31 anos

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Que a liberdade ressoe!

Há cem anos, um grande americano, sob cuja sombra simbólica nos encontramos, assinava a Proclamação da Emancipação. Esse decreto fundamental foi como um raio de luz de esperança para milhões de escravos negros que tinham sido marcados a ferro nas chamas de uma vergonhosa injustiça. Veio como uma aurora feliz para terminar a longa noite do cativeiro. Mas, cem anos mais tarde, devemos enfrentar a realidade trágica de que o Negro ainda não é livre.

Cem anos mais tarde, a vida do Negro é ainda lamentavelmente dilacerada pelas algemas da segregação e pelas correntes da discriminação. Cem anos mais tarde, o Negro continua a viver numa ilha isolada de pobreza, no meio de um vasto oceano de prosperidade material. Cem anos mais tarde, o Negro ainda definha nas margens da sociedade americana, estando exilado na sua própria terra.

Por isso, encontramo-nos aqui hoje para dramaticamente mostrarmos esta extraordinária condição. Num certo sentido, viemos à capital do nosso país para descontar um cheque. Quando os arquitectos da nossa república escreveram as magníficas palavras da Constituição e da Declaração de independência, estavam a assinar uma promissória de que cada cidadão americano se tornaria herdeiro.

Este documento era uma promessa de que todos os homens veriam garantidos os direitos inalienáveis à vida, à liberdade e à procura da felicidade. É óbvio que a América ainda hoje não pagou tal promissória no que concerne aos seus cidadãos de cor. Em vez de honrar este compromisso sagrado, a América deu ao Negro um cheque sem cobertura; um cheque que foi devolvido com a seguinte inscrição: "saldo insuficiente". Porém nós recusamo-nos a aceitar a ideia de que o banco da justiça esteja falido. Recusamo-nos a acreditar que não exista dinheiro suficiente nos grandes cofres de oportunidades deste país.

Por isso viemos aqui cobrar este cheque - um cheque que nos dará quando o recebermos as riquezas da liberdade e a segurança da justiça. Também viemos a este lugar sagrado para lembrar à América da clara urgência do agora. Não é o momento de se dedicar à luxuria do adiamento, nem para se tomar a pílula tranquilizante do gradualismo. Agora é tempo de tornar reais as promessas da Democracia. Agora é o tempo de sairmos do vale escuro e desolado da segregação para o iluminado caminho da justiça racial. Agora é tempo de abrir as portas da oportunidade para todos os filhos de Deus. Agora é tempo para retirar o nosso país das areias movediças da injustiça racial para a rocha sólida da fraternidade.

Seria fatal para a nação não levar a sério a urgência do momento e subestimar a determinação do Negro. Este sufocante verão do legítimo descontentamento do Negro não passará até que chegue o revigorante Outono da liberdade e igualdade. 1963 não é um fim, mas um começo. Aqueles que crêem que o Negro precisava só de desabafar, e que a partir de agora ficará sossegado, irão acordar sobressaltados se o País regressar à sua vida de sempre. Não haverá tranquilidade nem descanso na América até que o Negro tenha garantido todos os seus direitos de cidadania.

Os turbilhões da revolta continuarão a sacudir as fundações do nosso País até que desponte o luminoso dia da justiça. Existe algo, porém, que devo dizer ao meu povo que se encontra no caloroso limiar que conduz ao palácio da justiça. No percurso de ganharmos o nosso legítimo lugar não devemos ser culpados de actos errados. Não tentemos satisfazer a sede de liberdade bebendo da taça da amargura e do ódio.

Temos de conduzir a nossa luta sempre no nível elevado da dignidade e disciplina. Não devemos deixar que o nosso protesto realizado de uma forma criativa degenere na violência física. Teremos de nos erguer uma e outra vez às alturas majestosas para enfrentar a força física com a força da consciência.

Esta maravilhosa nova militancia que engolfou a comunidade negra não nos deve levar a desconfiar de todas as pessoas brancas, pois muitos dos nossos irmãos brancos, como é claro pela sua presença aqui, hoje, estão conscientes de que os seus destinos estão ligados ao nosso destino, e que sua liberdade está intrinsecamente ligada à nossa liberdade.

