Voce a Luz do meu Viver

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Para mim, o Jesus Cristo é o meu poderoso aliado em se conectar melhor com o Pai, o Deus.

Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus amigos, unges a minha cabeça com óleo, o meu cálice transborda.

O Espírito Santo me conduz pelo Caminho Santo, iluminando meus pensamentos, fortalecendo meu coração e inspirando minhas atitudes para que eu viva cada momento com Amor, Humildade, Respeito, Fé, Paz, Felicidade e Pureza.

⁠Oração de Cura: Deus, Tu me concedes cura. Eu estou renovado e todo o meu ser recebe saúde e vitalidade. Eu estou em harmonia, sinto-me bem e fortalecido. A minha vida é preenchida por saúde. Eu recebo a cura. Eu sinto a renovação. Eu me sinto saudável e cheio de vitalidade. Amém. 🕊️🙏✨

Meu Primeiro Amor...


Se tem uma fase da vida que é complicada, é a adolescência, e tudo se complica ainda mais quando experimentamos a experiência de amar de forma amorosa alguém pela primeira vez. É tudo muito confuso, muito estranho, muito mágico.
Tipo, geralmente quando amamos alguém pela primeira vez, estamos na escola. E é meio brega dizer isso, mas... quando temos nosso primeiro amor, nosso dia se resume a aquela pessoa. Acordamos feliz por ver ela, vemos ela na escola e nosso coração acelera, vem um frio na barriga, o mundo para quando a vemos, e pensamos “Meu Deus, como alguém pode ser tão maravilhoso(a)?”. Depois da escola ficamos feliz de tê-la visto, mas e a preocupação que bate quando a pessoa falta, ficamos pensando se ela só quis faltar ou se está passando mal. E o ciclo se reinicia.
E comigo, isso não foi diferente. Mas o meu problema é que sinto tudo, mas calma aí, sei que você também sente tudo, mas eu sinto demais, tipo sinto tudo de uma forma muito intensa. (Não citarei nomes) Então tudo o que ele fazia, eu ficava UMA SEMANA, sim, 7 DIAS, pensando no quão incrível foi. Fazia cartas de amor, falava deles por hora para minhas amigas, falava dele pros professores tinha foto dele no celular e tudo. Mas e o evento canônico do primeiro olhar?! Escrevendo isso agora, até parece patético. E se você se perguntou, sim, eu não só escrevia, mas também as mandava. A resposta dele? Ele fingia não ter recebido. Mas bem, foi uma fase boa da vida, pois o sentimento que ele me fazia sentir, me deixava feliz. O que me fazia mal era a insistência que eu tinha e a burrice que eu tive ao não perceber que ele não sentia o mesmo – mesmo depois dele deixando isso claro. Eu achava que ele precisava de alguém para curar as feridas que outros tinham deixado nele, e achava que eu tinha que ser essa pessoa, achava que ele ia perceber o quão carinhosa era e o quão especial eu era. Mas como dizem hoje em dia, o “tipo” dele não eram pessoas intensas.
Mas bem foi uma fase, que vou me lembrar, vou pensar nisso quando for adulta e rir, me sentir com vergonha e contar disso pros meu filho quando crescer. Até porque ele me ensinou a amadurecer, me ensinou coisas que talvez eu não tivesse aprendido de outra forma, e principalmente, me apresentou ao que é o tão conhecido: amor.

E depois de um tempo curto,
que para meu coração pareceu uma longa eternidade
a Lua voltou.
Voltou ainda mais brilhante,
Mais bonita
Mais estravagante
E divertida.
Ela brinca todas as tardes com meus sentimentos
Ela trouxe consigo toda a cor que tinha levado embora,
Trouxe consigo meu sorrisos
Que em sua ausência se escondiam sem um porquê
E eu sinto tanto arrependimento
Em não ter lhe pedido para voltar antes.
Mesmo que para os outros ela só brilhe à noite
A minha Lua não,
Ela brilha em todos os momentos,
Ela sorri de um jeito que é mais radiante que o sol,
É um caos maior que uma ventania de verão
Mas sua confusão e seu temperamento acariciam todos os sentimentos em meu coração.

Hoje, Eu Ouvi Dizer.


