Vovo Vou Sentir sua falta
O homem manipulador fará você sentir que não foi, e nunca será, a única. Ele faz isso para tentar compensar a própria falta de caráter.
Pra hoje quero agradecer a Deus por acordar e poder mais um dia sentir seu carinho e proteção. Desejo paz ao meu coração e muita fé pra concluir mais este capítulo. Que não me falte esperança em um mundo melhor e pessoas com mais amor no coração. Que seja um dia repleto de Bênçãos... Amém!
Só os tolos acreditam sentir a presença de Deus nas orações contaminadas pelo Discurso de Ódio.
Há orações que sobem como súplica, e há discursos que apenas ecoam ressentimento.
Quando a palavra se veste de fé, mas carrega ódio no tom, ela deixa de ser ponte e vira muro.
Deus não habita a violência disfarçada de devoção, nem se manifesta onde a dignidade do outro é negada em nome de uma verdade supostamente sagrada.
Porque a verdadeira oração não nasce da garganta — nasce do coração.
E um coração mal-acostumado a odiar, perde, pouco a pouco, a capacidade de reconhecer o Sagrado.
Os tolos acreditam sentir a presença de Deus em orações contaminadas pelo discurso de ódio, porque confundem barulho com transcendência e fervor com virtude.
A fé que agride não ora: acusa.
Não intercede: sentencia.
E não busca comunhão: exige submissão.
Não adianta fechar os olhos para rezar, mas permanecer de olhos bem abertos para ferir.
Nem juntar as mãos para orar, mas usá-las para apontar, excluir e atacar.
E, ainda assim, acreditam que Deus habita nessas palavras envenenadas, como se o Altíssimo fosse cúmplice das baixarias humanas.
Usam a mesma boca para abençoar e amaldiçoar, e mesmo assim esperam ser ouvidos.
Mas não é Deus quem os escuta — é apenas o eco da própria intolerância, devolvendo-lhes a agridoce ilusão de santidade.
A oração que não transforma o coração de quem a faz, dificilmente tocará o céu.
Pois onde Deus se faz presente, há silêncio que educa, compaixão que desarma e uma inquietação ética que impede o ódio de se ajoelhar como se fosse fé.
Porque onde o ódio se instala, a presença divina se ausenta.
E onde a oração é usada como arma, o céu não responde — se cala.
Ai dos que se atrevem a usar o Soberano nome de Deus para se esconder, aparecer e se promover.
Pedirão e não receberão, buscarão e não encontrarão, pois dos céus nenhum sinal lhes será dado.
O equilíbrio tá justamente aí: sentir sem se perder, questionar sem atacar, e entender sem se anular.
Eu estou diante de você, e não é por acaso. Eu sei o que é sentir que existe algo maior me chamando. Eu sei o que é ter um sonho estranho, intenso, quase inexplicável, e acordar com a sensação de que aquilo significava mais do que parecia. Eu já estive nesse lugar. E talvez, assim como você, eu tentei entender se aquilo vinha de fora… quando, na verdade, vinha de dentro.
Eu sonhei com algo que não cabia na lógica comum. Um ser que descia dos céus, que mudava de forma, que me olhava como se soubesse exatamente quem eu era antes mesmo de eu me tornar. E quando ele disse o nome, Mamu, eu não senti medo. Eu senti fascínio. E foi ali que tudo começou a mudar.
Porque o fascínio não mente.
O medo paralisa, mas o fascínio aponta. Ele revela aquilo que a gente deseja, mas ainda não teve coragem de assumir.
E naquele momento, sem perceber, eu estava diante da minha própria expansão. Não era um ser externo. Era uma representação daquilo que eu poderia me tornar. Algo mais consciente, mais estratégico, mais livre.
Mas liberdade não vem do excesso. Liberdade vem do controle. E foi aí que eu entendi algo que mudou completamente a minha forma de viver:
O suficiente é luxo.
Sim, o suficiente é luxo. Porque em um mundo onde todos querem mais, mais coisas, mais validação, mais reconhecimento, escolher o suficiente é escolher poder.
Mas me responde com sinceridade: você sabe o que é suficiente para você?
Ou você está apenas correndo atrás de algo que nunca termina?
Eu precisei parar. Eu precisei encarar o vazio que existia entre o que eu queria e o que eu realmente precisava. E não foi confortável. Porque o excesso disfarça a insegurança. Ele ocupa espaço, preenche o silêncio, evita que a gente encare a verdade.
Mas quando eu comecei a remover o excesso, algo curioso aconteceu.
Eu comecei a me enxergar.
Minimalismo nunca foi sobre ter pouco. Minimalismo é sobre ter clareza. É sobre olhar para a própria vida e perguntar: isso aqui tem propósito ou só está ocupando espaço?
E essa pergunta não serve só para objetos. Ela serve para tudo.
Para os pensamentos que você repete.
Para os conteúdos que você consome.
Para as pessoas que você mantém por perto.
Para as metas que você diz ter, mas não executa.
Eu comecei a eliminar. E no começo deu medo. Porque parece que você está perdendo. Mas não está. Você está abrindo espaço.
Espaço para o que realmente importa.
E foi nesse espaço que eu comecei a construir algo real. Eu parei de tentar fazer tudo e comecei a fazer o essencial. Eu parei de postar por postar e comecei a comunicar com intenção. Eu parei de querer agradar todo mundo e comecei a falar com quem realmente precisava me ouvir.
E aí entra algo que muita gente não entende:
Eu não vendo e-books. Eu vendo transformação.
Ninguém acorda pensando “vou comprar um e-book hoje”. As pessoas querem mudar. Querem se sentir melhores, mais leves, mais confiantes, mais no controle da própria vida.
E se você não entende isso, você não vende.
