Voce Acendeu a Luz da minha Vida
"Minha xícara de café sem açúcar é o meu ritual de autossuficiência. Não preciso de muletas doces para começar."
Podem me roubar tudo, mas não minha essência, minhas raízes já falam por mim, ardem em minhas veias, cada grito calado, de meus ancestrais, me ensinaram que do lado de fora posso ser quem todos querem, mas por dentro a guerreira ainda grita. E isso, ninguém me tira!
Sou a existência por um breve instante nesse ciclo natural, minha consciência projeta imagens que me satisfazem ou às vezes me gera um mal-estar, mas é assim que funciona a existência da consciência enquanto estamos caminhando por esse plano universal.
Colibri Dourado
Colibri Dourado
Que minha penas alcem voo, que eu seja um ramo molhado para pousares, ó efêmera maravilha que danças com a chuva. E que estas palavras sejam as gotas que escorrem de tuas asas, contando o segredo que vieste me sussurrar.
Não me falaste da liberdade com os lábios, mulher-Pernambuco, colibri dourado.
Falaste com o arco de teus pés descalços na terra avermelhada,
Enquanto o aguaceiro te beijava, os cabelos loiros e te embalava o ritmo antigo.
Os tolos pensam que a liberdade é uma gaiola aberta,
Um voo para longe da nuvem negra, um abrigo.
Mas tu, naquele instante em que o céu se partiu em lágrimas,
Me mostyraste que a verdadeira liberdade é a coragem de dançar sob a tormenta.
Não fugiste. Não te encolheste.
Abriste os braços como quem aceita um manto de diamantes líquidos,
E teu corpo se moveu não apesar da chuva, mas por causa dela,
Num pacto ancestral com o temporal.
Era a alegria selvagem do cacto que floresce após a seca,
A sabedoria da cana-de-açúcar que se dobra ao vento sem se quebrar,
A memória do mar, que habita em teus ossos, celebrando a chegada da própria origem.
Disseste-me, sem uma palavra, que o ser livre não é aquele que evita a chuva,
Mas aquele que se torna um com ela,
Que deixa que a água lave suas certezas e que o vento desfaça seus cabelos,
E mesmo assim, no centro do caos, encontra a melodia para a sua dança.
Ó mulher-colibri, de penas banhadas de ouro e de água,
Tu és filha do sol e da nuvem pesada.
Ensina-me a ser terra, para receber a chuva sem medo.
Ensina-me a ser rio, para correr sem destino, apenas por correr.
Ensina-me a ser como tu: que encontra na queda da água a razão do seu voo...
E assim, sempre que a chuva descer,
Eu me lembrarei de ti.
E em vez de buscar um teto,
Estenderei meus braços para o céu,
E simplesmente dançarei.
Que minha penas alcem voo, que eu seja um ramo molhado para pousares, ó efêmera maravilha que danças com a chuva. E que estas palavras sejam as gotas que escorrem de tuas asas, contando o segredo que vieste me sussurrar.
Não me falaste da liberdade com os lábios, mulher-Pernambuco, colibri dourado.
Falaste com o arco de teus pés descalços na terra avermelhada,
Enquanto o aguaceiro te beijava, os cabelos loiros e te embalava o ritmo antigo.
Os tolos pensam que a liberdade é uma gaiola aberta,
Um voo para longe da nuvem negra, um abrigo.
Mas tu, naquele instante em que o céu se partiu em lágrimas,
Me mostyraste que a verdadeira liberdade é a coragem de dançar sob a tormenta.
Não fugiste. Não te encolheste.
Abriste os braços como quem aceita um manto de diamantes líquidos,
E teu corpo se moveu não apesar da chuva, mas por causa dela,
Num pacto ancestral com o temporal.
Era a alegria selvagem do cacto que floresce após a seca,
A sabedoria da cana-de-açúcar que se dobra ao vento sem se quebrar,
A memória do mar, que habita em teus ossos, celebrando a chegada da própria origem.
