A Amizade Surge quando Aprendemos a Admirar

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Quando me perguntam se Motocicleta é Sinônimo de Liberdade, só respondo: “Às vezes, até a Liberdade precisa se locomover sobre o paraíso de duas rodas para tomar vento na cara.”

⁠Quando o ser humano perceber que a bola, ainda que chutada, agarrada, liberada, agredida e até acolhida, tem mais voz que o “livro mais vendido” e 'menos vivido do mundo', não haverá mais brigas nem trapaças no futebol.


Há algo de profundamente humano no destino da bola.


Buscada e tocada de todas as formas, e ainda assim continua rodando, unindo pessoas que, fora do campo, talvez jamais se entenderiam.


A bola não julga quem a toca. Ela gira para todos, sem distinção de credo, cor ou fronteira.


E é justamente nesse movimento, tão simples e tão leve, que mora uma lição que o ser humano parece ter esquecido.


Enquanto o mundo se curva diante do livro mais vendido — e, ironicamente, menos vivido —, a bola segue pregando seu evangelho silencioso: o da partilha, da alegria e da verdade do instante.


No gramado, não há espaço para disfarces; o que se é, se mostra.


A bola não aceita trapaças por muito tempo.


Quem tenta enganá-la, mais cedo ou mais tarde, tropeça no próprio engano.


Talvez, quando o ser humano perceber que a bola fala muito mais alto que muitos púlpitos, que seu giro é mais honesto que muitos discursos e que seu jogo é mais limpo que muitas pregações, o futebol voltará a ser o que sempre foi: um espelho do que temos de melhor.


E então, quem sabe, já não haverá mais brigas nem trapaças — apenas o som puro da bola correndo livre, leve e solta, ensinando em silêncio aquilo que tantos livros gritam sem entender.

⁠Quando parte do povo tenta relativizar, a qualquer preço, a depredação cometida por adultos — e, em simultâneo, condena os protestos de estudantes, jovens e adolescentes — fica evidente que a metástase que assola nosso país não apodrece somente o Estado.


Talvez não exista caos comparável àquele que se instala na mente humana.


O simples fato de alguém aplaudir tamanha truculência já deveria constranger o caráter dos que se autoproclamam cidadãos de bem.


É um mau-caratismo sem precedentes: o mesmo “cidadão de bem” que se infla de certezas para absolver adultos que não sabem o que fazem, tentar condenar estudantes.


Um trisal tão nefasto — entre a Igreja, o Estado e seu Braço Armado — só poderia parir tamanha aberração.

⁠E eu que, vez em quando, deito um travessão na mensagem — só para ser confundido com um “Chatbot”.


Mas um travessão é muito mais do que sinal gráfico — é um gesto.


Um pequeno ato de ousadia que só pratica quem não teme ser percebido.


Quem escreve com consciência do que carrega, e com a leveza de quem não precisa provar nada além da própria honestidade com as palavras.


Porque, no fundo, escrever é isso:
um jogo silencioso entre coragem e sensibilidade.


Coragem para tocar onde dói —
Sensibilidade para não machucar lugar nenhum.


E um travessão, bem deitado, talvez seja o símbolo mais humilde dessa bela dança.


Ele separa, sim, mas também aproxima...


Às vezes, pausa… mas empurra adiante.


Ele corta… mas também convoca.


Às vezes parece apenas um traço, mas é um traço que fala:
"Ei, aqui entra algo que só os atentos percebem."


E quem ousa usá-lo não o faz por frescura gramatical —
mas por afeto estético, intuição narrativa,
e essa espécie de maturidade que só têm os bem resolvidos:
bem resolvidos consigo, com o que dizem,
e até com o que deixam de dizer.


No fim, o travessão é como o pincel que se deixa cair de propósito:
não é descuido, é assinatura.


Não é desatenção, é presença.


E se alguém confunde isso com um “Chatbot”…
ah! — que continue confundindo.


Porque a arte, quando bem feita, normalmente já confundiu até quem a criou.


E aqui para nós — risos — às vezes um travessão bem deitado é mesmo isso: um pincel que se joga, de caso pensado, sobre a tela.


Um atrevimento sereno, cheio dessa sinergia rara entre arte, responsabilidade e sensibilidade — um trio que costuma morar apenas nos que já fizeram as pazes consigo e com a própria forma de criar.


A intenção, claro, era fornecer lenha para queimar.


E o fogo aceitou.


Porque, é preciso muita coragem para se aventurar na arte de escrever.


É preciso alguma loucura mansa para deixar palavras escaparem sabendo que podem ferir, curar, provocar ou até acalmar.


E é preciso ainda mais sensibilidade para permitir que elas se entendam com as imagens — porque, quando elas resolvem brincar juntas, quem escreve vira mero coadjuvante.


