Voce diz eu te Amo eu Digo Idem
**Oração de Entrega e Perdão**
Senhor Jesus Cristo, diante de Ti eu me coloco em humildade e fé. Sei que sou falho e imperfeito, mas venho Te pedir perdão por todos os meus pecados, os que lembro e os que esqueci, pois só Tu conheces meu coração por inteiro.
Peço que intercedas junto ao Pai, o Criador de tudo, para que Ele cuide de minha vida e de todos aqueles que dependem de mim. Que Sua mão poderosa nos livre de todo mal, nos guarde dos perigos visíveis e invisíveis e nos conduza pelo caminho certo.
Dá-nos uma vida próspera, não apenas em bens, mas em paz, sabedoria e amor. Que todas as portas certas se abram, que toda inveja se desfaça, e que a Tua luz ilumine nossos passos.
E que aqueles que me tocam de alguma forma, seja com amor, com desafios ou até com intenções ocultas, sejam também abençoados, para que encontrem em Ti a verdadeira paz.
Confio em Ti, entrego minha vida em Tuas mãos e sei que, com Tua graça, nada poderá me derrubar. Amém.
Tem dias que tudo que eu preciso é estar comigo mesmo.
Não é solidão, é refúgio.
Às vezes, o mundo pesa tanto que o silêncio vira abrigo
e o isolamento, proteção.
"Em Pé, Mesmo que por Dentro eu Caia"
Nem sempre estou bem.
Na verdade, tem dias que acordo me costurando por dentro pra conseguir parecer inteiro por fora.
Mas sigo.
Porque se eu parar, me desmonto. E se me desmonto, talvez ninguém junte.
O mundo quer pressa, resultado, aparência.
As pessoas querem a versão que agrada, que funciona, que produz.
Mas ninguém pergunta se por dentro eu tô respirando ou só me segurando. "Tenso"
Na real ainda assim, eu escolho ficar de pé.
Não por orgulho, mas por sobrevivência.
Porque se eu desisto de mim, quem é que vai lutar por essa paz que só eu sei o quanto preciso?
Tô buscando minha própria harmonia
Não a que agrada os outros, mas a que me devolve o silêncio dentro da alma.
Tô limpando os excessos, cortando o barulho, recuando do caos disfarçado de convivência.
O que eu quero não é sucesso, é sentido.
Não é palco, é propósito.
Não é status, é paz.
Como diria Raul: “Prefiro ser essa metamorfose ambulante…”
E como escreveu Paulo Coelho: “As coisas simples são as mais extraordinárias, e só os sábios conseguem vê-las.”
Então sigo, mesmo em pedaços.
Porque a verdade é que ninguém precisa me entender
Só eu preciso me encontrar.
"Eu não sou perfeito, e nem pretendo fingir que sou.Tô em construção… em processo… sendo lapidado a cada queda, a cada escolha, a cada silêncio que engulo e batalha que enfrento por dentro.
Tem humanos que me chama de louco
mas é só porque eu não sigo o script.
Me rotulam, me julgam, dizem que eu devia me encaixar, seguir o padrão, viver como a maioria.
Mas a real é que eu tô tentando ser eu.
Mesmo com falhas.
Mesmo errando.
Mesmo sem ter chegado onde quero.
Tem dias que a luta é aqui dentro, e ninguém vê.
Mas sigo.
Porque prefiro ser verdade do que ser aceito por uma mentira."
Havia um cachorro no quintal. Toda vez que eu me aproximava para alimentá-lo, ele vinha e me mordia. Eu levava petiscos, tentava ganhar sua confiança, mas a reação era sempre a mesma: um olhar desconfiado seguido de uma mordida. No começo, eu não entendia. Por que ele reagia assim? Eu só queria cuidar dele, mas parecia que ele via em mim um inimigo.
Com o tempo, fui descobrindo o motivo. Esse cachorro, antes de estar comigo, tinha um dono que o maltratava. Alguém que não o alimentava direito, não lhe dava carinho, e talvez só se aproximava para punir ou ignorar suas necessidades. Esse passado de dor e desconfiança se refletia em cada mordida que ele me dava, em cada vez que ele se retraía ao menor gesto de aproximação.
Mesmo assim, eu insistia. Dia após dia, voltava ao quintal, levando comida e esperando pacientemente que ele me visse como alguém diferente. Mas nada mudava. Ele continuava me mordendo, como se eu fosse a sombra do antigo dono.
Então, um dia, decidi não ir mais até ele. Resolvi deixá-lo sentir minha ausência, para que ele percebesse a diferença entre o que tinha sido e o que poderia ser. Por alguns dias, mantive distância. E foi só então que ele começou a entender. Senti sua falta e percebi que ele também sentia a minha. Ele finalmente compreendeu que eu não era aquele que o machucava, mas o que tentava lhe dar uma nova chance.