Mas se você entende… você constrói algo que cresce.
Eu comecei a observar. Testar. Ajustar. Errar. Melhorar. Repetir. E repetir de novo. Sem glamour. Sem atalhos. Sem esperar motivação.
Porque motivação é instável. Mas decisão é sólida.
E foi aí que eu percebi que enriquecer não tem a ver com fazer muito. Tem a ver com fazer certo, de forma consistente.
Você não precisa de 100 estratégias. Você precisa de uma que funcione… e repetir.
Você não precisa de mil ideias. Você precisa de uma clara… e executar.
Minimalismo é isso. É cortar o excesso de esforço desorganizado e focar no que gera resultado.
Mas deixa eu te perguntar algo que talvez você esteja evitando:
Você quer enriquecer… ou você quer parecer que está tentando enriquecer?
Porque existe uma diferença enorme.
Uma pessoa que quer enriquecer aceita o processo. Testa, falha, aprende, ajusta.
Uma pessoa que quer parecer ocupada fica presa no planejamento, no consumo de conteúdo, na comparação.
E eu precisei escolher.
Eu escolhi agir.
Mesmo sem garantia. Mesmo sem perfeição. Mesmo sem aplauso.
Porque no fundo, eu sabia: a versão da minha vida que eu desejava não viria até mim. Eu precisava construir.
E aquela figura do meu sonho… aquela que mudava de forma… era exatamente isso.
Adaptabilidade.
Quem cresce muda. Quem cresce se ajusta. Quem cresce não fica preso em uma única identidade.
Hoje eu entendo que aquele “Mamu” não era alguém vindo me ensinar. Era uma parte de mim dizendo: você pode ser mais.
Mas existe um preço.
E o preço não é dinheiro. É disciplina.
É fazer o que precisa ser feito quando ninguém está vendo.
É continuar quando não tem resultado imediato.
É confiar no processo mesmo quando a dúvida aparece.
E aqui está o ponto mais importante de tudo isso:
Você não precisa de uma vida gigante para ser feliz.
Você precisa de uma vida alinhada.
Uma vida onde o que você faz faz sentido. Onde o que você consome não te pesa. Onde o que você constrói te aproxima da liberdade.
Isso é riqueza de verdade.
Não é sobre ostentar. É sobre respirar sem peso.
Agora eu te deixo com isso, e eu quero que você leve a sério:
O que, na sua vida hoje, é excesso disfarçado de necessidade?
E mais…
Se você continuasse exatamente como está agora pelos próximos 2 anos… você estaria mais perto do seu suficiente ou mais longe dele?
Porque a resposta disso define tudo.
E talvez, só talvez… aquele sonho não foi estranho.
Foi um convite.
ALINNY DE MELLO
15 de Mello de 2026
Talvez o verdadeiro desafio não seja sentir vergonha da espécie humana. Talvez seja decidir não contribuir com aquilo que nos causa vergonha. Em um mundo que normaliza a brutalidade, escolher a compaixão é um ato de coragem. Em uma sociedade que recompensa o ego, escolher a empatia é uma forma de resistência.
O paraíso é aqui mesmo neste planeta, basta apenas escolher o lugar certo que lhe faça se sentir feliz,
"" Sentir o gosto da rima perfeita
E perder a eleita
Pra um pensamento efusivo
Que viajou demais...""
"" Nenhuma mulher deveria se sentir usada, mas sim conquistada, respeitada e amada todos os dias..."".
Sentir que tem alguém que se importa com a gente, que faz carinho de forma gratuita e verdadeira, que está ali sempre, como um anjo, só pode ser coisa de um nível superior onde a materialidade dá vez a espiritualidade, onde o corpo pouco importa, onde o amor habita, onde há fé num amanhã melhor. Sou muito grato por ter sua amizade, acreditando sim que um dia iremos de fato trocar em forma de carinho tudo que nós é reservado por Deus. A vida que tenho me leva a crer que ainda irei viver muitas mudanças, que não sei quais serão, mas espero de coração que sejam boas e intensas, como é o anseio do meu coração. Espero que nossa amizade esteja lá, sempre fiel e plena, como tem sido...
"" Ando trabalhando o coração para não sentir mágoas ou dores, sem no entanto deixar que ele te esqueça
talvez sejas isso, uma linda e eterna lembrança...
Tenho medo de ao te encontrar,
sentir teu perfume,
olhar em teus olhos,
que o meu coração não aguente,
e eu morra nesse instante,
se isto acontecer,
diga a todos que eu morri feliz,
que morri sorrindo,
que eu morri de amor...
Que espera tola
contar as horas à espera de ti
e sentir
que o esvair do tempo e semente em vão
que bobagem é o amor
que quando dói subtrai a alma
que ironia amar
se para o todo, precisa dois
e sendo um
é apenas dor...
"Lar não é sobre um lugar, mais sim sobre alguém que te faz sentir-se em casa. Esteja onde estiver estamos com o Abba Pai fazendo morada; nEle quando estamos em espírito com o Reino dEle e Ele em nós quando estamos na terra. Não somos Enoque mais andamos com Deus todo tempo e em todo lugar."
—By Coelhinha
Elegia
Sentir na profundeza
d'alma o impulso
que leve a uma Elegia
é uma experiência
de quase-morte
para quem é poeta.
Ficar triste e estar
de braços dados
com a morte são
os únicos apelos
para descarregar
o fardo dos lamentos.
A Elegia num sentido
mais amplo é todas
as vezes que sinto
e escrevo reclamando
com o destino o fato
de não ter você comigo.
Sem a compreensão
da morte e da tristeza,
e sem lamentar por não
ter você nunca será
possível escrever
uma Elegia com exatidão
de corpo, alma, poesia e todo o coração.
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