A palavra abre caminho.


A imagem acende.


O travessão risca.


E o gesto final surge sozinho —
como se a chama tivesse vontade própria.


Talvez não haja atrevimento mais bonito e charmoso do que o dos que se aventuraram e se aventuram no ofício de escrever.


Porque escrever é primeiro se arriscar —
e só depois se revelar.


E haja atrevimento pra tocar quem se atreve a ler!


Pois, quem escreve, abre portas, mas quem lê, precisa ter coragem
de entrar.


No fim, talvez seja assim que a arte realmente nasce:
do encontro entre um risco, uma intenção e a ousadia de se deixar queimar.


E nós apenas sopramos o fogo —
porque a Lenha, a Faísca e o Incêndio Poético
já estavam ali — todos —
pedindo pra brincar.

⁠Quem aluga a cabeça para Discursos Prontos, Frases Feitas e Verdades Fabricadas, quando tenta pensar, caloteia seus Inquilinos Intelectuais.


Talvez porque, no fundo, pensar de verdade sempre nos cobrou um preço muito alto: autonomia, coragem e responsabilidade.


E quem passa tempo demais terceirizando a própria mente se acostuma ao conforto do aluguel — ao luxo de repetir sem compreender nem se comprometer, de defender sem examinar, de acreditar sem investigar.


Assim, quando finalmente tenta pensar por conta própria, não encontra ideias, mas ecos; não encontra convicções, mas slogans; não encontra caminhos, mas trilhas já pisadas por multidões que também desistiram de pensar.


Mas os Inquilinos Intelectuais — aquelas perguntas antigas, as dúvidas legítimas, as inquietações que formam nossa identidade — voltam para cobrar o que lhes foi negado: espaço, voz e moradia na consciência.


E cobram com juros altos demais.


Porque não foram expulsos à força, mas abandonados à própria sorte, por preguiça, por medo e por conveniência.


E o calote, nesse caso, não é financeiro — é existencial.


É a dívida contraída quando se troca pensamento por manual de uso, reflexão por receita pronta, consciência por pertença cega a discursos que prometem tudo e não entregam nada, senão menos liberdade.


Pensar, então, deixa de ser tarefa e volta a ser risco.


Risco de desaprender certezas, de desmontar ilusões, de contrariar a própria bolha.


Risco de descobrir que a cabeça nunca deveria ter sido posta para alugar — porque aquilo que se aluga pode ser devolvido, mas aquilo que se entrega… se perde.


No fim, quem caloteia seus Inquilinos Intelectuais descobre que vive em uma casa grande, mas vazia, abandonada.


E que só há um jeito de recuperar o lar interior: desocupar a mente das verdades fabricadas e permitir que a dúvida — sempre ela — volte a habitá-lo.


Quem se precipita no infortúnio de renunciar à Liberdade de Pensar por conta própria, acaba assinando um contrato tão medonho que só se rompe tropeçando na graça de poder se questionar.


Que a Humildade Intelectual nos abrace!
Amém!

⁠Bom mesmo é quando a sorte vem e nos abraça tão apertado que até os pecados se quebram.

Quando a descuidada Vale do Rio Doce conseguiu tornar imbebível as águas de um rio, do qual quem bebeu jamais esqueceu, eu já suspeitei que ela era muito mal seletiva.


Mas quando ela fingiu indenizar uma parte da população valadarense, fingindo não ter aniquilado o Doce do Rio que também era da outra parte, ela aniquilou também a suspeição.


Há indignações que não nascem apenas do que vemos, mas daquilo que sentimos ser arrancado de todos nós.


Quando a lama tornou imbebível as águas de um rio cuja doçura acompanhou gerações, não foi só o sabor que se perdeu — foi a memória líquida de um povo, sua identidade, sua história escrita em correnteza.


Naquele instante, já não era preciso grande esforço para desconfiar da seletividade de quem, por dever, deveria zelar e reparar.


Mas o espanto maior veio depois, quando o teatro das indenizações começou a escolher rostos e CPFs, a dividir dores, a parcelar perdas como se um rio pudesse ser fatiado em zonas de sofrimento e leiloado por migalhas.


E ali, naquele gesto que soou mais como cálculo do que como cuidado, não foi apenas o Rio Doce que se viu diminuído — foi a própria confiança que secou…


Que foi para a lama.


Porque quando uma parte é acolhida apenas para que a outra seja silenciada, deixa de existir dúvida: o que se aniquila não é só o rio, mas o respeito que deveria correr com e como ele.


No fim, a indignação que sobra é também a que educa.


Ela nos obriga a olhar para além da superfície barrenta e perguntar: que tipo de sociedade permitimos construir?