Mas, quando ele se deu conta, já era tarde. O tempo que passei tentando ganhar sua confiança foi também o tempo em que, pouco a pouco, fui me cansando de ser mordido. Agora, que ele parecia querer minha presença, já não sentia o mesmo. Eu não queria mais correr o risco, não queria mais me machucar.
Às vezes, mesmo com boas intenções, não conseguimos consertar as feridas que outros deixaram. A desconfiança, quando alimentada por muito tempo, pode ser mais forte que a vontade de recomeçar. E, assim, cada um seguiu seu caminho: eu, ainda com a lembrança das mordidas, e ele, talvez com o arrependimento de quem demorou demais para confiar.
Eu a encontrei num tempo de cicatrizes, marcas deixadas por mãos que não souberam cuidar. Cada ferida parecia lembrar histórias passadas de promessas falhas, de sonhos que se perderam e do medo de amar que agora morava em seu coração. Ela carregava as marcas de quem passou de mão em mão, esperando, quem sabe, encontrar um porto seguro, mas sem ter conhecido um cuidado verdadeiro.
Mesmo assim, enxerguei nela algo especial, uma possibilidade de construir algo novo, de dar certo. Era como se eu tivesse encontrado um solo que merecia florescer, ainda que tivesse sido pisoteado tantas vezes. Em sua dor, vi não apenas as cicatrizes, mas uma alma que ansiava por recomeço, mesmo que ela não soubesse ainda.
Mas a cada passo que eu tentava dar em direção a ela, havia uma barreira, uma sombra que rondava seus pensamentos. Ela sabotava os próprios planos, erguendo muralhas de desconfiança e hesitação. Às vezes, parecia que a dor era mais familiar que a esperança, como se temesse que, ao permitir um novo amor, a história se repetisse.
E foi então que percebi: eu não podia curar uma ferida que outro havia deixado. Não estava ali para carregar o peso de memórias que não eram minhas, nem para refazer promessas que ela nunca recebeu. Então, decidi dar um passo para trás, deixando que ela tivesse seu espaço, permitindo que a saudade revelasse que a minha presença era algo novo, que não vinha acompanhado das sombras que ela conhecera.
Na minha ausência, ela começou a entender. A distância permitiu que ela visse que, ao meu lado, não havia passado a temer, apenas um presente a se construir. Quando nos reencontramos, ela me olhou com olhos diferentes, finalmente reconhecendo que eu não estava ali para ser mais uma passagem, mas para ser uma presença verdadeira, sem segredos ou medos antigos.
Mas depois de tantas tentativas, de tanto insistir e cuidar, esperei em vão que ela abrisse espaço para algo novo. Era como tentar alimentar um coração que respondia com mordidas, uma confiança que eu construía, mas que ela desmoronava na primeira dúvida. Chegou um momento em que o cansaço venceu: não suportei mais dar e não receber o mínimo de atenção ou reconhecimento.
E então, em vez de continuar insistindo, preferi partir. Eu não quis mais ser mordido pelo passado que não era meu. Escolhi ir embora, porque ela precisaria, talvez, perceber a diferença por si só. E assim segui, deixando para trás as feridas que não eram minhas, mas com a paz de quem tentou até o limite.
Evangehlista Araujjo, O criador de histórias
Eu mexo na decoração,e causo uma tremenda bagunça, organizando as prioridades e mudando as certezas de lugar.
Eu guardei pra mim,não achei coerente oferece-lo como um panfleto pra ser amassado e jogado na próxima lixeira.
No primeiro encontro eu fui com um cravo no peito,e no último com um espinho cravado, porque no meio dos dois,houve uma decepção.
Se eu quebrei a sua vidraça foi pra te mostrar que a vida do lado de fora da janela pode ser mais bela.
Quase ninguém tem interesse de conhecer o outro por dentro,eu nem sempre estou disposto a me revirar do avesso para me apresentar a alguém.
O garoto que eu fui tinha pressa de conhecer o homem que hoje eu sou,e hoje morre de saudades daquele garoto que eu fui.
Eu cometi a loucura de ser normal por alguns instantes, não gostei,voltei a ser quem sou,por isso danço sozinho,a música que eu ouço, e ninguém escuta.
O que desejas saber sobre mim? Eu tenho pesadelos e sonhos, perdas e ganhos, uma coleção de cicatrizes de vários tamanhos, mas insisto em sorrir.
Eu sou intenso, é meu jeito, eu só sei ser assim, se isso for defeito grave destrave as saídas e fuja.
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