Voce vai ser pra Sempre

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Meu olhar será sempre teu espelho;
Minha alma...o teu reflexo.

Flávia Abib

Quero minha ALMA sempre em paz, quero poder olhar para o céu e vê-lo sempre azul, sem importar o que acontece no externo de mim, já que o que importa, é o que carregamos no CORAÇÃO.

Flávia Abib

Nunca fui casa
fui sempre estrada.
Gente passa, pisa, promete voltar,
mas nunca fica.


Carrego oceanos no peito
e sirvo em copos pequenos.
Assusto. Transbordo.
Sou chamada de demais
por quem oferece de menos.


Amo como quem incendeia
e depois treme no frio das cinzas.
Dou tudo antes de pedirem,
fico vazia antes de perceber.


Nunca fui amada
ou talvez fui,
mas em volumes que não alcançam
a altura do meu grito silencioso.


Tenho fome de um sonho
que respira atrás do vidro.
Eu encosto a testa,
vejo a vida lá dentro,
luz acesa, música tocando,
e eu do lado de fora
aprendendo a sorrir para a vitrine.


Viver dói porque eu sei
o gosto do que ainda não vivi.
Morrer assusta menos
do que continuar esperando
o milagre de ser escolhida
sem precisar me diminuir.


Sou exagero,
sou febre,
sou amor sem manual.


E talvez o erro nunca tenha sido
ser intensa
mas ter tentado caber
em corações
com medo de incêndio.

Amo gente que me faz feliz. E o que me faz feliz fica.
Permanece sempre dentro de mim.
______________FranXimenes
21*12*2013

Mas o coração nos diz que sempre o mais bonito, é o AMOR...*

______FranXimenes
01*11*2013

" Que tudo o que te faz Feliz,
seja abençoado sempre, mais e mais! "

__________FranXimenes
17*01*2014

' PINTANDO SONHOS '


Por entre diversos caminhos nessa vida,
vou sempre semear, poções da alegria,
Na terra quero ter uma vida bem vivida,
ter a vida feliz, e levar doses de empatia.


Plantei, cuidei do meu jardim tão florido,
Eram flores tão formosas, tão cheirosas,
Deixando então, meu cantinho colorido,
No cheiro do jasmim, e das belas rosas .


Feliz cantarolava, cultivava meu jardim,
Com tantas flores, a exalar seu perfume;
Fui me apaixonar pelo aroma do jasmin,
Da rosa negra, a rosa na cor de betume.


Pela estrada da vida, sigo o meu caminho;
Vou pintar sonhos, parecendo um algodão
vou pintar o amor com todo esmero,carinho,
Na Cor vermelha, cor de uma grande paixão !
Maria Francisca Leite
Direitos Autorais Reservados Sob a Lei -9.610/98
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Sempre respeite os seus pais, os mais velhos, e todos as pessoas, porque não deveis ver a ninguém como diferente de você

Vim de baixo, mais sempre com a cabeça erguida, no caminho correto. nunca fiz ninguem de escada, Seja luz onde estiver escuridão.

Tem pessoas que dizem conhecer a Deus, mas as suas atitudes sempre demonstram o contrário

O soberbo, sempre é o autor das ideias alheias.

“O Direito sempre estará adstrito à ética, à moral, à filosofia, à sociologia, à epistemologia, à antropologia, entre outros, pois, em frígida análise, são ambiências que se complementam entre si, nutrindo-se mutuamente uma das outras.” ⁠

A força do espírito nos faz permanecer sempre jovial.

Pensar é sempre um ato de rebeldia contra os medos e os limites interiores, que nos prepara para enfrentar, com muito mais segurança e coragem, as barreiras externas ao nosso desenvolvimento.

A vida é uma jornada de tentativas
e erros, sempre impulsionada pela vontade de progredir.
Acredito que a evolução nasce da ação e que os erros
são lições valiosas no caminho da aprendizagem.
Gairifo Santos

A Urna Veio?

Há uma pergunta que se faz sempre que alguém morre. Tão simples, breve, quase automática: “A urna veio?”

À primeira vista, trata-se de uma questão de gestão de tempo: as pessoas precisam livrar-se logo da urna, pois ela pesa na consciência dos que ficam. No fundo, porém, é uma das perguntas mais metafísicas que a linguagem humana já forjou.

