Voce foi Melhor Tio do Mundo

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"Eu percebi que a minha infância não foi a infância que eu queria, mas a infância que eu precisava, para aprender as lições da vida."

O ARQUITETO


Não Sou Eu
Quem Projeta Sua Obra


Minhas linhas, meus traços
Foi a inspiração que,
Grande Arquiteto do Universo enviou.
Para sua Vida
Para seu bem estar
Para o bem estar de sua família.


"Arquiteto Não Faz, Nasce Pronto"

Eu chorei diversas vezes por tudo ter acabado. Tudo o que vivemos foi de verdade. Nossa história permanece, não foi apagada. Precisei de um tempo para compreender tudo o que aconteceu. Você foi minha melhor amiga e eu sempre amarei você.

"Formar-me em Matemática foi a única coisa certa que fiz na minha vida. Tudo o que aconteceu depois disso não passou de consequências dos teoremas, das operações, dos axiomas e das demonstrações do universo científico em que mergulhei."
FURUCUTO, P. D., 2026.

A História nunca foi exclusividade Europeia, nem do tempo traçado pela mesma. Esta pertence a todas às culturas e valores de todos os tempos, do que temos registros escritos ou não, porém relatados pelo ser humano

⁠"O racismo não é cultura, trata-se de um crime inaceitável, qual foi cultivado por séculos, sendo praticado de forma intensa até a atualidade".

⁠Certa vez um camponês fez uma compra, foi-lhe entregue uma caixa vazia com um bilhete anexado discriminando os itens e a conta, o juíz chamou o louco da cidade para resolver o dilema, astuto e sábio, o louco convocou os envolvidos, lançou uma moeda de ouro em um recipiente de metal e disse ao vendedor: "pegue o tilintar da moeda como pagamento", e assim encerrou-se o caso.

Assim como o café, o que passou já foi passado não dá para voltar atrás, repetir o processo torna o resultado fraco, amargo e indigesto!

O passado já foi escrito, a tinta secou e as folhas envelheceram! O presente está sendo digitado e compartilhado, e o futuro está sendo deletado!

Quem nunca refletiu sobre a existência do próprio, nunca foi um homem consciente.

Ela era um anjo que chegou na minha vida e foi embora tão cedo.

O passado, tal qual as nuvens, se foi e levou as boas e más lembranças. O presente se apresenta como esperança.

O homem não evoluiu; apenas sedimentou camadas sobre aquilo que sempre foi. Sob a cultura, a moral, a linguagem e a própria consciência permanece um território mais antigo do que qualquer civilização. A consciência é apenas uma névoa tênue que paira sobre profundidades que nenhuma teoria psicológica alcançou por completo. Sigmund Freud chamou uma parte de inconsciente; Carl Jung falou em sombras e arquétipos. Mas há algo ainda anterior a essas formulações — uma região sem símbolos, sem linguagem, sem história. Se a pobreza das palavras permitisse nomeá-la, chamar-se-ia Primevo: não a primeira camada da alma, mas aquilo de onde todas as camadas emergem.

Esperança Para Luciana


Luciana, não desanima.
Quando o marido foi embora,
Deus ficou.


Ele ampara nos mínimos detalhes,
enxuga lágrimas que ninguém vê,
cola os pedaços da alma,
e cura dores que doem em silêncio.


No deserto Ele não abandona.
É lá que forja o caráter,
que transforma areia em caminho,
e sede em promessa.


O que hoje parece fim
é só Deus te ensinando a recomeçar.
Ele te sustenta com mãos de Pai,
te levanta com amor que não falha.


Vai passar.
E quando passar,
você vai olhar pra trás
e ver que foi Deus te carregando
em cada passo.


*Autoria: Márcia Reis Nazar*
marcianazar5@gmail.com

O silêncio tornou-se insuportável não por ser vazio, mas por transbordar do que foi evitado. É nele que se acumulam as verdades adiadas, os afetos não elaborados, as perguntas que não encontraram coragem. A exposição contínua não busca comunicar — busca encobrir. E, assim, quanto mais se fala, mais se foge; porque o silêncio, quando enfim se impõe, não oferece ausência — oferece encontro.

Toda areia da praia já foi rochedo altivo, que ousou enfrentar o mar.
Hoje, desfeito em grãos, é pisado por todos. E o mar permanece — MAR.

A memória não é arquivo — é seleção inconsciente daquilo que ainda não foi elaborado. O aparato psíquico não retém o que passou: retém o que insiste, o que retorna em busca de sentido que não encontrou, o que permanece aberto como ferida que nunca cicatrizou por completo. Lembrar não é revisitar — é testemunhar o retorno do recalcado que, sob a forma de imagem, afeto ou sintoma, continua reclamando o trabalho psíquico que lhe foi negado. A memória, portanto, não fala do passado: fala do que, no passado, ainda não terminou de acontecer.

As doenças psíquicas tornaram-se quase ordinárias no nosso tempo porque o sujeito foi lançado num campo que exige resposta contínua: produzir, aparecer, interpretar, escolher, otimizar — sempre mais, sempre agora. Nesse ritmo, foi-lhe negado o intervalo onde a experiência se decanta e ganha forma. Sem pausa, não há assimilação; sem assimilação, não há consistência. E o que não se sustenta por dentro acaba por ruir em silêncio — ainda que, por fora, permaneça funcional.

Amar foi cronometrado, comprimido entre tarefas, como se coubesse no intervalo entre compromissos. Tornou-se item de agenda, gesto apressado, presença fragmentada. Mas o amor não obedece ao relógio: exige duração, atenção inteira, disponibilidade que não se mede. Quando se tenta encaixá-lo no tempo útil, ele se esvazia — permanece o ato, perde-se o encontro.

Olha pra tua vida, quanto tempo foi perdido?
Quantas vezes tu chorou e ficou sozinho ferido?
Enquanto eles contam lucro, tu contando moeda
E o mundo tentando fazer tua mente ficar cega