Não podemos caminhar sozinhos. À medida que caminhamos, devemos assumir o compromisso de marcharmos em frente. Não podemos retroceder. Há quem pergunte aos defensores dos direitos civis: "Quando é que ficarão satisfeitos?" Não estaremos satisfeitos enquanto o Negro for vítima dos incontáveis horrores da brutalidade policial. Não poderemos estar satisfeitos enquanto os nossos corpos, cansados das fadigas da viagem, não conseguirem ter acesso a um lugar de descanso nos motéis das estradas e nos hotéis das cidades. Não poderemos estar satisfeitos enquanto a mobilidade fundamental do Negro for passar de um gueto pequeno para um maior. Nunca poderemos estar satisfeitos enquanto um Negro no Mississipi não pode votar e um Negro em Nova Iorque achar que não há nada pelo qual valha a pena votar. Não, não, não estamos satisfeitos, e só ficaremos satisfeitos quando a justiça correr como a água e a rectidão como uma poderosa corrente.

Sei muito bem que alguns de vocês chegaram aqui após muitas dificuldades e tribulações. Alguns de vocês saíram recentemente de pequenas celas de prisão. Alguns de vocês vieram de áreas onde a vossa procura da liberdade vos deixou marcas provocadas pelas tempestades da perseguição e sofrimentos provocados pelos ventos da brutalidade policial. Vocês são veteranos do sofrimento criativo. Continuem a trabalhar com a fé de que um sofrimento injusto é redentor.

Voltem para o Mississipi, voltem para o Alabama, voltem para a Carolina do Sul, voltem para a Geórgia, voltem para a Luisiana, voltem para as bairros de lata e para os guetos das nossas modernas cidades, sabendo que, de alguma forma, esta situação pode e será alterada. Não nos embrenhemos no vale do desespero.

Digo-lhes, hoje, meus amigos, que apesar das dificuldades e frustrações do momento, ainda tenho um sonho. É um sonho profundamente enraizado no sonho americano.

Tenho um sonho que um dia esta nação levantar-se-á e viverá o verdadeiro significado da sua crença: "Consideramos estas verdades como evidentes por si mesmas, que todos os homens são criados iguais".

Tenho um sonho que um dia nas montanhas rubras da Geórgia os filhos de antigos escravos e os filhos de antigos proprietários de escravos poderão sentar-se à mesa da fraternidade.

Tenho um sonho que um dia o estado do Mississipi, um estado deserto, sufocado pelo calor da injustiça e da opressão, será transformado num oásis de liberdade e justiça.

Tenho um sonho que meus quatro pequenos filhos viverão um dia numa nação onde não serão julgados pela cor da sua pele, mas pela qualidade do seu caractér.

Tenho um sonho, hoje.

Tenho um sonho que um dia o estado de Alabama, cujos lábios do governador actualmente pronunciam palavras de ... e recusa, seja transformado numa condição onde pequenos rapazes negros, e raparigas negras, possam dar-se as mãos com outros pequenos rapazes brancos, e raparigas brancas, caminhando juntos, lado a lado, como irmãos e irmãs.

Tenho um sonho, hoje.

Tenho um sonho que um dia todo os vales serão elevados, todas as montanhas e encostas serão niveladas, os lugares ásperos serão polidos, e os lugares tortuosos serão endireitados, e a glória do Senhor será revelada, e todos os seres a verão, conjuntamente.

Esta é nossa esperança. Esta é a fé com a qual regresso ao Sul. Com esta fé seremos capazes de retirar da montanha do desespero uma pedra de esperança. Com esta fé poderemos transformar as dissonantes discórdias de nossa nação numa bonita e harmoniosa sinfonia de fraternidade. Com esta fé poderemos trabalhar juntos, rezar juntos, lutar juntos, ir para a prisão juntos, ficarmos juntos em posição de sentido pela liberdade, sabendo que um dia seremos livres.