Quando alguém morre, algo inusitado sucede: o seu nome passa a ser insuficiente. Aquele que, há horas, era chamado pelo nome próprio — repleto de história, afectos, memórias e conflitos de legitimação — hoje é reduzido a um objeto. Ninguém ousa perguntar por ele ou por ela; pergunta-se pela urna. Pior ainda, pergunta-se se ela veio. O nome cede lugar à coisa.

A morte não sacrifica apenas a vida biológica; ela opera uma transmutação simbólica. O sujeito transforma-se em conteúdo da urna. A pessoa converte-se em recipiente prestes à decomposição. Aquilo que foi presença temida, respeitada, amada ou odiada torna-se restos mortais. A linguagem segue com fidelidade fria esse processo: deixa de nomear identidades de excitação e passa a rotular objetos de repulsa. São poucos os que se aproximam da urna, ainda mais quando ela contém restos mortais em avançado estado de decomposição. Até os perfumes teimam em desempenhar o seu papel com zelo.

Esse desvio de eixo gravitacional não é um acidente aristotélico. É a revelação do quanto nos é difícil lidar com a substância finita. Dizer “a urna veio” é mais consolador e aconchegante do que dizer o nome daquele que já se tornou autenticamente mudo. A urna veio — eis um termo técnico que nos protege do abismo existencial. É uma forma de anestesia simbólica. A sociedade precisa refinar a absurdidade da morte para continuar a funcionar; do contrário, ela se tornaria tão insuportável quanto a pedra de Sísifo.

Mas há algo de profundamente angustiante nisso. Durante toda a vida, lutamos para afirmar quem somos, para deixar marcas, para sermos reconhecidos como seres singulares. No fim, essa singularidade dissolve-se numa designação coletiva. A urna é sempre igual, apesar de conter restos mortais de seres irrepetíveis. A morte, nesse sentido, nivela desigualdades que nem a Declaração Universal dos Direitos Humanos consegue suprimir: ela é radicalmente igualadora.

A pergunta “A urna veio?” diz mais do que se imagina. Ela diz que o corpo (matéria) derrotou o nome (ideia); que a ciência da vida (biologia) venceu a ciência das vivências (biografia); que a história pessoal foi brutalmente encerrada e substituída por um banho colectivo. O ser humano deixa de ser projecto — como diria Heidegger — e passa a ser coisa disponível, transportável, administrável.

No entanto, algo permanece. Mesmo quando dizemos “urna”, sabemos que ali está alguém. Só que é um alguém que já não responde. Há quem responda por ele lá fora. A linguagem tenta coisificá-lo, mas a memória insiste em humanizá-lo. Em surdina, o nome continua a ecoar na mente dos seus. É assim que nasce o luto: no intervalo entre o objeto dito (urna) e a pessoa lembrada (nome).

Por isso a pergunta incomoda tanto, talvez. Porque ela expõe, sem disfarces, o absurdo da condição humana: não é apenas o corpo que apodrece; é também a forma como o mundo nos nomeia quando já não temos possibilidade de responder. E quando o nome se revela insuficiente, resta a urna.

A morte, afinal, não é apenas o fim da vida. Nem é o início da briga pelo espólio.
É o começo do momento em que o humano deixa de ser chamado e passa a ser levado.

Ao perceberes que, independentemente de teus feitos, sempre haverá quem te queira bem e quem te queira mal, descobrirás que muitas das críticas e dos desestímulos que tentam abalar-te são, na verdade, inveja disfarçada, atestando tua ascensão a lugares cobiçados por muitos. Não te iludas: a hostilidade alheia é, muitas vezes, a prova mais contundente do teu sucesso.

Quem é luz não precisa provar nada, basta continuar brilhando, porque o tempo sempre revela quem é de verdade

"Quando alguém te atirar uma pedra, repare que é sempre atirada pra cima."

Se viver escolhendo sempre o maior e o melhor. Estará sempre nessa roda gigante onde tudo desagrada. Procure explorar, mais internamente e ai se encontrará. E tudo se ajustará perfeitamente na sua vida. Não busque o maior e melhor e sim aquilo que se encaixa