Voce Acendeu a Luz da minha Vida

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⁠A Solidão da Minha Solitude

Há um vazio que me visita sem pedir,
mesmo quando tudo parece estar em paz.
É a ausência que mora no peito
quando escolho estar só,
mas não deixo de desejar companhia.

Minha solitude tem nome,
tem gosto de café frio e cama arrumada demais.
É minha, mas às vezes pesa.
Não grita, mas se impõe com um silêncio
que fala de mim mais do que mil palavras.

É escolha… mas também falta.
É liberdade… mas também espera.
Porque há dias em que o silêncio me acolhe,
e outros em que ele me abandona.

Queria às vezes dividir o pôr do sol,
contar as estrelas com alguém que ficasse.
Alguém que entendesse
que até quem gosta do próprio espaço
anseia, vez ou outra, por um colo.

E nessa dança entre o querer e o suportar,
vou existindo: inteira, mas com vazios.
Solta, mas sonhando com um laço.
Sozinha, mas querendo ser achada.

Consciência é Papel


Escrevo porque, às vezes, falar não basta.
Porque minha voz se perde no ar, mas as palavras escritas… elas permanecem.
Cada linha é um pedaço meu, uma confissão silenciosa que não precisa de plateia.


Aqui, não existe medo de julgamento.
Aqui, eu não preciso sorrir para suavizar minha dor nem me explicar para ninguém.
O que deixo escrito é a minha consciência escancarada, crua, nua.
É o reflexo do que penso quando tudo silencia, quando ninguém está olhando.


E não, não é drama.
Não é exagero.
É apenas o retrato de existir com o peso que carrego, tentando não incomodar, tentando caber no mundo sem fazer barulho demais.


Escrevo porque é o que me resta quando falar não funciona.
Porque aqui, neste papel, posso ser inteira.
Posso admitir o cansaço, a confusão, o vazio.
Posso dizer que às vezes a vida dói mais do que deveria, e que seguir em frente parece uma vitória silenciosa que ninguém vê.


Se você lê, talvez se reconheça.
Talvez sinta que essas palavras também são suas.
E, nesse instante, é como se eu não estivesse tão sozinha dentro delas.


No fim, é isso:
O que deixo escrito não é só texto.
Sou eu, inteira, existindo em palavras.
Mesmo quando o mundo prefere que eu me cale.

Sinceramente,
a minha alma dói e por incrivel que pareça te direi não.
Com a dor mais profunda
de todo amor/paixão e desejo que tive por vc.
Hoje digo do mais intimo da minha alma um doloroso não.
Vc é o cara errado pra mim.
De erros e vacilos meus eu ja estou farta. acabou.
Minha decisão final demorou mais chegou. e agora é pra valer.Uma vez decidida não voltarei atrás.

Minha alma, pura, delicada, sonhadora, ingénua feito criança. Eu, forte, sensível, apaixonada, amiga, determinada e simples. Corpo e alma em um só ser…

Me jugam louca, mas não sabem o motivo da minha loucura

Quem ver minha boca calada não imagina o quão barulhenta é minha mente⁠

Sei que sou imperfeito...
Mas é minha imperfeição que
me dá o devido sabor.

Eu não preciso de alguém que fale sobre minha beleza
Ou que me trate como uma flor, com muita delicadeza
Que note a minha garra, minha força e admire minha natureza
Que me olhe nos olhos e me diga palavras com franqueza

Não preciso de alguém pra falar sobre o meu doce permufe
Ou que note um detalhe que mudei por não ser de costume
Que nas situações difíceis me de a mão ou me ajude
Porque eu respiro fundo, vejo possibilidades e sempre tomo atitude

Não preciso de alguém pra me curtir ou seguir
Pra me enviar mensagem ou um vídeo que me faça rir
Éh… Eu não preciso disso pra minha vida eu seguir
E não preciso de nada disso para me fazer sorrir

Tem muitas coisas nessa vida que eu não preciso ou não quero
Pessoas de mentira, palavras vazias, isso não tolero
Mas a vida não é diminuta, então não me desespero
E tudo isso que eu disse, disse que não preciso, mas não disse que não quero.

...Procure a sua a minha eu vou atras até mais, da formula magica da paz...

Por quase noventa anos eu estive andando entre a minha espécie, e a sua... Todo o tempo pensando que estava bem sozinho, sem saber o que eu estava procurando. E sem encontrar nada, porque você ainda não estava viva! (Edward)

Preciso de alguém para segurar minha mão, que não me conte mentiras para me fazer feliz.

Muitos podem não gostar da minha personalidade...
Mas foda-se esses MUITOS!

Sem querer, transformo em pó minha professora de iniciação à álgebra.

Machuquei seu coração? Me perdoe, nunca foi minha intenção, sou técnico em enfermagem. Minha função é de cuidar, jamais ferir.

