31 anos
3492 📜 Li e Escrevi: Seu Lula e o PT estão há 20 Anos no Poder. Se tivesse que ter essa Porcaria de Comunismo, já teria acontecido. Ninguém se preocupa mais com a Porcaria do Comunismo... Só a Direita Brasileira! A Esquerda faz diferente: Ganha Eleição, daí o ódio dos Direitinhos. li-e-escrevi.top!
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A propósito disso: 👇🤔
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3553 🥱 Não demora completo 100 Anos de Vida e nunca vi Eleição ser vencida ANTES. Seja por Pesquisas, por Desejo, por Leviandade ou por Ódio, tanto da Direita quanto da Esquerda. Em Democracias nunca vi. Mas em Golpes, sim, não em Tentativas, mas em Golpes Bem Sucedidos.
3588 🪶 Muitos anos depois fui ao local onde seria (mas não aconteceu) o Encontro entre a Maior Poetisa brasileira e o Maior Poeta Contemporâneo, em língua portuguesa. Fui 'sentir o clima'. Pena 🪶 não ter acontecido (entre eles). Que pena!
3714 🤫 Depois de todos esses anos, depois da Minha Experiência e depois dos Fatos Consagrados, é impossível alguém AINDA me convencer de que Coca Cola faz mal, de que Fanfarrões vão acabar com a GLOBO e de que Alienígenas farão contato. AINDA não vão me convencer, se esse for o objetivo!
3759 🤫 Há anos não revejo os Levianos que cruzaram o Meu Caminho e que tentaram exercer, comigo, essa Vergonha que é a Leviandade. Há anos não os revejo. Por que será? HeHeHe ou HaHaHa!
3772 🙏 Nos Últimos "Todos os Anos" da Minha Existência não tenho Discursando publicamente sobre Deus, Jesus e similares. E não o faço por não ser especialista no assunto, por não ter sido contemporâneo dessas Divindades e porque não sou Papagaio 🦜.
Estabelecer metas tornou-se muito comum nos últimos anos. Trata-se de um processo pelo qual a mente se concentra num resultado desejado. No fundo é apenas mais uma forma de tentar levar o mundo a fazer o que queremos que faça. Não é uma entrega espiritual.
A mágica acontece quando concentramos a mente numa manifestação desejada e entregamos nossa lista de compras a Deus, dizendo a Ele o que queremos que faça por nós. Os milagres acontecem quando perguntamos a Deus o que podemos fazer por Ele. Os milagres nos levam da mentalidade do “obter” para o “oferecer”. O desejo de obter algo nos leva à crença profunda de que não temos esse algo. Enquanto acreditarmos que existe escassez dentro de nós, continuaremos a fabricar escassez em volta de nós, porque este é o nosso pensamento básico. Não importa o quanto obtemos, nunca será suficiente.
Quando nosso desejo é oferecer, nossa crença profunda é a de que temos tamanha abundância que podemos distribuí-la. A mente subconsciente recebe a deixa de nossas crenças profundas e, com grande brilhantismo, fabrica situações que refletem essas crenças. Nossa disposição de dar leva o universo a nos dar.
A mãe do operador de milagres é a paz de espírito. Não sabemos o que nos faz felizes, apenas achamos que sabemos. Todos já obtivemos coisas que achamos que nos fariam felizes e não fizeram. A questão é que não seremos necessariamente felizes por escrevermos afirmações positivas para obter um Mercedez-Benz e conseguirmos obtê-lo. A percepção, quando voltada para o milagre, deve transformar a própria felicidade em meta e abdicar da ideia de que sabemos que cara terá essa felicidade. Ninguém sabe o que vai acontecer daqui a um mês ou um ano. Se conseguirmos o que desejamos agora, pode ser que lá na frente vejamos uma situação pior, justamente por causa do que obtivemos.
Ter na paz sua única meta, isso leva a mente a se concentrar em todos os fatores que contribuem para a nossa paz, deixando o resto de fora da nossa consciência. A mente e o olho são frequentemente inundados com inúmeras impressões, ao mesmo tempo que existe um censor embutido para dar foco às nossas percepções. E é ele que escolhe o que vamos notar e o que não vamos.
