A Cartomante Machado de Assis Poemas
Deserto
Dor das flores mortas
Extrema singularidade
Essência revigorante
Tortura oculta
Alma reinventada.
O mestre do ventos
Ele contempla o silêncio
Meditar a paz que sossega a alma
Conduz as palavras em folhas em brancos
Para que sabe um dia declamar.
Natal
Que estejamos a nascer em vida nova
União e vivência dos momentos
Sejamos grato pelo dom da vida
Pela amizade e companhia simbólica
Valorizar a essência simplista.
O que seria o céu senão o inferno?
Para governar as pessoas, apresente uma ideia compensatória de céu e então faça com que elas vivem num inferno.
Assim, o céu necessariamente será desejado, o tornando obra divina.
Sorriso é a beleza mais singular
Destrói as estruturas firmes
Horizonte em olhar
Direção do pulsar.
Há tensão
Há palavras inapropriadas
Por certas situações
Há desvio
Há culpa tardia
Há tantos porém em poucas linhas.
Tempestade
Essa vida de caos
Tenebrosa essência
Da existência miserável
Perversidade eloquente
Singularidade do ser.
Transpiração
Tendência a explodir
Romper estruturas
Antingir norte incertos
Sentir o caos em desastres das linhas
Do vento fizeste um ser de ação
Ação da natureza insana
Da devastação fez o ser cheio inquietude.
A tristeza consumi
Como gole de uma bebida destilada
Destruí como embreagez cega
Devasta em estilhaços
Quebra como vidro
Fragilidade fatal desse ser miserável.
Vidro quebrado
Vejo a intensidade
Detritos ocos
Quebrado em estilhaços
Alma destroí em pedaços desse caos
Caos da sensações e cansaço do idealizador
Idealizador quebrado em sonhos.
Intimidade com o silêncio
Intensidade voraz
Norte tocante
Íntimo da alma medita
Inquietude devora amplitude do ser
Demasia eloquente
Conexão de incendiar alma
Contemplação da mais bela poesia.
Órbitas dos pensamentos
Onde rascunho
Belas palavras
Intensidade tocante
Amplitude das linhas
Singularidade dos versos
Pensamento extenso
Navegar sinuosos
Mente sedenta pela alma em explosão das poesias.
Virtudes das coisas
Visão intensa
Recomeços tão únicos
Diversidade especial
Simplicidade dos objetos.
Refúgio da alma
Refazer em faces únicas
Gesto do ser
Intenso onde devasta suas linhas
Aventura nas entrelinhas apaixonantes
Leve mostra a amplitude
Das linhas que haverá de descobrir.
O último ditado do Poeta
O pôr do sol
Despedida da alma que acendeu pela última vez
Linhas tão delicadas
Versos cativantes
A luz do ápice, de quem amou as palavras
Como refúgio do melancólico ser.
Desilusões ideias de mim
Devastação perfura a alma
Sentir isolado
Loucuras caóticas do ser
Intensidade degusta amargamente
O Existir deprimente
Instante apático
Solicitude de desilusões vazias fez um novo ser.
Escreve tua boca na minha
Expressão singular do toque
Contemplação dos rostos envolvidos
Pelas vastidão envolvente
Tem a única amplitude da beleza
Onde os beijos são harmonia
São caos apaixonante da intensidade dos sentidos.
A morte
Há tantas vivências
Há tantas histórias
Foram linhas as vezes tortas
De quem viveu o norte dos momentos
Melancólico é não ser
Oprimir diante da vazia tendência a qual somos destinados
Extensão singular é Ser, Ser as palavras
Pois nada mais importa.
