Voce foi Melhor Tio do Mundo
Para Hoje...
Um ato de amor.
Um gesto de carinho.
Um coração bom.
E tudo de melhor hoje...
Do que, fizemos ontem!
Crianças são especiais para quem ama a infância, pois proteger essa fase é a melhor missão que um adulto pode ter. Fica a dúvida: quem cuida de quem? O adulto cuida da criança ao dar atenção, limpar a roupa e defendê-la de quem é ruim. Mas a criança também cuida do adulto com um abraço sincero e com as palavras exatas que a gente precisava ouvir. É uma troca de ajuda e de amor. Diante de tanta pureza, é difícil entender por que existe quem queira fazer o mal contra elas, mas o futuro sempre cobra o preço de cada ato. Cuidar de uma criança é proteger o que há de melhor no mundo.
A infância é a melhor coisa para um adulto cuidar. Mas afinal, quem cuida de quem?
O adulto ajuda a criança limpando a roupa, dando atenção e defendendo do mal.
A criança ajuda o adulto com um abraço e com as palavras certas que a gente precisava ouvir. É um ciclo de amor e proteção. É impossível entender por que algumas pessoas escolhem o caminho do crime contra tanta inocência. Mas o futuro e a vida cobram o preço de cada ato.
Quem ama a infância sabe: proteger uma criança é salvar o próprio coração.
'Ideias próprias evita polarização de donos da verdade. Recolha o melhor de ambos. Reflita! Crie uma ideia própria. Não seja alienado ou alienada.'
"Fazer suas escolhas sempre é o melhor caminho! Não fazer... É deixar o destino à pura sorte!"
— Saibert, A. (2026
A Melhor Mentira Ainda É a Verdade
Nas festividades do início dos anos setenta, acho que em 1972, eu e meu sobrinho estávamos regressando para São Paulo, depois de termos passado as festas em Santa Mariana, quando aconteceu esta história.
Naquela época, a rodovia até Avaré era de pista simples. Depois começava a Castelo Branco. Era comum a gente parar no último posto antes da CB para abastecer e fazer um lanche.
Naquele dia, ao nosso lado, parou outro Fusca. Dentro dele havia quatro meninas, jovens e muito bonitas. Começamos a jogar conversa fora e, depois de abastecer os carros, paramos num estacionamento ali mesmo no posto e fomos nos apresentando.
Um detalhe: no vidro traseiro do Fusca delas, atrás do banco do motorista, havia um papel colado com os nomes das quatro e uma mensagem desejando um feliz Ano-Novo.
Quando chegou a minha vez de me apresentar, disse que era estudante de engenharia. Meu sobrinho, estudante de medicina. Elas também foram se apresentando e contando quais cursos faziam, exceto uma delas.
Então perguntei:
— E você, como se chama?
Ela se aproximou do carro e apontou para o papel colado no vidro.
— Este é o meu apelido.
O problema era que, em vez de um nome, havia um desenho.
Uma desgraça de desenho que acabou com a nossa viagem.
Era um bicho estranho, completamente desconhecido para nós.
Depois de olharmos para o céu, chutarmos umas pedrinhas e fingirmos naturalidade diante daquele constrangimento, fomos nos afastando do carro delas. Antes, porém, tivemos que ouvir as quatro rachando de rir.
Pegamos a estrada sem sequer olhar para trás e fomos o resto da viagem tentando descobrir que criatura era aquela.
— Será que o apelido dela é Ripinha?
— Balaústra?
E lá vinham mais alguns palpites absurdos.
Passados alguns dias, finalmente descobrimos que aquele desenho nada mais era do que o símbolo do Pi (π). Traduzindo: aquele era o apelido dela.
Acho que ela devia se chamar Jupira e não gostava muito do nome.
Eu poderia ter contado esta história antes, mas precisava da anuência do Newton Roberto Gobis, meu sobrinho, um sujeito de bem com a vida e de quem gosto muito.
Claro que aquelas mentiras — eu estudante de engenharia e ele de medicina — foram apenas uma brincadeira de momento. Mas, diante da situação constrangedora que se criou, nem tivemos tempo de corrigir a burrice. E, para falar a verdade, não teria adiantado nada. Nós simplesmente não sabíamos o significado daquele "bicho". E, talvez, se insistíssemos, a situação ficasse ainda pior.
A cada dia, aprimoro o que será minha melhor versão. O único adversário a vencer é quem eu fui ontem.
Jesus, fazei o meu coração semelhante ao Vosso, para que eu possa entender melhor, perdoar mais, julgar menos e amar sem medidas. Que eu saiba levar paz onde houver dor e fé onde existir desânimo. Amém.
Nada adianta magoar e logo depois se arrepender e pedir desculpas. É melhor pensar melhor antes de reagir impulsivamente.
A melhor fase é viver após os sessenta anos. Plena liberdade. É tudo que esperei pela vida toda. Acordo ou durmo até a hora que quero. Pego me carro e vou onde quero. Não preciso dar satisfação. Tenho os amigos que quero e ainda conhecço outros novos. Saio dessa cidade e vou a outra, lá durmo, volto no mesmo dia ou dias depois. Ainda trabalho, mas logo estarei aposentada. Porém, produzindo, estudando, vivendo, criando e seguindo com esse tempo precioso. Esse é meu espaço, meu momento, não cabe ninguém para me tirar a paz e o sossego.
A melhor maneira de esperar a volta de Jesus é viver de forma que, se Ele vier hoje, nos encontre amando, servindo e permanecendo fiéis.
O futebol é um esporte em que as coisas podem mudar rapidamente de pior para melhor ou o contrário, mesmo sem ações concretas.
(Tostão)
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