Voce a Luz do meu Viver

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VIVA SEU HOJE...
Assim como há dias de luz, risos e felicidades haverá também dias de sombra, dor e lágrimas, mas tudo será necessário para nos ensinar os valores de cada uma das coisas que viermos a acumular ao longo da vida, sendo assim vamos viver o nosso hoje da melhor maneira possível, pois o amanhã é incerto, o amanhã é apenas um talvez para cada um de nós...

Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.

Carlos Drummond de Andrade
ANDRADE, D. Lição de Coisas: poesia. São Paulo: J. Olympio, 1965

Nota: Trecho do poema Para Sempre Link.

...Mais

Vós sois o sal da terra. Vós sois a luz do mundo.

Jesus Cristo
Bíblia Sagrada. Mateus 5:13 e 5:14

Bendita seja a claridade das palavras quando ditas com o coração. Ele sabe como acender a luz.

*No princípio eu era a Eva
Criada para a felicidade de Adão
Mais tarde fui Maria
Dando à luz aquele
Que traria a salvação
Mas isso não bastaria
Para eu encontrar perdão.
Passei a ser Amélia
A mulher de verdade
Para a sociedade
Não tinha a menor vaidade
Mas sonhava com a igualdade.
Muito tempo depois decidi:
Não dá mais!
Quero minha dignidade
Tenho meus ideais!
Hoje não sou só esposa ou filha
Sou pai, mãe, arrimo de família
Sou caminhoneira, taxista,
Piloto de avião, policial feminina,
Operária em construção...
Ao mundo peço licença
Para atuar onde quiser
Meu sobrenome é COMPETÊNCIA
E meu nome é MULHER..!!!!* *

Muitas vezes me pergunto por que será?
"Na Ausência da Luz a Escuridão Prevalece".

o arrozal lindo
por cima do mundo
no miolo da luz

Seja idealista nos seus sonhos, busque o que realmente lhe faça feliz.
Seja luz pela brisa em dia sereno ou, seja infinito no amanhecer em um dia especial.
Tenha paz em sentimentos na plenitude que honre a razão.
Tenha certeza da vida como uma louca paixão, pois o amor é luz que ilumina meu coração.

alvor
avançavam parados
dentro da luz

...a sombra só existe quando brilha alguma luz!

Quem nasceu para brilhar, não se importa com o brilho dos outros e sim soma, para haver luz suficiente aos que estão na escuridão...

Um raio
Fulgura
No espaço
Esparso,
De luz;
E trêmulo
E puro
Se aviva,
S’esquiva
Rutila,
Seduz!

Vem a aurora
Pressurosa,
Cor de rosa,
Que se cora
De carmim;
A seus raios
As estrelas,
Que eram belas,
Tem desmaios,
Já por fim.

O sol desponta
Lá no horizonte,
Doirando a fonte,
E o prado e o monte
E o céu e o mar;
E um manto belo
De vivas cores
Adorna as flores,
Que entre verdores
Se vê brilhar.

Um ponto aparece,
Que o dia entristece,
O céu, onde cresce,
De negro a tingir;
Oh! vede a procela
Infrene, mas bela,
No ar s’encapela
Já pronta a rugir!
Não solta a voz canora
No bosque o vate alado,
Que um canto d’inspirado
Tem sempre a cada aurora;
É mudo quanto habita
Da terra n’amplidão.
A coma então luzente
Se agita do arvoredo,
E o vate um canto a medo
Desfere lentamente,
Sentindo opresso o peito
De tanta inspiração.

Fogem do vento que ruge
As nuvens aurinevadas,
Como ovelhas assustadas
Dum fero lobo cerval;
Estilham-se como as velas
Que no alto mar apanha,
Ardendo na usada sanha,
Subitâneo vendaval.

Bem como serpentes que o frio
Em nós emaranha, — salgadas
As ondas s’estanham, pesadas
Batendo no frouxo areal.
Disseras que viras vagando
Nas furnas do céu entreabertas
Que mudas fuzilam, — incertas
Fantasmas do gênio do mal!

E no túrgido ocaso se avista
Entre a cinza que o céu apolvilha,
Um clarão momentâneo que brilha,
Sem das nuvens o seio rasgar;
Logo um raio cintila e mais outro,
Ainda outro veloz, fascinante,
Qual centelha que em rápido instante
Se converte d’incêndios em mar.

Um som longínquo cavernoso e ouco
Rouqueja, e n’amplidão do espaço morre;
Eis outro inda mais perto, inda mais rouco,
Que alpestres cimos mais veloz percorre,
Troveja, estoura, atroa; e dentro em pouco
Do Norte ao Sul, — dum ponto a outro corre:
Devorador incêndio alastra os ares,
Enquanto a noite pesa sobre os mares.

Nos últimos cimos dos montes erguidos
Já silva, já ruge do vento o pegão;
Estorcem-se os leques dos verdes palmares,
Volteiam, rebramam, doudejam nos ares,
Até que lascados baqueiam no chão.

Remexe-se a copa dos troncos altivos,
Transtorna-se, tolda, baqueia também;
E o vento, que as rochas abala no cerro,
Os troncos enlaça nas asas de ferro,
E atira-os raivoso dos montes além.

Da nuvem densa, que no espaço ondeia,
Rasga-se o negro bojo carregado,
E enquanto a luz do raio o sol roxeia,
Onde parece à terra estar colado,
Da chuva, que os sentidos nos enleia,
O forte peso em turbilhão mudado,
Das ruínas completa o grande estrago,
Parecendo mudar a terra em lago.

