Voce Acendeu a Luz da minha Vida

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Minha verdade não negocia com mentira.

“Tem gente que perdeu tudo em mim… E ainda acha que foi escolha minha.”

⁠Minha mãe sempre dizia
depois que inventaram a desculpa,
muita gente deixa de pagar pelos erros.




Se em determinado instante
De um mero dia qualquer
Dentro da velocidade discreta
Da minha breve vida inquieta
Eu aprender,
Tornar-me-ei poeta.

Minha personalidade incomoda quem
não tem coragem de ser quem é.

De tanto ouvir que eu não conseguiria, quase acreditei; mas, como gosto de teimar, segui minha teimosia.
Nildinha Freitas

Não tem escapatória, minha gente, e eu falo isso rindo com um leve desespero elegante, porque no fundo eu sei que é verdade daquelas que não pedem licença pra entrar. A gente pode até caprichar no nome, escolher uma fonte bonita pra lápide, deixar datas organizadinhas como quem monta um feed harmônico, mas em algum ponto da eternidade… pronto, virou história apagada, arquivo morto do universo, figurante do esquecimento. E eu acho isso de um humor ácido quase genial, porque passamos a vida inteira tentando ser memoráveis, enquanto o tempo, debochado, está só esperando a nossa vez de virar poeira premium.

Eu imagino a cena como se fosse uma grande fila invisível, todo mundo muito ocupado vivendo, pagando boleto, se apaixonando errado, acertando por sorte, tirando foto bonita do céu, e lá no fundo, bem no fundo, tem uma plaquinha piscando em neon: “em breve, todos indisponíveis”. E a gente segue. Segue como se não soubesse. Ou pior, como se tivesse todo o tempo do mundo pra começar a viver de verdade depois.

E é aí que mora a ironia mais deliciosa e cruel. A gente adia o riso, economiza abraço, engole vontade, guarda palavras como se fossem peças raras de museu, sendo que no fim… ninguém leva nada. Nem o orgulho, nem o medo, nem aquela discussão que parecia tão importante às três da tarde de uma terça-feira qualquer. Tudo fica. Tudo perde o sentido. Tudo vira silêncio.

Eu, sinceramente, acho cômico. Trágico, sim, mas com uma pitada de comédia existencial que me faz rir sozinha às vezes, tipo quem entendeu a piada antes dos outros. Porque no final das contas, somos isso mesmo: poeira com consciência, tentando dar significado ao intervalo entre o nascer e o desaparecer.

E aí vem aquele conselho que todo mundo já ouviu, mas que quase ninguém leva a sério de verdade: viver o agora. Parece frase pronta de caneca, mas quando a gente para pra encarar sem filtro, dá até um friozinho bom na barriga. Porque o agora é a única coisa que não mente. O agora não promete, não enrola, não cria expectativa. Ele simplesmente acontece. Cru, intenso, imperfeito… e absurdamente precioso.

O futuro? Ah, esse é um mistério com data garantida e roteiro desconhecido. A única certeza é que ele chega. Mas como chega… ninguém faz ideia. E talvez seja exatamente isso que deveria fazer a gente viver com mais coragem, mais verdade, mais presença. Porque esperar o momento perfeito é quase uma piada interna do universo. Ele não vem.

Então eu decidi, entre um pensamento profundo e outro completamente inútil, que vou viver como quem sabe que é passageira, mas não insignificante. Vou rir mais alto, amar mais sem cálculo, sentir mais sem pedir permissão. Porque se no fim eu vou ser esquecida mesmo… que pelo menos eu tenha sido intensamente lembrada por mim enquanto estive aqui.

Eu fui muito injusto comigo mesmo, por isso hoje me tornei minha melhor versão

O toque chama — insiste — repete,
um eco metálico no vazio,
como se minha urgência fosse leve,
como se meu tempo fosse frio.

Do outro lado, silêncio.
Um silêncio que pesa, que arranha,
que cresce dentro do peito
feito algo que não se ganha.

Não é só a ligação perdida,
não é só o “depois eu vejo”,
é o desprezo que se insinua
como um gesto sem apreço.

Porque ali vai meu trabalho,
minha pressa, minha razão,
e volta apenas o nada
ocupando a conexão.

E então nasce uma chama breve,
bruta, rápida, voraz —
um impulso de quebrar o mundo
pelo respeito que não se faz.

Mas no fundo, o que grita mesmo
não é raiva — é ser ouvido,
é querer que, do outro lado,
exista alguém comprometido.