Esse será o dia quando todos os filhos de Deus poderão cantar com um novo significado: "O meu país é teu, doce terra de liberdade, de ti eu canto. Terra onde morreram os meus pais, terra do orgulho dos peregrinos, que de cada localidade ressoe a liberdade".

E se a América quiser ser uma grande nação isto tem que se tornar realidade. Que a liberdade ressoe então dos prodigiosos cabeços do Novo Hampshire. Que a liberdade ressoe das poderosas montanhas de Nova Iorque. Que a liberdade ressoe dos elevados Alleghenies da Pensilvania!

Que a liberdade ressoe dos cumes cobertos de neve das montanhas Rochosas do Colorado!

Que a liberdade ressoe dos picos curvos da Califórnia!

Mas não só isso; que a liberdade ressoe da Montanha de Pedra da Geórgia!

Que a liberdade ressoe da Montanha Lookout do Tennessee!

Que a liberdade ressoe de cada Montanha e de cada pequena elevação do Mississipi.

Que de cada localidade, a liberdade ressoe.

Quando permitirmos que a liberdade ressoe, quando a deixarmos ressoar de cada vila e cada aldeia, de cada estado e de cada cidade, seremos capazes de apressar o dia em que todos os filhos de Deus, negros e brancos, judeus e gentios, protestantes e católicos, poderão dar-se as mãos e cantar as palavras da antiga canção negra: "Liberdade finalmente! Liberdade finalmente! Louvado seja Deus, Todo Poderoso, estamos livres, finalmente!"



(Versão Original)



Five score years ago, a great American, in whose symbolic shadow we stand signed the Emancipation Proclamation. This momentous decree came as a great beacon light of hope to millions of Negro slaves who had been seared in the flames of withering injustice. It came as a joyous daybreak to end the long night of captivity. But one hundred years later, we must face the tragic fact that the Negro is still not free.

One hundred years later, the life of the Negro is still sadly crippled by the manacles of segregation and the chains of discrimination. One hundred years later, the Negro lives on a lonely island of poverty in the midst of a vast ocean of material prosperity. One hundred years later, the Negro is still languishing in the corners of American society and finds himself an exile in his own land.

So we have come here today to dramatize an appalling condition. In a sense we have come to our nation's capital to cash a check. When the architects of our republic wrote the magnificent words of the Constitution and the Declaration of Independence, they were signing a promissory note to which every American was to fall heir.

This note was a promise that all men would be guaranteed the inalienable rights of life, liberty, and the pursuit of happiness. It is obvious today that America has defaulted on this promissory note insofar as her citizens of color are concerned. Instead of honoring this sacred obligation, America has given the Negro people a bad check which has come back marked "insufficient funds." But we refuse to believe that the bank of justice is bankrupt. We refuse to believe that there are insufficient funds in the great vaults of opportunity of this nation.

So we have come to cash this check -- a check that will give us upon demand the riches of freedom and the security of justice. We have also come to this hallowed spot to remind America of the fierce urgency of now. This is no time to engage in the luxury of cooling off or to take the tranquilizing drug of gradualism. Now is the time to rise from the dark and desolate valley of segregation to the sunlit path of racial justice. Now is the time to open the doors of opportunity to all of God's children. Now is the time to lift our nation from the quicksands of racial injustice to the solid rock of brotherhood.

It would be fatal for the nation to overlook the urgency of the moment and to underestimate the determination of the Negro. This sweltering summer of the Negro's legitimate discontent will not pass until there is an invigorating autumn of freedom and equality. Nineteen sixty-three is not an end, but a beginning. Those who hope that the Negro needed to blow off steam and will now be content will have a rude awakening if the nation returns to business as usual. There will be neither rest nor tranquility in America until the Negro is granted his citizenship rights.

The whirlwinds of revolt will continue to shake the foundations of our nation until the bright day of justice emerges. But there is something that I must say to my people who stand on the warm threshold which leads into the palace of justice. In the process of gaining our rightful place we must not be guilty of wrongful deeds. Let us not seek to satisfy our thirst for freedom by drinking from the cup of bitterness and hatred.

