Voce a Luz do meu Viver

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Mundo invertido
​Nesse meu mundo invertido, virado de ponta-cabeça só para me achar, tento não ficar indo e voltando em um loop infinito, sem parar. Quero poder me desenverter só para me olhar e dizer: "Não existe um lugar, só, para você; existe um todo. Faz por merecer."
​Nildinha Freitas

Não é a riqueza e nem a pobreza o meu altar,
o sábio não prega a miséria, nem idolatra o luxo.


Vaidade é o culto, do bolso cheio ou da falta de pão, só em Deus a alma encontra a salvação.


Não sou inimigo de Deus, busco sempre entender, que no mistério do Senhor está o viver.

Olhar seus olhos me foi como estimulante,
Fez meu coração pulsar vibrante.


Seu sorriso iluminou nosso caminho,
Com você, nunca estarei mais sozinho.

A saudade bate forte no meu coração,
Lembrando da nossa risada, da nossa canção.


Parece que o que me resta é viver na saudade,
A memória é o único jeito de te ter de verdade.

A música é a minha vida, o emo é a minha essência e o rock é o meu sangue.
- Marcela Lobato

Ecoam as palavras como um culto corredor em oculto do meu peito sombras do vazio faz pousar as lembranças ferida que é acalentada... tanto tempo me seguiu. e cada espaço de compassos vagos... permitir permito por solidão
Minha alma, tão inquieta e clara lua se entrelaça na minha
como um fio de luz sem licença derruba as paredes de carne e acende meu corpo o sol e novamente tocar o seu no perfume de uma lembrança... vir ela
E quando seus lábios nos lábios como miragem em tons de delírio,
se inclinam para o universo dos meus sonhos todo o chão que conheço se desfaz... Flutuamos no leito insano da magia que inventamos, como se o mundo, enfim, compreendesse a nossa febre,
nosso alento, nossa língua feita de silêncio ardente.
Mas confesso por dentro, ainda me atrapalho entre a amada e a amante entre o que fui e o que desejo ser ao seu lado
Atravessei tantas despedidas que aprendi a amar com cuidado,
e ainda assim, você me pede, por um instante apenas,
um lugar que é só seu esse espaço vago que ficou em mim
Eu espero de vez em quando outra visita ate você encontrar o caminho de volta... percebo que um anjo feliz que me acompanha e tão igual estes momentos desiguais...
Ela leva rouba os nossos pensamentos nos escuros e as sombras no vai e vem apenas respiro o agora no amor de outrora...
Bebo o luminoso som da juventude abranda de suor... meus medos antigos são intercalador deste livro o meu... no giro de cada página repousada...
Sem calma envolve seus voos ainda sem mapa vou baixo entre as nuvens de emoção
Então deixo que venha e casado deito no silêncio entre o meu peito na madrugada só o som da respiração alma molhada de vinho...
Esquecer um pouco no pouso o adeus que tanto doeu...
Nos encontros reordenam o destino corpos que desenham futuros
de almas que se reconhecem e permanecem por um instante...
Eles acontecem como a aurora, lentamente, e quando percebemos já estamos dentro da luz uma moça mais jovem que meus medos,
mais suave que a ausência que eu carregava... e ainda assim tão profunda que parecia vir no aperto firme sua pele e seu olhar antes dos meus soubesse decifrar ela ali sem ruído, tua alma amarrou-se à minha...
num gesto tão simples que parecia destino...prometeu sem haver promessas sem exigência exigiu minha presença... apenas esse reconhecimento silencioso
que certos seres têm quando se encontram
na hora exata em que estavam prontos para calar todos os anseios
Quando os teus lábios, em delírio suave buscaram os meus,
foi como se o universo me lembrasse que o amor não pertence ao passado, mas à coragem de sentir o novo de novo
Flutuei não por você ser jovem, mas pela certeza do que queria cada instantes perdidos entre a amada que já tive e a amante
A evolução que o coração não se divide se expande...
A filosofia ensinou-me
que o tempo não devolve o que levou, oferece novos sentidos
Para aquilo que ficou.
Você ensinou-me que o amor pode ser cura
No instante de um acordo silencioso entre duas almas
saber onde o caminho termina
O tempo que nos separar agora um dia seremos leves como ar e ancora da certeza e saberemos que houve entre nós paixão mais, pensamento e corpo sentido em cada encontro deste desencontros