E que tipo de humanidade ainda queremos salvar do fundo dessa lama contaminada que insiste em não decantar?⁠

⁠Quando a autossuficiência do outro resolve flertar com a arrogância, toda e qualquer mão que lhe estenda — soa invasiva.


Há momentos em que a autossuficiência deixa de ser abrigo e vira trincheira.


O outro se convence de que basta a si mesmo, não por força, mas por medo de depender, e então qualquer gesto de cuidado é confundido com intromissão.


A mão estendida, que nasceu para apoiar, passa a ser vista como ameaça; o afeto, como tentativa de controle.


Quando a autossuficiência flerta com a arrogância, ela perde a escuta.


Já não reconhece que ninguém caminha inteiro o tempo todo, nem percebe que a verdadeira força sabe aceitar auxílio sem se diminuir.


O orgulho, travestido de independência, endurece o coração e isola mais do que protege.


Ainda assim, a mão estendida não erra por existir.


Erraria se endurecesse também.


Há os que precisam aprender, no silêncio das próprias quedas, que apoio não invade — sustenta.


E há os que precisam compreender que oferecer cuidado é virtude, mesmo quando não é acolhido.


No fim, a maturidade mora nesse lugar delicado: saber estender a mão sem impor, e saber recolhê-la sem perder a ternura.


Porque nem toda recusa é desprezo, e nem toda ajuda é invasão; às vezes, são apenas desencontros entre orgulho e necessidade.

⁠Que Deus é fiel,
o mundo já sabe,
ou ao menos deveria saber — e nós, até quando somos fiéis?


Deus tem sido sempre tão Generoso conosco que, se a Graça não fosse um Favor Imerecido, o Constrangimento talvez fosse muito maior que a Gratidão.


Não porque me falte reconhecimento, mas, porque sobra consciência das próprias falhas.


A graça, quando compreendida de verdade, não infla o ego — ela o desarma.


Talvez, sem essa plena consciência de imerecimento, dificilmente eu escaparia do abraço do constrangimento.


E há algo de profundamente pedagógico no favor que não se pode pagar, negociar ou justificar.


Ele nos retira do centro do palco, desmonta a agridoce ilusão de mérito e nos coloca no único lugar possível diante do Divino: o da humildade…


A Espiritual e a Intelectual.


Quem entende a graça não anda de peito estufado; anda de cabeça baixa, não por culpa, mas por reverência.


O constrangimento, nesse contexto, não é a vergonha paralisante, é puro espanto.


É perceber que, apesar de quem somos, carregados de rastros de podridão, continuamos sendo alcançados pelas mãos misericordiosas do Pai.


Que mesmo quando nossas mãos estão vazias de boas razões, elas ainda são preenchidas de misericórdia.


E isso nos educa mais do que qualquer repreensão.


Talvez a maior evidência de maturidade espiritual seja justamente essa: não transformar a generosidade de Deus em direito adquirido, nem a graça em moeda de barganha.


Quem vive consciente do favor imerecido não se acostuma com ele — agradece, cuida e tenta responder, não com merecimento, mas com fidelidade.


Que Deus é fiel, o mundo já sabe ou ao menos deveria saber — e nós?


Até quando somos ou tentamos ser fiéis?

⁠⁠Quando eu me calar, eu sei que o mundo não sentirá saudade da minha voz, mas se alguém sentir, que se contente com ela.


Sei que o mundo seguirá em frente — como sempre seguiu — indiferente à ausência da minha voz.


Não porque ela não tenha existido, mas porque os ruídos do mundo, muito raramente, o deixam perceber silêncios que não gritam por atenção.


Ocupado demais com os próprios ecos, ele não notará a falta de uma voz tão insignificante que nunca quis ser multidão.


E está tudo bem.


Porque quando eu me calar, talvez não seja por ausência de palavras, mas por excesso de lucidez.


Há momentos em que falar já não acrescenta, explicar cansa e gritar não cura…


Então o silêncio deixa de ser fuga e passa a ser escolha.


Nem toda ausência precisa virar ruído.


E nem todo silêncio é pedido de aplauso.


Se alguém sentir saudade, que a sinta por inteiro, sem pressa de transformá-la em cobrança.


Saudade não exige devolução, não pede palco e nem reclama resposta.


Ela apenas existe — como prova de que algo foi dito, vivido ou sentido no tempo certo.


Ainda assim, se alguém sentí-la, que não lamente.


Que se contente com ela.


E que guarde essa voz como quem guarda um copo d’água no deserto: não para exibir, mas para lembrá-la.


Porque há vozes que não foram feitas para ecoar em multidões, e sim para alcançar um coração de cada vez.


O silêncio, quando escolhido, não é derrota nem esquecimento.