We must forever conduct our struggle on the high plane of dignity and discipline. we must not allow our creative protest to degenerate into physical violence. Again and again we must rise to the majestic heights of meeting physical force with soul force.

The marvelous new militancy which has engulfed the Negro community must not lead us to distrust of all white people, for many of our white brothers, as evidenced by their presence here today, have come to realize that their destiny is tied up with our destiny and their freedom is inextricably bound to our freedom.

We cannot walk alone. And as we walk, we must make the pledge that we shall march ahead. We cannot turn back. There are those who are asking the devotees of civil rights, "When will you be satisfied?" we can never be satisfied as long as our bodies, heavy with the fatigue of travel, cannot gain lodging in the motels of the highways and the hotels of the cities. We cannot be satisfied as long as the Negro's basic mobility is from a smaller ghetto to a larger one. We can never be satisfied as long as a Negro in Mississippi cannot vote and a Negro in New York believes he has nothing for which to vote. No, no, we are not satisfied, and we will not be satisfied until justice rolls down like waters and righteousness like a mighty stream.

I am not unmindful that some of you have come here out of great trials and tribulations. Some of you have come fresh from narrow cells. Some of you have come from areas where your quest for freedom left you battered by the storms of persecution and staggered by the winds of police brutality. You have been the veterans of creative suffering. Continue to work with the faith that unearned suffering is redemptive.

Go back to Mississippi, go back to Alabama, go back to Georgia, go back to Louisiana, go back to the slums and ghettos of our northern cities, knowing that somehow this situation can and will be changed. Let us not wallow in the valley of despair.

I say to you today, my friends, that in spite of the difficulties and frustrations of the moment, I still have a dream. It is a dream deeply rooted in the American dream.

I have a dream that one day this nation will rise up and live out the true meaning of its creed: "We hold these truths to be self-evident: that all men are created equal."

I have a dream that one day on the red hills of Georgia the sons of former slaves and the sons of former slaveowners will be able to sit down together at a table of brotherhood.

I have a dream that one day even the state of Mississippi, a desert state, sweltering with the heat of injustice and oppression, will be transformed into an oasis of freedom and justice.

I have a dream that my four children will one day live in a nation where they will not be judged by the color of their skin but by the content of their character.

I have a dream today.

I have a dream that one day the state of Alabama, whose governor's lips are presently dripping with the words of interposition and nullification, will be transformed into a situation where little black boys and black girls will be able to join hands with little white boys and white girls and walk together as sisters and brothers.

I have a dream today.

I have a dream that one day every valley shall be exalted, every hill and mountain shall be made low, the rough places will be made plain, and the crooked places will be made straight, and the glory of the Lord shall be revealed, and all flesh shall see it together.

This is our hope. This is the faith with which I return to the South. With this faith we will be able to hew out of the mountain of despair a stone of hope. With this faith we will be able to transform the jangling discords of our nation into a beautiful symphony of brotherhood. With this faith we will be able to work together, to pray together, to struggle together, to go to jail together, to stand up for freedom together, knowing that we will be free one day.

This will be the day when all of God's children will be able to sing with a new meaning, "My country, 'tis of thee, sweet land of liberty, of thee I sing. Land where my fathers died, land of the pilgrim's pride, from every mountainside, let freedom ring."

And if America is to be a great nation, this must become true. So let freedom ring from the prodigious hilltops of New Hampshire. Let freedom ring from the mighty mountains of New York. Let freedom ring from the heightening Alleghenies of Pennsylvania!

Let freedom ring from the snowcapped Rockies of Colorado!

Let freedom ring from the curvaceous peaks of California!

But not only that; let freedom ring from Stone Mountain of Georgia!

Let freedom ring from Lookout Mountain of Tennessee!

Let freedom ring from every hill and every molehill of Mississippi.

From every mountainside, let freedom ring.

When we let freedom ring, when we let it ring from every village and every hamlet, from every state and every city, we will be able to speed up that day when all of God's children, black men and white men, Jews and Gentiles, Protestants and Catholics, will be able to join hands and sing in the words of the old Negro spiritual, "Free at last! free at last! thank God Almighty, we are free at last!"