Ter como meta qualquer outra coisa que não seja a paz é emocionalmente destrutivo. Por exemplo, vamos fazer uma entrevista para um emprego e queremos muito ser contratados. Se nossa meta é conseguirmos esse emprego, tudo bem, caso venhamos a ser contratados. Mas se não o conseguirmos, ficaremos deprimidos. Se a paz for nossa meta, conseguindo ou não o emprego, estaremos em paz.
O importante é estabelecer uma meta no início de uma situação, caso contrário ficaremos com a impressão de que ela evolui de forma caótica. Quando a meta é a paz, estamos programados para a estabilidade emocional, não importa o que aconteça. A mente será direcionada para ver a situação de uma perspectiva de paz. Teremos fé em Deus e o milagre é que sentiremos realmente esta fé. Nossas emoções fluem de nosso pensamento e não o contrário.
Estabelecer metas específicas podem nos limitar. Talvez estejamos pedindo algo apenas bom, quando a vontade de Deus seria nos dar algo realmente imenso. Assim que entendermos que a vontade Dele é que sejamos felizes, não sentimos mais a necessidade de pedir qualquer outra coisa além de que Sua vontade seja feita. Mas temos receio de deixar as coisas nas mãos de Deus porque não sabemos o que Ele fará com elas. Temos que estabelecer a meta de sermos curados da crença de que Deus é medo e não amor. Nossa felicidade e nossa função são uma só. Se Deus for nossa meta, a felicidade é nossa meta.
A filosofia budista, que nasceu há mais de 2 mil anos na Índia vem conquistando o mundo por seus sábios ensinamentos sobre bondade, paz, consciência, amor, tolerância e compaixão.
As pessoas enxergam as lições budistas como guias, uma maneira de lidar com mais sabedoria com os desafios diários da vida.
Uma das maneiras mais comuns de difundir os pensamentos budistas é através das histórias e lendas, que se mantêm vivas de gerações em gerações.
A história budista de hoje carrega uma grande sabedoria e nos ensina a fazer uma pausa quando precisamos de mais paz e harmonia, em nossas vidas.
Deus me livre da maldade dos corações ruins e da inveja dos infelizes
Quem te protege não dorme. Acalme o seu coração, pois tudo ficará bem
Não espere coisas pequenas de um Deus poderoso! Ele sempre oferece muito mais do que você espera
Esperamos que você aproveite os ensinamentos.
Desafio
Eu ouvi uma antiga parábola. E deve ser muito antiga, porque naqueles dias Deus costumava viver na terra.
Um dia, um velho camponês foi fazer uma visita a Deus e lhe disse:
– Olhe, você deve ser Deus e você deve ter criado o mundo, mas há uma coisa que eu tenho que lhe dizer: você não é um camponês, você não sabe tudo o que há para saber sobre a agricultura. Você tem algo para aprender.
Deus, então, respondeu-lhe:
– Qual é o seu conselho?
O agricultor disse:
– Dê-me um ano e deixe-me fazer as coisas do jeito que eu quero e vamos ver o que acontece. A pobreza não mais existirá.
Deus aceitou a proposta do camponês e lhe deixou no comando por um ano. O camponês, em seu poder, controlava o mundo como achava melhor: sem tempestades, sem ventos, sem perigos para suas plantações. Tudo estava indo bem e ele estava muito feliz. O tempo estava funcionando de acordo com sua vontade, estava tudo matematicamente perfeito.
O camponês notou que o trigo cresceu muito mais do que o esperado, mas então ocorreu um problema. Então foi até Deus e disse:
– Nós conseguimos muitos grãos e mesmo se ficássemos um ano sem trabalhar, ainda teríamos comida suficiente. No entanto, quando fomos recolher os grãos, eles estavam vazios. O que aconteceu, qual foi o erro?
Deus respondeu:
– Como você cuidou para que tudo saísse perfeito, não houve desafio, nem conflitos, e assim o trigo tornou-se impotente. Desafios são necessários em todas as áreas da vida. Tempestades, trovões, relâmpagos são necessários, porque eles agitam a alma dentro do trigo. A noite é tão necessária quanto o dia, e os dias de tristeza são tão essenciais quanto os dias de felicidade.
