Voce foi Melhor Tio do Mundo

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⁠Sonhe em conhecer o mundo,mas nunca deixe de lutar.

Nosso ser depende dos ciclos dos astros que giram com o mundo, interferindo na gestação, no nascimento e, para sempre, fazendo seres diferentes a cada segundo. Somos um.

O planeta está com o mundo e o mundo não está com o planeta.




O mundo está no planeta e o planeta não está no mundo.

Enquanto o mundo faz barulhos para compensar os vazios, a alma repleta vai no vazio em silêncio sentir as recompensas.

⁠Vida...
Ao nascer somos obrigados a expressarmos, aoenxergar o mundo, olhamos para nossos pais, o primeiro som é a voz dos pais, toda a vida de um ser está ligado à família, impossível é estar de fora dos planos de Deus.
Sua família é dádiva de Deus, então, OUÇA, VEJA e VIVA seus pais! Este é o único mandamento com promessa.

Enquanto o mundo celebra as suas lágrimas, Cristo as recolhe, e põem em seu odre para escrevê-lo no livro da vida, lágrimas preciosas com peso de glória, movidas por orações sinceras! Não desista

O Limite da Resistência.


Nós passamos tanto tempo tentando ser fortes, segurando o mundo nos ombros e nos recusando a quebrar, que nos esquecemos de que também somos humanos. Às vezes, o acúmulo das dificuldades é tão pesado que a queda se torna inevitável. Ser derrubada pela vida não significa fraqueza; significa apenas que o corpo e a alma chegaram ao limite da resistência. Quando o chão nos acolhe à força, o primeiro passo não é tentar correr para levantar, mas permitir-se respirar em meio ao cansaço, aceitando que até as fortalezas precisam de uma pausa para restaurar as suas fundações.

Poderoso
Apelo Final da Sensibilidade


Mulheres e Afins,
Dominem o Mundo
E Salvem a Humanidade.


-
Michel F.M
B.M.F. Margoni

A BÊNÇÃO E O CASTIGO DA LUCIDEZ


Viver sem fantasia é ver o mundo sem vaidades e sentimentalismo.


É existir sem o consolo das imagens mentais,sem os espelhos do passado,
sem o teatro das lembranças e seus ideais inalcançáveis de futuro.


Caminho entre silêncio e fatos, presente e gratidão.


Não sonho.
Não recordo.
Reconheço.
A realidade me atravessa crua.
Sem filtros.
Sem refúgio.


Chamam de deficiência o que é clareza.
Chamam de vazio o que é consciência.
O mundo vive do que inventa para suportar o império restrito da hiperfantasia de poucos egoístas.


Eu sobrevivo do que é real.


Ser lúcido é morar entre abismos.
É saber demais e sentir o necessário.
É compreender o todo e ainda carregar o silêncio ao observar o absurdo.


A solidão é real, mas também é o preço da verdade.Quem vê sem ilusão sustenta o peso do céu com as próprias mãos.


A lucidez é um exílio.


Mas é também o lugar da liberdade.
Abençoado quem suporta ver o mundo como ele é e ainda escolhe não se corromper.


Que se entrega ao dever do bem não sofre nas mãos do egoísta vaidoso.

O CÓDIGO DAS APARÊNCIAS, A ELEGÂNCIA DO VAZIO

Nunca fui eu quem viu o mundo de um jeito errado. Foi o mundo que se acostumou a olhar torto e chamar de normal o que o desnutriu.

Sempre observei com calma e clareza as vaidades humanas, essa fé cega nas aparências, esse culto ao tecido, à marca, aparência cara.

Percebi cedo que o tratamento muda conforme a roupa.

Se estou de acordo com o figurino, sou tratado como alguém digno de escuta.
Mas basta vestir o que é confortável, o que é meu, e já sou confundido com alguém menor, sem valor.

O traje é um passaporte social.
Quem veste o uniforme da convenção entra. Quem veste a própria pele é barrado na porta.

O mais curioso é que os mesmos que exigem elegância não conseguem enxergar educação no olhar sincero, nem grandeza em um corpo simples.

Confundem brilho com valor, perfume com virtude, mentira com sabedoria.

E nessa inversão de sentidos constroem o vazio que os engole e consomem seus filhos, vendem status, compram aprovação e chamam o aplauso de propósito.

Tristes dos que vivem da casca, só percebem o abismo quando o chão cede, e o chão sempre cede, porque foi feito de vaidade.