Das alegrias e lágrimas

Dez anos atrás eu estava almoçando num restaurante em Ribeirão Preto. Ao meu lado, dezenas de estudantes comemoravam a formatura no segundo grau; riam, brindavam, faziam troça uns com os outros.

Eram pessoas que haviam cumprido uma etapa em suas vidas, e estavam alegres por causa disto.

Uma hora depois, quando eu já estava na sobremesa, o clima dos estudantes havia mudado completamente. A mesa foi ficando cada vez mais silenciosa, e, logo em seguida, alguém chorou. Pouco a pouco, o choro foi se espalhando entre eles.

As pessoas se abraçavam, faziam promessas de jamais se afastarem, mas sabiam no fundo de seus corações que a partir dali os caminhos se separavam.

Eram pessoas que haviam cumprido uma etapa em suas vidas, e estavam tristes por causa disto

Paulo Coelho

Nota: Paulo Coelho em 22 de Maio de 2008 às 0201 em sua coluna.

Uma mentira arranca o seu sorriso por uns dias e te decepciona por muitos anos...

A vida é às vezes muito avara: a pessoa passa dias, semanas, meses e anos sem sentir
nada de novo. Entretanto, uma vez que abre uma porta (...), uma verdadeira avalanche entra pelo espaço aberto. Em um momento você não
tem nada, no momento seguinte tem mais do que consegue aceitar.

Paulo Coelho
Onze Minutos

Rainha da beleza de apenas 18 anos
Não se aceitava muito bem
Ele sempre estava perto para ajudá-la
Ela sempre pertenceu a outro

Eu viajei muitos quilômetros
E vim parar na sua porta
Eu tive você tantas vezes
Mas, por algum motivo, eu quero mais

Não me importo de ficar todo dia
Na sua esquina debaixo de chuva
Procure a garota do sorriso partido
E pergunte se ela quer ficar um pouco
E ela será amada
Ela será amada

Toque na minha janela bata na minha porta
Eu quero fazer você se sentir linda
Sei que eu tendo a ser inseguro
Mas isso não importa mais

Nem tudo são arco-íris e borboletas
São as concessões que nos impulsionam
Meu coração está cheio e minha porta está sempre aberta
Venha sempre que quiser

Não me importo de ficar todo dia
Na sua esquina debaixo de chuva
Procure a garota do sorriso partido
E pergunte se ela quer ficar um pouco
E ela será amada
E ela será amada
E ela será amada
E ela será amada

Eu sei onde você se esconde
Sozinha no seu carro
Eu sei todas as coisas que fazem você ser quem você é
Sei que adeus não significa nada
Ela volta e me implora para segurá-la toda vez que cair.

Toque na minha janela bata na minha porta
Eu quero fazer você se sentir linda

Não me importo de ficar todo dia
Na sua esquina debaixo de chuva
Procure a garota do sorriso partido
E pergunte se ela quer ficar um pouco
E ela será amada
E ela será amada
E ela será amada
E ela será amada

Por favor, não se force tanto a dizer adeus
Por favor, não se force tanto a dizer adeus

Não me importo de ficar todo o dia
Na sua esquina debaixo de chuva

Se esforce para dizer adeus.

Quando nós fazemos as nossas orações , e as vezes achamos que ela não deu certo .
É que a vezes é Para ser desses jeito!
E que , esses jeito pode ser o jeito certo .

Inserida por Claudiosantos22

⁠ é vivendo que se aprende a viver.

Inserida por Kebay1

⁠Ó amor que queima como fogo
Em poucos, ou em todos
E como ferida que dói
E não se sente!
Será que sou louco o suficiente
Para suportar tal sentimento indecente?
O pensamento busca-te,
quem diria...
Era você que meu coração tanto pedia!
E Ficando perto de você
A felicidade eu via,
E No mais profundo do meu ser,
Pelas pulsões do Querer
Só recitei para te dizer:
Que eu amo você!

