casa em que vivemos é de 300 ou 3.000 Metros quadrados - a solidão é a mesma.

Eu sou um escritor e a medida do meu sucesso se resume em ser um ghostwriter.