Voce foi o meu Momento Inesquecivel Amor
Um dia um amigo perguntou-me qual o meu maior objetivo no jornalismo...
- O meu objetivo no jornalismo é trazer para a sociedade uma justiça imparcial; Causar nela indignação, vontade de reivindicar, exigir, ir à luta, lutar. Trazer a verdade como um banquete especial de fim de ano! Se alimentar do absolutismo. É tornar o jornalismo raso escasso e buscar o complexo para o povo, o que é arriscado de cutucar.
Existe de tudo um pouco...
Até pessoas que são péssimas em ser.
Logo, prefiro meu rádio a tagarelar e um café amargo a me acompanhar nas noites de luar.
Ter fé na hora dá adversidades meu Deus
Procurar força aonde meu Deus
Se parece que estamos naufragando
Se este abismo está nos sugando e as forças não vem
O que será de mim meu Deus se a tua misericórdia não me alcançar.
É como se nada fosse meu,
me vejo só, tolo plebeu
querendo um coração roubar,
mas deixo a alma toda falar.
Tipo Claudinho e Buchecha,
um romance preso na cabeça,
mas minhas próprias incertezas
me prendem na maior fraqueza.
Eu toco o violão pra fugir,
mas me vejo como Marta a subir…
e logo depois sou Kuririn,
caindo sem saber onde ir.
E eu grito como uma banshee,
mas ninguém nunca ficou aqui.
Eu que achava ser Hulk, me vi
num labirinto feito só pra mim.
Queria ser Ravena, Mutano,
mudar minha vida ano após ano…
mas meu mundo virou outro enredo,
Capitão sem América, rindo do próprio medo.
As teias que deviam me segurar
viraram corda no naufragar.
Poseidon tentou me resgatar,
mas nem a sereia eu pude enxergar.
Fui branca de neve sem a cura,
Frost nem viu a minha lua.
Quis ser gelo só pra me esconder,
mas o mundo não conseguiu me ver.
As luzes todas querem brilhar,
a minha é faísca pronta a apagar…
minha Viúva Negra a decidir
dar “game over” no que restou de mim.
E eu grito como uma banshee,
mas ninguém nunca ficou aqui.
Eu que achava ser Hulk, me vi
num labirinto feito só pra mim.
Queria ser Ravena, Mutano,
mudar minha vida ano após ano…
mas meu filme não teve final,
me perdi no meu próprio mundo real.
✨ O Meu Brinde de Domingo
"Hoje eu escolho a calma. Escolho recarregar cada pedaço da minha energia para encarar a última semana do ano com o coração pronto.
Que a prosperidade não seja apenas um plano, mas uma colheita. Que a paz e a saúde sejam o meu alicerce e que a alegria transborde em cada pequena realização.
Estou pronta para encerrar 2025 com gratidão e abrir as portas para um 2026 extraordinário! ✨🚀"
Quando eu era jovem, muitas vezes pensava: “Nossa, como meu pai é quadrado… ele não acompanha as mudanças, não se moderniza e ainda enxerga algumas atitudes minhas como absurdas. Ele deveria se atualizar, entender que o mundo mudou.”
E, no fundo, eu fazia uma promessa silenciosa a mim mesmo: quando eu ficasse mais velho, jamais deixaria de compreender o comportamento dos mais jovens. Eu seria aquele “coroa” descolado, aberto, que entende o seu tempo.
Hoje, percebo que a vida ensina com mais calma e com mais humildade do que a gente imagina.
Promessa para os meus inimigos e para ou outros.
Até ao meu último sopro de vida irei lutar;
Irei utar para não quebrar alguém, para que alguém não sofra tanto;
Entendo o que é viver com o coração partido, jamais seria alarve para o fazer;
Irei sempre tentar preencher o meu coração vazio com o brilho dos olhos dos outros;
Talvez por mim, talvez por todos, quero ver os olhos tristes tornarem a sorrir; Por tudo isso irei lutar;
Sei que por mais que tente preencher o meu coração com o bem de outros será uma luta eterna pois terei momentos de alegria mas jamais serei outra vez feliz.
De qualquer forma lutarei até ao fim.
E neste ano...
