Vou Tentar Sorrir
DOS PERFEITOS E SANTARRÕES
Demétrio Sena - Magé
Jamais cometi um crime. Mas não posso tentar negar que já cometi muitos erros. Alguns, com uma grande carga de gravidade. Sim, eu deploro muitos passos que hoje não daria... tenho grandes arrependimentos... nem ouso dizer que agora já não erro, mas não queria ter cometido sequer um décimo dos muitos e muitos erros graves que me carimbam.
Ser pessoa reconhecidamente marcada por tantos atos repreensíveis pode não ter sido exatamente um doutorado para mim. Nem todo mundo aprende o bastante com os próprios erros... alguns não aprendem nada... mas uma lição importantíssima não escorreu entre os meus dedos: ter errado como errei, saber exatamente os caminhos que o ser humano toma (muitas vezes crendo que acerta ou que o erro se justifica), fez de mim pelo uma pessoa mais tolerante, compreensiva e menos hipócrita em relação ao próximo.
Aprendi a não julgar tanto. Se às vezes caio na tentação, não o faço publicamente nem condeno como se eu fosse o único membro de um júri ou simplesmente o juiz. Quando sei que alguém errou, lembro do quanto sou errado e, se não posso ajudar, deixo que o julgamento e o veredito fiquem a cargo dos perfeitos e santarrões que incham a sociedade.
O Poder Da Mídia em Nossas Mãos
Demétrio Sena - Magé
Nem adianta você tentar me dizer para deixar de me expressar na web, especialmente nas redes sociais. Não vou deixar; é nos espaços de respostas a informações e debates e nos meus perfis em redes sociais que tenho voz. E a minha voz vai ao encontro de milhões de outras, resultando mudanças políticas e sociais que não seriam possíveis com o silêncio.
Muitas decisões perniciosas do poder público em todos os patamares têm caído por terra, graças aos protestos de milhões de pessoas, incluindo os meus. E muitas decisões favoráveis à sociedade, aos trabalhadores e cidadãos modestos como eu estão sendo tomadas graças às pressões maciças de quem vive, respira, se diverte, cuida da família, mas não deixa de se posicionar. Na web. Onde mais atuaríamos com tanta eficiência? Gritaríamos dia e noite nas ruas? Remeteríamos bilhetes aos poderes ou entraríamos na justiça contra a própria justiça e suas injustiças? Juntos, somos a mídia; somos os algoritmos que levantam e derrubam, quase sempre com muitas dificuldades, bons e maus representantes do povo.
Se você, cidadão "canhoto" como eu, não quer mais saber "da internet", será mais uma voz que deixará de ter vez no dia a dia de uma sociedade sempre na iminência de sofrer com leis arbitrárias. Leis criadas nas caladas da noite pelo congresso nacional, por exemplo. Será menos um ativista contra injustiças sociais, racismo, lgbbtfobia, feminicídio, corrupção política e tantos outros assuntos. Uma voz que se cala e permite à extrema direita, cada dia mais barulhenta, ocupar todos os espaços de manifestação pública e de luta por suas causas danosas, em benefício das eleites; dos poderosos... contra os direitos humanos, de cidadania, e contra um povo que segue invisível, muitas vezes crendo que a web "não é pro seu bico".
Portanto, não adianta "sibilar" que "as trincheiras da Internet" são fúteis. A depender de quem as ocupe, são espaços de ativismo político, social, artístico e literário por uma sociedade mais justa, igualitária, democrática e bem informada. É o que tento ajudar a manter, em meio a tantas desinformações e atuações que visam minar o que há de bom. Não me permitirei o discurso do sossego pela desistência. Esse discurso tem como alvo, que deixemos o caminho livre para os que pretendem, há muito tempo, bloquear de uma vez por todas a efetivação de um país livre, democrático, laico, de pleno acesso a toda forma de cidadania. Um país para todos é tudo o que as eleites não querem e por isso manipulam seu rebanho para nos cansar.