Disseste-me, sem uma palavra, que o ser livre não é aquele que evita a chuva,
Mas aquele que se torna um com ela,
Que deixa que a água lave suas certezas e que o vento desfaça seus cabelos,
E mesmo assim, no centro do caos, encontra a melodia para a sua dança.
Ó mulher-colibri, de penas banhadas de ouro e de água,
Tu és filha do sol e da nuvem pesada.
Ensina-me a ser terra, para receber a chuva sem medo.
Ensina-me a ser rio, para correr sem destino, apenas por correr.
Ensina-me a ser como tu: que encontra na queda da água a razão do seu voo...
E assim, sempre que a chuva descer,
Eu me lembrarei de ti.
E em vez de buscar um teto,
Estenderei meus braços para o céu,
E simplesmente dançarei.
Parei para pensar depois de arrumar a minha barba.
Não ficou do jeito que eu gostaria, mas já é um começo, pois eu não tinha o costume de cuidar dela eu mesmo, pois quando tinha algum dinheiro sobrando eu ia ao barbeiro e percebi que, ninguém vai fazer nada por mim e tenho que parar de ficar dependente dos outros para cuidar de mim, mesmo eu não tendo ninguém para cuidar de mim(Fora a minha mãe)...ninguém vai fazer as coisas por mim;
A vida adulta é tensa, triste, cansativa, mas é bela.
Se eu fosse um poeta, a minha musa inspiradora se chamaria melancolia! Ela esteve por trás de todas as reflexões que fiz em minha vida e de 90% dos pensamentos que compartilhei com o mundo!
Minha ilusão de Junho.
A criança insegura beijou
Soltou muito ar
não brincou de tocar
Não sabia o que fazia
E nem os seus olhos fechou.
Foi em Junho, eu me lembro,
No guarda-roupa de sua casa.
Minha mão parou em teu ombro
E na tua boca me senti em casa.
Eu gostei da sensação
Chorei de emoção
Jurei que contigo teria um casamento
Mas agora lembro de ti com dor
E ressentimento.
Porém te amo, meu varão
Mas te amar foi ilusão.
Ao mundo com dor testemunho
Tu foste Minha ilusão de Junho.
Eu, Karina, me conecto com os meus ancestrais, agradecida por cada pessoa que fez parte da minha concepção.
Agradeço, honro e respeito.
A partir de hoje, sigo as minhas próprias crenças, na confiança absoluta de que a força divina me inspira e me move, sabendo que tudo o que eu preciso saber vem a mim na ordem, no momento e na sequência certa.
O dia me pertence, e neste início de dia farei o melhor que eu puder.
Realizo tudo o que me proponho a fazer com a sabedoria do infinito, ouvindo os comandos do meu coração, entregando os resultados ao mistério e renunciando às expectativas sobre os desfechos das situações.
Me abro para o campo das potencialidades puras, para esse espaço onde tudo é possível.
Sinto que sou capaz de mover o mundo e uso a minha intenção consciente para manifestar os meus sonhos.
Eu tenho o poder de mudar a minha realidade.
Exercitar-me-ei na paciência, na bondade e na longanimidade.
Desfruto de verdadeira abundância em todos os pilares da minha vida.
Sou persistente e trago à realidade aquilo que desejo e faz meu coração vibrar.
Desperto todo o potencial adormecido que há em mim.
Eu quero, eu consigo, eu posso.
Eu sou uma mulher muito feliz, próspera, realizada e saudável.
Eu sou a minha melhor versão.
Peço aos meus pais, avós e antepassados — até a própria origem do clã — que tiveram dificuldades devido à falta de dinheiro, que me abençoem quando escolho viver de maneira diferente.
Peço que me guiem e me inspirem até as origens da família, que viviam em abundância e prosperidade.
Confio em mim mesma e na minha capacidade de mover qualquer obstáculo que cruzar o meu caminho rumo aos meus sonhos.
