Voce foi Melhor Tio do Mundo

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Começo o ano correndo, confiando que Deus já foi à frente. Cada passo é fé. Cada quilômetro, entrega.
Insta: @elidajeronimo

⁠Sylvester Stallone foi um menino rebelde, mas sempre sonhou em ser ator. Filho de um barbeiro e uma dançarina, ele sentia pulsar em suas veias a arte.

Mas a vida não estava fácil para ele.

Nascido com uma pequena paralisia facial do lado esquerdo, ele enfrentava dificuldades para entrar no mercado. Foi apelidado e sofreu bullying.

Tinha 26 anos e não conseguia um papel sequer. Ele ia de teste em teste e só ouvia “não”.

Com uma vida completamente estagnada e totalmente quebrado, passou a morar num quartinho com sua mulher e Butkus, o seu cão, perto do metrô. Stallone e o cão eram inseparáveis.

Todos os seus sonhos de sucesso estavam muito distantes. E as contas não fechavam.

Chorando, sem saber como alimentar a si, sua mulher e seu cão e sem encontrar uma saída, ele levou Butkus até uma loja de bebidas. Ali, naquele momento, sem pensar muito, vendeu seu melhor amigo por 40 dólares a um homem que entrou na loja.

Voltou para casa chorando.

Duas semanas depois, Sylvester Stallone viu uma luta de boxe entre Mohammed Ali e Chuck Wepner. Uma luz se acendeu.

Ele escreveu o roteiro de Rocky e ofereceu a um estúdio, mas ele queria ser o protagonista. O estúdio fez várias ofertas só pelo roteiro: 125 mil, 250 mil, 350 mil dólares. Ele negou.

O estúdio não queria correr riscos. Ofereceu 35 mil dólares e o aceitou como Rocky.

Ele, então, voltou correndo à loja de bebidas e ficou durante 3 dias em pé, esperando o comprador de seu cão. Pagou 15 mil dólares ao homem e voltou para casa com Butkus.

Rocky estreou em 1976 tendo Stallone como protagonista. O filme foi um sucesso e foi indicado a 10 categorias do Oscar. Venceu 3.

Não adianta celebrar com festas aquilo que foi dado a sangue

Memória seletiva: Lembrar o que foi bom, o que acrescentou e o que somou na sua trajetória.

Porque a vida é tão fulgaz
Tão rápida e passageira
Que quando percebemos
Lá se foi todinha, inteira.
Faça o seu melhor agora
Arrede o pé, sem demora
Abra a cancela, pule porteira

Se me perceberem feliz, foi por causa de alguém com um sorriso encantador. Que na madrugada eu beijei, e ao amanhecer virou amor.

Calma, não me mate... ainda =)

Que mês incrível que passamos juntos! Cada segundo foi único e incomparável... Desde aquele domingo, até hoje e continuará sendo.

Passou rápido, como todos os nossos momentos juntos. Tudo isso fez com que eu percebesse como um grande estalo, a mulher que eu quero ao meu lado todo o tempo. Encontrar uma pessoa com gostos parecidos com os meus, com idéias, um sorriso encantador, um olhar meigo e doce é um das melhores coisas que já me aconteceram!

Que venham os próximos meses tão bom ou melhores que este que passou!

Agora pode me matar... ou ficar muito feliz...

⁠Refletir sobre o que já foi vivido é um passo fundamental para integrar as experiências e seguir adiante com mais consciência. O passado não pode ser modificado, mas pode ser compreendido, ressignificado e transformado em aprendizado, sem a necessidade de permanecer preso à culpa ou à ruminação.


Quando essa elaboração acontece, abre-se espaço para escolhas mais maduras no presente. Em um relacionamento, por exemplo, este processo se expressa na disposição para um diálogo profundo e honesto, que permita reconhecer limites, sentimentos e responsabilidades, conduzindo, de forma consciente, à decisão de reconstruir a relação ou de seguir o próprio caminho.

Não retorne aos lugares onde um dia foi feliz nem tente reviver momentos que te tocaram profundamente. As coisas mudam, os lugares mudam, e você também não é mais o mesmo.

Reviver o passado nos lugares onde fomos felizes pode ser uma ilusão: nada lá é o que foi — nem as coisas, nem os lugares, nem nós mesmos.

Excelência nunca foi sinônimo de perfeição, porém sempre representou algo superior, de um nível elevado de performance, com presença, intenção e humanidade disciplinada e continuada.

Nas profundezas da emoção que cavalga dentro de mim, foi aí que te encontrei!

O pecado original não foi comer do fruto, mas aceitar a ilusão da separação, acreditando que a fonte da vida poderia ser experimentada fora da comunhão direta com Deus.

