Voce Acendeu a Luz da minha Vida

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Em tempos de inverdades, tenho saudades da minha liberdade. De andar pela cidade com pessoas da minha idade. Sinto que privo a minha verdade com certa ambiguidade. E que a calamidade uniformiza a diversidade.
Creio que a cumplicidade reapareceu sem sazonalidade e que o mundo está repleto de reciprocidade. Será que a majestade está sentindo um pouco de vulnerabilidade?

Em tempos de sororidade e equidade, a unicidade é uma temeridade. E a promiscuidade da invisibilidade aflorou a nossa humildade. Que as desigualdades repletas de maldade cedam espaço para a benignidade. E que o renascer da nossa longanimidade nunca mais permita nenhuma iniquidade.

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Os paradoxos da minha timeline.

Sempre fui um aficionado pelas figuras de linguagem. Paradoxos e metáforas, por exemplo, sempre me ajudaram no processo de externar meus pensamentos. Traçando uma linha do tempo, voltamos ao ano de 1972 para compreendermos o real propósito deste livro.

Na ocasião, o então presidente Emílio Garrastazu Médici, terceiro da lista de ditadores que governaram o Brasil, promovia pela primeira vez a transmissão de um evento através da televisão em cores. Mesmo considerando o regime autocrático e a sua ilegitimidade, nascia a Telebrás, a primeira empresa de telecomunicações do Brasil. Em meio a censura, a violência e a cassação de direitos políticos, o primeiro computador da América Latina era construído na Cidade de São Paulo. Ao mesmo tempo que as fronteiras se fechavam para o livre-comércio, Médici inaugurava o primeiro trecho da Rodovia Transamazônica. E para completar, o juiz Sérgio Moro nascia ao passo que Luiz Inácio Lula da Silva entrava para o Sindicato dos Metalúrgicos com apenas vinte e sete anos de idade.

Saindo um pouco do contexto tupiniquim, o terrorismo palestino assombrava a delegação israelense em plenos Jogos Olímpicos. E para encerrar a lista de contradições, Richard Nixon, então presidente dos Estados Unidos, se reunia em Pequim, na China, com o lendário Mao Zedong - patrono da luta contra o imperialismo e o capitalismo em todo o mundo.

Neste mesmo ano eu chegava ao mundo e daí a ligação emblemática com os paradoxos da minha história. Com tantas contradições presentes no meu encontro com o mundo exterior, ressalto aqui o meu primeiro contato com a resiliência. Minha querida Mãe, genitora mor diante do seu primogênito, ao se preparar e ver se consolidar o segundo maior elo de sobrevivência depois do cordão umbilical, Mãe e Filho, eis que surge a fome e o anseio instintivo pelo aleitamento materno. Um choro a plenos pulmões antes fechados, uma insistência concebida pelo amor incondicional e um pequeno sussurro em meus ouvidos: - Filho, seja resiliente!

⁠"Então minha dor é ter ti dado dor!!
Queria à verdade te presentear!!
E no meu Egoísmo, só te queria!!
Então no Campo de Batalha do meu Ser, só me perdi na Névoa sem entender o porque do Destino. "

⁠Há quem afirme que uma historia tem sempre 3 versões...

- A sua versão.
- A minha versão.
- O Fato real.

O Fato Real é o único que deve ser defendido, pois ele é incontestável, indiscutível e irrefutável em qualquer circunstância.

⁠Há quem afirme que uma historia tem sempre 3 versões...

- A sua versão.
- A minha versão.
- O Fato Real.

Em sua síntese, o Fato Real, mesmo que esteja sob um ponto de vista diferente, é o único que é incontestável, indiscutível e irrefutável e deve ser defendido em qualquer circunstância.

Bom dia, amiga! Minha parceira do crime, companhia de todas as horas. 👯‍ Fico contando as horas pra te ver no fim de semana e ansiosa pelas nossas próximas aventuras. ❤️

⁠Não ouça a voz que confunde, ouça a voz da razão. A Minha voz acalma e conforta o coração.

Entendi que sou eu, quem sempre fui. Apenas em outras carnes, outros papéis. Mas sempre fui minha, mas nem sempre daqui.⁠

⁠Todas as dúvidas que surgem não se podem responder. Pois a Minha verdade não é para o mundo compreender.