Hoje meu professor nos falou sobre uma palestra em que um cego disse que as pessoas pensam que empatia é se colocar no lugar do outro, mas ninguém consegue se colocar no meu lugar, pois a pessoa pode fechar o olho ou tampá-lo com uma venda, e quando ela fizer isso vai se sentir insegura sobre para que lado ir ou onde andar, mas quando quiser ela pode destampá-lo, pode abri-lo, mas eu não posso ter essa segurança de que posso abri-los e enxergar tudo novamente. Aí, o professor nos disse que muitas vezes imaginamos o lugar do outro, mas nunca saberemos exatamente pelo que ele passa, pois nos colocar no lugar do outro dura minutos, mas não sabemos por tudo que essa pessoa passou. Nos disse para não desprezar aquele amigo que não para de falar um minuto, pois você não sabe o que ele passa em casa, talvez essa pessoa tenha dificuldade em se abrir realmente para os outros. Sim, empatia é se colocar no lugar do outro, mas muitas vezes não há como se colocar no lugar do outro, porque imaginar não é sentir.

Quando toco a vela acesa, eu não sinto dor
Tanto faz se estou no frio ou no calor
O meu coração não bate, mas ainda assim se parte
E não deixa de sofrer, recusando se render
A morte em mim está
Mas ainda tenho lágrimas pra dar!




Filme: A Noiva Cadáver
Música: Ele Ainda Te Conhece Tão Mal
Original: Tears to Shed — Danny Elfman


VOZES:


Emily: Marya Bravo
Aranha: Ester Elias
Verme: Telmo de Avelar

O respeito é uma mão de via dupla, o meu vai até onde o seu para!

Antes de nós, eles plantaram as sementes dos caminhos.
Hoje, meu cuidado floresce em gratidão.
Cada olhar guarda um universo de memórias.
Cada gesto de afeto devolve dignidade.
O tempo marca o rosto, mas nunca apaga o valor.
Cuidar dos idosos é honrar o passado e cultivar o futuro.

Corujinha


Ao meu pai, que dedicou a vida a cuidar da minha família: que os teus pés se mantenham firmes e que o peso da velhice não consuma o fogo da juventude no teu coração.


Não houve para mim maior honra do que viver todos os dias ao teu lado, aprendendo e me tornando melhor a cada amanhecer. Se não fosse a tua paciência, eu já me teria perdido pelo mundo.


Dedicarei os meus dias a cuidar da tua velhice e serei um filho paciente. Perdão por culpar-te pelas minhas irresponsabilidades e perdão por não ter controlado a minha língua.


Muitas vezes, te xinguei por não ter maturidade para entender a realidade, nem fui forte o suficiente para nos tirar das dificuldades; nunca fui forte o bastante.


Mas, enquanto eu puder viver, cumprirei uma última promessa: dedicarei meus dias a ti e cumprirei, ao teu lado, a missão de transformar minha irmã e tua filha em uma grande profissional.


Talvez essa seja a minha redenção.




Para, Francisco Júlio
De KANGAl

A justiça jamais caminhou ao meu lado; observou-me de longe,
como um velho escriba que registra cada afronta
sem desperdiçar tinta antes da hora exata.


Chamaram-me de pequeno
porque confundiram silêncio com escassez,
e serenidade com rendição.
Mediram meu destino
pela estreiteza dos próprios horizontes.


O tempo, porém, não discute.
Lapida.


Quando seus ponteiros encerraram o julgamento,
não encontrei ruínas diante de mim,
mas espelhos.
E neles, cada sentença precipitada
retornava ao seu verdadeiro autor.


Não saboreio derrotas.
Saboreio a precisão.
Há um deleite quase sagrado
em assistir a arrogância descobrir,
tarde demais,
que a altura de um homem
jamais se mede pelo lugar
onde os outros insistiram em colocá-lo.


A justiça não me coroou.
Apenas removeu as sombras
que escondiam aquilo que eu sempre fui.


E esse veredito,
gravado pelo próprio tempo,
não admite recurso,
nem revisão.

O tempo seguiu sua trilha, mas, dentro do meu coração, meu pai ainda caminha com seus trinta e poucos anos — firme, invencível, como se os calendários jamais tivessem ousado tocá-lo. Talvez por isso a realidade doa tanto: vê-lo ser tratado como um velho. Não é apenas a idade que pesa, mas o abismo entre a memória e o presente, entre o homem que permanece vivo em seu coração e aquele que o tempo, silenciosa e inevitavelmente, marcou.⁠

Amor Latente


Houve um amor tão imenso
que fez do meu peito um santuário
e dos meus olhos, devotos cegos da tua luz.
Amei-te com a força que antecede a criação,
com a fé insensata de quem acredita
que um único abraço pode ressuscitar a alma.


Entreguei-te tudo.
Até aquilo que eu jamais soube nomear.