Sim, temos um mundo físico, e nele, os nossos afazeres presenciais, nossos afetos a cuidar... uma vida prática e dinâmica que não pode ser diluída pelo vício cibernético. Mas, deixarmos esse poderoso espaço corporativo de atuação completamente nas mãos do extremismo político, do fanatismo religioso e inquisitorial a serviço dessa política e do imenso rebanho que a utiliza de modo a nos banir pela desistência, isto sim, é futilidade. Temos pela frente um ano eleitoral. A Internet será decisiva para nos unirmos e não deixarmos o Brasil voltar aos tempos sombrios da ditadura e para tirarmos do congresso os políticos que trabalham por essa volta.
Foi na internet que os vândalos do "oito de janeiro" se organizaram. Também foi na internet que nós, os ativistas civilizados, pressionamos os poderes perversos e organizamos movimentos presenciais corporativos - e pacíficos - pelos quais conseguimos grandes vitórias contra o #congressoinimigodopovo, que só trabalha em benefício próprio.
Não. Não sou estúpido: não comprarei o embrulho vendido pelas elites do poder e revendido pelos escravos populares dos que trabalham para essas elites nas trincheiras das religiões, por exemplo, que usam com tão eficiente má fé as formidáveis trincheiras da web. É uma pena ver tanta gente boa e necessária desistir... justamente agora.
... ... ...
Respeite autorias. É lei
O sucesso não é sobre ganhar, mas, em ampliar horizontes diante as experiências no tentar e/ou agir.
Infeliz será o destino daquele que tentar vencer suas batalhas e ser bem-sucedido em seus ataques, mas que não cultiva o espírito empreendedor, criador; porque o resultado será a perda de tempo exatamente estagnação geral.
Muito... Mais muito ruim em relacionamentos amoroso sou eu... tanto, tanto que em tentar fico tonto, tonto ...
Tentar encontrar completude nas circunstâncias da vida, mesmo as boas é tão útil quanto tentar congelar um momento feliz com um congelador!
Não é sobre orgulho ou medo de tentar
É saber que quem se ama sabe esperar
O tempo certo, o toque certo, a conexão
Sem pressa, sem cobrança, só coração - Frase da música O Que Eu Mereço do dj gato amarelo
O mundo pode até tentar
Te fazer desacreditar
Mas eu te vejo com o coração
E pra mim, você é canção - Frase da música Olhe no Espelho do dj gato amarelo
É impossível tentar ser igual a outra pessoa, pois, muitas vezes, nem consigo ser igual a mim mesma!
Ohh doce empatia que aos ventos se espalha,
que ao tentar semear amor, abandona a energia de quem estende as mãos.
Ohh doce gratidão, agraciada por muitos rostos conhecidos,
rostos que veem sem perceber o esvaziar do tempo, e simplesmente dizem: obrigado.
Obrigado simples palavra,
que, sem gratidão, é a hipocrisia do mundo terreno,
um parasita que invade corações
que, decepcionados, dizem não ao que poderia ser
um genuíno “obrigado”;
um olhar que nem mil vidas poderiam abarcar
o sentimento entrelaçado que ninguém vê.
Bendito seja Deus,
que nos permitiu mais esse dia de vida.
Que nos deu mais essa chance de tentar,
de recomeçar, de não desistir e conseguir
fazer tudo aquilo que até ontem
não foi possível. Mas hoje será.
Se Deus quiser!
08/07/2019
Caminhar e curtir a paz deste mar tão intenso.Rever as amigas, tentar fazer uma coisa nova à cada dia, nem que seja para mudar a posição dos vasos.
Tem hora que a cabeça fica cheia e o coração meio perdido. Escrevo para tentar me entender. Não é bonito, nem certo, é só meu jeito de lidar. Às vezes é no bloco de notas do celular, outras vezes em um papel qualquer, ou no computador. Estou aprendendo tanto e vejo que a escrita me deu oportunidades incríveis, além de me proteger. Muitas vezes, ao reler todos os meus pensamentos, os altos e baixos, noto que, mesmo quando tive todos os motivos para desistir, só me fortaleci com tudo isso. A escrita, no fim, sempre me ajudou a continuar.
Quando alguém tentar destruir os seus sonhos, jamais a ofenda, mostre a si mesmo o quanto valeu a pena ter sonhado.
Antes de tentar governar qualquer situação, governa a ti mesmo.Quem domina os próprios impulsos não pode ser dominado.