Qual fera ferida irei arrancar do peito toda a força que há em mim;
E com ela irei esmagar meus inimigos.
Aqueles que já comigo se cruzaram,
Aqueles que olharam meus olhos doces,
Aqueles que ousaram pensar e agir...
Não sabendo quem sou mas como se nada fosse,
Os mesmos que por vezes me leem aqui,
Para verem se sucumbi ou se resisto,
E que entre medo, terror e pânico mostram as garras...os dentes,
Mas me dizem...olhe que eu sei escrever bem!...hum já dizem tudo!
Mas que bestas Deus colocou na terra!
E eu besta me defendo,
Escrevam, escrevamos todos,
Veremos quem ganha a guerra!
Agora que nos conhecemos todos.
Célia Carracha.
Seu nome
Ouvir o seu nome é como um feitiço suave:
meu coração acelera,
o ar suspende o tempo,
meu peito se enche de você,
e tudo em mim se transforma em felicidade.
A sombra do meu pecado me trai — um vulto que conhece meus passos antes de eu os dar.
Atrai-me para o submundo onde a escuridão tem voz e os nomes se desfazem,
um convite sem luz, uma promessa que cheira a ferro e a lama.
Somos dois náufragos: eu e essa sombra que me habita,
invisíveis aos olhos que ainda acreditam em salvação.
Envolvidos como raízes emaranhadas, presos no pântano do desejo,
onde o tempo apodrece e as horas se tornam moscas.
Caímos sem alarde, amordaçados pela própria culpa,
a boca cheia de terra, o grito reduzido a um eco de ossos.
A decomposição não é só do corpo — é do nome que eu dava às coisas,
do mapa que traçava para me encontrar, agora rasgado e úmido.
Há um frio que não passa, uma sede que não se sacia;
cada passo afunda mais, cada lembrança vira lodo.
E, no entanto, há uma clareira de silêncio dentro desse breu,
um lugar onde a traição aprende a dizer o seu próprio nome.
Não peço perdão — não ainda — porque o perdão exige luz que não trago.
Quero apenas ver, por um instante, a sombra desvelada:
que se revele inteira, sem disfarces, para que eu saiba com quem divido o corpo.
Se a escuridão é casa, que seja ao menos honesta;
se o pântano é prisão, que me mostre a porta que não consigo ver.
E se a decomposição é destino, que me ensine a colher do próprio fim
a semente que, talvez, um dia, resista e floresça na lama.
No limbo escaldante, onde o tempo se dissolve em brasas,
meu pecado se ergue como sombra que me trai,
um espectro sedento, arrastando-me ao submundo da escuridão.
Ali, invisíveis correntes se entrelaçam,
envolvendo corpos e almas em cárceres de silêncio,
presas no pântano pecaminoso,
onde cada suspiro é lama,
cada lembrança é veneno.
Caídos, amordaçados, em lenta decomposição,
somos ossos que ainda gritam,
somos ecos que não cessam,
somos o reflexo da culpa que nunca se apaga.
E no abismo, onde a noite não conhece aurora,
a traição se torna eterna,
o pecado se torna carne,
e a carne se torna pó.
Esse estilo mistura intensidade, imagens fortes e ritmo poético, quase como um cântico sombrio. Quer que eu leve esse texto para um tom mais místico e esperançoso, como se houvesse uma saída da escuridão, ou prefere que ele permaneça sombrio e visceral.
No meu jardim os pássaros são livres, comem, cantam, reproduzem dando-nos a lição de que um dos eixos para a liberdade interior é cultivar o bem estar e o bem querer, sem precisar mendigar afeto e aceitação de ninguém.
O impacto de um diagnóstico de câncer trouxe lágrimas ao meu coração, mas purificou minha alma de tudo aquilo que não tem real importância.
Assim como o ar que respiro
Ter o direito de poder falar
É poder guiar o meu destino
E um bom caminho trilhar
Desde que não venha a ferir
O direito de quem quer seguir
É a liberdade que quero portar.
*Quero abraçar teu corpo, me aquecer, sentir o suar se misturar ao meu, entrar de surpresa pela porta dos fundos e te fazer delirar de prazer.*
(Saul Beleza)
