Voce Acendeu a Luz da minha Vida
Quer o brilho do sol, mas se recusa a ser luz. Triste destino o de quem espera colheita farta em terra que nunca se deu ao trabalho de plantar.
Lá vai Lúcia Iara, caminhando ao mercado, trazendo alimento para seus pequenos. Ela é pura luz — um abraço que a gente deseja sentir sempre.
Agradeço a bondade de quem deseja me oferecer caminhos que trazem luz, (me Catequizar). Mas me sinto finito e pequeno diante de certezas absolutas. Minha limitação não cabe em respostas prontas; ela se move em perguntas. Talvez a verdade que procuro não esteja no fim do caminho, mas no ato de caminhar. Não desprezo esta vida em nome de uma promessa futura. Cada instante, mesmo frágil, é sagrado. Se há eternidade, que ela comece aqui, no presente, na dor e na alegria. Viver plenamente já é a minha forma de agradecimento a D'us.
Alexandre Sefardi
Lindas são as mulheres. Não só num retrato, mas pela luz que têm dentro e que dão ao mundo.
Lindas são as mulheres por serem fortes. São como árvores com raízes firmes, que aguentam o tempo ruim e seguem em frente. Sua beleza está nas marcas de suas lutas, que contam histórias de quem não desistiu.
Lindas são as mulheres por terem um tipo especial de força. Ela pode ser um abraço calmo e seguro ou uma coragem que luta contra o que é errado. É a força que acalma uma criança e, ao mesmo tempo, constrói um amanhã melhor.
Lindas são as mulheres por sentirem o mundo de um jeito profundo. Elas percebem detalhes, entendem silêncios e sabem o momento certo de um carinho. É uma sabedoria que não precisa de gritos.
Lindas são as mulheres por serem elas mesmas. Cada uma é diferente, com seus sonhos, medos e paixões. A beleza está nessa coragem de ser única, no brilho dos olhos quando falam do que amam.
E, mais que tudo, lindas são as mulheres porque todos os dias elas escolhem continuar. Num mundo que às vezes tenta apagar seu brilho, a maior beleza delas é existir, com toda a sua verdade. É a coragem de seguir em frente e ainda ajudar outras a seguirem também.
Por isso, "linda" não é só uma palavra parada. É uma ação. É o ato de ser mulher, com toda a sua complexidade, sua força suave e seu poder.
Lindas são as mulheres. Simplesmente porque existem. E ao existirem, tornam o mundo um lugar mais humano, mais gentil e, sem dúvida, mais bonito.
" O amor puro recarrega as energias da alma, penso humildemente, que essa troca gera uma luz brilhante suficiente para iluminar o mundo em todos níveis ".
Márcos Frèitas
" A Luz interior não dissipa as sombras, mas amplia a visão para o infinito, revelando o que estava oculto ".
Márcos Frèitas
Apego Ato 1
Luz sobre ele. Silêncio. Ele respira fundo.)
Que fiz eu…
Que fiz eu, senão tomar mãos humanas
e moldá-las em divindade?
Era carne como eu.
Era falha como eu.
E ainda assim, eu a vesti de eternidade.
Com minhas próprias mãos ergui o trono.
Poli a madeira com expectativas,
revesti-o com promessas que nunca foram ditas,
e a coloquei lá no alto… acima de mim.
(ri, amargo)
E então ousei perguntar por que não me via.
Mas como poderia?
Do alto do altar que construí,
tornei-me chão.
Tornei-me base.
Tornei-me invisível.
Ó coração tolo,
confundiste amor com reverência,
entrega com submissão,
admiração com ausência de si.
Não foi ela quem subiu
fui eu quem me ajoelhei.
(pausa)
Amor…
amor não pede joelhos.
Não exige plateia.
Não se alimenta de distância.
Amor é encontro.
É altura contra altura.
É dois olhares no mesmo nível do céu.
E se hoje sofro…
não é por não ser visto.
É por finalmente enxergar
que fui eu quem construiu a própria sombra.
(Luz se apaga.)
Apego Ato 2
(Palco quase escuro. Um único facho de luz. Ele caminha lentamente.)
Assim termina o engano do meu próprio coração.
Eu, arquiteto da ilusão,
escultor de um trono que jamais me pertenceu.
Com mãos trêmulas de afeto ergui muralhas de admiração,
e no topo delas coloquei um ser humano…
feito da mesma fragilidade que eu.