Quando uma pessoa compreende a função do equilíbrio, entende que nem sempre tudo tem que acontecer de acordo com nossas vontades, e as inconstâncias fazem parte de nosso crescimento. Entender que a perfeição não existe traz paz aos nossos corações e nos ensina que, mesmo em condições imperfeitas, podemos prosperar na vida, se seguirmos o caminho correto e acreditarmos em nós mesmos.
Trabalho a exaustão
(Mauro A Evaristo)
Em todos esses anos,
Em todos os desenganos
Apesar de tantos e tantos
Todos esses marcos felicianos
O trabalhador de tempo livre
Muito mais ele se dedica, vive
Por ter maior satisfação
Sem o peso do trabalhar à exaustão.
O trabalhador livre com tempo a família,
Tempo pra estudar, entender a bíblia
A menos que o trabalho a exaustão
Seja apenas a armadilha
Pois o cansaço veda a compreensão
De perceber de onde vem a exploração.
feradapoesia.blogspot.com
Milhares de anos transformando o terreno, mas os moldes se diferenciam com o tempo. Geologia que representa à vida, mas os minerais não fazem parte da vida. Luzes que revelam os brilhos, de um período inconstante no ciclo. Voltas e mais voltas no período, onde esquecem do próprio ciclo.
"A medida que os anos passam, nossa alma ganha filtros. Aprendemos a deixar para trás o excesso de bagagem e a segurar apenas o que tem peso de amor e paz."
—By Coelhinha
"Poesia não se ensina, se aprende ao longo
dos anos de vida — dos bem vividos
e dos outros."
Jorge B Silva
O Que o Caderninho do Motorista Revela?
Há mais de seis anos, o motorista peregrino registra suas experiências em um pequeno caderno que carrega consigo: o *Diário de um Motorista*.
Certo dia, ao folhear suas páginas, encontrou um assunto marcado com três asteriscos: preconceito, discriminação e racismo. Para ele, os sinais indicavam um tema de extrema importância.
Continuando a leitura, encontrou anotações sobre passageiros da periferia de São Carlos. Muitos reclamavam do abandono do poder público e da falta de serviços básicos, como transporte coletivo de qualidade, postos de saúde, creches, agências bancárias e iluminação pública.
Algo chamou sua atenção: esses passageiros frequentemente agradeciam por ele ter aceitado a corrida. Alguns contavam que outros motoristas se recusavam a transportá-los por morarem na periferia.
O peregrino se perguntava: seria sempre uma questão de segurança ou, em determinadas situações, o preconceito também estaria presente?
Afinal, o endereço de uma pessoa deveria informar onde ela mora, jamais determinar o valor que a sociedade lhe atribui.
Em outras páginas, havia anotações sobre passageiros de bairros de classe alta. Alguns se despediam com um simples “Tudo certo aí?”, outros agradeciam, enquanto muitos entravam e saíam do carro em silêncio.
O motorista tinha a impressão de que, para alguns, a relação se resumia ao serviço contratado. Entretanto, sabia que o silêncio não significava necessariamente arrogância ou preconceito.
Sua reflexão era outra: por que esquecemos, tantas vezes, que por trás de cada profissão existe um ser humano que merece respeito?
A educação não deveria depender da posição social de quem está diante de nós.
O caderninho também guardava observações sobre professores e estudantes. O motorista notara que muitos se atrasavam para iniciar a corrida e utilizavam fones de ouvido durante o trajeto.
Em outra anotação, registrou uma impressão curiosa: dentro da universidade federal, era como se existissem três universidades — Medicina, Engenharias e Humanidades.
Segundo suas observações, a cada dez viagens que realizava para aquele ambiente, aproximadamente cinco eram destinadas à Medicina, quatro às Engenharias e apenas uma às Humanidades. Não era uma pesquisa oficial, mas uma percepção que despertava sua curiosidade.
Por que algumas profissões recebem tanto prestígio, enquanto outras áreas do conhecimento parecem ocupar um lugar secundário?
