A Gente Aprende com as Decepções
"O silêncio tem uma voz própria, não é? Às vezes, ele grita verdades que a gente passa o dia inteiro tentando abafar com ruído, conversas vazias ou notificações de celular."
"Rir é o melhor remédio, até porque se a gente não rir da tecnologia 'trollando' a gente, a gente chora! No fim, o que importa é a gente não se deixar para trás no meio da correria."
Às vezes a gente passa tanto tempo procurando…
que esquece de agradecer pelo que já tem.
A vida tem dessas:
quando a gente para um pouco, percebe que muitos dos nossos pedidos já viraram realidade.
Crescimento interno não dá pra postar no Instagram, mas é o que mais sustenta a gente quando chega a hora de avançar de novo.
Às vezes, o recomeço vem depois da fase em que a gente só segura o barco pra não afundar – e isso já é muito.
O que tem de gente rodando a vida só no operacional não é brincadeira. Mesmas coisas, rotinas, nada muda.
A gente vive esperando algo
grandioso, mas se esquece do valor do simples.
Um café quente, um teto, um abraço...
São bençãos disfarçadas de
rotina. A vida nem sempre grita, às vezes, ela sussurra.
E quem escuta com o coração, entende: Tem oração antiga, se realizando em silêncio.
A dor não é o fim, mas o solo onde a gente cria raízes para aguentar o peso das grandes escolhas. Já o prazer... esse é o florescer, o instante em que a vida sussurra que cada cicatriz valeu a pena. Não fuja de um, nem se perca no outro; aprenda que a beleza do caminho está justamente no equilíbrio entre o que nos fere e o que nos cura.
A dúvida se torna um perigo. Questiono e reflito:
a gente não dá as costas e ainda assim fica sem entender por que passou e não ficou.
Agora o efeito cessou, e tudo se apresenta assim — com dores, e o sorriso não se abre.
Mesmo assim, à sombra, em soslaio, vejo… e pouco entendo.
Nós
A gente se vê e não se incomoda com a linguagem das palavras, nem com a dos corpos.
Na minha visão, somente a sua voz é o meu foco.
Nossos sinais não precisam de explicação: são feitos pela energia, pela telepatia — como o cheiro de doce sob uma lua vermelha, intensa em seu vermelho de magia constante.
Nesse momento, a felicidade torna-se intrigante, e a gente vê e respira poesia em tudo.
Um salve silencioso, cheio de surpresas é transmitido, como energias gritantes, que gritam sem som.
Então, eu acredito na felicidade —
e Deus me livre sair dessa sintonia.
Mas pensamentos pairam como nuvens de chuva e tempestade:
histórias escondem felicidades e tristezas, assim como a vida esconde aquilo que não se pode ver, amar, nem tocar.
Já "conheci" muita gente!
Algumas, já nem me lembro mais, pois simplesmente passaram em minha vida e não deixaram nada de si...
Outras, já partiram deste mundo,deixaram marcas, lembranças e muitas saudades.
Convivo em meio a tantas, mas sou sincera em dizer que não as conheço... Muito difícil conhecer realmente alguém, quando na verdade, muitas vezes, desconhecemos a nós mesmos. Bom, esse é meu ponto de vista sobre as pessoas- inclusive eu que por vezes já me contrariei, me surpreendi e tive que engolir meus próprios mi mi mi...
E nessa mistura louca de essências humanas, a gente tenta se superar sem sufocar os gritos da alma, suportando as dores, engolindo lágrimas e atropelando alguns sentimentos e convivendo com as decepções. A cada dia que começa ou termina, me sinto vitoriosa por sobreviver às muitas atribulações do cotidiano e permanecer de pé pronta pra um novo combate, uma nova batalha e para dar continuidade à vida sempre agradecendo a Deus, o grande autor de toda criação, Àquele que nunca falha, nunca nos falta, nunca nos abandona.
Gratidão por tudo! Fé e confiança!
A vida segue e eu estou pronta!!
Carregamos uma dor insuportável, mas a gente tenta camuflar, sabe! .... Essa dor é o custo de amar o que é eterno enquanto se vive no que é passageiro.
Tanta gente tem tudo e ajudam ninguém, a gente tem nada e está sempre ajudando alguém.
Nem sempre a ajuda seria dinheiro, onde não tê-lo precisaria de ajudas.
Às vezes prefiro a solidão, o silêncio de minha companhia.
Já que, num mundo tão cheio de gente, com tanta informação rolando solta, não conversamos mais, não dialogamos entre nós.
O que acontece é um vômito de ideias unilaterais, de fotos, de momentos isolados cheios de nosso ego, que recém aprendeu a fazer a roda e quer mostrar a todos o quanto é um ser humano digno de atenção e likes.
Mas por quê? Me digam vocês o porquê? Preferem estranhos comentando sua vida, dando-lhes migalhas com corações vermelhos e vazios, ao invés de compartilhar seus momentos com quem já lhe é tão íntimo, sejam eles bons ou ruins? Têm medo da crítica, do confronto, da verdade dos corações honestos e amigos? Têm medo da própria vulnerabilidade?
Se não o fiz antes, permito que sejam o que vocês são. Bons, maus, sorridentes, egocêntricos, ingênuos. Só não se escondam atrás do morno, do monótono, do tanto faz. Isso mata qualquer relacionamento, distancia qualquer coração. E ao invés de tentar ressucitá-lo mais uma vez, tenho preferido deixá-lo morrer.
E é por isso que tenho preferido a minha companhia ao invés das relações superficiais. Pois, estando comigo reconheço quem sou, o meu lado bom e o meu nem tanto, e dou aprovação e espaço para que exista e se expresse.
E finalmente, compreendo que quem permanece, quem ainda se abre pra trocar e agregar a meu ser na verdade foi a minha essência quem os escolheu para aqui permanecer.
Mas meu coração sempre bateu pelo efêmero..
Vejo muita gente usando a expressão:Fui desenganado pelos médicos.Então,meus parabéns,você não está sendo enganado! rs
Não entendo certas pessoas,ou se é só comigo isso:Muita gente não brinca com seus filhos e quando alguém brinca com eles,esses adultos reagem com cara feia!
