Voce Acendeu a Luz da minha Vida

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Aprendi que na vida tudo passa...
Menos a tristeza de chamar de amigo(a)
alguém que gostaríamos de chamar de amor

⁠"A vida imersa em distrações digitais cria uma quase constante sobrecarga cognitiva. E essa sobrecarga mina o autocontrole."

A vida é muito curta neste plano...portanto, aproveitemos-la da melhor forma possível para a eternidade.

Por causa da nossa amizade.
A vida se fez alegre e faceira.
Ah! Essa nossa cumplicidade
E amor pra vida inteira...

POEMA DOS ENAMORADOS

Eu quero passar todos os dias na tua vida
Na hora da chegada e na breve hora da partida
Ouvir tua voz em tantos sons e melodias
Lembrar de ti por tua paz, por teu amor e alegria.

E na alegria eu vou passar todos os dias do teu lado
No aconchego do teu corpo delicado
Dar-te meus braços em abraços bem selados
Trocar contigo mil beijos e afagos

E nesses tantos beijos e afagos tão bem dados
Faremos juntos um caminho de carinho escancarado
Cumprindo bem nosso destino lado a lado.

Nosso destino de sermos dois e, assim, de sermos sempre:
Dois amantes, dois amados, dois corações apaixonados...
Eternamente, entre nós, enamorados!

Às vezes a vida nos coloca em situações difíceis...
São necessárias em algumas situações, escolhas que amenizem a dor, que aliviam o sofrimento. Há situações em que a felicidade absoluta não é uma das opções, é sim o que se almeja, mas é impossível de ter.
Hoje vivo em um corredor, escuro e silencioso, com duas portas no final de sua extensão, e para sair deste local preciso escolher o melhor caminho. A porta de número 1 é considerada por muitos a que esconde um caminho feliz, difícil de trilhar no começo, mas com esperança de alegria permanente. É a porta em que largo meus sonhos e esperanças atuais e corro atrás de novas chances que possam finalmente me fazer feliz. A porta de número 2 é a que todos que gostam de mim querem que eu me afaste. A número 1 é uma simples porta, quer dizer, em minha conotação é a figura de uma porta comum, igual a essas que você encontra em qualquer loja, é a porta aparentemente mais bonita e chamativa da loja. Para as pessoas comuns é isso que é esta porta, uma porta bonita e chamativa. Eu não sou comum, sinto coisas que me tornam anormal. Essa porta, para mim é simples. Eu não gosto de coisas comuns, convencionais. O objeto que mais me atrai neste momento é a porta de número 2. Parece uma porta velha e de aspecto gótico, preta, bem acabada com detalhes robustos, tem dobradiças e maçaneta prateadas. É um aspecto que passa tristeza e tranqüiliza ao mesmo tempo. Dentro desta porta está o caminho que no momento é considerado por mim o mais obscuro e ao mesmo tempo confortante. É o caminho que não me leva a nada, que me faz voltar à minha posição atual. É a posição em que eu fico quieto, sem alterar nada, oferecendo assim minha vida às vontades do tempo. Ai você poderia perguntar: “-mas como uma das portas que deve ser escolhida é o caminho em que você volta a sua posição atual? Você volta ao corredor?” Respondo que não sei.
Apesar de ser atraído pela escuridão, tenho muitas dúvidas. Pra falar a verdade já estou a alguns meses no corredor que citei anteriormente. Às vezes penso que Deus deveria ter me deixado longe deste corredor, pois sofro a cada dia com a solidão que me domina. Porém, ao mesmo tempo, imagino que conhecer novos caminhos foi uma coisa boa. Tenho medo de ficar preso para sempre neste corredor e ser deixado para trás, ser esquecido por meus amigos e por quem sem querer, me empurrou neste corredor, que para muitos parece um labirinto muito complexo, mas para mim é só mais um corredor...

A vida é como que feita de fotografias. Algumas vivas, coloridas, emocionantes, outras amareladas, envelhecidas, esquecidas num canto, numa gaveta, numa caixa. A gente a vê passar bem diante dos nossos olhos, e no fim das contas essa vida acaba se resumindo em Ex’s.
Ex-amigo, ex-colega, ex-escola, ex-namorado, ex-amor, ex-paixão, ex-motivo de tristeza, ex-marido… Tudo muda. A vida corre, o tempo passa, o mundo gira, e tudo vira ex. E a gente vai superando, a vai suportando, vai esquecendo, deixando pra lá. E quando vê, já era. Já passou, já mudou, já ficou diferente.
O que antes tinha uma importãncia enorme, vai se tornando tão insignificante, vai virando uma poeirazinha que a gente, se não varre pra fora, deixa embaixo do tapete. E às vezes, deixa lá embaixo só pra saber que tá ali. Nem importa mais tanto assim, mas a gente não quer se desprender de uma vez.
Daí um dia, a gente cresce, acorda, faz uma faxina. Despreza tudo aquilo que não nos faz bem, que não acrescenta, e quando vê, se livrou inclusive do tapete!
E deixa pra trás, sem mágoas, sem ressentimentos. O tempo passou, e o passado tem um lugar pra ficar, e que não é no presente! E tudo vira Ex. Me reinvento, mudo, vou deixando tudo virar ex. Ex-tudo. E se preciso, até Ex-eu.

A vida é tão curta, então tire um tempo e aprecie

Ontem eu me escondia do mundo, hoje decidi desafia-lo. Tudo na vida é uma questão de fase. Tudo muda ao seu tempo, mas não existe mudanças quando ela não começa por você mesmo. Não siga padrões, desafie a você mesmo. Se atreva a desafiar a vida, sinta, chore, experimente, descubra um "novo eu".