Não se tratava de diminuir a importância da Medicina ou das Engenharias, mas de questionar uma sociedade que, muitas vezes, mede o valor das pessoas pelo salário, pelo diploma ou pela profissão.
Conhecimento sem respeito corre o risco de se transformar em instrumento de distinção social.
Depois de revisitar suas anotações, o motorista decidiu escrever sobre o assunto.
O preconceito nasce de julgamentos antecipados, frequentemente alimentados por estereótipos. A discriminação acontece quando esses julgamentos se transformam em tratamento desigual. O racismo, por sua vez, também se manifesta nas instituições e nas estruturas sociais que reproduzem desigualdades raciais e dificultam o acesso a direitos e oportunidades.
Em termos simples, o preconceito alimenta o julgamento, a discriminação transforma esse julgamento em ação e o racismo pode perpetuar a desigualdade na sociedade.
Esses fenômenos podem se fortalecer mutuamente e não se limitam às atitudes individuais.
O problema se agrava quando alguém denuncia uma injustiça e ouve que tudo não passa de vitimismo. Nem toda discordância é preconceituosa, mas desqualificar quem relata discriminação pode impedir que problemas reais sejam reconhecidos.
Muitas vezes, quem desfruta de determinados privilégios não percebe as barreiras enfrentadas por outras pessoas. Reconhecer essas desigualdades não significa atribuir culpa a todos, mas compreender a realidade e contribuir para transformá-la.
Há também quem defenda a igualdade nas redes sociais e nos palanques, mas não demonstre o mesmo compromisso na vida cotidiana.
É a chamada virtude de fachada: defender publicamente uma causa sem disposição para rever atitudes e práticas que mantêm as desigualdades.
A verdadeira luta pela igualdade exige coerência. Não basta aplaudir a diversidade; é preciso combater a exclusão, oferecer oportunidades justas e tratar todos com dignidade.
Defender a igualdade é fácil quando ela não exige nenhuma mudança. O verdadeiro compromisso começa quando precisamos rever nossas próprias atitudes e privilégios.
Ao terminar suas anotações, o motorista peregrino compreendeu que seu caderninho guardava muito mais do que histórias de passageiros. Guardava perguntas sobre o Brasil, suas desigualdades e a maneira como as pessoas se relacionam.
Suas experiências não permitiam julgar uma classe social inteira, mas ofereciam motivos para refletir sobre os preconceitos que, muitas vezes, se escondem nas atitudes mais corriqueiras.
A grande questão não é descobrir quem é melhor ou pior, mas entender por que a cor da pele, o endereço, a profissão ou a condição econômica ainda influenciam a maneira como tratamos alguém.
Talvez a transformação comece quando deixamos de procurar preconceitos apenas nos outros e passamos a examinar nossas próprias atitudes.
Afinal, é fácil condenar a discriminação quando somos espectadores. Difícil é reconhecê-la quando ela aparece em nossas próprias palavras e escolhas.
E o motorista peregrino encerrou suas anotações com uma pergunta para o leitor:
Se todos merecem respeito, por que ainda permitimos que a cor da pele, o endereço, a profissão ou a condição social determinem a maneira como alguém é tratado?
Talvez a resposta não esteja apenas nos livros, nas leis ou nos discursos, mas também na próxima pessoa que encontrarmos pelo caminho.
Peregrino Nino Carneiro
Há 18 anos eu já tinha fé, mas descobri — às duras penas — que ainda não era fiel o suficiente para não lamentar a “volta para casa do Pai” do meu pai.
Ao ver pessoas de quase 90 anos perdendo a linha nas discussões com as de quase 5, começo a desconfiar que partiremos todos desse mundo esperando o fim dele.
Talvez uma das principais ilusões da vida seja acreditar que a idade, por si só, nos entrega a serenidade.
Como se os anos fossem um depósito automático de sabedoria, paciência e compreensão.
Mas basta observar uma criança em uma birra e um idoso em uma teimosia para perceber que o tempo não apaga certas características humanas; apenas muda suas roupagens.
Há algo curiosamente semelhante entre quem está chegando e quem está se despedindo da longa estrada da existência.
Ambos enxergam o mundo a partir de suas próprias certezas.
