Voce diz eu te Amo eu Digo Idem
O “talvez”, talvez já faz parte do meu dia a dia… Assim como talvez eu já não me importe mais, talvez eu já não sinta mais… Talvez eu já não ligue mais, talvez eu já não demonstre mais, e, talvez, apenas talvez eu esteja cansado de tanto tentar…
Com toda certeza desse mundo a única certeza que tenho e que eu sei, é que; - Eu já não sei de mais nada!
…não que eu tenha esquecido de tudo ou de todos que já conheci, não é isso, é que eu não sei ficar onde não estou feliz.
O problema dos meus problemas é que: Eu já não sei em que lugar devo estar, nem onde devo ficar… a primeira ideia que me vem a cabeça, o primeiro lugar em que penso é exatamente em lugar algum. Então percebo que não tenho lugar nenhum pra ficar.
Eu tenho um desanimo tão grande em meu coração pra gente fútil que não faço o minimo esforço de vontade para agrada-los!
Eu acho bonito mesmo
é essa reação que seu sorriso causa em mim e mais bonito ainda é o efeito que sua chegada causa em minha vida.
Quando me acolhe em teu abraço é como se eu pudesse entrar no seu "mundinho especial" e de la retornar sem dores, sem tristezas... Leve!
Meu trevinho!
O que diriam as flores se pudesse eu, mesmo que por instante, colher-te da beleza dos teus olhos ao doce perfume que exala de teu ser...
Minha antipatia é fruto do que já me fizeram ou deixaram de fazer, sim eu sei, sou um ser incompreensível mas para falar a verdade não faço a mínima questão que me compreendam.
Se tivesse eu o dom de expressar o inexpressável.
Escreveria sob as lágrimas, talvez quem sabe, sobre a Saudade.
A vida é curta, curta demais
para eu desperdiçar meu tempo na cia da soberba.
Assim como tão breve é o tempo,
que acompanha esse passear/passar da vida,
sem pena ou remorso.
Entre o passar de um segundo para o outro
de umponteiro de um relógio,
pequenas/grandes coisas acontecem!
E esse tempo todo é um aprendizado
e a soberba é inimiga do aprendiz!
Lua, Luar
Ah, se eu pudesse tocar-te
desenhar-te com o dedo
Pálida, branca como gelo.
Solitário, hei de amar-te.
Ah, se eu pudesse descrever,
este encontro entre nós,
o desejo de estarmos sós,
no lampejo, dou-me a escrever:
"- O fino véu translucido,
banha-me de corpo inteiro,
que jaz prazenteiro,
do meu eu, esmorecido.
Todo eu já combalido,
de minh'alma esvanecido,
pois, de ti entorpecido,
meu eu tenho carecido.
Hoje doudo por inteiro,
no silêncio matreiro,
Fugaz e sorrateiro,
ser d'alma poeteiro."
Ah, se pudesse o nevoeiro,
não me deixar arrefecido,
minh'alma teria oferecido,
como amante... fiel escudeiro.
Tão pálida sua luz sombria,
farta-me de tal maneira,
e ao meu coração esgueira,
quente dentre a noite fria.
A face da terra acaricia,
luzente como um ser divino,
toca nest'alma de menino,
que no gélido sereno, ardia.
Como amantes de histórias antigas,
Deusas, homens e meninos,
finda o espírito, tais desatinos,
nesta e noutras épocas vindouras.
Dominante o nevoeiro,
descansa no campo enegrecido,
Pálida, repousa sobre o outeiro,
e finda o campo enegrecido.
Quanto mais me inflamas, mais arde em mim o desejo por ti. Provoca-me até que eu te deguste, te devore como um pecado irresistível.
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