Voce vai ser pra Sempre
Original ou Cópia?
Muita gente se acha único, porém vive tentando ser a cópia de alguém.
E você, tá vivendo a sua versão original?
Aprendi a conhecer o ser humano pelas palavras ásperas e macias.
Umas ferem, outras curam.
E no meio das duas, escolhi ficar com quem me aponta pra Deus, ainda que a verdade doa.
_Van Escher_
Tem dia que eu sou grande.
Grande pra resolver tudo, pra ser coluna, pra segurar o teto quando ele cai.
E no mesmo dia eu sou pequena.
Pequena de caber numa fresta.
Com medo de barulho alto, com vontade de sumir no colo de alguém.
Ser as duas coisas não é loucura.
É ser mulher.
A fortaleza também tem trinca na parede. E continua de de pé.
_Van Escher_🪐
*Conexão sem consciência é porta aberta pra qualquer vento entrar.*
O ser humano tem pressa de se conectar.
De achar alguém pra dividir o cobertor, o café, e o domingo.
Mas esquece de fazer a conta mais importante:
Saber diferenciar o que soma do que subtrai.
O que multiplica paz do que divide a alma.
O que é abrigo do que é prisão com cheiro de perfume.
Porque quem não conhece o próprio positivo e o próprio negativo,
aceita qualquer equação.
E chama de amor o que é só medo de ficar só.
Antes de se conectar com alguém, se conecte com você.
Aprenda sua matemática.
Só assim você não entrega sua inteireza pra quem só sabe diminuir.
_ Van Escher
Escolher a vida quando te mandam escolher a morte... isso não é teimosia.
É ser mãe antes de ser mulher.
Van Escher
Ser assistente social é comprender a dor de quem sofre, buscando fazer valer as políticas públicas sociais.
Moço, onde fica o guichê da felicidade? Estamos todos de passagem e quero ser feliz, marcar minha viagem com boas lembranças. Mas estou perdida nessa estação onde não encontro caminhos, só cobranças. Estacionei o coração no lugar errado? Me diz!
1- DE MAIO
UMA FESTA, UMA CONSCIÊNCIA
(Reflexão)
"Ser feliz é bonito. Partilhar é ainda mais necessário" É bonito ver-nos felizes, alegres, desfilar, agradecer e reconhecer o nosso esforço diário. Mais bonito ainda é ajudarmo-nos uns aos outros.
Mas há um ponto que não pode ser ignorado: é arrepiante festejar diante de quem não trabalha, comer diante de quem não tem o que comer. "Nós, que trabalhamos, temos também uma responsabilidade. A de estender a mão a quem está desempregado."
Aquele lixo que acumulas no teu quintal, pode ser trabalho para alguém. Chama alguém e paga, nem que seja pouco.
O teu carro precisa de estar limpo. Façamos valer cada minuto da nossa vida, não só para nós, mas para os outros. Sejamos felizes, mas sobretudo, unidos.
Feliz 1 de Maio de 2026, e perdoem -se sempre.
"Filhos. Pedacinho de mim que me conduz a viver, chorar, sorrir, lutar e vencer, a ser melhor —me superando a mim mesma.— Deixo meu legado, um exemplo de vida."
—By Coelhinha
Essa narrativa costuma ser apresentada de forma quase idealizada, mas a leitura mais atenta da história revela um quadro bem mais complexo, e menos confortável. Muito antes de qualquer gesto oficial, pessoas escravizadas já se insurgiam contra a ordem vigente, protagonizando fugas, revoltas e diversas formas de resistência que pressionavam diretamente as estruturas de poder.
No contexto brasileiro, a promulgação da Lei Áurea não pode ser entendida como um ato isolado de benevolência. Ela ocorreu em um cenário de crescente instabilidade, marcado por tensões sociais, mobilização abolicionista e pelo enfraquecimento de um sistema que já vinha sendo desafiado na prática. A própria Princesa Isabel, frequentemente retratada como figura central desse processo, agiu dentro de um contexto político que exigia respostas para evitar um desgaste ainda maior do regime.
Sob essa perspectiva, a abolição também pode ser interpretada como uma estratégia para conter conflitos, reorganizar alianças e preservar, na medida do possível, a estrutura de poder existente naquele momento. Não se trata de negar a importância do ato formal, mas de reconhecer que ele foi, em grande parte, resultado de pressões acumuladas, e não apenas de uma decisão espontânea.
Assim, ao revisitar esse episódio, é essencial ir além da versão simplificada e reconhecer o protagonismo daqueles que, mesmo sob condições extremas, já lutavam ativamente por sua própria liberdade.
"Julgar alguém que ensina sobre riqueza sem ser rico é como desprezar o arquiteto porque ele ainda não mora no palácio que ele mesmo projetou."
“A Liturgia da Dor:
Quando Amar é Sofrer em Vida pelo Ser Amado”
Texto filosófico e psicológico.
Amar é sofrer em vida não por fraqueza, mas por excesso de humanidade. O amor, quando autêntico, carrega em si o germe do sofrimento, porque nasce do desejo de eternizar o que é efêmero, de reter o que inevitavelmente escapa. Amar é querer aprisionar o tempo no instante em que o olhar do outro nos faz existir; é suplicar à eternidade que não nos apague da memória de quem amamos.
Há uma liturgia secreta na dor amorosa. Ela purifica, depura, torna o ser mais lúcido e, paradoxalmente, mais enfermo. O amante vive uma crucificação sem sangue: carrega o peso invisível de um afeto que o mundo não compreende. Vive entre o êxtase e o abismo, entre o beijo e a renúncia. Freud chamaria isso de ambivalência afetiva: a coexistência de prazer e dor em um mesmo movimento da alma. Mas há algo mais profundo algo que a psicologia talvez não alcance, pois o amor, em sua forma mais elevada, é sempre um sacrifício voluntário.
