Voce a Luz do meu Viver
Saímos de nossas ilhas e vamos aos continentes
Viver dias de alegria que comove a gente
Mas chega a hora de retornar a nossa ilha
Colocar a cabeça no lugar e contemplar o fim do dia
Pois so assim vemos pra quem existe importância a ilha da gente
Viver e sobreviver são coisas distintas. E nos aparece, neste presente, que subsiste — de forma
falseada — a prática e a ideia de viver como sendo sobreviver. Culpa-se, em primazia da
normatização academicista, o Das Kapital como agente irredutível e inescapável por viver os
momentos funestos do não-viver. Contudo, introspectivamente, nego-me a atribuir a um, e tão
somente um, o agente dessa patologia moderna; pois, nas raízes em que se introjetaram o ideal
material e o imaterial — que, porventura, é chamado psique humana —, embaralha-se tudo
aquilo cuja solidez era tal qual uma rocha, e que agora deixou de existir ao mesmo tempo em
que existe, e se atentam a debater-se e a questionar-se se a rocha significa além dela; ou, ainda
mais — se ela é homem ou mulher. O fato que se encontra é que o homem é, ordinariamente,
tutelado pelo desejo e pela vontade, sendo conduzido à esfera da insatisfação, da não realização
e, por consequência lógica, à tristeza. A tristeza com que situamos a realidade é originalmente
verdadeira? Os problemas que a modernidade perdura são fruto da estrutura transfigurada da
psique humana?
A meditação inconstante
da alma,
que busca
no cotidiano do viver,
encontra o que deseja
num simples abraço.
“E ainda me emociono com a bondade de Deus na minha vida. Preciso aprender a viver esse amor que não falha, que abraça e cuida em cada detalhe.”
O homem não pode viver sem amor. Ele permanece para si próprio um ser incompreensível e a sua vida é destituída de sentido, se não lhe for revelado o amor, se ele não se encontra com o amor, se o não experimenta e se o não torna algo seu próprio, se nele não participa vivamente. No amor o homem reencontra a grandeza, a dignidade e o valor próprios da sua humanidade.
Não quero viver meus dias preocupada com o julgamento dos outros; quero sim, viver feliz, pelo julgamento que faço de mim mesma.
Nunca começo um relacionamento com alguém
pensando em viver coisas já vividas,
reensaio de lembranças repartidas.
Seria como rabiscar uma página nova
usando coisas já escritas.
Viver ou Morrer?
Viver pra que? pra ficar no meio de tanta pessoa, mas ficar sem a pessoa que amamos! Mas se eu morresse? Bom, morrer seria bom e ruim ao mesmo tempo, pois deixaríamos nossa família e amigos mas também não sofreria por alguém como agora. Mas por que morrer? Para deixar esta solidão, esta dor de amar alguém que não nos ama. Mas isso so faria com que a dor de amar sumisse e traria uma dor maior a minha família e amigos. Mas do jeito que eu amo ela nada mais importa, nada mesmo. Nesse mundo ninguém tem mais amor, ninguém mais quer um compromisso serio, e eu do jeito que sou não tenho porque estar aqui! Não sou de ficar com qualquer uma, so quero uma pessoa no mundo, e se ela não for minha não tem porque eu viver.
Eis a questão: Viver ou Morrer?
Ninguém veio ao mundo para viver sozinho. Cada um de nós tem “sua tampa”, a única coisa que falta é ter paciência para encontrá-la.
Viver é tão importante quanto ler um livro. Enquanto a vida oferece as ideias, os livros as decoram.
SURPRESAS na vida? Tenho todos os dias, afinal o viver e o arriscar são inseparáveis, caminham lado a lado. Todos os que possuem asas arriscam-se a cair. Os que caminham arriscam-se a tropeçar. Os que correm arriscam-se a cair... Assim é a VIDA... temos as nossas quedas, mas todos os dias arriscamos até que um dia deixamos de cair!!!
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