Desde sempre foi assim...
Vira e mexe a gente se encontra
Vira e mexe a gente está bem
Vira e mexe eu te quero
Vira e mexe você some
Vira e mexe a gente se esquece
Vira e mexe você me quer
Vira e mexe a gente volta
Vira e mexe a gente se apaixona...
Vira e mexe essa inconstância me faz acreditar que fomos feitos um para o outro.
Vira e mexe eu esqueço
Vira e mexe eu te amo
Vira e mexe eu tento te esquecer de novo
Vira e mexe você volta
Vira e mexe começa tudo outra vez...
Desde sempre foi assim...
Encontros e desencontros
Desejos e encantos...
Sonho e te desenho
Crio cenas em pensamento...
Renunciar foi fácil, desintegrar-te dos meus pensamentos, não.
Desisto, tento, me desfaço e recaio... Mais uma vez em teus braços...
Um suspiro, um olhar, um beijo e me faço.
E você vai embora...
Minha sanidade chora
E quando melhora, vc volta...
E faz tudo de novo...
Eu tenho que te esquecer... Mais uma vez...
Desde sempre foi assim...

Quem já foi ferido sabe o quanto dói. Muitas vezes, a gente jura que não vai deixar que outros passem pelo mesmo. Mas, infelizmente, às vezes a dor pode se transformar em uma espécie de "herança" e a gente acaba repetindo padrões em outras pessoas.

Foi nesse contexto que eu nasci.


Dois dos meus irmãos passaram a rodar a cidade de Olinda, indo de casa em casa, durante toda a vida. Eu sempre soube da existência deles, mas nunca os conheci pessoalmente, porque a minha avó não permitia que eu tivesse contato. Eu era impedido de conviver com eles.


Fui criado dentro de uma casa fechada. Não tinha acesso à rua, não tinha acesso à convivência. Era assim a cultura da época. Uma espécie de prisão. Muitas vezes eu ficava trancado dentro de um quarto escuro, principalmente por eu ser um menino muito elétrico.


Os castigos eram constantes. Começavam em casa e continuavam na escola. Muitos deles envolviam ficar de joelhos sobre caroços de feijão. Foram muitas violências físicas e emocionais, que hoje eu reconheço como torturas.


Eu só vim conhecer o que era infância perto dos meus 15 anos, quando fui para o Rio de Janeiro. Nesse período, minha própria avó já não me aguentava mais. Eu havia entrado em um processo de rebeldia que fugia completamente ao controle que ela tentava exercer sobre mim, inclusive por meio da religião.


O primeiro livro que eu li na vida, e do qual jamais vou esquecer, foi “A Verdade que Conduz à Vida Eterna”. A partir dali, comecei a me questionar profundamente. Que Deus é esse que permite que crianças sejam mantidas trancadas, sofrendo, enquanto adultos observam calados? Que Deus é esse que convive com hipocrisia e com abusos, inclusive abusos sexuais contra crianças, praticados por pessoas próximas, muitas vezes ligadas ao ambiente religioso, em quem minha avó confiava cegamente?


Nada disso se apaga. Não adianta tentar suavizar. Nada muda a dor que senti naquele momento e a dor que ainda sinto hoje. É por isso que, em muitos momentos da minha vida, eu só consegui dizer: mundo, afasta de mim esse cálice.


Dando continuidade, meu irmão Joel, o mais novo, que tinha apenas 40 dias de nascido quando ficou trancado naquela casa, foi criado pela minha avó paterna, mãe do meu pai. Eu fui criado pela minha avó materna, mãe da minha mãe. Cada um de nós seguiu um caminho separado.


Eu só fui entender, de fato, o que era família por volta dos 15 anos. Foi quando saí de Olinda e fui para o Rio de Janeiro. Lá encontrei uma estrutura familiar diferente, já formada. Foi ali que ganhei mais dois irmãos, do segundo e verdadeiro casamento da minha mãe.


Esse homem, companheiro da minha mãe até os últimos dias da vida dela, tem todo o meu respeito. Ele cuidou não apenas dos filhos dele, mas também de dois filhos que não eram biologicamente dele, mas eram filhos dela. Foi ali que eu vi, pela primeira vez, um cuidado real.


Minha mãe só voltou a ter contato com os filhos que moravam em São Paulo quando eu fui para lá, depois do período no Rio de Janeiro. Fui eu quem trouxe esses irmãos para ela reencontrar. De tão distante que tudo tinha ficado, ela já nem lembrava mais como esses meninos eram.


É desse lugar que eu falo quando falo de rejeição. Não é teoria. É história vivida.


