Voce esta Guardada em meu Coracao
Respeitando os meus processos,
respeitando a minha história,
respeitando os meu limites,
respeitando o meu tempo,
respeitanto o meu espaço,
Em 2026 me deverei ao respeito de me respeitar mais.
Ele : uma casa lotada de mulheres .. meu sonho *-*
Ela : uma casa, com um unico homem, que me ame de verdade… é o meu sonho *-*
Atingir a paz é meu objetivo para 2026, amar mais, ser mais consciente das acontecimentos ao meu redor, ter mais contato com a natureza, tomar um banho de cachoeira, ficar dias em silêncio, acalmar a mente ... ( Rosivaldo Oliveira)
Há alturas que só se alcançam quando a gente se abaixa. Descobri isso ajoelhado, diante do meu sobrinho — um pequeno mestre que ainda chama o tempo de milagre e o quintal de mundo.
Aprender a ser grande não tem nada a ver com subir, conquistar ou colecionar aplausos. Tem a ver com reaprender a ver do chão, de baixo, da inocência que a pressa desaprende. O olhar das crianças não mede, não julga, não calcula. Apenas acolhe. E quem acolhe, cresce.
Ajoelhar é um gesto sagrado: é dizer ao universo que não se esqueceu de onde veio. É lembrar que a sabedoria mora nas alturas baixas, nas perguntas simples, nas respostas que ainda não têm forma.
Ser grande, talvez, seja isso: caber inteiro num instante pequeno.
Porque quem se abaixa para amar, se eleva sem perceber.
— Douglas Duarte de Almeida
Um dia um amigo perguntou-me qual o meu maior objetivo no jornalismo...
- O meu objetivo no jornalismo é trazer para a sociedade uma justiça imparcial; Causar nela indignação, vontade de reivindicar, exigir, ir à luta, lutar. Trazer a verdade como um banquete especial de fim de ano! Se alimentar do absolutismo. É tornar o jornalismo raso escasso e buscar o complexo para o povo, o que é arriscado de cutucar.
Existe de tudo um pouco...
Até pessoas que são péssimas em ser.
Logo, prefiro meu rádio a tagarelar e um café amargo a me acompanhar nas noites de luar.
Antes de falar eu penso, antes de agir eu reflito. Se ouviu meu grito porque foi necessário. Se ouviu meu silêncio porque foi respostas. Em cada palavras pronunciadas, em cada atos praticados teve uma medida exata e pensada.
Era difícil acreditar na realidade da pessoa, a palavra que era vazia para mim era meu maior medo, mas a sua palavra bela e bonita preencheu meu vazio. Tudo aquilo em que eu não acreditava, você trouxe de volta, não só iluminou meu caminho como o meu coração. Sua doce palavra me trouxe esperança no meu coração vazio e solitário.
Ter fé na hora dá adversidades meu Deus
Procurar força aonde meu Deus
Se parece que estamos naufragando
Se este abismo está nos sugando e as forças não vem
O que será de mim meu Deus se a tua misericórdia não me alcançar.
✨ O Meu Brinde de Domingo
"Hoje eu escolho a calma. Escolho recarregar cada pedaço da minha energia para encarar a última semana do ano com o coração pronto.
Que a prosperidade não seja apenas um plano, mas uma colheita. Que a paz e a saúde sejam o meu alicerce e que a alegria transborde em cada pequena realização.
Estou pronta para encerrar 2025 com gratidão e abrir as portas para um 2026 extraordinário! ✨🚀"
Foi amor inaugural.
Tuas faltas completam meu caminho
e tua história me governa.
Ao teu lado, desejo apreender a essência do social,
és presença constante, irrenunciável.
Quero compreender-te com zelo, penetrar teu vastocampo dos sentidos, abraçar a esperança de ser ouvido,
diante da distração e da incompreensão sábia do juizo errante.
Serei mais que título, restarei coração em vigília,
escudo em compasso de igualdade, peso exato em singular justiça.
O Direito mais que profissão, ferramenta de igualdade social uma Paixão...
(Vinnicius Pinto)
Quando eu era jovem, muitas vezes pensava: “Nossa, como meu pai é quadrado… ele não acompanha as mudanças, não se moderniza e ainda enxerga algumas atitudes minhas como absurdas. Ele deveria se atualizar, entender que o mundo mudou.”
E, no fundo, eu fazia uma promessa silenciosa a mim mesmo: quando eu ficasse mais velho, jamais deixaria de compreender o comportamento dos mais jovens. Eu seria aquele “coroa” descolado, aberto, que entende o seu tempo.
Hoje, percebo que a vida ensina com mais calma e com mais humildade do que a gente imagina.
Promessa para os meus inimigos e para ou outros.
Até ao meu último sopro de vida irei lutar;
Irei utar para não quebrar alguém, para que alguém não sofra tanto;
Entendo o que é viver com o coração partido, jamais seria alarve para o fazer;
Irei sempre tentar preencher o meu coração vazio com o brilho dos olhos dos outros;
Talvez por mim, talvez por todos, quero ver os olhos tristes tornarem a sorrir; Por tudo isso irei lutar;
Sei que por mais que tente preencher o meu coração com o bem de outros será uma luta eterna pois terei momentos de alegria mas jamais serei outra vez feliz.
De qualquer forma lutarei até ao fim.
E neste ano...
Qual fera ferida irei arrancar do peito toda a força que há em mim;
E com ela irei esmagar meus inimigos.
Aqueles que já comigo se cruzaram,
Aqueles que olharam meus olhos doces,
Aqueles que ousaram pensar e agir...
Não sabendo quem sou mas como se nada fosse,
Os mesmos que por vezes me leem aqui,
Para verem se sucumbi ou se resisto,
E que entre medo, terror e pânico mostram as garras...os dentes,
Mas me dizem...olhe que eu sei escrever bem!...hum já dizem tudo!
Mas que bestas Deus colocou na terra!
E eu besta me defendo,
Escrevam, escrevamos todos,
Veremos quem ganha a guerra!
Agora que nos conhecemos todos.
Célia Carracha.
A sombra do meu pecado me trai — um vulto que conhece meus passos antes de eu os dar.
Atrai-me para o submundo onde a escuridão tem voz e os nomes se desfazem,
um convite sem luz, uma promessa que cheira a ferro e a lama.
Somos dois náufragos: eu e essa sombra que me habita,
invisíveis aos olhos que ainda acreditam em salvação.
Envolvidos como raízes emaranhadas, presos no pântano do desejo,
onde o tempo apodrece e as horas se tornam moscas.
Caímos sem alarde, amordaçados pela própria culpa,
a boca cheia de terra, o grito reduzido a um eco de ossos.
A decomposição não é só do corpo — é do nome que eu dava às coisas,
do mapa que traçava para me encontrar, agora rasgado e úmido.
Há um frio que não passa, uma sede que não se sacia;
cada passo afunda mais, cada lembrança vira lodo.
E, no entanto, há uma clareira de silêncio dentro desse breu,
um lugar onde a traição aprende a dizer o seu próprio nome.
Não peço perdão — não ainda — porque o perdão exige luz que não trago.
Quero apenas ver, por um instante, a sombra desvelada:
que se revele inteira, sem disfarces, para que eu saiba com quem divido o corpo.
Se a escuridão é casa, que seja ao menos honesta;
se o pântano é prisão, que me mostre a porta que não consigo ver.
E se a decomposição é destino, que me ensine a colher do próprio fim
a semente que, talvez, um dia, resista e floresça na lama.
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