Voce Acendeu a Luz da minha Vida
O pensamento é fogo que consome a realidade, tudo que conhecimento é luz do conhecimento na escuridão caminharei ate minha luz seja o conhecimento.
Flores da madrugada serenas faces
Petulância se tornou romance
Então a luz te deixou .
Num penhasco de emoções me torturei
Pois a cada monto que sonhei esperei estar ao seu lado...
Mais nada nem ninguém ousou ferir meu coração tão profundamente que mundo terminou...
As flores secaram o deserto do seus olhos buscam vida meus olhos.
Mas jas a origem de um sentimento puro para aonde foi embora nunca mais voltou...
Sendo sensatez ganha sombras num novo tempo de lucidez a tenho como novo amor que começou as flores antes mortas ganham vida resiste em mais um momento irônico do tempo se torna o temporal.
Manifesto da Caverna Digital
Por Celso Roberto Nadilo
Da luz nasce a lucidez; da escuridão, a conspiração.
Denoto o deleite do "estar sobre o consciente". Eu, o político corrupto de mim mesmo. Observo as deformações projetadas na parede da caverna e as alegorias que alimentam o medo dos fanáticos "seres de luz". Olho para o vento, empurrado pelo ar-condicionado, enquanto o ambiente é aquecido pelo sopro dos coolers que tentam resfriar as máquinas.
A informação, antes escassa e buscada a passos lentos através do modem discado, hoje nos atropela. Esse excesso se parece muito com o velho paradoxo: só sei que nada sei, mesmo diante de todo o conhecimento do mundo. Frente ao desconhecido, minha alma se faz verbo; evoluímos para a palavra quando o mistério nos confronta. Mas o que sou eu diante disso? Nada mais do que o próprio ser. Se penso, logo existo, e diante do que sou, sigo sendo o "eu" que habita o subconsciente.
Na clareza da minha mente, vejo a caverna digital. O feudalismo digital. O silêncio ensurdecedor de nossas almas falantes.
A preguiça de pensar nos colonizou: se há dúvida, o Google resolve; se falta método, o YouTube ensina — até a voz da experiência se rende ao clique. Mas nem tudo o que se pesquisa abraça a realidade. Cada experiência humana é única, assim como é único o vazio daquele que abdica do seu senso crítico. Minha voz estacionou na resiliência da pragmática. Sou um navegante cheio de sonhos em um mundo feito de alegorias.
Dividimos o espaço com o velho pão e circo. Vivemos uma alienação coletiva, alimentada por interações extremistas de uma direita radical e de uma esquerda socialista e comunista. Mas, no fundo, a verdadeira crise é a corrupção do próprio ser. Eis o novo cabresto: o antigo voto dos coronéis agora é a ilusão burguesa, maquiada com viés filosófico. Caminhamos pelo espaço tecnológico, mas ainda somos saqueados por piratas corporativos e governantes. Obras ilusórias e gastos milionários continuam blindando os "homens de bem".
A balança da justiça está quebrada. Se um miserável rouba um pedaço de pão, são vinte anos de prisão, sem direito a condicional — a pena original era de um ano, mas o sistema esqueceu o indivíduo, e a revisão do processo se perdeu na fila do esquecimento legal. Enquanto isso, outro desvia milhões, filma a própria audácia e agora quer ser presidente. Um terceiro, que nem cometeu crime, só por usar o boné errado ou estar perto do fato, amarga dois anos de cela até provar uma inocência que ainda lhe custará caro.
O circo continua. E nós, diante dos fatos narrados, continuamos sendo testemunhas — e cúmplices — do nosso próprio tempo.
Nas sombras somos a duvida ate que a luz celeste seja manipulável.
A manipulação é apenas equivalência da observação.
Até dentro da luz existe a escuridão.
Mas, imersos nela, contemplamos objetos que superam a velocidade da luz,
e testemunhamos a evolução.
O ser humano transcende suas próprias limitações;
com o tempo, novas ideias florescem.