A Escola

Minha escola é Legal
e não dá pra esquecer
e nessa quarentena
a saudade é pra valer.

Pensando em meus colegas
dá saudades de montão
e a minha professora
é fantástica meu irmão.

Quando penso na escola
me emociono quase sempre
mas penso logo em seguida
Isabella, seja valente.

Não esqueço de ninguém
amo a todos com carinho
Por isso fiz esse poema
desse jeito, meu jeitinho

Mando um beijo a todos
todos mesmo em geral
pra essa turma querida
fantástica e genial

O simples fato de perceber o valor de um não e finalmente aceitar seu real propósito de uma negação é realmente desafiador mas quando concluído ele se torna libertador

A verdadeira liberdade é quando você começa a agir por si mesmo e deixa os medos e pensamentos impostos pelo seu cérebro de lado

Se tirar a esperança de um homem, ele sera apenas um animal.

Inserida por Parisina

Minha Quarentena

A quarentena não acabou
mas está para acabar
Pense numa coisa chata
Na rua não posso brincar.

Com meu pai aqui em casa
não fico no tédio não
Princialmente na hora
em que vamos pro colchão.

Eu escuto do meu quarto
esses bocas de sacola
Quando eu chego no quarto
-Isabella, olha a hora!

Então volto pro me quarto
toda, toda entristecida
amanhã podemos conversar
penso logo em seguida

Quando acordo mamãe diz:
- Glícia te ligou agora
Então falo pra ela
- É pra fazermos as tarefas da escola.

Quando terminamos a tarefa
vamos logo jogar
Mas mamãe acaba com a alegria
Quando diz que precisa do celular

Esta é minha quarentena
para mim, ela é legal
mas pros meus queridos pais
é difícil e radical.

Inserida por JedaiasPaulo

Quem sou eu?

Queria ser um gato

Pra todo mundo me dar carinho

E eu... Só tomar o leitinho.

Queria ser um ator

Pra ter fama

E muita grana.

Queria ser um astronauta

Pro espaço viajar

E na lua pisar.

Queria ser uma lagartixa

Tomar sol

E só ficar com preguiça.

Queria ser um professor

Pra ensinar aos alunos

O amor.

Queria ser uma maçã

Bem vermelhinha e bonita

Para o namorado dar

Pra a namorada e ela gostar.

Mas quem sou eu?

Apenas um menino, escrevi um poema.

Sou estudante

E quero ter um futuro brilhante!

Inserida por joselitogarcia

Paninho, paninho se você não fosse meu eu não seria seu

Inserida por felipesantostjs

⁠⁠Poema infantil
Estou fazendo esse poema para tirar a minha dor, a dor que está no meu amor.
Faço isso com o fundo do meu coração, brincando isso vira uma canção.
Sou estudante e muito brincalhão, gosto de ir para escola fazer a lição.
Faço isso para a professora que ajuda os alunos, ela é a melhor do mundo, e esse poema não acaba por aqui, quero ler ele para minha sala de aula.
Capricho no poema para vocês falarem ualll...agora neste final dou um tchau.
Luan Felipe Maccherini de Souza
10 anos

Inserida por gislene_souza

⁠Muitas das vezes pensar em coisas ruins
E uma válvula de escape, para processar as coisas boas que nunca vivemos.

Inserida por Yanne_Almeida

⁠Você pode fazer tudo,basta sonhar
Até voar você consegue

Inserida por Carinhadainternet

Grilhões de
Debates foram feitos sobre a vida, mas, na verdade, o que foi feito foram lutas, guerras, separações, limitações, preocupações, problemas, confusões ... de uma maneira mais fácil de dizer: muito caos,por que grilhões são algemas e é isso que algemas fazem....te prendem.