Estou dentro de uma caixa
Meu espirito estar quebrado
Meu corpo frasco frágil
Se um ser ocular me observasse seria como a noite se esfuma
Como se a sombra abraçasse outra...
Como se na aureola circulasse o tempo
No vácuo vazio do firmamento um cisco a deriva no gelado espaço flutuasse...
A prisão eterna do nada para segura e proteger o silencio dele mesmo...entregue circula sem próprio efeito que se esvai pedido...
Nunca vir tamanho silencio...
O fio invisível entre a vida e a morte.
tão frágil quanto o pó que dança na luz,
tão vazio quanto o eco que eu mesmo criei.
Mas é nesse vazio que encontro algo meu,
uma pequena centelha que insiste em arder
mesmo quando a noite inteira sopra contra ela.
Aos poucos entendo
que existir não é mais do que ser testemunha:
testemunha do meu medo,
do meu silêncio,
da minha queda,
e ainda assim, do meu espanto diante do mundo.
Há uma beleza simples nisso,
uma beleza tênue, quase secreta
a beleza de ser mortal.
De saber que o tempo me atravessa,
mas ainda assim sentir,
ainda assim querer,
ainda assim seguir.
Sou observador e parte,
sou poeira e pensamento.
E no encontro entre o nada que me envolve
e o pouco que sou,
surge um propósito que ninguém me deu:
o propósito de sentir o que é existir,
de existir enquanto ainda posso ir,
mesmo frágil,
mesmo pequeno,
mesmo efêmero como um sopro no espaço.
E talvez seja isso—
meu descobrimento silencioso:
não sou grande,
não sou eterno,
mas sou.
E ser, por um instante, já ilumina tudo como coração bate fraco constante
mas ainda pulsa um lampejo tênue,
como se a noite respirasse dentro do meu peito
e a sombra aprendesse a sussurrar meu nome.
Sou corpo-frasco frágil,
translúcido ao toque do vento,
e se um ser ocular me observasse,
veria o tempo escorrer pelos meus contornos
como um anel que gira sem nunca se perder,
um ciclo preso à própria eternidade.
No vazio do firmamento,
sou cisco errante,
flutuando entre o frio e o silêncio,
entre o tudo que não alcanço
e o nada que me envolve.
A prisão eterna do nada
parece guardar-me com cuidado,
como se protegesse meu silêncio
do ruído de existir.
E eu, entregue, circulo sem direção,
um efeito que se esvai, sem dono, sem eco,
esquecido pela própria ausência.
Nunca vi tamanho silêncio...
e mesmo assim, ele me olha de volta,
invadindo-me com sua boca invisível,
a devorar o que resta do meu som,
até que eu seja apenas bruma,
e a caixa, apenas um suspiro preso no infinito.

EU só Namoro depois que meu córtex pré-frontal estiver totalmente desenvolvido

Eis que o vento sopra em meu rosto, em meu corpo.
Vindo de frente, refresca minha fronte, massageia meus cabelos.
E eis que me fragmento num sem-número de sementes de dente-de-leão, sopradas pelo vento.
De minha essência nada resta, pois me espalho por onde ando, por onde as sementes voam.
Quisera ser flora para te encantar, e o fora, fora um dente-de-leão. Leão manso, de altivo passo, retumbante rugido e suave respiração.
Meus cabelos, ora juba, ora inflorescência, balançam ao vento e espalham sementes de dente-de-leão pelos campos ondeantes onde ando.
Outrora rugi, outrora rosnei, outrora agarrei, mas não aguentei. Outrora, eu era. Agora, deixo de ser.
Nada detém o vento, que num redemoinho me envolve, meus fragmentos revolve, num rodamoinho me dissolve. Sou capítulo soprado.
Me fragmento num sem-número de sementes, que voam pelo vento. E na terra, em minhas pegadas de leão, nascem dentes-de-leão.

