A Cartomante Machado de Assis Poemas
É impossível colher algo diferente do que se planta, mesmo que as aparências enganem nossos limitados olhos. A semeadura é nosso arbítrio, a colheita no entanto, obrigatória. Por isso, apuremos nossos corações para que saibamos plantar as melhores sementes e consecutivamente colher os melhores frutos.
Assim como é na abundância que devemos acumular a água para os períodos de seca, é nas épocas de alegria que devemos fortalecer a fé, para que a tenhamos em grande quantidade nos momentos de adversidades.
A firmeza de teus passos pode determinar o quanto teu corpo caminhará, porém é o alcance de teu olhar que determinará quão longe teu espírito irá.
Não te permitas ser julgado, senão pela figura que encontras em teu espelho. Mas cuide para que esta não te condene.
Fortes não são aqueles que não caem, mas os que conseguem se por de joelhos após a queda, tomar fôlego e se reerguerem.
Nunca estivemos tão tecnologicamente conectadas e tão emocionalmente desconectadas como nessa segunda década do terceiro milênio.
Quando somos genuínos, mesmo nas dores estamos com a alma leve, pois não nos corrompemos aos valores do mundo. Quando contrariamos nossa alma, mesmo no êxito nos tornamos sombrios diante de nós mesmos.
Você pode gritar sua verdade no centro da tempestade e ninguém chamar aquilo de verdade. Mesmo assim, suportar é continuar de pé — não porque escutam, mas porque você sabe que o que diz é real.
Progredimos a cada vez que, ao contemplar o erro alheio, buscamos em nós uma imperfeição e não nos colocamos em um patamar superior ao nosso próximo.
Em nosso passado, temos momentos de orgulho e de demérito, cravados em nossos corações, que tornam a nós, por meio de lembranças, periodicamente para nos lembrar que somos capazes de grandes feitos e também de causar a decepção própria.
O céu nublado e a chuva forte formam um cenário sombrio. Mas, sendo passados, implicam no crescimento da vegetação, que valorizará ainda mais a beleza dos dias de sol...
Em nossos caminhos existem obstáculos porque não existe conquista sem sofrimento e nem glória sem sacrifício...
E a cada dia amplia em mim a consciência de que minhas certezas são incertas, minhas decisões errôneas e que vastidão define minha ignorância...
Como a leve brisa que trás chuva em abundância e como o florescer, silencioso e belo. Assim é o agir de Deus...
DEUS age no tempo certo, e compreender isso é uma grande demonstração de fé e maturidade espiritual.
“Quando um juiz não é tensionado para agir, não se decide primariamente entre certo ou errado, mas entre consequências caras ou baratas do ato decisório, como qualquer ser humano faria. Se eu decidir assim vai incorrer no que? Se em nada, por que não fazer? O juízo moral vem depois; o cálculo do custo do ato vem antes — sempre. Se não gerar problemas eu faço, porque é confortável, já que o advogado não estruturou o processo para determinado enfrentamento” Fabricio von Beaufort-Spontin, Livro NÃO EXISTE LIDE SEM PREJUÍZO – Processo contencioso - Livro 1 - Por que os Processos Bons Morrem?, 2026.
Fabricio Von Beaufort-Spontin, no Livro Não Existe Lide Sem Prejuizo - Processo Contencioso Livro 1 - Por que Processos Bons Morrem, diz "Este livro é destinado também para Juízes e Magistrados, porque amplia Hans Kelsen, fortalece o jurista italiano Calamandrei e traz mindset (Growth Mindset) na escola tradicionalista da formalidade. Se os advogados estruturarem casos assim, Vossas Excelências, o prejuízo estará delineado para atingir a Justiça. Achar o caminho à Justiça na petição será muito mais óbvio, quando comprovada. Observando que, como já em jurisprudências, é a primeira vez escrito para advocados que "o prejuízo é pressuposto do direito" e não apenas da nulidade. Lembrando, Vossas Excelências, que violação da norma ou da soberania individual também são prejuízos."
Ao analisarmos os pontos tocados, é uma nova metodologia no Direito Brasileiro. - Convenção na Apresentação do Livro, debates e como segundo Fabricio falou na "inauguração do Livro Não Existe Lide Sem Prejuízo". A idéia foi unânime entre os participantes.
Em resumo: Para Fabrício von Beaufort-Spontin, inclusive no livro, o juiz decide sobre o que está trazido, provado, ou seja, onde 'dói'. Se a sua petição não mostra a "dor" (o prejuízo), o juiz pode decidir pelo caminho que lhe gera mais conforto (menos trabalho ou decisão padrão), que é legal, ignorando a verdade fática que não foi devidamente "gritada" nos autos. Pois quem alega tem que provar.