Quem ama verdadeiramente, sofre antes mesmo da perda. Sofre por pressentir a fragilidade do instante, por saber que a ventura é breve, que o corpo é pó e que toda promessa humana é feita sobre ruínas. Esse sofrimento não é patológico, mas metafísico: é o reconhecimento de que a alma, ao amar, toca o eterno e, ao voltar à realidade, sente a mutilação de quem regressa do infinito.
Nietzsche, em seu niilismo luminoso, diria que o amor é a mais bela forma de tragédia, pois ele exige entrega total, sabendo-se fadado ao fim. Amar é afirmar a vida apesar do sofrimento, é dizer “sim” à existência, mesmo sabendo que o objeto amado um dia há de desaparecer. É um heroísmo silencioso, uma luta contra o absurdo.
Mas há também o lado sombrio o amor que se torna cárcere, o sentimento que se alimenta do próprio tormento. A psicologia o chamaria de complexo de mártir, mas o filósofo o vê como a tentativa desesperada de alcançar o absoluto num mundo que só oferece fragmentos. O sofrimento, então, torna-se o altar onde o amante consagra sua fé.
“Amar é sofrer em vida pelo ser amado” eis a verdade dos que ousaram sentir profundamente. É morrer um pouco a cada ausência, é carregar dentro de si a presença que já não se tem. O amor, quando verdadeiro, não busca recompensa: ele é em si o próprio sacrifício.
E talvez seja esse o segredo trágico e belo da existência: somente quem amou até sangrar conhece o sentido oculto de viver. Pois o amor é o único sofrimento que salva, a única dor que eleva. Quem nunca sofreu por amor, nunca amou apenas existiu.
Epílogo:
“Há dores que são preces disfarçadas. E o amor é a mais silenciosa de todas elas.”
O LIVRO DOS ESPÍRITOS - QUESTÃO 614.
A LEI NATURAL COMO EIXO ÉTICO DO SER.
A passagem transcrita, sob a tradução rigorosa e fidedigna de José Herculano Pires, situa o pensamento de Allan Kardec no ponto nevrálgico de toda a antropologia moral espírita: a Lei Natural como expressão da Vontade Suprema, inscrita na própria estrutura ontológica do ser humano. Trata-se do princípio matricial que orienta o espírito em sua travessia milenar, constituindo o fundamento da responsabilidade, da consciência e do aperfeiçoamento.
No item de número 614, a definição é direta, lapidar e inequívoca: a Lei Natural é a Lei de Deus, e por isso mesmo não é relativa, não é histórica, não é fruto das convenções transitórias dos homens; ela é anterior às civilizações e sobrevive às decadências das épocas, mantendo-se como eixo imutável da ordem universal. Seu caráter é normativo e teleológico: indica ao homem aquilo que deve fazer ou evitar, não por coação externa, mas por consonância íntima com sua destinação espiritual.
A infelicidade, como o texto assevera, não provém de fatalismos ou arbitrariedades celestes. Ela nasce do afastamento voluntário dessa Lei, isto é, da ruptura interior entre a criatura e o princípio de harmonia que a sustenta. A ética espírita, sob a pena metódica de Kardec e a transparência conceitual de Herculano Pires, desloca o eixo da tragédia humana do exterior para o interior, do acaso para a escolha, da fatalidade para a consciência.
A visão tradicional, que reconhece o valor do passado e das normas perenes, encontra aqui seu ponto de mais alta convergência: a felicidade não é invenção moderna, mas reencontro com o que sempre foi. O espírito não avança inventando novas leis; ele progride descobrindo a Lei que sempre o acompanhou, ainda que velada pelos instintos e pelas paixões.
A PERENIDADE DA BELEZA E O SILÊNCIO DO SER.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Do Livro: Essências Do Jardim. 1991, dezembro.
A beleza, quando observada pelo espírito atento, não é um ornamento do mundo, mas uma manifestação perene do próprio Ser. Aquilo que chamamos belo não se limita ao contorno sensível que os olhos alcançam; reside antes numa essência que se resguarda das vicissitudes, mantendo-se íntegra mesmo quando as aparências se esvaem. Por isso, afirmar que " a beleza não morre, mas se torna mais bela " , é reconhecer que o fluxo do tempo não a corrói: apenas revela camadas que antes estavam ocultas ao olhar imaturo.
Na intimidade da consciência, percebe-se que a beleza cresce na medida em que o sujeito se aprofunda em si mesmo. A percepção estética não é estática; ela acompanha a maturação da alma, que aprende a decantar o transitório e a contemplar o que permanece. Assim como o pensador de então, compreende o belo como expressão do bem, o indivíduo moderno que se volta para dentro descobre que a beleza verdadeira não é uma conquista exterior, mas uma revelação interior.
O ser humano, ao atravessar os próprios abismos, aprende que as cicatrizes deixam de ser rupturas para tornar-se inscrições. A beleza amadurecida nelas se abriga. Nada do que foi legitimamente belo se extingue: transmuta-se, aprofunda-se, torna-se mais grave e, por isso mesmo, mais luminosa.
" Cada passo na senda do espírito revele não o declínio, mas o desdobrar silencioso da grandeza que jamais se desfaz, conduzindo a alma à sua forma mais alta de permanência. "
Com renovo, estou de volta
O ser pensante voltou.
Como dizia Belchior e também Eliz: o que em algum tempo era novo, jovem, hoje é antigo e precisamos todos rejuvenescer.
Aquele velho eu ficou pra trás,
hoje está antigo
Precisei rejuvenescer. Rejuvenesci !
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