Mas a verdade não anuncia sua chegada.
Ela rompe o silêncio como uma lâmina,
e o primeiro golpe sempre é nos olhos.


Quando enfim despertei,
o paraíso que eu jurava habitar
não passava de um templo erguido sobre ilusões.
Toquei tuas lembranças
e elas se desfizeram como cinzas entre meus dedos.


Então compreendi:


o amor e o ódio jamais foram inimigos.
São a mesma chama
condenada a mudar de cor.


O amor que um dia me deu fôlego,
que devolveu vida ao que havia morrido em mim,
foi o mesmo que, ao revelar seu verdadeiro rosto,
ensinou meu coração a sangrar sem morrer.


Hoje carrego apenas o silêncio.
Porque não existe escuridão mais cruel
do que a luz que revela
que todo o infinito vivido por dois
existiu apenas dentro de um.

Coração de Pedra


Há amores que atravessam décadas.
O meu atravessou a alma.


Não foi longo o bastante para o calendário,
mas foi eterno para tudo aquilo
que morreu dentro de mim.


Conheci-te primeiro como quem contempla uma estrela distante:
bela, inalcançável, prometendo luz.
Quando enfim toquei tua existência,
confundi o brilho com o calor
e a esperança com a verdade.


Enquanto teus braços buscavam abrigo,
os meus construíam um lar.


Havia uma criança.


E, sem que ela soubesse,
devolveu humanidade aos meus dias.
Nos seus olhos havia a inocência
que o mundo ainda não havia aprendido a ferir.
Amei aquele pequeno ser
como se o destino, por um breve instante,
tivesse me permitido ensaiar a eternidade.


Mas algumas almas não conhecem o repouso.


São mares em permanente tempestade,
capazes de afogar até quem mergulha
com a intenção de salvá-las.


Eu não enxerguei.


Não porque me faltassem olhos,
mas porque o amor, quando se torna absoluto,
transforma a verdade na primeira vítima.


No fim, descobri que beijava uma ilusão
e abraçava um vazio que tinha o teu nome.


Desde então, ninguém mais conseguiu entrar.


Não por falta de beleza.
Não por ausência de bondade.
Mas porque existe uma porta
que só se fecha uma única vez na vida.


Hoje, meu coração não sangra.


Pedras não sangram.


Elas apenas carregam, em silêncio,
o peso de todas as ruínas que sobreviveram ao tempo.


E, se um dia alguém perguntar
qual foi o maior amor da minha existência,
não direi teu nome.


Direi apenas que houve uma primavera
tão intensa,
que foi capaz de transformar todas as estações seguintes
em inverno.

Se parar de escrever, morro!
O que farei com minha intensidade?
Ela não cabe em meu peito.
Se engolir, enlouqueço.
Faço das palavras minhas digestão,
de tudo o que passo em minha necessidade.
Minhas,são minhas todas as letras
onde me satisfaço...
nódoas de sentimentos e emoções.

Tudo o que alimenta e dinamita
este espírito sofredor,afiada
num molhar da pena.
A bomba serena sem o pino ativador.

Andréa

O meu mar


Eu te ouço mar; as vezes fazes ruídos altos e em outros dias és calmaria.
Eu te vejo mar; majestoso na tua força, sedutor em teus movimentos.
Eu te sinto mar; me envolves, as vezes suavemente e, em outras me arrastas para ti.
Poema de Maristela Finger

"Quando a aurora rompe o silêncio da noite, Deus devolve ao meu peito o fôlego da vida. O sol que nasce não ilumina apenas o mundo, mas também os sonhos, a esperança e a certeza de que ainda há um propósito para cumprir. Por isso, recebo cada manhã como um presente divino, vivendo com gratidão, fé e a vontade de deixar, em cada passo, o melhor de mim."

Livre

Sinto-me como um pássaro.
Livre.
Voando em qualquer direção
Meu caminho é sem marco
Sem apelo
Viajo apenas para voar
Não há paisagem e nem cores
Só o rumor da solidão
Não me sinto sozinha, mas desencontrada.
Tenho um referencial para voltar
Apesar de não querer chegar
Vivo sonhando sem rumo certo
Batendo minhas asas
Até cansar
Pouso, então, e descanso
Junto com minha solidão.

Proporcionei conforto, dei meu colo, carinho, amor. Dei um lar para as horas vagas. Desliguei-me do mundo. Construí castelos de areia para agradar. Meus anos foram materializados para doação. Deixei meu mundo e vivi o mundo da matéria. Hoje, procuro resgatar o imaterial.