Vovo Vou Sentir sua falta

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Sinto a tua falta como sentiria a ausência do ar.

Sou um filatelista espiritual e na minha coleção não me falta o selo do Espírito Santo.

Há casais que brigam constantemente devido à ignorância cultural familiar e à falta de domínio próprio da língua.

A falta de atenção e da confiança em si mesmo tem prejudicado o nível de competência pessoal, a força da experiência profissional e o poder da comunicação pública.

⁠Por falta de boas leituras e de bons conselhos, muitos se perdem na ignorância e nas trivialidades da vida, jogando fora o tempo de suas realizações acadêmicas, profissionais e familiares, seguindo rumos e horizontes perdidos.

O que desocupa a mente é a falta de memorização, de leitura e a vontade de aprender as coisas boas da vida.

Rir de quem tem experiência
é falta de humildade, quando deveria ter escutado, aprendido
e experimentado.
.

Certos atrasos na vida cristã e, de fato, falta de discernimento ou sabedoria, os quais podem ser resolvidos antecipamente com um pouco de paciência.

A falta de empatia e o comportamento arrogante de alguns professores nas universidades acabam criando um ambiente tenso que gera brigas e desentendimentos entre os próprios alunos.

Sinto falta de você
Não sei por onde andas
Nem porque se foi
Os lábios não são mais o mesmo
Minha vida também não
Tristeza no olhar
Não define o que sinto
Muito menos o que penso
O que era raio de sol
Hoje vive gélido
Tá difícil sem você
É impossívelContinuar
Alegria volta pra mim
O coração não tem sabor
Nem tempero só amargo
Enfim... Estou esperando você chegar

Enquanto um hospital público sofre com a falta de remédios básicos, cada centavo desviado pela corrupção custa vidas que poderiam ter sido salvas.

Transformar o ambiente acadêmico em um altar de oposição a Deus mostra a total falta de valores e de moral de quem deveria educar, mas só corrompe.

Se o capital falta,
que não faltem dedicação,
criatividade e sabedoria.

“Onde o amor é suficiente, quase não se percebe o Direito; onde ele falta, percebe-se por que o Direito existe.”

Hoje, eu abro mão daquilo que mais amei. Não por falta de querer, mas por não ter mais onde buscar forças para lutar nesta batalha de um homem só. Eu te entrego ao destino com a alma em pedaços, mas com o peito limpo de quem sangrou cada gota de esperança tentando resgatar o que restava do nosso amor.
​Dói — e como dói — admitir que o meu amor, por mais vasto que fosse, não foi o suficiente para nos manter de pé. Saiba que, em cada batida frenética do meu coração, houve um grito pelo seu nome. Você foi o meu sol e a minha tempestade, o meu cais e o meu naufrágio. Te deixar ir é o sacrifício mais lancinante que já fiz por mim — e, acima de tudo, por você.
​Obrigado por ter sido o meu capítulo mais intenso; por ter me mostrado a beleza do céu e a agonia do abismo. Eu te amei com uma força que as palavras são incapazes de alcançar, e é justamente por esse amor devoto que eu, finalmente, aceito o nosso fim. Que a vida te conceda a paz que eu não soube dar, e que o tempo cure em você as feridas que eu não pude consertar.
​Adeus, meu grande e eterno amor. Sigo só, mas sigo inteiro... por um dia ter sido, inteiramente, seu.

Olhando para trás, percebo que meu silêncio nunca foi falta de vontade; foi uma forma de proteção. Eu tive medo. Medo de que, ao me entregar por inteiro, eu acabasse perdendo os pedaços que ainda me restavam. Às vezes, a gente se fecha não por falta de amor, mas por um receio, quase infantil, de sofrer de novo.
Eu tentei seguir. Tentei convencer a mim mesmo de que você era uma página virada, mas há pessoas que não saem da gente; elas apenas mudam de lugar. Você se tornou o reflexo em um detalhe qualquer do dia, aquela saudade que aperta o peito antes de eu pegar no sono.
Uma parte de mim ainda acredita que fomos a história certa no momento errado. Que talvez, em algum outro tempo, com as cicatrizes já curadas e o coração mais corajoso, a gente saiba como cuidar do que não soubemos proteger antes.
Por enquanto, fico com o que restou: o respeito por tudo o que fomos e a coragem de finalmente deixar estas palavras saírem.

Escrevo estas palavras porque a voz me falta quando te vejo partir. Sabe, antes de você chegar, eu caminhava no escuro. Foi você quem acendeu a luz da minha vida e, mais do que isso, me ensinou um jeito de amar que eu sequer sabia que existia.
Você cuidou de mim, tirou cada pedra do meu caminho e me deu um chão seguro. Mas agora, diante da possibilidade de te perder, percebo que fiquei dependente desse cuidado: sozinho, eu já não sei mais viver.
Não faz sentido você ter feito a chama desse sentimento arder tão forte para agora dizer que tudo não passou de uma ilusão. Eu me recuso a acreditar que o que vivemos foi um sonho passageiro. Por favor, olha para mim. Não faz assim... me diz que esse anúncio de fim é mentira. Tenta entender o que estou sentindo e, pelo menos uma vez, dá uma chance real para o meu coração te provar que ainda temos conserto.
Eu tenho medo. Um medo que me paralisa. Tira esse medo de mim e não vá embora. O mundo esqueceu de me ensinar como te esquecer, e eu não estou pronto para aprender essa lição agora. Ficar sem você não é apenas um vazio, é um castigo que o meu coração não merece carregar.
Amor, eu te peço: não me deixa. Não me deixa enlouquecer nessa solidão. Fica comigo. Só mais uma vez, fica comigo.

Onde sobra dogma e falta empatia, a fé virou apenas um acessório de ego.

Você não é mais uma presença, mas é a falta mais presente que eu carrego.

Aprendi que a solidão não é a falta de alguém, mas a falta de nós mesmos em certos momentos.