Voce foi o meu Momento Inesquecivel Amor
Eu não me encontro mais dentro do meu próprio corpo, minha mente vaga feito um astronauta em uma imensidão sem fim, deixei de ter medo do escuro quando descobri que o verdadeiro monstro estava em mim. A eu sofri, sorri, e continuei a fingir que estava tudo sobre controle, que estava tudo bem, e o monstro dentro de mim ficava cada vez mais revoltado e cansado de ficar aprisionado, pobre coitado, ficou entediado e resolveu brincar de roleta russa, qual é a cura pra toda essa solidão? Pegar o três oitão ou partir pra uma loucura, uma missão dessas de rua, de rua em rua tentar esquecer os meus problemas, buscando uma solução, tentando solucionar essa prisão, é torturante não saber se você deve se jogar de um mirante.
Podem me condenar, criticar, mais eu não vou mudar o meu jeito para agradar certas pessoas, e tenho o meu jeito de ser, o que importa é que Deus me ama. . Vocês invés de criticar, der apoio.
Tia, minha madrinha
Veio por este sentimento
Abrir o meu coração
Perante esta folha e este lápis.
Estes são sagrados, pois
Nesta folha está o meu coração
E neste lápis o meu sentimento
Tudo só para minha a
Tia, minha madrinha.
Isto para possuir duas rosas
Em beleza dos seus
Filhos, meus primos.
Beleza que se verá ao mundo
Ilustrando a felicidade e a alegria
Cujas subiram ao palco...
Aqui termino minha
Tia, minha madrinha.
DIREITO
Ednaide Gomes de Paiva
Qual o meu?
Qual o seu?
Até onde posso ir?
Incógnitas...
Dúvidas no ar,
Quer me sufocar,
Maltratar,
Distanciar,
Impedir... Não vou permitir.
No início, pavor,
No caminho, desejo,
Quero perder o medo,
Fazer valer algo que começou,
E como não busquei,
Deixo ficar,
Quero te amar,
Fazer-te feliz,
Realizar sonhos,
Dar o melhor de mim.
Sendo assim,
Uso das minhas forças,
Divido você com o mundo,
Serei menos egoísta,
Saro todas as feridas,
Vivo a nossa vida,
De uma forma ou de outra,
Num dia em outro não,
Na certeza, na escuridão,
E enquanto o silêncio domina,
Perdoi-me senhora "Razão",
Dessa vez vai ser negada,
Para ouvir a voz do coração.
É tanta saudade...
Então pego meu travesseiro preferido... Fecho os olhos bem forte, e imagino o teu sorriso...
(Alessandra Alcântara)
-sou feliz?
sou sim
-sou como?
sou só
só não
só meu
só seu
só nós
-sou importante?
sou oque importa
-sou duro?
sou rocha
-só então?
só eu
só alguém
só tudo que me cabe
Falo sozinha.
E pior: Falo como se tivesse alguém do meu lado.
E pior ainda: As vezes repondo as minhas próprias perguntas!
INCONSTÂNCIA
Hoje escolho as cordas do meu violão
canto minha canção
falo de minha paixão.
Hoje escuto as vozes do meu coração.
Na calada da noite, nas trevas do dia,
nada importa,
tudo se transporta,
para o meu coração.
Hoje escolho as cordas do meu violão.
Nada presta,
pouca coisa resta.
Coração magoado,
dilacerado,
petrificado.
Sentimento e morte...
Hoje sinto lágrimas no meu coração.
Não sei cantar,
não sei tocar,
não sei contar,
não sei falar,
sobre as coisas do meu coração,
sobre as cordas do meu violão.
- Sou um ator assumindo papel de representar com meu personagem as minhas palavras no grande palco da vida, onde a peça principal do Teatro é viver.
Não consigo não pensar
Enquanto todos dormem ao meu redor
Travestindo rebeldias sem causa
Esperando mudanças por si só...
"São esses teus efeitos que provocam meus anseios e são essas palavras tuas que tumultuam meu vocabulário. Você por perto é excesso, de longe é saudade e eu não sei o que faço. São esses seus olhares hipnotizantes que fazem me despertencer, esses jeitos e gestos e eu já não sei mais."
Já tive catapora e um cisto no joelho
Já testei meu azar tacando pedra num espelho
Já acreditei em Papai Noel, já desacreditei
Já acertei algumas vezes a mais do que errei...
Já vi a oportunidade de ganhar um dinheiro
Mas prejudicaria alguém que trampou o mês inteiro
Já fui testado por alguém que eu sinto lá em cima
Já fui jogado ao chão junto com a minha auto-estima
Já perdi gente importante pra mim
Já vi na minha frente o semblante do fim
Já me reergui, já me despedi do chão
Já fui o último, já fui o vice, hoje eu sou campeão!!!
Poderia ate tentar ser igual a todos, vê as pessoas por fora, mas meu olhos de Raio-X só vê o que esta dentro de você"
O tempo anda passando em disparada por sob meu corpo. Pelos sucos gélidos de meu rosto, que morbido vive em um estado de profundo ponto morto, feito aqueles que resolveram 'morrer' para não abrir os olhos.
Num calor feroz que não consigo ver teus dedos, eu escolhi não vê teus dedos, no meio das faíscas imundas na qual eu resolvi viver.
A personificação do eu desabrochou agora, e em p&b, tudo isso mora dentro de minha retina, colocando o drama da vida na morte das cores por detrás de uma cortina negra.
Não sou mais nada. Não sou vida, muito menos progresso. Sou apenas um traço de existência e sanidade. Pouco espero de mim. Pouco esperem de mim, não valho nada.