.Autor:Aceitando seus medos

Inserida por ConfideFriasolitaria

Gênesis 31

Jacob foge de Labão

1 Jacó, porém, ouviu falar que os filhos de Labão es­tavam dizendo: "Jacó tomou tudo que o nosso pai tinha e juntou toda a sua riqueza à custa do nosso pai".
2 E Jacó percebeu que a atitude de Labão para com ele já não era a mes­ma de antes.
3 E o Senhor disse a Jacó: "Volte para a terra de seus pais e de seus paren­tes, e eu estarei com você".
4 Então Jacó mandou chamar Raquel e Lia para virem ao campo onde estavam os seus re­banhos,
5 e lhes disse: "Vejo que a atitude do seu pai para comigo não é mais a mesma, mas o Deus de meu pai tem estado comigo.
6 Vocês sabem que trabalhei para seu pai com todo o empenho,
7 mas ele tem me feito de tolo, mudan­do o meu salário dez vezes. Contudo, Deus não permitiu que ele me prejudicasse.
8 Se ele dizia: 'As crias salpicadas serão o seu salário', todos os rebanhos geravam filhotes salpicados; e, se ele dizia: 'As que têm listras serão o seu salário', todos os rebanhos geravam filhotes com ­listras.
9 Foi assim que Deus tirou os rebanhos de seu pai e os deu a mim.
10 "Na época do acasalamento, tive um sonho em que olhei e vi que os machos que fe­cundavam o rebanho tinham listras, eram salpi­cados e ma­lhados.
11 O Anjo de Deus me disse no sonho: 'Ja­có!' Eu respondi: 'Eis-me aqui!'
12 En­tão ele disse: 'Olhe e veja que todos os machos que fecundam o rebanho têm listras, são salpica­dos e ma­lhados, porque tenho visto tudo o que Labão lhe fez.
13 Sou o Deus de Betel, onde você ungiu uma coluna e me fez um voto. Saia agora desta terra e volte para a sua terra na­tal' ".
14 Raquel e Lia disseram a Jacó: "Temos ainda parte na herança dos bens de nosso pai?
15 Não nos trata ele como estrangeiras? Não ape­nas nos vendeu como também gastou tudo o que foi pago por nós!
16 Toda a riqueza que Deus tirou de nosso pai é nossa e de nossos filhos. Portanto, faça tudo quanto Deus lhe orde­nou".
17 Então Jacó ajudou seus filhos e suas mulheres a montar nos camelos,
18 e conduziu todo o seu rebanho, junto com todos os bens que havia acumulado em Padã-Arã, para ir à terra de Canaã, à casa de seu pai, Isaque.
19 Enquanto Labão tinha saído para tosquiar suas ovelhas, Raquel roubou de seu pai os ídolos do clã.
20 Foi assim que Jacó enganou a Labão, o arameu, fugindo sem lhe dizer nada.
21 Ele­ fugiu com tudo o que tinha e, atraves­sando o Eufrates, foi para os montes de Gileade.

