A Cartomante Machado de Assis Poemas
Estava a contemplar a natureza
As nuvens, as montanhas
O vento mostrava a sintonia voraz
Dos efeitos da sensações.
Versos apagados
Vesti letras ecoando as entranhas
Da alma
Palavras singulares, o beleza que apaguei
Sussurro em declamação das palavras
Que era o verso parte de um ser
Quem sabe uma história inventada
O Dizer ofuscou simbología dos versos apagados.
Diante da beleza
Delicadeza dos instantes
Abri os olhos
Nota tecimento envolvente
Da beleza, cativa o ver
Chora diante da simplicidade ecoando pelas veias que pulsa.
Beleza da alma
Delicadeza do ser
A intensidade do sentir
A vastidão da sensações
A simplicidade poética do existir.
Escrever sobre a degustação de um vinho
É destruí por pedaços
Fragmentos das sensações e suas maresias.
Rosto Cativante
Olhar simples
Risada delicada
São detalhes especiais
Nas tuas linhas viajei
Kaike Machado
Inquietude
Instante navegar
Na agonia do silêncio
Onde pendura noites ecoando
A vastidão da alma
Completude intensa do escrever.
"Navegar é preciso "
Necessito da aventura
Vastidão do mares
Graças a Deus fez os mares e rios
Para sentimos alma incendia a cada navegar
Exatidão perfeita do horizonte incerto.
Ausência de sensibilidade
Essa amplitude única
Entre ser ou não ser
Sentir e não sentir
Consequências do tempo consumidor de almas.
Inutilidade
Esse estado perverso
De consumi a alma vazia
Instantes de futilidade
Tendência repugnante deste mundo inútil.
Rua deserta
Andas sobre resquícios da solidão
Uiva som vasto da alma deserta
Destruição do sentir, inspiração do andar.
Insensibilidade
Instante para não sentir
Para não existir a nula vida
Simplicidade em extrair as sensações vitais
Singularidade de inventar maneiras de sair do mundo caótico
Habilidade de estar cansado de sentir vazio.