Fernando Kabral


7 de janeiro de 2026
9:58


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Eduarda


Não foi o acaso que me fez te encontrar,
foi o tempo sendo delicado comigo.
Entre trabalho, suor e dias comuns,
teu olhar atravessou o meu
como quem pede silêncio para entrar.


Na virada do ano,
enquanto o mundo celebrava promessas em voz alta,
nós caminhávamos em calma
no calçadão da Ponta Negra,
e ali, sem fogos dentro de nós,
algo muito maior explodiu:
o sentir.


Teu perfume ficou gravado na memória
como uma assinatura que não se apaga.
Teu abraço… ah, teu abraço
foi breve, mas suficiente
para ensinar ao meu coração
onde ele gostaria de morar.


Não te toquei além do permitido,
não te pedi além do momento,
mas dentro de mim nasceu um desejo honesto:
o de estar perto,
o de cuidar,
o de sentir tua presença
como quem encontra abrigo
depois de um longo caminho.


Há sentimentos que não gritam, Eduarda.
Eles se revelam no cuidado,
no pensamento que insiste,
na saudade que nasce
mesmo antes da ausência.
E se hoje escrevo,
não é para te pressionar,
mas para te confessar com verdade:
desde aquela noite,
meu coração aprendeu a te procurar
em tudo que é bonito, calmo e sincero.


Se um dia quiseres caminhar de novo ao meu lado,
saibas que não te ofereço pressa,
apenas presença.


Não te ofereço promessas vazias,
mas um sentir que cresce,
respeita
e permanece.
Porque às vezes,
o amor não começa com um beijo…
começa com um abraço
que nunca mais sai da gente.

Com o passar dos anos, foi ficando claro um papel que nunca foi escolhido, apenas assumido. Existir para servir quem passa. Ser riso quando falta leveza, ser escudo quando aparece o perigo, ser distração nos dias vazios. Ser o apoio, o ombro, o abrigo. Estar ali para tudo e para todos, sempre que precisarem.
O tempo vai passando , horas, minutos, segundos, dias, anos , e a ficha cai de um jeito que machuca. Parece que o propósito é ajudar os outros a crescerem, enquanto o próprio crescimento fica em pausa. A felicidade até aparece, mas nunca fica. É sempre temporária, como se não fosse feita para durar.
E dói perceber que o final quase sempre é o mesmo. Correr, se doar, insistir… e acabar voltando para o mesmo lugar. A estação zero. Aquele ponto onde tudo recomeça, mesmo quando nada mudou de verdade.
Ali, o silêncio pesa mais que o cansaço. Não tem reconhecimento, não tem despedida. Só fica a sensação de ter sido útil e, ao mesmo tempo, esquecido. As marcas do esforço ficam pelo caminho, invisíveis para quem seguiu em frente.
O ciclo se repete. Ajudar, proteger, sustentar quedas, emprestar luz quando o outro escurece. Depois, ver de longe essas pessoas seguindo mais fortes, mais inteiras, enquanto quem ficou continua no mesmo lugar.
Mesmo assim, a espera continua. Não por esperança, mas por costume. A estação zero já não assusta tanto — vira algo conhecido, quase confortável na dor que se repete. Aprende-se a sorrir sem motivo, a oferecer sem receber, a seguir mesmo quando não existe um novo caminho.
Os dias passam como trens que não param. Levam sonhos que não eram seus, histórias que não ficaram. Sobram apenas lembranças soltas e a certeza de ter cumprido um papel que nunca foi pedido.
No fim, parece que algumas pessoas existem para ser ponte, nunca destino. Para sustentar o mundo em silêncio. Não para serem vistas ou lembradas, mas para garantir que outros cheguem mais longe. E enquanto todos seguem viagem, permanece quem sempre esteve ali — invisível, cansado, recomeçando outra vez do mesmo ponto.

Te vi tentando esconder o que já foi
Com medo de que eu visse o que te constrói - Frase da música O Que Escolhemos Ser do dj gato amarelo

O motivo do meu sorriso
Nem sempre foi felicidade
Muitas vezes sorri disfarçando
As lacunas que a tristeza causou,
Não queria a fraqueza da solidão

Tive que mentir para minha tristeza
Tive que sufocar no peito a dor
Tantas vezes virei as costas
Para enxugar uma lágrima teimosa
Simplesmente me ergui e segui...

Não tenho medo da tristeza...
Tenho medo da mentira nela contida
As vezes tentando esconde - la
Não deixamos o mundo ver...
Que a fragilidade nos faz acessíveis
Nos faz mais humanos...

Recomeçar foi o que a vida me ensinou ...