"Como neurodivergente (AH/SD), na minha visão, a inclusão verdadeira é respeitar o funcionamento da mente, sem rotular, julgar ou espiritualizar negativamente. Sendo que, nem todo funcionamento diferente é problema - às vezes é apenas uma mente que opera em outra frequência."

⁠Minha reflexão para hoje:
"Quantos já nos julgaram pela capa, sem compreender que nossa essência é totalmente diferente do julgamento cruel que nos foi direcionado, sem dó nem piedade? Nossa essência se revela àqueles que também escolhem ser essência conosco, pois é na sensibilidade do amor e do respeito que habita essa casa secreta - onde os olhos da alma, igualmente sensíveis, souberam nos ler, nos acolher, nos preservar e nos valorizar, simplesmente por sermos quem somos: simples e livres do medo de agradar padrões injustos. Aqueles que se precipitam em julgar pela aparência acabam presos ao superficial, vivendo de padrões impostos como se fossem os únicos aceitáveis."


- Michele Stringhini - Psicanalista Clínica


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Um dia me fiz poeta para aliviar a minha dor. As letras emaranhadas com minhas lágrimas, me fizeram notar que as sílabas juntas, seriam minha nova paixão. Há dias em que as sentenças brotam do meu coração, mas há dias em que o que mais quero é silenciar minha voz.Nessa trajetória a gente se reinventa e busca novas maneiras de viver a velha vida.No papel teço meus novos roteiros, não sou tão fraca nem tão forte, apenas sou quem me disponho a ser.


⁠Vivo de saudades e essa é minha forma de eternizar o amor.

⁠Hoje a tristeza tomou conta do meu peito.
Hoje o céu é cinza, reflete minha alma.
Todas as músicas parecem tristes estou de verdade comovido com a vida essa vontade de chorar não passa.
Como eu queria um amigo, um abraço,
alguém segurando minha mão.

Eu estou só
E sozinho cigo nesse dia frio e cinza de primavera
A saudade toma conta do meu lar e sinto que estou perdido sem ter pra onde voltar.


PauloRockCesar

Em minha defesa, eu nunca escondi o que sou nem o que desejo.
Há em mim uma mulher inteira, mas também uma menina que ainda acredita no cuidado, no gesto que acolhe, no olhar que sustenta. E é por ela que eu escolho.


Não quero ser a mulher de um menino que ainda ensaia responsabilidades, que se perde nas próprias indecisões e chama isso de liberdade. Não quero ser abrigo provisório de imaturidades, nem colo para quem ainda não aprendeu a permanecer.


Eu quero ser leve… mas leve de verdade.
Leve porque posso descansar, porque não preciso endurecer para dar conta de dois, porque não preciso ensinar o básico a quem já deveria saber amar com presença.


Quero ser a menina de um homem.
De um homem que entende que cuidado não diminui, que presença não sufoca, que escolha não se adia. Um homem que não se assusta com a profundidade, mas mergulha. Que não foge quando percebe que é real.


Porque em mim, tudo é real.
O sentir, o ficar, o construir.


E se isso assusta quem ainda é raso, então que assuste.
Eu não fui feita para caber no medo de ninguém.


Em minha defesa, eu só estou sendo fiel ao que em mim nunca foi ausência
essa vontade bonita de ser bem escolhida… e, finalmente, poder ser leve sem precisar deixar de ser inteira.

Como deletar o que está gravado em minha alma, como apagar as palavras que acalentaram e preencheram por tanto tempo o vazio que havia em mim? ...


Viver é uma viagem que fazemos solitários, temos a felicidade de compartilharmos com as pessoas a quem amamos e que conosco trilham os nossos caminhos, e àqueles que no percurso cruzam os nossos passos...


Estas são as marcas que nos ajudam na nossa viagem, e por fim ao chegarmos ao nosso porto, final de estrada, dali admiramos as várias estações da vida.

Meu filho, só quero dar o melhor pra minha família, minha esposa e meu filho.

Foi na dor que encontrei
a minha lucidez,
ali estava ela,
pronta para me ouvir,
me acolher.

Enquanto pedalava a minha bicicleta
pensando "quando" iria tirar as rodinhas.
Os pássaros voavam sem as preocupações de onde estariam os galhos.

Sobre a linha do horizonte,
armei a minha equação matemática.
Me apropriei da física quântica.
Curvei o tempo.
e nele retornei na expectativa daquele encontro
que jamais aconteceu.