Voce Acendeu a Luz da minha Vida

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Irmão, amigo, namorado... Tudo isso é parte da minha coleção de máscaras. Algumas pessoas me chamariam de fraude.

Dexter Morgan

Nota: Dexter, Temporada 1, Episódio 4.

Diego está na minha urina, na minha boca, no meu coração, na minha loucura, no meu sono, nas paisagens, na comida, no metal, na doença, na imaginação.

Prefiro sofrer com uma verdade do que ver que minha felicidade é baseada na mentira!

Nem todos são iguais, e por isto não quero perder a minha inocência de ainda acreditar nas pessoas, mas quero me reservar e não sair por ai entregando a qualquer um aquilo que tenho de muito valor "a confiança".

Se tua felicidade dependesse do meu sorriso, seria capaz de sorrir na minha maior tristeza para te ver feliz!

Antigamente quando eu me excedia
Ou fazia alguma coisa errada
Naturalmente minha mãe dizia:
"Ele é uma criança, não entende nada"
Por dentro eu ria, satisfeito e mudo
Eu era um homem e entendia tudo.

Hoje só com meus problemas,
Rezo muito, mas eu não me iludo
Sempre me dizem quando fico sério:
"Ele é um homem e entende tudo"
Por dentro com a alma atarantada
Sou uma criança, não entendo nada.

Erasmo Carlos
Erasmo Carlos e Roberto Carlos, "Sou Uma Criança, Não Entendo Nada

Nota: Música do álbum "Projeto Salva Terra" (1974)

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Despedida

Se minha presenca nao mais satisfaz,
entao desfaça dela sem me satisfazer,
todo orgulho eu deixo pra ti,
nao preciso disso para viver...

Ele tem um jeito de me tocar, de caminhar com as mãos no espaço entre minha pele e a roupa, sem parar de me analisar o corpo, cheio de fome e ternura e calor. Eu sei que foi por isso que voltei, que volto, toda vez. É quando eu fico por baixo que a verdade se esfrega nos meus olhos e se infiltra pelos meus poros. Com o mapa do meu corpo, ele me prende nos meus becos e dança nas minhas avenidas. Eu não tenho saídas.

A minha insegurança destrói meus caminhos.
(do livro: “Livrai-nos de todo mal”)

Prefiro ser violento se houver violência em meu coração, do que negar minha essência...

Minha frieza comprime meus sentimentos, controla meus atos e expande o meu afeto.

Da minha consciência ancestral:

Ontem, sentada frente ao espelho
Ia cuidar dos meus cabelos
Com o creme de alisamento

Abri o pote e o forte cheiro
Adentrou­‐me as narinas tão violento
Fazendo‐me fechar os olhos
Por um momento

Abri­‐os novamente e ela estava lá
Sentada ao pé da cama a me mirar
Pés e mãos acorrentados
A lágrima no rosto a brilhar

De onde vem, sussurrei
Do outro lado do mar
O fedor aqui é tão forte
Já não posso respirar

Ontem, sentada frente ao espelho
Ia cuidar dos meus cabelos
Esperava a chapinha esquentar

Estiquei a primeira mecha
Mas, descuidada queimei a testa
Senti a pele a latejar

Fechei os olhos, contendo a dor e o ódio
E quando os abri, ela já estava lá
Na bochecha uma cicatriz
Quem lhe fez isso? Saber eu quis

Ela levantou‐se e tocou minha queimadura
Depois falou­‐me com ternura:
Agora a qualquer lugar onde eu for
Saberão sempre quem é meu senhor

Ontem sentada frente ao espelho
Resolvi amar os meus cabelos
Sussurrei seu nome com zelo
Esperei ela se sentar

Ela se achegou sem receio
Recostou minha cabeça em seu seio
Começou a pentear

A cada mecha, a cada trança
Uma memória, uma lembrança
Que o medo não pode apagar

Arrepio é forma que meu corpo escreve em braile "continue", quando beijas a minha nuca ou quando passas levemente os dedos na minha pele, após me fazer amor.

O receio de que a minha noção de felicidade estivesse totalmente em desacordo com a noção de felicidade do resto das pessoas fazia com que, noite após noite, eu me revirasse de um lado para o outro na cama, gemendo, quase a ponto de enlouquecer.

Osamu Dazai
Declínio de um homem. São Paulo: Estação Liberdade, 2018.

Vai com calma, coração... Preciso dar um tempo pra minha cabeça e uma folga para as minhas emoções...

Sou um pouco dos meus amigos,
um pouco da minha casa,
Sou parte do que me faz feliz,
uma parcela de sonhos.
Sou de tudo um pouco, um pouco de tudo.
Sou parcialmente um ser bizarro,
logo, sou um ser humano.
Sou uma saudade ambulante de um passado,
e uma expectativa insistente de um futuro melhor.
Sou o ódio e a simpatia,
o sorriso e a cara amarrada.
Sou os erros que cometi,
e os passos certos que dei.
Simplificadamente; sou uma vida que já viveu,
e ao mesmo, tempo uma vida que ainda está para viver.

A bebida é a bengala de um velhinho que mora em minha personalidade. Mas tenho certeza de que uma criança que existia em mim, antes de tantas coisas acontecerem, um dia voltará. Só então saberei quem sou.

Maysa

Nota: Em entrevista à revista Manchete

Sei que olhei a face dele. E de certa forma a sua face era a minha face...

Teu amor diminui minha vontade de querer morrer
Teu abraço é como um terapeuta que vem socorrer
Todos os medos que eu guardo mesmo sem querer

E quando o mundo tentou me botar pra baixo, eu sorri e mostrei que minha fé era mais forte que todos eles juntos.