Vou dar Volta ao Mundo
Conhecer você foi como reaprender a enxergar o mundo: cores que antes eram opacas voltaram a vibrar, um coração antes frio encontrou abrigo, e na delicadeza da sua presença, nessa quase inexplicável Basorexia descobri que o extraordinário existe, às vezes, em uma única pessoa.
Sou errante no mundo do amor
Onde sou só passageiro, onde não tenho lugar, não tenho morada
Sou errante, nômade sem casa
Vagando sem rumo no mundo do amor.
Errante
Nesta vida, neste mundo, velejo pelos mares de lágrimas formados pela dor e pela ternura de uma existência incerta e inquestionável. Vejo uma vida, às vezes, sem sentido, mas ainda assim enxergo grandes histórias a serem criadas, grandes sonhos a serem registrados e momentos que merecem ser eternamente guardados.
Caminhando pelas linhas tênues da vida, deixo palavras incompletas, sonhos incertos e prazeres que talvez ninguém jamais venha a descobrir. Ainda assim, deixo sentimentos e histórias que, neste pálido ponto azul, podem parecer insignificantes… mas que, para cada alma, para cada ser, valem o mundo. Valem instantes, valem memórias, valem histórias inteiras.
É neste mundo em que vivemos, neste pálido ponto azul, que deixamos nossa marca no universo. Uma marca pequena, quase imperceptível aos olhos do infinito… mas ainda assim, uma marca viva, feita de história, de presença e de tudo aquilo que, mesmo silencioso, insiste em existir.
"Apenas divindades supremas são privadas de sofrer,me encontro totalmente alterado, o mundo inteiro vai pagar pelo que passei no passado"
A vida tem confusôes,
Junto com ilusões.
Mas o porque disto?
O mundo era para ter isso?
Ou só foi a nossa raça,
Fingindo achar graça.
Em um mundo cheio de traças
Acabando, sem almas.
"DANCINHAS IDIOTIZADAS":
[Não se julga, se analisa o comportamento]: Por que todo mundo está dançando igual? Para a psicanálise, as "dancinhas" virais são mais do que lazer: são o corpo repetindo movimentos automáticos para preencher um vazio de palavras. Quando o algoritmo dita o ritmo, a gente para de expressar nossa singularidade e passa a apenas "performar" para o olhar do outro. Onde fica o seu "eu" (essência) no meio da trend?
Michele Stringhini
Psicanalista Clínica
O Todo é Mente
Quem controla a própria mente, controla o mundo ao seu redor.
Quem sabe controlar a própria mente, alcança uma fonte grandiosa de poder.
A partir do momento que sua mente está sob seu controle, não existe mais o impossível.
Você passa a atrair aquilo que realmente deseja.
O novo mundo era e ainda é um sonho do velho mundo. Com o que sonhamos hoje para um futuro novo muito próximo? 🕊
Quando entro no fundo de ti,
o mundo afina
o seu próprio silêncio,
como quem encosta a alma
a um grito no precipício
para ouvir se ainda ecoa.
Há instantes que nos escolhem
antes de sabermos o nome deles
e tu és esse instante:
a forma mais suave
que o destino encontrou
de me tocar.
Há encontros epidérmicos
que não passam,
ficam suspensos,
como lua cheia
a reconhecer o próprio destino
no rosto de alguém.
CICLO DA RAZÃO (I — Sentidos)
Agilson Cerqueira
Antes da ideia
existe o mundo.
A luz derrama-se nos olhos
como um rio silencioso,
o vento escreve na pele
sua caligrafia invisível,
e os sons se espalham no ar
como círculos sobre a água.
Tudo começa assim:
Em uma delicada invasão.
O corpo recolhe sinais,
mínimos fragmentos do universo,
sementes dispersas
de um saber ainda sem nome.
Cada cor,
cada textura,
cada rumor distante
é um sussurro da realidade.
E pouco a pouco
a consciência desperta
como um amanhecer
dentro do ser.CICLO DA RAZÃO (I — Sentidos)
Agilson Cerqueira
Antes da ideia
existe o mundo.
A luz derrama-se nos olhos
como um rio silencioso,
o vento escreve na pele
sua caligrafia invisível,
e os sons se espalham no ar
como círculos sobre a água.
Tudo começa assim:
Em uma delicada invasão.
O corpo recolhe sinais,
mínimos fragmentos do universo,
sementes dispersas
de um saber ainda sem nome.
Cada cor,
cada textura,
cada rumor distante
é um sussurro da realidade.
E pouco a pouco
a consciência desperta
como um amanhecer
dentro do ser.
Epoché
Agilson Cerqueira
Recolher-se não é simplesmente afastar-se do mundo, mas suspender, ainda que provisoriamente, o regime de evidências que o mundo impõe. É um gesto de interrupção. Um desacordo silencioso com a pressa das coisas, com a necessidade constante de responder, agir, significar.
Ao voltar-se para dentro, não se encontra um refúgio estático, mas um campo em permanente elaboração. A consciência, longe de ser um recipiente passivo, revela-se como um espaço onde o pensamento se forma e se desfaz antes mesmo de adquirir linguagem. Escutar esse movimento exige mais do que atenção: exige desaceleração.
O ruído exterior — vozes, tempo, acontecimentos — não desaparece;
ele apenas perde centralidade. O que se desloca é o eixo da experiência. E nesse deslocamento, o silêncio deixa de ser ausência para se tornar condição. Não um vazio, mas uma presença não ocupada.
É nesse ponto que algo decisivo se insinua: a percepção de que a interioridade não é um lugar, mas um processo. Um caminho que não se percorre avançando, mas suspendendo. E que só se revela à medida que o sujeito abdica da urgência de compreender.
Assim, o recolhimento não conduz a respostas, mas a uma outra forma de relação com o desconhecido — mais próxima da escuta do que da interpretação, mais próxima da presença do que da definição.
E talvez seja nesse estado, rarefeito e atento, que a maturidade racional — se assim podemos nomeá-la — encontre não um destino, mas a possibilidade de continuar se desvelando.
O mundo nada nos prometeu e nada nos deve; ainda assim, é em meio às suas turbulações que nos revelamos a nós mesmos. Viva.
Há em cada um de nós um território inexplorado; o tempo nos revela ao mundo e desenha, pouco a pouco, o retrato de quem realmente somos.
Não me preocupa tanto deixar este mundo; o que não permitirei é ter passado por ele sem provocar, sem arranhar e sem espernear.
O mundo não lhe prometeu justiça; muitos só lembram da justiça quando os ventos não sopram ao seu favor.
A vida é feita de contrastes.
Há momentos em que tudo parece incrível, e outros em que o mundo pesa demais.
Há dias em que o sol brilha forte,
e dias em que até a luz parece cansar.
Horas em que sorrimos sem motivo,
e outras em que o silêncio nos ensina a chorar.
A vida é assim, um equilíbrio frágil entre o belo e o doloroso.
Às vezes, ela nos coloca diante de alguém que nos fere,
para que possamos entender mais sobre ela… e sobre nós mesmos.
Mas também, de forma silenciosa,
ela te mostra alguém maravilhoso que sempre esteve ali, bem ao seu lado, alguém que te ensina, com gestos simples, como a vida deve ser realmente vivida.
Afinal, a vida é assim.
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