Sinto sua falta!
Como minha confidente,
Amiga, meu mimo,
Meu simpósio de emoções,
Quero ser seu com tudo que tiver de ser...
Com seu choro, alento, confidente, seu brilho no olhar...
Quando saio e chego!
Quero ser seu primeiro e único,
Não por querer meu e sim Seu,
Dizes que não tem tempo mais para o Amor e ninguém mais,
Como posso Eu crer, quando vejo com um singelo sorriso e brilho no olhar quando chego.
Com isso encho-me de alegria em ser sua alegria no começo do Dia ou no cair da noite para dizer "Boa Noite".
E para o dia seguinte...
Sinto sua Falta...!

Minha visão periférica brinca de Sherlock Holmes, minha intuição de Jesus Cristo, meus pensamentos de Jackie Chan, meus olhos de Louis Braille, minha mão de playmobil... Meu eu lírico é mutante.

"Nesta ausência que me excita,tenho-te, à minha vontade,
numa vontade infinita...
Distância, sejas bendita!Bendita sejas, saudade!"

SAUDADE

De quem é esta saudade
que meus silêncios invade,
que de tão longe me vem?
De quem é esta saudade,
de quem?
Aquelas mãos só carícias,
Aqueles olhos de apelo,
aqueles lábios-desejo...
E estes dedos engelhados,
e este olhar de vã procura,
e esta boca sem um beijo...
De quem é esta saudade
que sinto quando me vejo?

(in Velha poesia, 1965)

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FECUNDAÇÃO

Teus olhos me olham
longamente,
imperiosamente...
de dentro deles teu amor me espia.

Teus olhos me olham numa tortura
de alma que quer ser corpo,
de criação que anseia ser criatura

Tua mão contém a minha
de momento a momento:
é uma ave aflita
meu pensamento
na tua mão.

Nada me dizes,
porém entra-me a carne a pesuasão
de que teus dedos criam raízes
na minha mão.

Teu olhar abre os braços,
de longe,
à forma inquieta de meu ser;
abre os braços e enlaça-me toda a alma.

Tem teu mórbido olhar
penetrações supremas
e sinto, por senti-lo, tal prazer,
há nos meus poros tal palpitação,
que me vem a ilusão
de que se vai abrir
todo meu corpo
em poemas.

(in Sublimação, 1928)
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ESBOÇO

Teus lábios inquietos pelo meu corpo
acendiam astros...
E no corpo da mata os pirilampos
de quando em quando,
insinuavam fosforecentes carícias...
E o corpo do silêncio estremecia,
chocalhava, com os guizos do cri-cri osculante
dos grilos que imitavam a música de tua boca...
E no corpo da noite
as estrelas cantavam
com a voz trêmula e rútila
de teus beijos...

(in Sublimação, 1928)
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REFLEXÃO

Há certas almas
como as borboletas,
cuja fragilidade de asas
não resiste ao mais leve contato,
que deixam ficar pedaços
pelos dedos que as tocam.

Em seu vôo de ideal,
deslumbram olhos,
atraem as vistas:
perseguem-nas,
alcançam-nas,
detem-nas,
mas, quase sempre,
por saciedade
ou piedade,
libertam-nas outra vez.

Ela, porém, não voam como dantes,
ficam vazias de si mesmas,
cheias de desalento...

Almas e borboletas,
não fosse a tentação das cousas rasas;
- o amor de néctar,
- o néctar do amor,
e pairaríamos nos cimos
seduzindo do alto,
admirando de longe!...

(in Sublimação, 1928)

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O RETRATO FIEL

Não creias nos meus retratos,
nenhum deles me revela,
ai, não me julgues assim!

Minha cara verdadeira
fugiu às penas do corpo,
ficou isenta da vida.

Toda minha faceirice
e minha vaidade toda
estão na sonora face;

naquela que não foi vista
e que paira, levitando,
em meio a um mundo de cegos.

Os meus retratos são vários
e neles não terás nunca
o meu rosto de poesia.

Não olhes os meus retratos,
nem me suponhas em mim.

Não confunda a minha bondade e gentileza com fraqueza.
Não se iluda, pensando que porque sou assim, podes me
usar e trapacear...
Planto bondade para colher bondade, gentileza para colher
gentileza. O que vier fora isso, eu corto e jogo no fogo!

Sacerdote Jushon´.´

Não faço diferença
Não sou importante
Minha presença é apagada
Inútil é meu coração inoperante
Tenho poucas qualidades
Mas defeitos marcantes
Cheio de palavras vazias
E uma mente distante

Quando a minha atitude é correta, não existe nenhuma barreira muito alta, nenhum vale muito profundo, nenhum sonho inatingível, nenhum desafio muito grande para mim.

Charles Swindoll
SWINDOLL, C. Day by Day with Charles Swindoll. Nashville: Thomas Nelson Inc, 2000.