⁠(Des)calça está minha alma
nua na serenidade
batismo sonho água mar
(Des)água rio mar coração

corpo santo em rebentação
navegação contramão
cais porto tua mão

somos tripulação
rota céu terra mar estrelas lua sol
voo em mão dupla
dentro

⁠Na calada da noite bateram em minha porta. Quem seria? Quem teria tamanha ousadia de importuna-me a uma hora dessas , abri a porta e a permitir entrar era a solidão . Já chegou dizendo renda-se ao chamado dessa doce tentação, Muita das vezes não sei descrever o que sinto porém, posso dizer que meu peito aperta com isso. e por vezes dos meus olhos escorrem lágrimas . Mais ela não satisfeita continua a falar ; Entenda que sou e serei sua melhor companhia . Não faz sentido ainda tenho que agradecer por mais uma noite ter a tua companhia para ver o sol nascer ? Sim a vida é isso , o orgulho não lhe deixa voltar atrás. E mais uma vez, você perde a oportunidade de ser feliz Meu peito vai escurecendo você é a culpada da que sinto. Boa noite.

⁠A PRIMEIRA VEZ...

A imensidão das tuas mãos
coube no meu coração...
na minha alma e no meu corpo...

um corpo feito de alma...
o coração?

Somos canibalistas ...
na lista, o teu coração na minha mão...
a minha mão? No teu corpo...

Um escopo...
quem sabe um corpo?

Outra vez...

⁠QUENTURA E TERNURA...

Minha poesia é laço a abraçar-te...
é elo a ligar o nosso ar... ar quente...
Refrigério em nosso “rio”...
o ar condicionado é alado...
é mar “mareado”...
Ao lado do outro lado...
só com o ar ligado...

Palmas voltou a ser Palmas...
na “quentura” e na literatura...
Quem atura?
Temperatura nas alturas...

⁠DE "ALMAS DADAS'

Em minha cabeça,
uma “rudia” de sonhos...
aninham e ninam coração
grávido de palavras...

Minha alma feita de eternidades
continua a peleja de roçar na tua...
Eternidade de literatura e urdidura...
perdura na lua de luto e de luta...

“Luto” por todas as idas e lutas...
uma labuta com a batuta do Poeta
Onisciente e Onipresente...
presente até na ausência
e na saudade de ti...
sem ti... senti tua alma e a minha
na palma da mão ...
Seguiremos de “almas dadas”...

⁠No meio da tempestade não solte a minha mão, até que o mar se acalme e o sol volte a brilhar. Os momentos difíceis nos transformam em pessoas fortes, com histórias pra contar. Vencemos mais um dia.

⁠Sigo imprimindo, em alta resolução, as páginas da minha história.

⁠Mesmo que duvidem da minha capacidade eu seguirei em frente. O que os outros falam, não define minha vida.

⁠“Minha mente é minha arma. Meu irmão tem sua espada, o rei Robert tem seu martelo de guerra, e eu tenho minha mente... e uma mente precisa de livros, já que uma espada precisa de uma pedra para ser afiada e manter sua vantagem. É por isso que leio muito”. — Tyrion Lannister

⁠minha alma
encaixou em
seus braços.

⁠EQUILÍBRIO
Tomo-me derrepente a pensar
Vagalumo minha mente
Enigmas sombrea palavras
Dentre meio às sombras
Sucumbidas pelo tempo
Eremita sou
Carrego meu cajado
Afins de não tropeçar
Em punho levo a lanterna
A poder enxergar
Odim Também fui
As vezes me ponho
Penduro de ponta cabeça
Afins de enxergar outro mundo
Aquele que ninguém vê
Viajante do tempo
Não sei se poetiso ou psicografo
As imagens do ontem
Os sonhos e desejos
O tempo apagou
Nem páginas amarelas restou
Milhões de candelabros
Alumia minha face
Aquece minha alma
Traz tudo de volta
O equilíbrio a magia de ser o que sou
As cores percorre minha face
Contornando meus lábios
Do sorriso que faltou
Vermelho toma meu nariz
Alegria chegou
De ser um palhaço
Saltimbanco sou
Me deparo agora
Vejo claro a criança
Emerge acima da luz e sombra
Eles me esperam
De volta estou
O espetáculo tem sequência...