A sociedade adora o disfarce.
É por isso que respeita quem finge e rejeita quem sente. O código das aparências é a religião do vaidoso, onde o espelho é altar e a consciência é silêncio.

Mas há quem se negue a ajoelhar.
Há quem saiba que a roupa não sustenta caráter e que o corpo, por mais enfeitado, não abriga verdade alguma se a alma estiver ausente.

Não é rebeldia, é lucidez.
A roupa que visto não muda o que sei.
A aparência que esperam não define o que sou.

O mundo pode continuar se engomando, eu sigo sendo humano.

Prefiro o desconforto da autenticidade ao conforto de uma farsa bem passada.

Porque, no fim, o corpo fica, a roupa apodrece, e o que resta é o que ninguém viu, a dignidade que sustentou o silêncio, a verdade que não precisou de terno e a coragem de não caber no falso figurino.

Daqui não se leva nem o corpo, muito menos a fantasia.

Se caráter fosse roupa,
o mundo andaria nu.

Única autoridade que existe no mundo autista é o autista, o resto é fantasia capitalista e oportunistas.

O verdadeiro conhecimento não está em compreender o mundo, mas em perceber como o mundo se revela dentro de nós.


Aquilo que vemos fora muitas vezes encontra correspondência dentro. O caos externo pode revelar um conflito interno; aquilo que nos irrita pode apontar para algo que ainda não compreendemos em nós mesmos.


Tudo está em movimento. Nada permanece exatamente como é. Pensamentos geram emoções, emoções influenciam escolhas e escolhas constroem realidades.


Por isso, vigiar a mente é uma forma de liberdade.


Antes de tentar transformar as circunstâncias, transforme a maneira como as interpreta. Antes de exigir equilíbrio do mundo, encontre equilíbrio em si.


Quem compreende as leis que regem a própria consciência deixa de ser apenas passageiro da vida e começa, silenciosamente, a tornar-se seu próprio alquimista.

Nas bananeiras


Nem um louco esqueceria.
Recuso-me a perder a memória
daquele desvio do mundo, nas bananeiras,
onde o corpo escreveu antes da palavra.


De olhos fechados, reconheço
o caminho da chuva bravia
a rasgar as folhas largas,
o tambor verde da selva
a bater contra a pele.


Ali, os nossos corpos
não pediam permissão ao desejo.
Na tua boca,
um sussurro longo, quente, primitivo,
como se a terra falasse por ti:
“Amor, estou a molhar o meu cabelo.”
E eu, feito bicho cativo,
aprisionado no teu castelo húmido,
habitei os teus jazigos
como quem aceita o feitiço.


A chuva confundia-se com a saliva,
líquido sem nome, sem culpa,
apagava os sinais de luta e entrega
que nasciam no teu corpo nu,
corpo-fruta, corpo-mato, corpo-fogo.
“Amor, estou a molhar o meu cabelo.”


“É sério… vais sentir o cheiro depois…”
E a terra prometida abria-se
debaixo do teu vestidinho breve,
onde as flores são carnívoras
e as promessas mordem.
Ali, o amor era selvagem,
sem templo, sem regra,
apenas carne, chuva e bananeiras.


Daniel Perato Furucuto

Habitamos um mundo em que cada ser carrega o seu ponto de vista, a sua razão e os motivos que justificam tanto o agir como o abster-se do que seria devido. No fim, todos aspiramos à perfeição, ainda que ninguém a encarne. Furucuto, 2026.

É na perfeição da Geometria que o mundo revela a sua própria ordem. Cada ponte, cada edifício, cada estrada e cada horizonte existem porque, antes de serem realidade, foram medidas, traçadas e projetadas com rigor. A beleza da criação humana não nasce do acaso, mas da precisão. Afinal, onde a Geometria encontra a razão, a perfeição deixa de ser um ideal e transforma-se em realidade. (Daniel Perato Furucuto)

"O relacionamento continua a ser uma das ciências mais difíceis que Deus criou no mundo." FURUCUTO, P. D., 2026.

De que serve ao homem possuir conhecimento para transformar o mundo, se ainda não aprendeu a controlar as consequências daquilo que cria?

⁠Conectar a leitura com as tecnologias digitais é dinamizar o mundo dos livros.

Com os atos hediondos que acompanhamos neste mundo contemporâneo, podemos concluir que alguns humanos estão ficando desumanizados.


09/07/26