Labão persegue Jacob

22 Três dias depois, Labão foi informado de que Jacó tinha fugido.
23 To­mando consigo os homens de sua família, perseguiu Jacó por sete dias e o alcançou nos montes de Gileade.
24 En­tão, de noite, Deus veio em sonho a Labão, o arameu, e o advertiu: "Cuidado! Não diga nada a Jacó, não lhe faça promessas nem ameaças".
25 Labão alcançou Jacó, que estava acam­pado nos montes de Gileade. Então Labão e os homens se acamparam ali também.
26 Ele pergun­tou a Jacó: "Que foi que você fez? Não só me enganou como também raptou minhas filhas como se fossem prisioneiras de guer­ra.
27 Por que você me enganou, fugindo em segredo, sem avisar-me? Eu teria celebrado a sua partida ­com alegria e cantos, ao som dos tambo­rins e das harpas.
28 Vo­cê nem sequer me deixou beijar meus netos e minhas filhas para despedir-me deles. Você foi insensa­to.
29 Te­nho poder para prejudicá-los; mas, na noite pas­sada, o Deus do pai de vocês me advertiu: 'Cuidado! Não diga nada a Jacó, não lhe faça promessas nem ameaças'.
30 Agora, se você partiu porque tinha saudade da casa de seu pai, por que roubou meus deuses?"
31 Jacó respondeu a Labão: "Tive medo, pois pensei que você tiraria suas filhas de mim à força.
32 Quanto aos seus deuses, quem for en­contrado com eles não ficará vivo. Na presença dos nossos parentes, veja você mesmo se está aqui comigo qualquer coisa que lhe pertença, e, se estiver, leve-a de volta". Ora, Jacó não sabia que Raquel os havia roubado.
33 Então Labão entrou na tenda de Jacó, e nas tendas de Lia e de suas duas servas, mas nada encontrou. Depois de sair da tenda de Lia, entrou na tenda de Raquel.
34 Raquel tinha colo­cado os ídolos dentro da sela do seu camelo e estava sentada em cima. Labão vasculhou toda a tenda, mas nada encontrou.
35 Raquel disse ao pai: "Não se irrite, meu se­nhor, por não poder me levantar em sua pre­sença, pois estou com o fluxo das mulhe­res". Ele procurou os ídolos, mas não os encontrou.
36 Jacó ficou irado e queixou-se a Labão­: "Qual foi meu crime? Que pecado cometi para que você me persiga furiosamente?
37 Você já vasculhou tudo o que me pertence. Encontrou algo que lhe pertença? Então coloque tudo aqui na frente dos meus paren­tes e dos seus, e que eles julguem entre nós dois.
38 "Vinte anos estive com você. Suas ove­lhas e cabras nunca abortaram, e jamais comi um só carneiro do seu rebanho.
39 Eu nunca levava a você os animais despedaçados por feras; eu mes­mo assumia o prejuízo. E você pedia contas de todo animal roubado de dia ou de noite.
40 O calor me consumia de dia, e o frio de noite, e o sono fugia dos meus olhos.
41 Foi assim nos vinte anos em que fiquei em sua casa. Traba­lhei para você catorze anos em troca de suas duas filhas e seis anos por seus reba­nhos, e dez vezes você alterou o meu salário.
42 Se o Deus de meu pai, o Deus de Abraão, o Temor de Isaque, não esti­vesse comigo, certa­mente você me despediria de mãos vazias. Mas Deus viu o meu sofrimento e o trabalho das minhas mãos e, na noite passada, ele manifestou a sua decisão".
43 Labão respondeu a Jacó: "As mulheres são minhas filhas, os filhos são meus, os reba­nhos são meus. Tudo o que você vê é meu. Que posso fazer por essas minhas filhas ou pelos filhos que delas nasceram?
44 Façamos agora, eu e você, um acordo que sirva de testemunho en­tre nós dois".
45 Então Jacó tomou uma pedra e a colo­cou em pé como coluna.
46 E disse aos seus pa­rentes: "Juntem algumas pedras". Eles apanha­ram pedras e as amontoaram. Depois comeram ali, ao lado do monte de pedras.
47 Labão o cha­mou Jegar-Saaduta, e Jacó o chamou Galeede.
48 Labão disse: "Este monte de pedras é uma testemu­nha entre mim e você, no dia de hoje". Por isso foi chamado Galeede.
49 Foi tam­bém chamado Mispá, por­que ele declarou: "Que o Senhor nos vigie, a mim e a você, quan­do estivermos separados um do outro.
50 Se você mal­tratar minhas filhas ou menosprezá-las, to­mando outras mulheres além delas, ainda que ninguém saiba, lembre-se de que Deus é teste­munha entre mim e você".
51 Disse ainda Labão a Jacó: "Aqui estão este monte de pedras e esta coluna que coloquei entre mim e você.
Então Jacó fez um juramento em nome do Temor de seu pai, Isaque.
52 S­ão testemunhas de que não passarei para o lado de lá para prejudicá-lo, nem você passará para o lado de cá para preju­dicar-me.
53 Que o Deus de Abraão, o Deus de Naor, o Deus do pai deles, julgue entre nós".
54 Ofereceu um sacrifí­cio no monte e chamou os parentes que lá esta­vam para uma refeição. Depois de comerem, passaram a noite ali.
55 Na manhã seguinte, Labão beijou seus netos e suas filhas e os abençoou, e depois vol­tou para a sua terra.

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