Inda ronca o trovão retumbante,
Inda o raio fuzila no espaço,
E o corisco num rápido instante
Brilha, fulge, rutila, e fugiu.
Mas se à terra desceu, mirra o tronco,
Cega o triste que iroso ameaça,
E o penedo, que as nuvens devassa,
Como tronco sem viço partiu.

Deixando a palhoça singela,
Humilde labor da pobreza,
Da nossa vaidosa grandeza,
Nivela os fastígios sem dó;
E os templos e as grimpas soberbas,
Palácio ou mesquita preclara,
Que a foice do tempo poupara,
Em breves momentos é pó.

Cresce a chuva, os rios crescem,
Pobres regatos s’empolam,
E nas turvam ondas rolam
Grossos troncos a boiar!
O córrego, qu’inda há pouco
No torrado leito ardia,
É já torrente bravia,
Que da praia arreda o mar.

Mas ai do desditoso,
Que viu crescer a enchente
E desce descuidoso
Ao vale, quando sente
Crescer dum lado e d’outro
O mar da aluvião!
Os troncos arrancados
Sem rumo vão boiantes;
E os tetos arrasados,
Inteiros, flutuantes,
Dão antes crua morte,
Que asilo e proteção!

Porém no ocidente
S’ergue de repente
O arco luzente,
De Deus o farol;
Sucedem-se as cores,
Qu’imitam as flores
Que sembram primores
Dum novo arrebol.

Nas águas pousa;
E a base viva
De luz esquiva,
E a curva altiva
Sublima ao céu;
Inda outro arqueia,
Mais desbotado,
Quase apagado,
Como embotado
De tênue véu.

Tal a chuva
Transparece,
Quando desce
E ainda vê-se
O sol luzir;
Como a virgem,
Que numa hora
Ri-se e cora,
Depois chora
E torna a rir.

A folha
Luzente
Do orvalho
Nitente
A gota
Retrai:
Vacila,
Palpita;
Mais grossa
Hesita,
E treme
E cai.

A fé penetra no intelecto, não através dos sentidos simplesmente, mas por uma luz infusa diretamente pela ação de Deus.

Thomas Merton
Novas sementes de contemplação

"Deus disse haja luz e houve, meus amados irmãos, servimos a um Deus que está acima de tudo e tem tudo sob controle em suas mãos."

Onde tu estavas quando eu lançava os fundamentos da terra?

Inserida por MaxSalgado

Deus escolheu um povo ainda na eternidade passada para ser seu, quando ele disse haja luz: houve luz; quando ele pensou na sua vida, ainda nada havia, além de trevas.

Inserida por MaxSalgado

Amor...
Tu és você.
Minha luz,
Meu caminho e
Meu viver.

Tu és tão linda,
Tão formosa...
Tu és uma linda rosa
Que nasceu em meu jardim.

Tu és o refúgio
Que procuro.
E se de cara com o escuro?
Eu sigo tua voz.

Tua pureza me invade e
Me deixa pela metade.
Dividido,
Entre tu
E razão.

Tu és tão bela.
Minha linda fera.
Que me protege
Com garras e dentes
Com seu amor.

Tu és tão rica de amor.
Tão infinita de calor.
Tão amante quanto Fernando...
E carinhosa com fervor.

Tu és essas covinhas
Que me derrete por inteiro.
E o que me deixa bobo
É esse teu sorriso,
Feiticeiro...

Tu és tão maravilhosa
Que em meio a tanta confusão
Me acalma e
Tira de mim esse furacão
Que ronda o meu ser.

Tu és meu alicerce
Meu dendê que borbulha.
Meu amor de ternura.
Meu caminho.
Meu viver.

Tu és você, amor.

Meu anjo!
Conhecer você,
Viver você
me fez voltar a acreditar na vida.
Você trouxe a luz,
Você me trouxe à Luz.
Amar não tem tempo,
não tem idade e,
não tem fim.
Obrigado!
/°\

Inserida por Alias

VOCÊ É TODA A MINHA LUZ

Quando nesse mundo eu não tiver
Mais a sua luz, meu amor, o teu viver,
Nada em mim poderá dizer
Que o sol nasce todas as manhãs,
Que a lua brilha na paixão
E que no meu coração o sangue faz pulsar
No seu todo e intenso esplendor...

Quando nas estrelas não luzir
O fulgor azul dos céus, é que o seu olhar
Dentre os astros fez se apagar
Todo o amor que entre nós foi de existir...

E nada mais, meu amor, nada mais
Me será de luar e até mesmo de sorrir...

Se que um dia isso puder acontecer
Nada mais de profundo que não de você
Eu poderei dizer de amar...

Hoje ainda há o sol sobre as montanhas,
E o meu todo amor por você
Somente haverá de se desfazer e apagar
Quando nesse mundo eu não tiver
O que em mim se faz dizer
Que só você, meu amor, há de existir...

E quando de você o fulgor azul dos céus
Dentre as estrelas não brilhar,
É que entre os astros fez se apagar
O amor que entre nós é de eu sentir...

E nada mais, meu amor, nada mais
Me será de luar e até mesmo de sorrir...

Inserida por acessorialpoeta

Você é a essência do meu ser
Você é o que me faz viver
Você é a luz do meu olhar
Você é o que me faz caminhar
Você é tudo que já pude sonhar
Você é o que me faz acordar
Você é a realidade, Você é a ilusão
Você é real ou será só imaginação
ALLAN você é sem explicação !!!

Inserida por Mellwryas