A criança porque ainda não aprendeu que o universo não gira ao seu redor.
O idoso, porque já viu tanto que às vezes acredita não haver mais nada novo sob o sol.
Entre um e outro, surgem discussões que parecem menos sobre razão e mais sobre a dificuldade de abrir mão do próprio ponto de vista.
Talvez seja por isso que tantas gerações se encontrem na mesma reclamação: a sensação de que o mundo está acabando.
A criança sente o fim do mundo quando lhe tiram um brinquedo.
O adulto sente quando seus planos fracassam.
E o idoso sente quando os costumes que conheceu desaparecem.
Em escalas diferentes, todos experimentamos pequenas versões do apocalipse particular.
A verdade é que o mundo muito raramente acaba.
O que acaba são as versões dele que construímos dentro de nós.
Acabam as referências, os hábitos, as certezas e os cenários que aprendemos a chamar de lar.
E cada despedida dessas exige uma adaptação que nem sempre estamos dispostos a fazer.
Talvez a maturidade não esteja em deixar de esperar o fim do mundo, mas em compreender que ele termina e recomeça inúmeras vezes ao longo da vida.
E que a grande arte de viver não é impedir essas transformações, mas atravessá-las sem transformar toda divergência em batalha.
Porque, no fundo, dos quase 5 aos quase 90 anos, seguimos aprendendo a mesma lição: o mundo não precisa terminar só porque deixou de ser exatamente como gostaríamos que fosse.
Com 20 anos a gente quer tudo.
Com 40 a gente quer metade.
Com 65, a gente quer o que é de verdade.
Então me diz, vamos descobrir juntos:
Você quer barulho ou quer sossego?
Quer gente nova ou quer os de sempre?
Quer ir ou quer ficar?
Às vezes o "eu quero" da nossa idade
não é querer mais coisa,
é querer menos peso.
Talvez você queira:
um dia sem dor na perna,
uma conversa boa na varanda,
a vida rindo sem pressa,
e saber que ainda cabe.
(Saul Beleza)
*5 Anos do Ravi*
Cinco voltas o sol já deu
Desde que o Ravi apareceu
Cinco vezes mais travessura
Cinco vezes mais ternura
Tem energia de cometa
Sorriso que desmonta dieta
Corre, pula, faz bagunça
E a casa inteira balança
Que tenha bolo, brigadeiro
Presente, abraço verdadeiro
E que o fim da festa seja só
O começo de mais um sonho bom
Parabéns pro Ravi!
Que a vida seja quintal grande
Pra caber toda a alegria que é só dele.
(Saul Beleza)
*"Muitos e muitos anos"*
Quando a pessoa esteve tanto tempo na sua vida
o corpo até esquece que ela não tá mais aqui.
A mão procura no lugar errado.
A música toca e o peito responde antes da cabeça.
A cidade inteira vira lembrança.
E o pior é que não é só saudade de quem a pessoa era.
É saudade de quem você era com ela.
De todos os anos que viraram rotina, risada, briga boba, silêncio confortável.
Dói porque foi longo.
Dói porque foi raiz.
E raiz quando arranca, leva um pedaço da terra junto.
(Saul Beleza)
Como nós seríamos nos anos 80...
Eu de jaqueta jeans,
cabelos longos e bagunçado,
te esperando no orelhão com uma ficha no bolso.
Você de vestido florido,
fita no cabelo,
chegando atrasada só pra me ver ansioso.
A gente dançando coladinho ao som de rádio FM,
sem celular,
sem pressa,
sem medo do amanhã.
Eu te levaria pra casa de Brasília bege placa IT 6711,
com uma fita cassete gravada só com nossas músicas de amor, a gente se beijando em casa sinal fechado,
e te dando um garra no portão
como se o mundo fosse acabar ali.
*- Saul Beleza*
Recordo de quando disseste para minha pessoa que nunca irias me deixar mais anos depois uma taça com meu sangue tomou, isso escrevo pois seu coração como labuzando me com seu sangue, que jorras de suas veias, meu coração e tolo minha mente fraca mais meus pesamentos iram mais longe que suas atitudes sabe porque? porque você já esta quase morta nesse chão banhado com nosso sangue.
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