Mas ceguei-me.
Preferi chamá-la de estrela,
para justificar minha disposição em viver na sombra.
Oh, que doce veneno é idealizar.
Enobrece o outro
e empobrece a si mesmo.
Fiz dela soberana de um reino que inventei.
Curvei-me diante de um amor que não pediu joelhos.
E quando clamei por reciprocidade,
o eco foi minha única resposta.
(pausa longa)
Mas eis a tragédia maior
não foi rejeição.
Não foi desprezo.
Foi consciência.
Consciência de que nenhum trono se sustenta sozinho.
Que todo pedestal exige um chão.
E eu… eu escolhi ser chão.
(olha para as próprias mãos)
Estas mãos que ergueram,
agora aprendem a desfazer.
Pois se amor houver de existir,
que venha sem coroas.
Sem alturas inventadas.
Sem abismos criados pelo excesso de devoção.
Que venha como encontro.
De pé.
Olho no olho.
Respiração contra respiração.
E se não puder ser assim…
(entonação firme)
Que caia o trono.
Que se despedacem os altares.
Que reste apenas a verdade
dois seres humanos
ou nenhum.
(A luz se apaga lentamente. Silêncio.)
Apego Ato 3
(O palco ainda guarda vestígios do trono quebrado. A luz nasce lenta, como amanhecer.)
Sobre as ruínas, permaneço.
Não mais de joelhos.
Não mais cego pela própria devoção.
Aprendi tarde, mas aprendi
que amor não é escalar alguém até os céus,
é caminhar ao lado, mesmo quando o chão treme.
Toquei o fundo da minha própria ilusão
e descobri algo inesperado:
eu também sou digno de altura.
(olha ao redor)
Que tolos fomos, eu e meu coração,
confundindo intensidade com entrega cega.
Amar não é desaparecer.
Não é reduzir-se à sombra do brilho alheio.
Amar…
é permanecer inteiro.
Se outra vez meu peito arder,
que arda lúcido.
Que admire sem se diminuir.
Que exalte sem se apagar.
Não construirei mais tronos.
Não erguerei altares.
Se houver amor,
que seja entre dois reis sem coroa,
duas almas sem palco,
dois humanos imperfeitos
que escolhem ficar.
(pausa)
E se um dia eu voltar a sofrer
que seja por ter sido verdadeiro,
não por ter sido menor.
(ergue o olhar)
Hoje não carrego mais o peso de sustentar ninguém.
Carrego apenas a responsabilidade de ser inteiro.
E isso…
isso é liberdade.
(A luz se expande. Fim.)
Simplesmente amei
As vezes me perco na luz dos teus olhos, no tempo em que esses mesmos olhos tinha o dom de amar sem medidas. Luz que jaz gastas com o sal das minhas lágrimas, lágrimas essa testemunha
de tudo que passou.
Hoje sem direção resta apenas um piscar de olhos perdidos no silêncio do meu coração.
Girassóis inspiração para alma.
A natureza dos girassóis buscam a luz do Sol com reverência, honradez e gratidão; desta forma nutrem-se com, energia, luz e beleza. No entanto quando não há Sol eles se doam virando-se uns para os outros, numa fluidez de energia. Devemos nos inspirar nestes mestres da natureza e voltarmos para o Sol com gratidão sempre que sentirmos que precisamos nos reabastecer de luz, pois somente nesta meditação sentida descobriremos que a verdadeira luz É interna e que, a doação de luz ao próximo expande ainda mais o brilho de cada Ser!
Na roda da cura ... honrando o Ser que sou, meus ancestrais, meus guias de luz, e a alegria de estar viva e feliz!
Pode vir,
Olhos nos olhos, sigo em frente e na luz...
Cavalgo nos raios, me ilumino como o brilho do sol da manhã,
Em meu coração encontro a verdade e a luz de ser o que se É!
Meu Ser vibra com as tempestades e trovões, brinco, ouço, admiro, me reabasteço!
Daí quando a chuva cai mansa, sorrio, agradeço. me encontro na paz, no silêncio interior!
Sou filha de Oyá!
Sou filha de Iansã!
Bom dia, meu amor, luz silenciosa que habita o mais íntimo do meu ser ❤️
Ao despertar, sinto teu coração pulsar em mim, uma dança lenta e serena que embala minha alma, pronta para receber as bênçãos sussurradas pelo silêncio divino deste novo dia.
