Voce esta Guardada em meu Coracao
Crescendo em Estatura e Graça, está aquela que veio para Laurear meus dias e, por vezes, me salvar até de mim mesmo: minha neta favorita!
Não há cuidado mais Bonito e Charmoso que cuidar de quem não está doente.
Porque a declaração de amor mais cheia de charme e beleza é aquela que cuida, mesmo sem precisar.
Há cuidados que nascem da urgência — e há outros que florescem do afeto.
Cuidar de quem está bem é tocar o invisível: proteger a saúde com ternura, manter o riso aquecido antes que o frio chegue.
Quando o cuidado não vem do medo, mas da vontade de permanecer, ele se transforma em poesia.
É um gesto que se adianta à dor — um afeto que não espera a ferida abrir para se apresentar.
Porque o verdadeiro cuidado é assim: não grita, não exige, não visa retorno — apenas se oferece, como quem descobre beleza no simples ato de permanecer por perto.
O mundo está perdido
Com esta sociedade,
Pois vi o orgulho sorrindo
Da cara da humildade,
Vi a verdade perdendo
O espaço pra falsidade,
Presenciei a justiça
Escrava da injustiça
Dando vez a impunidade.
Santo Antônio do Salto da Onça RN
10/04/2024
A psicóloga está acabando comigo:
mandou-me separar um caderno só para anotar as incidências de estresse…
Só estou fazendo para comprar caderno!
Parece brincadeira — e é também!
Mas, olhando mais de perto, percebe-se algo muito maior escondido nesse riso: quantas vezes tratamos o cuidado emocional como se fosse só mais um caderno novo na gaveta?
É a recusa disfarçada, o medo sutil de se conhecer,
de se colocar diante do espelho,
de admitir que dentro de nós também existem gavetas bagunçadas
que carecem de arrumação.
Escrever, no fundo, é isso:
um ato simples que revela abismos
e, ao mesmo tempo, constrói pontes sobre eles.
Pela palavra, evitamos novas feridas
e aliviamos as que insistem em se abrir.
Há textos que caminham sozinhos.
Nascem prontos, enxutos, inteiros.
Mas há outros que precisam calçar as sandálias da empatia
para não machucar ou confundir quem ainda anda descalço dentro da própria alma.
E, é nesse vai-e-vem entre provocar e acolher
que percebemos algo curioso:
quando aprendemos a brincar com as palavras e com as imagens,
elas se juntam para brincar conosco.
A escrita deixa de ser esforço
e passa a ser companhia.
A arte deixa de ser fuga
e vira travessia.
É aí que o caderno muda de função.
De simples objeto, ele se transforma em lugar:
um lugar onde a dor descansa,
onde a graça do cotidiano floresce,
onde a alma encontra espaço para respirar.
E se eu tenho um desejo para quem se senta para folhear conosco esse “nosso caderno”,
é que saia daqui um pouco melhor do que entrou.
Porque a palavra bem cuidada faz isso —
acolhe, reorganiza, ilumina.
E quando compartilhada com sinceridade,
cura quem escreve e quem lê.
No fim, terapia ou não,
a escrita é um jeito silencioso de cuidar do mundo.
E, quem sabe, de nós mesmos também.
Só está faltando isso aqui, para eu entrar na fila dos mal-educados e ir tomar café na sua casa, sem nem te avisar.
“A arma no bolso não é de metal — é a decisão que você toma quando ninguém está olhando.”
— Guilherme Abner, A Arma no Bolso
“A informação está em todo lugar, mas quem escolhe enxergar além, cria poder.” — Guilherme Abner de Lima
“O verdadeiro controle não está na tecnologia, mas na mente de quem sabe usá-la.” — Guilherme Abner de Lima
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