Quem tem vida frustrada procura na dos outros inspiração para viver.

Feitiço da vida

Também pode ser sim uma comédia romântica acima da média. Mas acabou por ficar no meio do caminho.
A química entre a dupla de protagonistas é notável.
Porém o roteiro derrapa com vários obstáculos.
Muitos sentimentos envolvidos.
O destino une as pessoas, mas as decisões dependem da vontade de cada um.
Pelos gostos em comum, pela alegria de quando estavam juntos e pelo desejo de estarem sempre juntos, a paixão foi inevitável.
A lua e o sol apaixonaram-se de forma absoluta.
Tentaram manter o amor entre os dois em completo segredo.
Eles sabiam o que poderia representar a revelação para todos deste amor.
Ela, a lua, uma "miúda" que ganhou uma segunda chance do destino e teria de aproveitá-la da melhor forma possível, encontrou principalmente um grande amor.
Ele...
Ele, o sol, era livre e brilhava em todas as direções.

Contudo, o destino reserva-lhes uma última surpresa... O sol e a lua nunca se irão tocar!
Apesar da admiração e do desejo mútuo, da vontade de estarem juntos, da alegria de conviver e da paz que um dava ao outro, eles sabiam dos poderes de um feiticeiro maior que se chama vida.
A vida é dominadora, o que comprovava que buscamos sempre a maneira mais fácil de se relacionar com os demais.
Deixar-se dominar é muito fácil; difícil é fazer escolhas!
Então a lua construiu entre os dois um muro tão alto, mas tão alto, que nunca mais seria quebrado.
Diante de toda aquela fortaleza, a lua olhou e chorou.
A tênue linha que divide o momento de felicidade do momento de tristeza é impressionante.

É instrutivo ver os vários retratos que fazem de nós pela vida fora. Com traços lisonjeiros ou desagradáveis, entram-nos sempre pelos olhos dentro como estranhos, a perturbar uma paz que tinha um rosto habitual, familiar, a que estávamos acostumados. À imagem tranquila, sobrepõem-se outras inquietantes que não servem no cartão de identidade, e, contudo, nos identificam publicamente mais até do que a que nele figura. É que não se trata de neutras fotografias. São perfis apaixonados, justos ou injustos, com as virtudes e os defeitos cruamente patenteados. Quem um dia nos lembrar, é por eles que nos lembra. Somos o que nós sabemos, e parecemos o que os outros dizem de nós.

Miguel Torga
TORGA, M., Diário XV

Recomeço...
o grande espetáculo da vida
a grande virtude dos dias,
semblante verdadeiro de buscas
e alegrias, anseios e medos...
mas lindo quando tudo acontece.

Tudo o que temos a fazer é preservar nossa personalidade, viver nossa própria vida, ser o capitão do nosso navio e tudo estará bem...

DEPOIS DE TANTO SOFRIMENTO
E DE DOR SEM COMPAIXÃO
RESOLVI SAIR DA VIDA
DOANDO MEU CORAÇÃO...

QUE JÁ NÃO TEM MAIS SENTIDO
NEM AO MENOS TEM VALOR
FOI UM CORAÇÃO FERIDO
POR ACREDITAR NO AMOR.

A vida, que parece uma linha reta, não o é. Construímos somente uns cinco por cento da nossa vida, o resto fazem os outros, porque vivemos com os outros e às vezes contra os outros.

José Saramago
As palavras de Saramago. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.

Do Deserto


Texto do poeta L. Eisley (1907-1977):

"Por quantas dimensões a vida precisa passar? Por quantas estradas precisamos caminhar em busca do grande segredo da existência? A tarefa é difícil, mas não há argumento que nos impeça de seguir adiante. Não sabemos o que levou as coisas a serem como são. Não sabemos o que nos espera adiante. Mas devemos tentar ir o mais longe possível. Mesmo no meio do deserto, é importante descobrir as maravilhas enterradas na areia".

A vida é uma caixinha de surpresas... Só se dá bem quem não se assusta com o que tem dentro!

Coisas que evito na vida, diante das pessoas que admiro, adoro, respeito e amo, são o maus tempos como nevoas, trovoadas, dilúvios, neblinas. Não sei quanto tempo de vida me resta, por este e outros motivos tento manter dias de sol, brisa fresca, noites de luar e muitas estrelas na companhia dos que dmiro e amo.

Coisas da vida

Quisera ser poeta, romancista, evangelista;
Quem sabe doutor, cantor, compositor;
Ou até mesmo artista, pianista, cientista.

Alguém de renome como Fernando Pessoa,
Casimiro de Abreu, Antônio Vieira;
Talvez Freud, Tom Jobim, rei Davi;
Quem sabe Michelangelo ou Leonardo, Chaplain;
Surdo, mas Beethoven; louco, porém Eisten.

Riqueza, Glória, poder;
Status, méritos, autoridade;
Aparência, orgulho, vaidade.

Ser ou não ser, eis a questão...
Se sou o que sou, qual a motivação?
Fazer ou deixar de fazer, depende do galardão.
Ganhar ou perder, o importante é aparecer.
Vaidade! Tudo é vaidade diz Salomão.

Coração soberbo...
Olhar altivo...
Anjo caído.

Quisera ser alguém, sim!
Cujas fontes não estão em mim;
Cujo fim não está em si mesmo;
Cujo amor não pede, dá.

Quisera ser como Jesus...
Simplesmente como Jesus.
É isso que quero ser.