Mesmo no coração mais árido, há vida e pensamento.
E quando ouvimos os nossos sonhos, sentimo-nos flutuar
rumo a um novo patamar, onde se encontram o olhar da ciência
e a essência da nossa humanidade.
"O fenômeno da cor é o reflexo do espectro luminoso e da reação da luz com a atmosfera; o contato com a pressão atmosférica confere a perspectiva de espaço e tempo. As cores cinza, amarelo envelhecido ou verde desfocado tremulam entre as tonalidades da própria dimensão espaço-temporal.
O branco e o azul oscilam entre o vermelho e o infravermelho. A perspectiva da existência alinha-se nessa vertente, e a proporção da probabilidade pode ser deflagrada na ação lógica e corretiva, nas fronteiras da profundidade e da propriedade existente no espaço e no ato contínuo da luz.
O relativismo da continuidade simplifica, exatamente, a extensão da positividade ou negatividade do universo. Essa extensão da luz e a continuidade do relativismo abrem a subversão da cor para o divisor quântico — a grafia por trás do sistema arcaico do tempo, que sustenta a tradicional visão tridimensional."
— Celso Roberto Nadilo
Sintonizar boas vibrações:
respire fundo,
aproveite a luz natural,
observe a natureza,
ouça música relaxante.
Conecte-se com o Eu Interior!
#bysissym
Luz, Silício e Consciência
Por Celso Roberto Nadilo
Dentro da luz, há uma reação que começou no instante em que ela acendeu.
A viagem determina sua reação; quando tudo resplandece, o fenômeno acontece.
O filamento sofre uma reação de polos, positivo e negativo, cujo resultado é a luz.
Na liberdade do raciocínio, vemos a luz como condutora de calor e conexão com as cores do ambiente.
Num piscar de olhos, tudo está escuro ou claro. Dependendo do espaço, a luz se faz parte do meio.
A luz flerta com a escuridão.
O sentido sensorial se dá na luz clara, revelando o ambiente.
Quando estamos na escuridão, perde-se a noção de tempo e espaço.
Há uma continuidade no fato de a luz acender de dia, pois a percepção só se torna a beleza do iluminar diante do breu.
Cria-se um clima de mistério, ou um plano de fundo para a televisão.
Pois como ignorar a ilusão temporal? Até a caverna tinha suas alegorias.
Num mundo ditado por leis digitais, o tecno-feudalismo surge como uma era de escuridão medieval.
Somos compelidos a compreender a alienação; seus bots digitais protegem o sistema como um antivírus do próprio perfil da consciência.
A luz cálida é o fundo de informações num fluxo abrangente e contínuo, moldando conceitos de existência e continuidade.
A luz separa e contempla, pois o dado já é parte de um ser artificial.
A compreensão dos dados chega à velocidade da luz,
Tornando compreensíveis as leis da relatividade.
No micromundo, computadores quânticos revelam o futuro.
Em simples linhas, somos avaliados e somados ao sistema.
Na terra do silício, a vertente da semântica abre novos caminhos no espaço contínuo.
Num efeito em que o sistema sustentável se impõe, cabe à subversão do ser consciente desbravar essa linha tênue.
Damo-nos o livre-arbítrio de criticar e compreender, unindo a análise da espiritualidade deste mundo aos dados físicos da relatividade.
Agora resta compreender: a causalidade nunca fez parte da equação, mas sim a verdade dos fatos.
Bom dia!
Tudo é luz, tudo é fé
A força interior nos leva a um grande aprendizado e nos dá a vitória, boa semana.❤️
Ery santanna
A verdadeira riqueza é a liberdade de não precisar esconder nenhuma das suas ações da luz da verdade.
A indolência é o ninho onde se escondem os vícios; a diligência é a luz que os expulsa da sua rotina.
Arrepender-se de erros passados não é sinal de fraqueza, mas a prova de que a luz da verdade começou a despertar em você.
Quem busca a riqueza sem perder a sua humanidade torna-se uma fonte de luz para todos os que o cercam.
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