Gratidão pela vida e pelas descobertas.
Gratidão pelo despertar, pois, na infinidade da vida onde eu estou, tudo é perfeito, pleno e completo.
Tudo está bem no meu mundo.
23/06/2020 08:58
Karina Megiato
Tento segurar tudo com a minha humanidade porque eu quero sentir tudo — desde que deixei de sentir você.
Seguro a água com a ponta dos dedos, seguro o vento e o condeno a viver dentro do meu peito, seguro o fogo mas nunca me queimo. Como me reverter ao fogo quando meu corpo foi destinado ao pó?
Seguro seus braços com medo que escape, tento segurar todo o seu corpo e mantê-lo inteiro, por perto, viva dentro de mim. Tento segurar toda a sua existência na palma da mão, e com a outra amaldiçoo minha própria existência.
Tento segurar tudo com a minha humanidade porque eu quero sentir tudo enquanto não sinto nada. Nem você.
Seguro a angústia da sua falta, a ausência da sua voz, seguro seu fantasma sem nunca tocá-lo. Tento segurar tudo, suas memórias e o que sobrou de mim, e sempre, quase sempre, me faltam forças nos braços para carregar tanto.
Eu aceitei perder minha humanidade quando aceitei te perder. E te perder é, acima de tudo, me perder também.
Toda vez que eu consigo derrubar minhas barreiras, parece que uma barreira maior se ergue na minha frente.
Quando minha boca está em silêncio, a minha cabeça está cheia de lives infindáveis, buscando ser silenciadas.
Está tudo bem, amor.
Eu entendo que a minha situação não nos favorece.
Sei que o meu jeito acaba te trazendo insegurança.
E também compreendo que se entregar a essa paixão pode machucar.
Posso imaginar o quanto deve ser difícil para você aceitar tudo isso.
Não combina com o seu coração, com o seu caráter.
Por isso, eu te peço perdão.
Você merece alguém livre, inteiro, que te faça tocar o céu com um beijo.
Alguém presente em todos os momentos possíveis.
Você merece ser amada por completo, sem vírgulas, sem pausas, sem ponto final.
Merece ser o motivo do sorriso de alguém.
Merece ser abraçada sem medo, amada sem dúvidas.
Merece ser feliz.
E eu, mesmo aqui, ainda torço para que seja.
Mas… às vezes eu me pergunto, em silêncio, se um dia o tempo vai nos devolver.
Se essa história que começou tão intensa ainda não terminou de ser escrita.
Se, lá na frente, quando tudo estiver no lugar,
a gente ainda vai se reconhecer pelo olhar.
E se for nós, amor?
E se ainda tiver algo esperando por nós dois?
Eu não sei.
Quem sabe, um dia, sejamos nós o sorriso que aparece sem motivo.
O abraço apertado no fim do dia.
Quem sabe, amor, sejamos o “bom dia” um do outro.
Quem sabe sejamos a paz depois de tanta tempestade.
Quem sabe sejamos felizes, do nosso jeito, no nosso tempo…
Quem sabe.
Enquanto tento controlar minha mente silenciosa, o resto do meu corpo anseia por barulho.
Edrick Duarte
" Não faço do trauma minha identidade!
Pois sou mais que a soma de minhas cicatrizes
E embora meus demônios ainda me cerquem
Sou o campo de batalha das minhas próprias feridas, onde a dor se dissipa antes de ser externalizada."
Frases: Karina Cardoso Maia Cruz
Eu sacrificaria pedaços da minha carne, mas mesmo assim seria considerada egoísta por querer manter meus ossos.
Hoje me deu uma vontade de beijar na boca,
sentir os lábios grossos e carnudos na minha boca,
sentindo meu desejo me beijando.
E senti vontade de fazer amor gostoso,
de passear na minha vida
e, depois, sentir os meus pelinhos.
16/07/18 - 21:43
Karina Megiato
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