É o berço do descanso da alma…


O lugar onde a palavra aprende a ter peso justamente por não ser dita.


É a forma mais honesta de permanecer inteiro quando as palavras já não alcançam.


E se restar alguém que sinta, que se contente com o sentir.


Porque há afetos que não precisam de voz para continuar verdadeiros — sobrevivem, intactos, exatamente no espaço onde o silêncio começa.

"ultimamente, tenho pensado, quem estará lá para tomar o meu lugar? Quando eu tiver ido, você precisará de amor para iluminar as sombras no seu rosto, se uma onda enorme caísse, e caísse sobre todos nós, então, entre a areia e as pedras, você conseguiria se virar sozinha? Se eu pudesse, eu iria eu irei aonde quer que você vá
bem lá em cima ou lá embaixo, irei aonde quer que você vá, e talvez, eu descobrirei uma forma de trazer tudo de volta algum dia. Para observá-la, para guiá-la, através do mais escuro dos seus dias, se uma onda enorme cair, e cair sobre todos nós, então eu espero que haja alguém, que possa me trazer de volta para você. Se eu pudesse, eu iria, eu iria aonde quer que você fosse, bem lá em cima ou lá embaixo, eu iria aonde quer que você fosse. Fuja com o meu coração, fuja com a minha esperança, fuja com o meu amor, só agora eu sei o quanto, a minha vida e o meu amor precisam permanecer, no seu coração e na sua mente, eu estarei com você por todo o tempo. Se eu pudesse, então eu iria, irei aonde quer que você vá, bem lá em cima ou lá embaixo, irei aonde quer que você vá, se eu pudesse fazer o tempo voltar, irei aonde quer que você vá, se eu pudesse fazer você ser minha, irei aonde quer que você vá (88)"

Inserida por maspqpisa

A gente luta pra alcançar um objetivo e quando alcançamos não podemos parar de lutar por ele.

Inserida por gusmazza

Recordo de quando disseste para minha pessoa que nunca irias me deixar mais anos depois uma taça com meu sangue tomou, isso escrevo pois seu coração como labuzando me com seu sangue, que jorras de suas veias, meu coração e tolo minha mente fraca mais meus pesamentos iram mais longe que suas atitudes sabe porque? porque você já esta quase morta nesse chão banhado com nosso sangue.

Inserida por andyoculos

E por que te amo tanto? E porque quando você passa um enorme sorriso se abre na minha boca? E porque me bloqueia se sabe que te amo?Não entendo, tem algo de errado comigo? Nem olha mais na minha cara, nem lembra mais que um dia esse "palhaço" já te fez feliz

Inserida por MattMaaXD

O duro não é sentir medo. Pior fica quando há o medo de sentir.

Inserida por karineaxer

O que você senti quando lê, diz muito mais sobre você do que sobre o poeta que dedilhou cada palavra lida...

Inserida por ViniOpoeta

Um passarinho estava voando pelos imensos céus,voando e voando,quando derrepentemente bateu-lhe aquela saudade do passado,ele havera de tomar uma decisão muito triste,que foi abandonar todos seus companheiros. Quando pensou em voltar,ouve uma tempestade,por ali o passarinho passou,horas,e mais horas esperando a tempestade passar. Quando estava voltando,muito cansado o passarinho continuou voando e voando... Foi então que ele chegou a terra onde viveu todos os seus melhores momentos,e aí se perguntou : '' - Onde há de estar todos os meus amigos '' ? Foi então que veio uma voz e lhe disse : Enquanto estavas voando num mundo de egoísmo e amargura estávamos nos preparando para viver em coletividade e alegria,então todos os seus amigos se prepararam para ser feliz,enquanto o passarinho por ali ficou,sem comida,sem água,sem casa,e sem companhia.

Inserida por FelipeAnderson

Quando fico muito tempo sem falar com você tudo parece perder o sentido,as cores perdem sua vida e ficam no preto e branco ,acordar fica deprimente ,um dia sem você é como se a terra sem seus mares e oceanos,como o ceu sem suas estrelas, a vida não importa mais, não se eu não tiver você.

Inserida por carolinevargas09

.. Quando sentir-se perdido,
acalme-se, relaxe. Eu tenho seu paradeiro, é aqui dentro de mim, dentro do meu coração..

Inserida por BarbaraEllenDeLima

.. Ok,
vou fazer o que posso, vou segurar as pontas, vou fingir alegria quando preciso for e enquanto for necessário, vou levar na brincadeira, vou brincar com meus problemas, vou fingir que eles nem existem. Me sinto bem embora o mundo lá fora me dê motivos pra chorar e me sentir reprimida. Ah, vai me desculpando aí, mas não nasci pra sofrer..

Inserida por BarbaraEllenDeLima