Tua luz, tênue e delicada, se espalha como um murmúrio suave, tocando cada recanto escondido da minha essência com esperança e ternura infinita.
Apenas a existência tua colore meu mundo com as mais profundas e silenciosas cores do amor, pintando em mim uma tela eterna de paixão e calma.
Sou grato por carregar em mim o reflexo do teu amor, alimento invisível que nutre minha alma e me faz sentir inteiro, mesmo nas horas mais solitárias.
Que as pequenas conquistas brotem como flores tímidas no jardim secreto do nosso amor, e que a felicidade, sutil e constante, seja a melodia que embala nossa jornada silenciosa.
Acordar ao teu lado é um presente divino, um suspiro profundo de paz que ecoa em meu peito e me acompanha em cada amanhecer.
Tenho a sorte imensa de guardar contigo a essência rara e pura que nos une: tu, minha inspiração oculta, meu refúgio silencioso, a mais bela flor que floresce no silêncio do meu coração.
És a bondade que não precisa de palavras, o amor que transborda em gestos suaves, a generosidade que se revela em olhares silenciosos e eternos.
Faltam-me palavras para traduzir o que habita meu coração, mas em cada silêncio, em cada suspiro, meu amor e admiração por ti se fazem eternos, imortais.
Desejo-te um dia de paz profunda, iluminado pela luz que só o amor verdadeiro conhece. E lembra, mesmo no silêncio, estou aqui, sempre, do outro lado da rua, aguardando o chamado da mais bela flor, pronto para te amar sem medidas.
Engraçado.... até a sobra desaparece quando a luz muda. E por um segundo, até aprece que estou sozinho. Mas não... nunca estou! Porque sempre Ele caminhou comigo, Sou eu!! E ser minha própria companhia, é liberdade! Que você nunca se esqueça, você é tudo que precisa pra seguir e florescer!
Tum-tá, tum-tum, coração acelerado
Luz da favela piscando, pensamento embaralhado - música Nasci pra ser selvagem do dj gato amarelo
O amor não começa com um encontro.
Começa antes —
como a luz das estrelas que já morreram
e ainda assim nos alcança.
É uma física invisível,
uma gravidade que inclina os destinos
sem pedir licença às órbitas.
Dois corpos caminhando distraídos
e, de repente,
o universo resolve aproximá-los.
Não é incêndio —
é brasa que aprende o nome do vento.
Não é tempestade —
é maré que entende a lua
e sobe, paciente, pela areia do outro.
Amar é deslocar o eixo do mundo
sem que o mundo perceba.
É dividir o pão e, sem alarde,
dividir também o medo.
É tocar a mão alheia
como quem segura a própria queda.
O amor é um idioma que se conjuga
no plural do futuro:
“nós seremos”.
Mas também é arqueologia —
escava as ruínas da infância,
beija as rachaduras da memória
e transforma cacos em vitrais.
Não há ciência que explique
por que um olhar atravessa
como se abrisse portas antigas.
Nem por que um nome, dito baixo,
possa reorganizar a anatomia do dia.
O amor é um risco.
E ainda assim,
é o único risco
que nos escreve.
Ele exige coragem de mar aberto:
a coragem de não ser ilha,
de permitir que outro continente
encoste em nossa costa
e mude o desenho dos mapas.
Há quem o confunda com posse —
mas o amor não aprisiona:
ele sustenta.
Não amarra:
ancora.
Amar é aceitar
que o outro é mistério
e ainda assim escolher ficar.
É compreender que nenhuma pele
abriga o infinito,
mas que, juntos,
podemos tocá-lo.
E quando o tempo —
esse escultor implacável —
esculpir rugas na face do mundo,
o amor permanecerá
como um fio invisível
costurando dois silêncios
num só respiro.
Porque no fim,
quando todas as palavras forem insuficientes
e toda a glória for pó,
restará o gesto simples:
uma mão procurando outra
na escuridão —
e encontrando.
“Por trás da escuridão que habitava Tony Montana, ainda existia um raio de luz. Mas nem sempre uma única escolha é suficiente para salvar uma alma que já se perdeu.”
Raio de luz
Junto de ti, o mundo ganha cor,
Um brilho que transforma o meu olhar.
Luz que irradia paz e puro amor,
Imenso é o desejo de te acompanhar.
A cada riso seu, renasce a esperança,
No compasso doce do meu coração,
Amor que traz a alma em segurança.
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