A Honra Nao esta em Receber Meritos Merece-Los
As crises em cenários de desastres assemelham-se a uma cebola, repletas de camadas que exigem descascamento meticuloso, a fim de evitar danos irreparáveis e o comprometimento de todo o esforçoempreendido.
A sua tragédia nos Desastres não pode ser atribuída meramente à natureza, mas é, em grande medida, resultado de omissões históricas e negligências sistemáticas que perpetuam vulnerabilidades e injustiças.
Uma Defesa Civil que exclui a participação ativa da comunidade, das organizações públicas, das ONGs e do setor empresarial na elaboração e operacionalização de um plano de contingência para os desastres não está cumprindo sua função essencial; está, na verdade, distanciando-se de seu propósito fundamental e negligenciando seus princípios básicos em Proteção e Defesa Civil.
Iludimo-nos ao acreditar que detemos o poder por meio da escolha, contudo, ou nos adaptamos, ou sucumbiremos à extinção, vítimas de nossa própria soberba.
A educação e o conhecimento representam a maior ameaça para aqueles que instrumentalizam o poder público democrático em benefício de interesses corporativos e financeiros.
Uma nação democrática e forte se edifica com coragem e determinação, jamais pela conivência com a covardia.
Assim como o poder e a oportunidade, a escolha na Omissão desnuda a verdadeira natureza humana. Ela não distingue raça, nacionalidade, religião, cultura, educação, ideologia, partido político ou qualquer outro status quo, é universal e silenciosa. Em algum ponto de nossas breves existências, todos já fomos cúmplices por Omissão. E quase sempre, essa escolha de nada fazer serve apenas para corroer, em silêncio, o que ainda resta de nossa Humanidade.
Avaliar a eficácia de uma Defesa Civil apenas pelas ações corretivas e perpetuar a lógica da resposta tardia do Estado é elogiar o bombeiro e ignorar o incendiário: sua verdadeira medida de desempenho está no que consegue evitar ou minimizar não no que tenta remediar depois do Desastre consumado.
Sem o conhecimento das decisões políticas, econômicas e sociais do passado, torna-se inviável buscar soluções plausíveis e sustentáveis para os desafios do presente.
A proatividade é um pré-requisito inegociável na Defesa Civil, sobretudo na Gestão de Riscos.
Se essa habilidade ainda não faz parte do seu repertório profissional, há duas possibilidades: Você está falhando gravemente ou a Defesa Civil não é o lugar certo para você.
Somos o que chamariam de humanos, mas para mim, somos mais que animais que pensam, somos o próprio pensamento.
Somos linhas soltas, jogadas ao vento pela vida em decorrência do tempo.
Somos linhas capazes de tecer a cortina da vida, somos elas, as capazes de escolher o próprio destino.
Feliz Ano novo ao mundo!
Sempre haverá nas almas, desejos, sonhos e um coração grato.
Sempre haverá almas famintas pela menor palavra de conforto.
Sempre haverá alguém necessitado de uma abraço ou simplesmente
de um ouvido disposto a escutar.
Sempre haverá desigualdade e corações egoístas....e alguém que chora por não ter nada.
Desejo ao mundo uma reflexão intima, um olhar d reforma de si mesmo.
Uma ação não apenas reativa e passiva...más ativa e com espírito transformador. Desejo que nós como criaturas se volte mais para o CRIADOR e MANTENEDOR da vida. E diga: "Senhor, eis-me aqui, envia-me a mim!!" ou, "Que queres Senhor que eu faça?." Porque, estamos vivendo num período confuso, turbulento e sem paz. Diante disso, colocamo-nos como instrumentos de luz e não de trevas. Que tiramos o foco de agradar o nosso "eu" Insaciável e presunçoso e olhamos para o que realmente importa. UM FELIZ ANO NOVO À TODOS!
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