(Epitáfio anemocórico, no livro O Bruxo de Curitiba)

Já tentei fugir
Mas
Não rolou
Estou dentro de mim
Não posso me deixar
Meu ego
Sozinho
Surtou e foi dançar

Dois Lados do Vento”




És como um sonho, impossível de ser vivido,
te vi nas alturas, meu amigo querido.
Voavas sereno, no céu tão aberto,
guiando meus passos, no deserto incerto.


Ah, vento amigo, me leva contigo,
por entre nuvens, eu quero te achar.
No som da brisa, o amor é abrigo,
na alma do tempo, voltamos a voar.


Eu também te vi, nos tons do amanhecer,
teus olhos guardavam o nascer do ser.
Na areia deixaste traços de luar,
onde o infinito veio descansar


Ah, vento amigo, me leva contigo,
onde o silêncio sabe cantar.
No sopro do sonho, o elo é antigo —
dois lados do vento, voltando ao mar.






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Espero por ti, minha alma anseia, meu coração dispara...
Meus olhos te procura
Quero te encontrar
Desejo meu....

A morte não assusta o meu cansaço.

Ser são.
Se te esperar, esperar-te é são,
Pois breves são os dias meu bem.
Se te falar, falar-te é são,
Pois estas são as palavras quem vem.
Se te ajudar, ajudar-te é são,
Pois assim são os que ajudam alguém.
Se te desenhar, desenhar-te é são,
Pois assim são os meus traços também.
Se te contar, contar-te é são,
Pois assim como a areia do mar
Os números são incontáveis também.
Se te compor, compor-te é são,
Pois as poesias são de você meu bem
Se te gritar, gritar-te é são,
Pois os gritos são do eco também.
Se te chorar, chorar-te é são,
Pois as lagrimas são suas também.
Se te querer, querer-te é são,
Pois muitos são os que a querem meu bem.

Distante assim meu sorriso é triste
É lágrima de saudade
De tristeza que invade
E meio de encanto;
Encanto em que
Um só canto tudo está
Um tanto de felicidade
E amor outro tanto
Que jamais deixará

Distante assim sou casa abandonada
Sou palavra mal escutada
E logo sente a dor de minha presença
Quando esta está ausente
Saudade
E chora der repente
Quando na distância
Me ausento um pouco mais
Resta-me um dia
Brevemente a reencontrar
Amizade não se cansa
A distância não é capaz.

E quando naquela Noite, do meu Querido Piano Me Despedi, todas as suas teclas em Unissono, choraram Músicas Lindas e Brilhantes... Fazendo-me Dormir como uma Criança, num REINO ENCANTADO...!!! Rolemberg.

Bom dia!




Com meu pensamento de agora....


Um homem só é realmente notado, admirado, se além de tudo que conquistou, seguir lhe há sua história, pois nesta estará contida o respeito aos que lhe antecederam, o amor que lhe dedicaram, que se eterniza nos que lhes irá sucederem...


(Zildo De Oliveira Barros

Neste dezembro, escolho reorganizar meus pensamentos para que cada um deles trabalhe a meu favor.
Ao lembrar do que vivi, acesso força; ao olhar para o que chega, ativo clareza.
Permito que minha mente solte padrões antigos, abra espaço para novas possibilidades
e reconheça no presente o ponto exato onde a mudança começa.

⁠Eu sei o quanto é bom estar sozinho, se Eu choro estarei ao meu lado para enxugar minhas lágrimas, se penso ou faço coisas erradas, serei Eu meu Juiz e meu carrasco, mas também serei meu advogado, só a
Deus e a mim mesmo, devo satisfações sobre minha conduta.

Busque-me na poesia
Quando meu espírito partir desse mundo
Pois lá eu estarei.

Em cada verso que escrevi
Deixei um pouco de mim
Na maioria deles sangrei e morri
Mas um pedaço da minha alma se prendeu entre as palavras.

Se quiser me encontrar, saiba
Estarei em todo lugar
E também em lugar nenhum.

Estarei esperando
Por uma vida melhor
Ou, talvez, apenas me una ao nada
E seja parte do vazio
Dentro de ti

Mas de toda forma, saiba
Nunca duvide
Que estarei aqui.
- Marcela Lobato